ZH e governo Tarso - manipulando através de manchetes

Não é novidade para ninguém que veículos de comunicação são empresas e, como empresas, tem seus interesses particulares. Para a consecução dos seus objetivos, utiliza as armas que tem à disposição.
No caso dos jornais, manchetes e matérias tendenciosas que expressam suas opiniões políticas, quebrando dessa forma a prometida isenção com relação aos fatos divulgados. Geralmente manchetes induzidas ou sensacionalistas - ou ambos - buscam atrair a atenção do leitor e tem um grande grau de intimidade com o raciocínio desenvolvido na matéria.


Não é o caso da matéria divulgada na página 12 da Zero Hora de 12/09/2011 sobre o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do RS (CDES-RS). A manchete "Conselhão aponta deficiências internas" está absolutamente desvinculada da sua linha de apoio, "Pesquisa entre conselheiros indica que 76% avaliam governo positivamente" e do seu conteúdo. Dos cinco parágrafos redigidos, apenas dois abordam possíveis "deficiências". Os outros três parágrafos abordam o conteúdo principal, que é extremamente positivo para o governo Tarso e também é expresso no box da matéria: 63,4% dos conselheiros do CDES-RS acreditam que as propostas formuladas pelo conselho são utilizadas nas ações do governo. Outros dados importantes que não vão ao encontro da manchete dizem respeito ao fato de que mais de 87% dos conselheiros tem boa avaliação sobre o trabalho desenvolvido pelo conselho, cerca de 83% interpretaram o Plano de Sustentabilidade como medida positiva e necessária e 56,14% avaliam positivamente o governo.

Como se percebe, o PRBS, empresa responsável pelo diário ZH busca transformar, através de sua manchete, uma notícia positiva em notícia negativa do governo Tarso.
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Prof. Paulo Afonso mente sobre o texto do Codigo Florestal, a servico de quem?

Com o devido respeito, o professor Paulo Afonso Leme Machado está derrubando a verdade a machadadas. É mentira! Seja lá o que ele queira dizer com essa linguagem rebarbativa (”introduzir conceitos”), a verdade é que não há anistia nenhuma! Eu posso provar que ele recorre à mentira, mas ele não pode provar que quem mente sou eu. E só há uma verdade, não é questão de gosto. O texto está aí para a
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A CRIACÃO DA PERSONAGEM ZEBEDEU


A princípio Avancini não me convidou para fazer  o Zebedeu. Queria que eu fizesse um cangaceiro,  que seria o braço direito de Tirana.

Nem o salário, nem a personagem me satisfizeram e declinei do convite feito.

Quinze dias depois ele me chamou e me pediu para fazer o Zebedeu. Antagonista de Tirana.
Melhor salário e personagem, prontamente aceitos.

Ao me explicar a personagem dissera-me que seria um bandido corajoso, impiedoso...mas na véspera, ao lado da crítica ao meu futuro trabalho de ator ele mudou o texto e me colocou logo  na primeira cena com Tirana me humilhando  e me espancando,  e eu sem reagir.

Fui à ele indignado, isso destruiria minha personagem como homem de coragem, valentia.
Ele me disse: -É assim e não se discute.

Virei a noite anterior à primeira gravação, sem dormir, pensando em como sair daquela situação.
E descobri: Tirana ia  bater em Zebedeu  porque estava com vinte homens em armas  apontadas para ele  e sua mulher , a Baiana. Só batia porque era superior em número, e amparado por seus cabras. Ou seja, se eu soubesse interpretar a reação  ao tapa usando apenas o olhar de Zebedeu como denúncia,  Tirana estaria desmascarado em sua “coragem”.

E foi o que fiz: ao receber o tapa, Zebedeu levanta-se do chão, olha as armas em volta, vê a superioridade e não pode reagir diante da covardia perpetrada.
Ali no primeiro capítulo driblei Avancini, Zebedeu fora  superior a Tirana,  e comecei  a  vida da minha  personagem.

Dali em diante a personagem foi trabalhada em cumplicidade com meu psicanalista, Luiz Alfredo Milecco,  que me orientou: “Zebedeu é como um primata. Não tem sequer consciência da vida e da morte. Tudo pra ele é festa. É erotismo. Levar tiro, matar, ferir, ser ferido, tudo é vida para ele.É Eros.”

O restante do trabalho foi apoiado na Graça do talento que recebi, no meu feeling de comédia, na minha vivência nordestina, e no apoio solidário que recebia de todo o meu bando. 
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Bomba burra

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Uma análise sobre a pesquisa e o cenário eleitoral em Porto Alegre 2012

Pesquisas eleitorais sempre mostram o comportamento do eleitor num determinado momento. Por isso, sempre devem ser relativizadas, ser um dos elementos de qualquer análise e não a análise propriamente dita. Ainda mais quando ela é feita a mais de um ano antes da eleição. Geralmente, neste cenário, devido a distância de tempo dela com relação ao processo eleitoral, ela é absolutamente inconclusiva. Tese que se comprova ao analisarmos qualquer um dos últimos cenários eleitorais no RS e no Brasil. Nos últimos pleitos, pesquisas realizadas a um ano antes da eleição indicaram o favoritismo de um candidato ou candidata que acabou não se confirmando logo adiante. Há inclusive casos de candidatos ou candidatas aparecerem nestas pesquisas com patamares abaixo de 5% das intenções de voto que acabaram por vencer pleitos eleitorais.

No entanto, arrisco tecer alguns comentários, ainda que preliminares acerca do resultado da pesquisa divulgada no último domingo (11/09) sobre as eleições de Porto Alegre:

1 - Não é possível afirmar que a candidatura melhor colocada na pesquisa é favorita para vencer o pleito. A diferença apontada com relação ao segundo colocado oscila entre 2 e 6 pontos percentuais, quando a margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.

2 - O segundo colocado é justamente o atual prefeito, o qual, segundo a pesquisa, teria 69% de aprovação dos entrevistados. O mesmo também lidera a intenção de voto espontânea e sua rejeição está abaixo da candidatura melhor colocada.

3 - Os dois primeiros colocados na maioria dos cenários já anunciaram suas candidaturas há tempos, o que, evidentemente, faz com que sejam melhor visualizados pelos entrevistados.

4 - Mesmo não tendo candidatura definida e um processo de debates em curso que considera inclusive a possibilidade de compor aliança com um dos primeiros colocados, o PT aparece muito bem no cenário eleitoral. A ministra Maria do Rosário, que deve continuar no comando da Secretaria de Direitos Humanos do governo Dilma, aparece com 15% das intenções de voto. O ex-prefeito e deputado estadual Raul Pont aparece com 10% e o vereador Adeli Sell com 1%. Na espontânea, nomes do PT somados aparecem com 7%.

5 - Com relação ao PMDB, que também não definiu suas estratégia eleitoral para 2012, o cenário é diferente. Caso tenha candidatura, os nomes colocados não ultrapassam 1% das intenções de voto.

6 - As candidaturas de DEM e PSDB tendem a ser coadjuvantes no processo eleitoral.

7 - 56% dos entrevistados sequer indicaram um candidato ou candidata de sua preferência. Mesmo podendo apontar até nomes alheios ao processo eleitoral.

Diante do cenário colocado, tendo como um dos seus objetos de análise a recente pesquisa, é possível afirmar que é fundamental para o PT apresentar candidatura à Prefeitura de Porto Alegre em 2012. Aparentemente, além da sua militância, parcela significativa da população espera isso do partido. Caso opte por não ter candidatura própria em 2012, o PT correrá o risco de ver diminuir sua bancada no legislativo municipal e de seus espaços nos movimentos sociais e populares. Por consequência acabará por abrir mão de ser protagonista na discussão sobre qual Porto Alegre teremos no futuro, debate que vai muito além do processo eleitoral que se realizará no próximo ano.
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