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Coimbra: Quem acha que Dilma não passa de 40% pode ter surpresa

Lula e Dilma

por Marcos Coimbra, na Carta Capital

6 de agosto de 2010 às 10:29h





Uma das coisas engraçadas destas eleições é observar a mudança nos cálculos da oposição sobre o “poder de transferência” de Lula. Já faz mais de um ano que eles são feitos e refeitos, sempre corrigindo para cima a estimativa anterior. Agora, às vésperas do começo da última etapa, com as campanhas chegando à televisão, eles voltaram a mudar, outra vez em sentido ascendente.

Ainda em 2009, não havia quem, nos partidos de oposição, achasse que a aposta de Lula ao indicar Dilma Rousseff daria certo. Além do que entendiam ser suas dificuldades próprias – inexperiência eleitoral, falta de carisma, pouca visibilidade de seu papel no governo (para ficar apenas com as mais citadas) – haveria um limite à transferência de votos de Lula para ela.

Ninguém jamais discutiu que Dilma Rousseff precisaria desses votos. Uma candidata nova, que nunca disputara um cargo importante, sem qualquer notoriedade fora da área técnica do governo, só por milagre alcançaria votação sequer perceptível em uma eleição nacional. Veja-se, para ilustrar, o que aconteceu com Aécio Neves na pré-campanha. Apesar de ser o governador reeleito (e bem avaliado) do segundo maior colégio eleitoral do País, mal alcançava 20% quando teve de desistir, exatamente por lhe faltar maior volume de intenções de voto.

Mesmo sendo Dilma a candidata do PT, de longe o partido com o maior número de filiados e simpatizantes, suas perspectivas continuavam baixas. O PT, sozinho, seria insuficiente para elegê-la.

Ou seja, para se tornar competitiva diante de José Serra e poder derrotá-lo, Dilma precisava de Lula. Ela sabia disso, ele também, assim como a torcida do Flamengo (e a de todos os seus adversários).

Mas quantos seriam os votos que ele conseguiria repassar? Apesar de sua popularidade e simpatia, não haveria um limite a essa transferência?

Durante o ano passado, quem torcia por Serra, seja no meio político, seja na sociedade civil, escolheu a taxa de 20% como o teto onde a transferência de Lula poderia ir. Até a alcançar, Dilma cresceria sem problemas. Em lá chegando, empacaria. Lula a poria no patamar de 20%, mas, para ultrapassá-lo, a bola estaria com ela. Sozinha, sem bagagem política, seria presa fácil do candidato do PSDB.

Essa proporção não foi inventada, pois se baseava nas respostas de entrevistados nas pesquisas a perguntas sobre sua propensão a votar em “quem quer que fosse o candidato indicado por Lula”. Embora variasse um pouco, conforme o momento e a pesquisa era mesmo isso que diziam as pessoas.

O equívoco foi, no entanto, confundir piso com teto. Os 20% não eram o máximo, mas o mínimo que Lula, sem fazer mais nada, daria a ela.

Ela os superou ainda em outubro de 2009, jogando fora os prognósticos peremptórios que ouvíamos até de especialistas conhecidos. Fixaram, então, uma nova barreira em 30%, e garantiram que, deles, ela não passaria. Coisa que fez em março e continuou subindo. A essa altura, indo cada vez mais além do segmento do eleitorado que votaria de olhos fechados em quem Lula indicasse.

Na última semana de julho, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reviu as contas e fixou um novo limite. Para ele, depois de “Lula ter transferido para sua candidata 35% a 40% dos votos”, alcançou “um teto”. Agora, finalmente, segundo o ex-presidente, Dilma Rousseff pararia de crescer.

Quem garante isso? De onde vem a convicção, considerando que ela, nos 40% atuais, já está a um passo de ganhar no primeiro turno?

Quem acha que ela não cresce mais deve imaginar que a presença diária de Lula na televisão, depois do dia 17 próximo, não terá qualquer efeito. Que os 85% que o aprovam, os 75% que acham ótimo ou bom seu governo, os muitos que gostam dele e o admiram ficarão indiferentes à sua presença. Que se decepcionarão todos aqueles que só esperam conhecer um pouco a candidata que ele apoia.

Quem acha que ela não passa de 40% esquece que Lula a pôs nesse patamar quase que somente falando nela, sem olhar nos olhos do eleitor e pedir seu voto, salvo a meia dúzia de vezes em que usou o tempo de propaganda de seu partido.

Quem acha que ela não passa de 40% pode se preparar. Vai, provavelmente, ter uma surpresa.

Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.

via Vi o Mundo do Luis Carlos Azenha



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Abrindo as portas!

 
O Armarinho da Política abre as suas portas perfilado com os indignados pela forma vergonhosa com que age a grande mídia brasileira, formada por meia dúzia de grupos familiares e que se acha dona da consciência popular. A desfaçatez é tamanha que eles sequer tentam disfarçar a sua atuação como partido político, como comprovam as palavras da executiva do grupo Folhas e presidente da ANJ (Associação Nacional dos Jornais), Maria Judith Brito que, ao se referir às gigantes da comunicação, afirmou que "esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada."

Mas lamentavelmente para eles, a população brasileira não se deixa mais enganar, prova disso é que, mesmo com todo o seu poderio, não conseguem mais empurrar goela abaixo seus candidatos, cujo principal compromisso é permitir a manutenção de privilégios a esses conglomerados de pensamento medieval e àqueles a quem servem.

O surgimento de novas formas de comunicação proporcionam a qualquer cidadão protagonizar ações em prol da democratização da informação, forçando os tubarões da mídia a vir a público admitir coisas que, em outras épocas, não chegariam aos olhos e ouvidos dos brasileiros. Exemplo recente disso é o caso escabroso de violência sexual ocorrido recentemente em Florianópolis, que se não tivesse sido denunciado por um blogueiro local, passaria despercebido e, o que é pior, os responsáveis estariam com a impunidade garantida. 

Com este objetivo, e despretenciosamente, o Armarinho vem se somar ao movimento dos blogueiros progressistas se propondo a discutir, de forma crítica, fatos do quotidiano da política e da vida.
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ALIADOS POTIGUARES ESCONDEM APOIO A SERRA EM PEÇAS DE CAMPANHA























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Acredite: este cartaz é falso
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A senadora Rosalba Ciarlini (PFL, ex-Arena), candidata do Demo ao governo do Rio Grande de Norte, está fugindo de Zé Chirico como o Tinhoso da cruz. Tanto é que as peças publicitárias de sua campanha eleitoral não estavam sequer fazendo menção ao tucano, como é de praxe nos materiais das coligações partidárias.
Não estavam. Agora estão, mas na marra. De acordo com informação publicada pelo blog rio-grandense-do-norte Fator RRH, o cartaz que você vê acima – aparentemente, dentro da “normalidade” – é fake, não-oficial, obra de “gente contratada pra fazer o jogo sujo” ou de “algum canalha desocupado”. Ainda segundo o blog, “embora a senadora não esconda o seu apoio ao candidato tucano” a confecção e distribuição do cartazete está sendo considerada uma “artimanha desonesta”.
Por sua vez, indignado com a ausência da cara e do nome de Serra nos materiais de campanha de Rosalba, um eleitor local resolveu produzir uma singela peça (veja abaixo) para reparar a injustiça cometida contra o candidato do PSDB à presidência da república. No pôster, que está se alastrando pelo estado como um rabo-de-palha queimado, também o senador Agripino Maia, candidato à reeleição, é igualmente cobrado por não assumir seu apoio a Zé Chirico.
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