Caros amigos, nao da nao para esquecer essa figura nefasta? Pensei que "isso" seria varrido da memoria de todos para sempre, ja que nao foi punido com a forca da lei pelos seus crimes. Imaginei que caberia a nos povo nunca mais citar seu nome ou apelido para que a lembranca de suas falcatruas se perdessem no esquecimento. Ledo engano, o meu, nao ha um dia sequer que nao encontre sua figura
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Papo Ilustrado: Ah, a "Comunicação"...
Seja chamada de "Imprensa (escrita, falada ou televisionada)", "Meios de Comunicação Social", ou simplesmente "Mídia", essa talvez seja a área estratégica mais atrasada (exceto em tecnologia) no nosso
emergente Brasil. Todos os interessados chiam incessantemente contra os "gargalos" logísticos e estratégicos
No entanto, se o Brasil quiser ser a referência mundial das nossas melhores esperanças, vai ter que entrar de vez no século XXI, fazendo, além de coisas como a reforma agrária, uma verdadeira "reforma aérea" nas comunicações. As forças da INcomunicação usam principalmente a estratégia do silêncio, para calar a discussão do assunto. Que é simplesmente o direito de fazer (a seu bel prazer) a cabeça de gerações de brasileiros! Portanto, quem tiver qualquer espaço de diálogo, em qualquer linguagem, que levante essa lebre, pra fazê-los sair da toca...
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emergente Brasil. Todos os interessados chiam incessantemente contra os "gargalos" logísticos e estratégicos
que atrapalham o progresso do país (a bronca do momento é o atraso nas obras para a Copa e as Olímpiadas), mas poucos discutem o sistema medieval que controla a informação no Brasil. A informação é um bem de primeira necessidade, está para mente como o ar está para o corpo. Não pode ser tratada como um mero produto, "comóditi" ou serviço. Mas é exatamente assim que é usada pelas oito ou nove famílias que se adonaram da maior parcela da mídia nacional. Os fatos, e sua exposição jornalística, a notícia, são mostrados, ou sonegados, invariávelmente, nas versões que protegem os interesses e perpetuam no poder essas famílias e seus prepostos políticos. Ou seja, em termos de mídia, ainda estamos no século XVI, no tempo das capitanias hereditárias: rádio e TV , como as capitanias, são concessões do poder político...
Mas toda e qualquer proposta de controle social, direito e contrapartida democrática de quem concede (o governo eleito, ou seja, todos nós eleitores) sofre a imediata acusação de "censura !". Como se o fato de querermos ter controle, numa democracia, de como e por quem queremos ser informados fosse a mesma coisa que a truculenta supressão da informação patrocinada pela ditadura militar...
Mas, encarando todos esses poderosos usurpadores, organizações como os sindicatos de jornalistas e o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação demonstraram, na I Conferência Nacional de Comunicação (2009), a necessidade de regulamentos contemporâneos para o setor, um Marco Regulatório (como existe nas melhores democracias do
mundo). Além disso, a ConfeCom propos a criação de Conselhos de Comunicação Social nos estados, a exemplo do CCS que existe no Congresso Nacional como órgão consultivo, de acordo com a Constituição Federal de 1988. Mas... as forças que trabalham para manter o país na Idade Média são poderosas, e se bloqueiam o que já existe (o CCS do Congresso está desativado, na prática, desde 2006), imagine-se o que ainda precisa ser criado, como os CCS dos estados...
No entanto, se o Brasil quiser ser a referência mundial das nossas melhores esperanças, vai ter que entrar de vez no século XXI, fazendo, além de coisas como a reforma agrária, uma verdadeira "reforma aérea" nas comunicações. As forças da INcomunicação usam principalmente a estratégia do silêncio, para calar a discussão do assunto. Que é simplesmente o direito de fazer (a seu bel prazer) a cabeça de gerações de brasileiros! Portanto, quem tiver qualquer espaço de diálogo, em qualquer linguagem, que levante essa lebre, pra fazê-los sair da toca...Os desenhos desse "papo" iustraram matérias da revista Mídia Com Democracia, do FNDC, em 2009 e 2011, em lápis e aquarela o primeiro, e caneta c/ aquarela os dois últimos.
Charge
Há uns 5 anos venho fazendo uma charge mensal na revista Bens & Serviços, da Federação do Comércio do R.G. do Sul. Sempre procuro focar temas universais, mas isso nem sempre é fácil num desenho mensal e numa publicação segmentada. A pauta dessa charge tratava da sobrevivência da chamada venda direta mesmo em tempos de internet, etc. Aí me lembrei do velho caixeiro-viajante (mascate, cometa) e fiz o desenho.
Caneta e aquarela
Publicado in Bens & Serviços ( P. Alegre, abril/ 2011).
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Caneta e aquarela
Publicado in Bens & Serviços ( P. Alegre, abril/ 2011).
Olé & Repé
Bico de pena (nanquim), meio-tom eletrônico.
Publicado in Jornal do Mercado ( Porto Alegre, abril/ 2011)
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Publicado in Jornal do Mercado ( Porto Alegre, abril/ 2011)
Rango
Desde pequeno, sempre ouvi que o outono, além de outras peculiaridades, é a "estação das frutas".
Como essa época do ano não tem a mesma cara em todos os lugares, e essa noção não é universal, fica a explicação da tira pros meus fiéis seguidores.
Caneta e aquarela
Publicada in Extra Classe ( P.Alegre, abril de 2011)
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Como essa época do ano não tem a mesma cara em todos os lugares, e essa noção não é universal, fica a explicação da tira pros meus fiéis seguidores.
Caneta e aquarela
Publicada in Extra Classe ( P.Alegre, abril de 2011)
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