Caro Luciano, essa sua reflexao me fez recordar quando estava em sala de aula com 45 jovens dos 14 aos 18 anos. Estava eu explicando a eles por que nos devemos sempre escrever na norma culta, seja um bilhete, uma carta ou qualquer documento. Nao so na norma culta como tambem a escrita deve ser perfeita. Disse -lhes que quando escrevemos devemos ter cuidado pensando na pessoa que ira ler aquele
Clique para ver...
Governo Tarso: cem dias de diálogo, participação e construção de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social
Pesquisa divulgada por uma empresa de comunicação logo após o centésimo dia de gestão reflete o acerto do governo Tarso nestes poucos mais de três meses no comando do Piratini. 80% dos gaúchos aprovam a atuação do governo, sendo que 79% confiam no governador e sua nota média é 6,9, mesmo índice alcançado pela presidenta Dilma no período.
Na verdade, o governo Tarso surpreendeu ao impor um ritmo acelerado de mudanças necessárias no Rio Grande do Sul quando todos esperavam somente a organização, o planejamento da gestão e as surradas críticas deixadas pela gestão anterior. Não que elas não existam e não sejam corretas, pois o RS viveu nas duas gestões anteriores o aprofundamento de uma crise estrutural que fez o estado “andar para trás”. Nem o tal “déficit zero” comemorado pelo governo Yeda era real, já que o déficit do governo estadual é superior a R$ 500 milhões.
Nestes cem primeiros dias, o governo Tarso já construir símbolos importantes voltados ao estabelecimento de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social, alicerçado no diálogo, na participação popular, na recuperação e valorização dos serviços públicos oferecidos à população e, por conseqüência, de seus servidores.
Um dos casos mais positivos neste processo é o fato de que, mesmo com previsão de déficit, a atual gestão teve reconhecido o seu esforço de estabelecer um ritmo acelerado de recuperação salarial do funcionalismo público, em especial com relação aos servidores da educação. A proposta de aproximadamente 11% de aumento imediato e o compromisso de cumprir gradualmente o piso nacional, cujo governo anterior contestou no STF, levou os professores estaduais a aprovar a proposta do governo. Há também o esforço para recuperar os salários e a dignidade dos servidores de segurança pública e de outras áreas.
O segundo símbolo positivo é o do diálogo e da participação. Problemas importantes do estado estão sendo discutidos no chamado Conselhão gaúcho, onde empresário, trabalhadores, governo, academia e terceiro setor estudam e debatem temas importantes como o desenvolvimento metropolitano, o desenvolvimento da serra e os arranjos produtivos locais, um novo modelo de financiamento da malha rodoviária que contemple necessidades de cada região e a qualificação das rodovias, o pacto pela educação, uma política permanente voltada ao piso regional e a previdência pública. Ao mesmo tempo, a população tem a oportunidade de incidir na formulação de políticas públicas e na definição dos investimentos que serão realizados nos próximos quatro anos através do Plano Plurianual Participativo.
O terceiro símbolo da gestão de Tarso é a recuperação da própria estrutura do governo com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento de políticas sociais como o combate à extrema pobreza, a redução das barreiras físicas e sociais a que estão submetidas pessoas com deficiência e o combate ao crack e a outras drogas que vêm desestruturando as famílias gaúchas. Aliás, sobre este último, importante salientar que o RS não tinha nenhum programa de prevenção através da rede pública de saúde, muito menos de acompanhamento ao processo de reinserção social do dependente químico.
Outro símbolo positivo é o da transparência na gestão. Diante de supostas irregularidades cometidas por servidores concursados do DAER, o governo Tarso não hesitou. Formou uma força-tarefa com participação de quadros do governo, membros do Tribunal de Contas e do Ministério Público e acompanhamento da Assembléia Legislativa para investigar as supostas irregularidades. Mais do que isso anunciou a reestruturação de um organismo que foi criado durante a ditadura militar, que está viciado e longe de cumprir sua real função.
Por fim, o quinto e último grande símbolo é o de recuperação da capacidade de investimento do estado. Seria impossível a consecução de um novo modelo de desenvolvimento, com o Rio Grande crescendo no mesmo ritmo do Brasil, sem estabelecer mecanismos de financiamento deste projeto. Para isso, o governo gaúcho foi atrás de créditos federais desconsiderados pelo governo anterior de Yeda Crusius, do estabelecimento de uma parceria sólida entre a União e o estado e de empréstimos que garantirão, no ano de 2011, investimentos superiores a R$ 2 bilhões na geração desse novo ciclo de desenvolvimento econômico e social que o estado experimentará nestes próximos quatro anos.
Como se vê, o Rio Grande do Sul caminha com Tarso para a superação de uma realidade de crise estrutural para o estabelecimento de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social.
FÓRUM DA INUTILIDADE
![]() |
| Charge de Rekern na ZH de hoje: viram como eles são democráticos? |
Tarso Genro que se cuide, pois a principal garota de recados do PIG gaúcho saiu-se com essa, hoje, no seu mural em Zero Hora: “Para um governador que preza a pluralidade, é incompreensível a decisão de Tarso de participar do Fórum da Igualdade e mandar o vice, Beto Grill, representar o governo no Fórum da Liberdade.”
Bem feito para o Tarso, que teve a ousadia de deixar de prestigiar um evento que tem como palestrantes nada menos do que os filósofos Marcelo Madureira, Marcelo Taz, Lobão e Peninha (ai, que quarteto!), para ir a um ajuntamento chinfrim de pobretões despeitados que se atrevem a querer a “redemocratização” dos meios de comunicação, como se estes já não dessem aulas diárias de democracia para os brasileiros, publicando, com igual espaço e destaque, todas as opiniões... desde que não contrariem os seus interesses escusos, é claro! Senão, já seria demais.
Mas a ousadia da esquerda quando chega ao poder não tem limites: o vice-governador do RS, Beto Grill, teve a cara de pau de dizer, no Fórum da Liberdade (deles) a uma platéia atônita, que “Felizmente, o Brasil retomou há oito anos sua trajetória de crescimento, depois de um período de exceção e de administrações equivocadas.” Só tinha mesmo que ser vaiado ao dizer tais disparates. Onde já se viu!
Ocorre que o quadro acima descrito seria cômico se não retratasse a forma como pensam e agem aqueles que não se conformam com o fato de que foi o governo chefiado por um operário que promoveu os mais profundos avanços sociais da história brasileira, resgatando a dignidade de milhões de brasileiros que passaram a ter acesso a coisas que jamais pensariam em usufruir – e que tem ampla continuidade no governo Dilma.
Esta turma que vaia o vice-governador gaúcho quando este defende, no mesmo evento, um “Estado forte e atuante” é a mesma que vive pedindo incentivos fiscais, reclama de pagar impostos e que, quando seus negócios quebram por falcatruas ou incompetência, corre para tentar empurrar o mico para o erário público. É a mesma turma que vota na Yeda, no Rigotto, na Ana Amélia e no Serra.
Mas a forma grotesca como se comportam serve apenas para trair a sensação de impotência e humilhação que sentem diante das conquistas dos governos de esquerda no Brasil e no RS.
A eles, só resta sentarem, comportadamente, para assistir o intragável desfile dos imensos egos de Lobão e Peninha, tendo como sobremesa a estupidez pré-histórica do Marcelo Madureira.
E, de quebra, resmungar porque Tarso, que ganhou a eleição no primeiro turno e tem hoje “apenas” 80% de aprovação dos gaúchos, não foi prestar homenagem a esta plêiade de sábios! De fato, resta incompreensível.
FHC e o povão
No mais recente artigo, o ex-presidente FHC escreveu:
“Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os ”movimentos sociais” ou o “povão”, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos”.
Por óbvio, temos inteligência política para entender que a frase acima foi escrita dentro de um contexto, que só pode ser compreendida lendo todo o artigo. Porém, a frase sugere que o PSDB deve esquecer o "povão".
Esta é mensagem que será apropriada, justa ou não com FHC. É a eterna dificuldade tucana de se comunicar com as massas, aquela turma do andar de baixo.
Uma multidão de analistas pró-PSDB já tentam explicar a frase dita no artigo. A verdade é que quando uma frase precisa ser explicada, contextualizada ou, melhor, traduzida para os chamados "leigos", algo está errado nela. O esforço de explicá-la é mera estratégia de redução de danos.
“Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os ”movimentos sociais” ou o “povão”, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos”.
Por óbvio, temos inteligência política para entender que a frase acima foi escrita dentro de um contexto, que só pode ser compreendida lendo todo o artigo. Porém, a frase sugere que o PSDB deve esquecer o "povão".
Esta é mensagem que será apropriada, justa ou não com FHC. É a eterna dificuldade tucana de se comunicar com as massas, aquela turma do andar de baixo.
Uma multidão de analistas pró-PSDB já tentam explicar a frase dita no artigo. A verdade é que quando uma frase precisa ser explicada, contextualizada ou, melhor, traduzida para os chamados "leigos", algo está errado nela. O esforço de explicá-la é mera estratégia de redução de danos.
Cabe lembrar que na campanha eleitoral, o programa tucano levou ao ar uma favela virtual. Como disse a então candidata Marina Silva, "com tanta favela real no Brasil, o PSDB precisou de uma favela virtual". Como se vê, o pessoal tem grande dificuldade de falar a linguagem do povo - a turma que utiliza ônibus, saúde e educação pública. Compreender suas necessidades, é algo quase impensável.
FAZER RIR OU FAZER CHORAR?
O QUE É MAIS DIFÍCIL ?
Equivocada pergunta que me fazem sempre.
O antônimo do Riso não é o Choro.
É a Culpa.
É a angústia do pecado no por/vir. É a poderosa ameaça que faço ao meu Próximo, `a alma infantil do meu Outro, torturando-o com a idéa de que um castigo medonho , como ele nunca provou – pura fantasia – desabará sobre ele como a mão de um deus punitivo, irado e exigente: Jehová, desconhecendo o Cristo de amor e bondade, ou o Buda farto e pacifica/dor.
Tolher o riso no outro é simples: faça-o mergulhar no mais profundo das suas trevas primais; acena-lhe com a possibilidade de ter d eencarar seus demônios abissais frutos de seus sentido eróticos – e a criança que é o Outro pára de sorrir, fica séria, preocupada, está a um passo do choro, da dor, do drama e da tragédia, que não se encontra no Próximo, mas em si mesmo, e que por perversão e prazer mórbidos, não divide com ninguém, carregando – ou se propondo a carregar todda a Cruz da Humanidade Ocidental sobre seus ombros.
Aí: chora!
O choro é um pedido de perdão aos seus medonhos torturadores internos.
Já o Riso é o perdão que cada homem, com sua erótica - vital - humanidade, porta consigo.
O Riso é absolvição.
Porta da Vida.
Porta aberta a si mesmo e ao Ouro.
Assim a pergunta inicial deveria ser: o que é mais difícil: perdoar ou culpar, absolver ou condenar?
Paz e humor para todos.
Assinar:
Comentários (Atom)

