Em Natal, PT decide apoiar Carlos Eduardo.


Cobiçado pelas duas coligações que permanecem na corrida pela Prefeitura de Natal no segundo turno, o Partido dos Trabalhadores, do deputado Fernando Mineiro, decidiu ontem apoiar, oficialmente, a candidatura do ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT). 

Mas os petistas destacaram que o apoio não é incondicional. Eles querem que, ao longo da campanha, o pedetista incorpore pontos do programa de Governo do PT natalense. Para os petistas, o fato de Carlos Eduardo fazer oposição à "gestão Micarla" também contribuiu para a decisão. 

A parceria firmada, embora contenha ressalvas, não impõe restrições diretas aos novos aliados. Além de deliberarem pelo "voto crítico" ao candidato do PDT, os petistas que integram o diretório do partido em Natal afirmaram, em resolução aprovada no encontro, que "não participarão da futura administração municipal".

No documento, está escrito ainda que "a posição tomada não nasce de alinhamentos automáticos, muito menos pode ser confundida como um apoio incondicional".

As ponderações do PT municipal foram justificadas como não sendo sinal de "resistência" ou de "amarras" com a candidatura do PDT. "Essa questão do voto crítico é no sentido de se fazer uma campanha propositiva, sem perder o foco com discussões que não interessam a sociedade", explicou a deputada federal Fátima Bezerra.

A reunião de ontem, que lotou uma das salas do Hotel Monza, serviu também para comprovar a preferência dos militantes e dirigentes locais pela candidatura de Carlos Eduardo. Na discussão a portas fechadas foram raríssimas as intervenções propondo a neutralidade do partido no pleito.  

Fonte: Tribuna do Norte
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A VOZ DO POVO NAS URNAS DE COLOMBO

Muita mudança na Câmara de Vereadores de Colombo. Dos atuais 13 vereadores, apenas cinco conseguiram a reeleição. Alguns, para a surpresa de muitos, não conseguiram permanecer em seus cargos no Poder Legislativo municipal, como Agrolombo e  Betinardi, outros a derrota já era esperada, Painho e Binho. Mas a grande surpresa que já era aguardada a muito tempo foi a eleição de mulheres, Doloria Strapasson e Professora Michele, e a presença de representantes da Juventude, Alan e Prego. O povo de Colombo deu a resposta nas unas e espero que os políticos profissionais aprendam essa lição. Eu sempre dizia que "  A HORA QUE O POVO ACORDAR OS POLÍTICOS PERDERIAM O SONO". Quem perdeu o sono?? Painho (DEM),Binho (PCdoB),Gilberto Agrolombo (PP),Rubens Marques (PR ), Angelo Betinardi (PMDB), Helder Lazarotto (PTN) e Joel Cordeiro (PSD).

OS NÃO ELEITOS FORAM TRAÍDOS PELO ELEITOR OU OS ELEITORES DERAM O TROCO DOS ÚLTIMOS 4 ANOS ??
É muito comum principalmente nas eleições municipais nos depararmos com traições de lideranças políticas. Nicolau Maquiavel ( 1496-1527), que escreveu “ O Príncipe “, coloca que a traição política pouco tem a ver com moral e com o ódio. A tendência a ser infiel está na busca pelo Poder e ganância pela grana que normalmente aparece nesses momentos. Esse fator sim se apresenta como responsável pela tendência de amigos, aliados ou companheiros se tornarem infiéis.
As traições ocorrem com maior incidência dentro do mesmo grupo político. Reações hipócritas e interesseiras, para subir numa escada virtual, em que se agarram os que vão à frente para se empurrarem para trás os que os ajudaram a subir. E o fator mais agravante é a negação do anterior, ou seja, o traidor ainda se sente no dever de falar mal do traído por onde chega. Melhor explicando, aquele político que era elogiado e considerado um verdadeiro representante de uma comunidade por uma liderança política , simplesmente passa a ser chamado de político ultrapassado e sem ação de uma hora pra outra pela mesma liderança, esse é o caso de Nivaldo JNP, ABANDONADO PELA IGREJA E PELO PARTIDO. Temos vereadores que não valorizaram as suas antigas lideranças e durante quatro anos  " lamberam botas", agora estão no paredão por quatro anos. Os vereadores que escaparam do julgamento das unas devem mudar o modo de agir ou em 2016 serão a próxima vítima.

Quantas lideranças que viviam elogiando alguém e nessa eleição bateu á sua porta pedindo apoio para outro e difamando o anterior ? pense no que pode ter acontecido.
Segundo Maquiavel essa pessoa se deu bem, quer dizer, botou a mão numa boa grana e precisa mostrar serviço para o novo chefe. Uma pessoa  dessa é capaz de vender a Mãe, o Pai, os filhos, imagine o que ele deve fazer com o povo se eleito, ainda bem que alguns não se elegeram. Aos que se elegeram desejamos boa sorte e aos que fracassaram fica uma grande lição. Para finalizar digo que não é o Zé que não tem  capacidade para administrar a cidade de Colombo, mas foi os últimos quatro anos de JOTA CAMARGO  o responsável pela sua derrota. 
O resultado nessa eleição ficou claro A  VOZ DO POVO NAS URNAS .
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Serra mente de novo...Nós desmascaramos


Está na Folha de São Paulo dessa sexta feira (12): "Serra agora diz que vai mudar taxa de inspeção veicular". Depois de defender a  inspeção veicular, alvo de corrupção no governo Kassab, agora José Serra   muda discurso sobre a taxa que Haddad promete extinguir se vencer eleiçã
Veja a mentira de Serra

Vale lembrar que Serra mente o tempo todo. Ele tambem disse que não seria candidato á  prefeito . Alguns dias depois, oficializou a candidatura....Assim como disse que não abandonaria a prefeitura e abandonou

Pela primeira vez desde o início da campanha, o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, admitiu que mudará a aplicação da inspeção veicular, se eleito. Em discurso ontem, ele afirmou que está estudando alternativas ao formato atual, que é alvo de controvérsia.

Fernando Haddad (PT), promete desde o primeiro turno que acabará com a cobrança da taxa, hoje em R$ 44,36. Serra sempre defendeu a taxa.

Um vídeo de campanha da propaganda eleitoral do candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), levado ao ar em agosto desse ano foi dedicado a combater a proposta de acabar com a taxa de inspeção veicular, feita pelo adversário do PT, Fernando Haddad.

Serra defende continuar cobrando a taxa e, para isso, o filmete fala que "não existe inspeção veicular de graça" e que "se o dono do carro não pagar, todos pagam, inclusive quem anda de ônibus", referindo-se à poluição do ar da cidade, que aumentaria caso o "serviço", fosse suspenso.

É uma mentira deslavada. Haddad nunca disse que acabaria com a inspeção. O que faz parte de seu programa de governo é apenas não os proprietários de veículos não mais teriam que pagar duas vezes, pois já pagam IPVA sobre o veículo, que gera arrecadação suficiente ao município para cobrir os custos da inspeção. Ouça aqui:  em entrevista à Rádio Bandeirantes, o pré-candidato à prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que acabará com a cobrança da taxa de inspeção veicular, caso seja eleito.

José Serre mente, engana, para ganhar seu voto. Serra não vai acabar com a inspeção veicular simplesmente por que prometeu defender e dar continuidade a administração do prefeito Gilberto Kassab, por quem é apoiado




O prefeito Gilberto Kassab (PSD) é alvo de duas ações, uma criminal e outra de improbidade, por conta do contrato da inspeção veicular.

Aliados de Serra temem que, ao propor mudanças, o tucano passe a mensagem de que está "abandonando" a defesa do aliado e crie um problema político para ele e para o prefeito.

O único consenso na campanha é que será preciso encontrar um antídoto para a proposta de Haddad, que tem apelo popular.

Em caminhadas pelas ruas, Serra tem sido cobrado sobre o tema. Anteontem, um eleitor pediu que o tucano defenda a extinção da taxa, argumentando que donos de carros já pagam o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

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Os sócios ocultos de José Serra

Artigo que faz parte do livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr:


Por que o ex-governador esconde seus sócios e suas sociedades. E por que mentiu à Justiça Eleitoral. Verônica, Preciado e Rioli. Outro elo com Ricardo Sérgio.

AMAURY RIBEIRO JR. (*)

Muitas parcerias comerciais unem — ou uniram — José Serra a parentes e amigos. Mas, por estranho que pareça, raras entre elas são assumidas pelo ex-governador de São Paulo.

No decorrer da sua vida pública, ele tem omitido, com zelo incomum, a existência de seus sócios — a filha Verônica entre eles — e de suas sociedades à Justiça Eleitoral. Por que age assim?

Vamos tentar saber aqui. Um bom começo é seu sócio e primo Gregorio Marín Preciado.

Senador eleito pelo PSDB, Serra assume, em 1995, o Ministério do Planejamento na gestão Fernando Henrique Cardoso.

Enquanto isso, Preciado vive aturdido pelas dívidas com o Banco do Brasil. Cansado de esperar, o BB finalmente se move: em julho do mesmo ano ingressa na Justiça pedindo o arresto de bens do devedor relapso. No lote, figura um item interessante: o terreno que Preciado então possui em sociedade com o primo ministro no bairro Morumbi, área nobre de São Paulo. Mas alguém vazou a informação e os primos Preciado e Serra venderam o imóvel antes do arresto...

A escritura de compra e venda foi lavrada em 1o de setembro de 1995, e o negócio registrado no dia 19 do mesmo mês no 15o Cartório de Registro de Imóveis de São Paulo. Em sua defesa, Preciado declarou ter realizado a venda em abril. Pitorescamente, o assento no cartório ocorreu cinco meses depois...

Serra apresentou uma explicação que o Ministério Público Federal tachou de “esdrúxula”. Sintonizado com o primo, sustentou que a negociação foi parcelada em cinco vezes e que somente após o pagamento da última cota, lavrou se a escritura. Descreveu uma operação anômala, já que o instituto da hipoteca existe para solucionar tais pendências sendo a escritura firmada imediatamente após o fechamento do negócio.

A suspeitíssima operação autoriza a crer que Serra e Preciado cometeram aquilo que é chamado, no jargão jurídico, de fraude pauliana. Explica-se: na pre-história do Direito, o devedor respondia com o próprio corpo pelas obrigações assumidas. Se não pagasse a dívida, poderia até mesmo perder a liberdade — e tornar-se escravo do credor — ou mesmo a vida. No Direito Romano, atribui-se ao pretor Paulo a mudança desta situação, afastando a penalidade do corpo do devedor e direcionando a para seus bens. A fraude pauliana ocorre quando o devedor aliena seu patrimônio visando iludir o credor e esquivar se de sua obrigação. Em outras palavras, uma artimanha de que se vale o caloteiro para afastar a satisfação do prejuízo do alcance de quem iludiu.



Como se a suspeita carregasse no seu bojo outra suspeita — uma realimentando a outra — o terreno dos primos, com 828 m2, no valorizadíssimo bairro da classe média alta paulista, foi passado adiante por R$ 140 mil, montante abaixo dos preços praticados no mercado.

Mas a relação entre Serra e seu contraparente é pródiga em parcerias, além da antiga e polêmica copropriedade do terreno no Morumbi. Os dois primos estão vinculados por endereços, negócios e sociedades. Mas Serra procura sempre isolar, atrás de uma muralha de subterfúgios, seus contatos e sua vida comercial.

Basta ver o caso da ACP Análise da Conjuntura Econômica e Perspectivas Ltda. A empresa, que tem como sócia também Verônica Serra, situava-se na Rua Simão Álvares, 1020, Vila Madalena, São Paulo (SP). Por uma incrível coincidência, o prédio pertencia à Gremafer e, portanto, a Preciado.

Neste terreno onde as coincidências se encontram amiúde e dizem “Olá” umas para as outras, Serra não incluiu a ACP na declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral em 1994, 1998 e 2002.

O endereço, aliás, também acolheu seus comitês nas campanhas eleitorais de 1994 e 1996.

Serra “mentiu para a Justiça Eleitoral, ocultando empresa e ligação com o Sr. Preciado”, registrou o Ministério Público Federal (MPF), quando investigava o relacionamento comercial do ex governador paulista e de seu contraparente. Como se fosse pouco, Serra escondeu também da Justiça Eleitoral sua vinculação com Vladimir Antonio Rioli, ex-diretor de operações do Banespa. Serra e Rioli foram sócios durante nove anos na Consultoria Econômica e Financeira Ltda., parceria que se manteve até 1995. E, mais uma vez, um sócio e uma sociedade de Serra foram sonegados pelo candidato à Justiça Eleitoral. Não é de hoje, mas desde 1965 que a lei eleitoral, buscando a necessária transparência, exige que os candidatos sejam honestos ao declarar seus bens para prevenir o enriquecimento ilícito por meio do assalto aos cofres públicos.

Serra escondeu o primo, mas por que esconderia Rioli?

Sucede que, nesta senda de negócios obscuros, o sócio Rioli é mais uma conexão com Preciado. Vice-presidente de operações do Banespa e pilotando as reuniões do comitê de crédito do banco público, Rioli liberou R$ 21 milhões para o primo do ex-governador tucano. Realizado em 1999, o empréstimo, sem garantias legais, direcionado para a Gremafer e a Aceto, carregava “indícios veementes de ilicitudes”, segundo o MPF. Não se sabe se o financiamento foi pago.

Mas Rioli é muito mais do que um elo da cadeia entre Serra e Preciado. Ele desvela a vinculação de Serra com o ex-tesoureiro do ex-governador, Ricardo Sérgio de Oliveira. No labirinto em que se cruzam e entrecruzam os caminhos de Serra, Preciado, Ricardo Sérgio e outros personagens da era das privatizações, o percurso de Rioli é tão importante, que ele merece tratamento à parte.

Pivô de negócios nebulosos, em que invariavelmente os cofres públicos perdem e os particulares ganham, ex-arrecadador de campanhas eleitorais do PSDB e ex-sócio de José Serra, o nome de Vladimir Antonio Rioli, hoje, evoca mais futebol do que política.

É que, atualmente, uma de suas empresas, a Plurisport, empenha se em semear arenas esportivas Brasil afora, prevendo a demanda da Copa do Mundo de 2014. Torcedor do Palmeiras, Rioli envolveu-se na modernização do velho estádio Palestra Itália. Além do clube do coração, arquiteta consórcios para erguer os novos estádios de Sport Recife, Botafogo (de Ribeirão Preto), Santo André, Remo, Tuna Luso e Paysandu. Seu passado, porém, persegue-o como uma sombra.

Rioli, 67 anos, sempre foi unha e carne com dois ex-ministros de FHC. Um deles, José Serra e o outro, Sérgio Motta, ex-titular da pasta das comunicações e um dos artífices da privatização do sistema Telebrás.41 Bem antes da expressão “tucano”, em livre associação, vincular se à “privatização” e “neoliberalismo” no imaginário político nacional, Rioli, Serra e o falecido Serjão já eram amigos.

 Conviviam na Ação Popular (AP), uma das tantas organizações de esquerda dos anos 1960/1970 que peitaram a ditadura militar para mudar o Brasil. Implacável, o tempo passou, os três mudaram e mudou também a mudança que pretendiam fazer.

Em 1986, quando começou sua sociedade com Serra, Rioli envolveu-se em desastroso negócio para a então estatal Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa). Sua consultoria, a Partbank, foi acusada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) de engendrar um contrato sem correção monetária em período de inflação galopante. No final das contas, a Cosipa acabaria perdoando parcialmente a dívida da siderúrgica Pérsico Pizzamiglio, de Guarulhos (SP). O prejuízo da Cosipa escalou o patamar dos US$ 14 milhões. Em 2005, caberia justamente à Pluricorp, de Rioli, assumir um plano de recuperação da indústria. Por ironia, a devedora Pérsico sobreviveu. A credora Cosipa foi privatizada em 1993 e absorvida pela Usiminas.

Nomeado, por indicação do PSDB, para a vice-presidência de operações do Banespa em 1991, no governo Luis Antônio Fleury (PMDB), Rioli conquistou poderes para autorizar novos empréstimos mesmo para clientes endividados. Em 1999, foi condenado a quatro anos de prisão. Convertida em multas e prestação de serviços, a pena foi aplicada pela Justiça Federal que considerou sua gestão temerária. Apesar de pareceres contrários, Rioli emprestou US$ 326 mil à quase concordatária Companhia Brasileira de Tratores.

O lance mais impressionante de Rioli no Banespa incluiu um personagem recorrente desta trama: Ricardo Sérgio de Oliveira.

Envolvendo o Banespa e com a cumplicidade de Rioli, Ricardo Sérgio trouxe de volta ao Brasil US$ 3 milhões sem origem justificada que repousavam no paraíso fiscal das Ilhas Cayman, no Caribe.

Na CPI do Banespa, que investigou o escândalo, o ex-governador Fleury espantou-se com o fato. “É surpreendente saber que os tucanos conseguiram usar o Banespa para internar dinheiro durante o meu governo”, disse.

41) Sérgio Roberto Vieira da Motta (1940-1998), um dos fundadores do PSDB, tornou-se personagem central no processo de aprovação da reeleição para beneficiar o então presidente e seu companheiro de partido Fernando Henrique Cardoso. Teria articulado a compra dos votos parlamentares — por meio de dinheiro ou concessões de rádio e TV — necessários à aprovação da emenda pro reeleicao, segundo gravações obtidas e publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo.
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Atitude respeitosa do Haddad agrada mais ao eleitor religioso do que falsidade do Serra

Deu no Terra:
Entre os católicos, Haddad tem o apoio de 46%, contra 41% de Serra. Entre os evangélicos não pentecostais, os percentuais são de 47% a 31%, respectivamente. E entre os pentecostais, a vantagem é a maior de todas para o petista: 52% a 33%. É exatamente entre os pentecostais que os candidatos mais têm investido em campanhas recentes.
(...)
Os números são da pesquisa Datafolha.
Os números acima comprovam que é nisso que dá políticos que desrespeitam o 2º mandamento: "Não usar o nome de Deus em vão".

Na eleição para prefeito de São Paulo, Haddad tem tido um comportamento extremamente respeitoso com as religiões. Dialoga, debate e ouve comunidades e lideranças religiosas em seus pleitos para a cidade, como um líder político deve fazer, mas não tem usado religião como se fosse peça de marketing político.

Já o candidato tucano José Serra tem feito o contrário. Trata com desrespeito religiões inteiras, e desrespeita a inteligência e a cidadania dos cidadãos religiosos.

Serra não discute projetos, nem os problemas da cidade com os cidadãos religiosos. Se limita a encenar uma falsa intimidade com qualquer grupo religioso que visita. Ora, isso é ofender a inteligência de católicos, evangélicos e de todas as outras religiões.

O cidadão religioso já escolheu sua igreja que frequenta, seu orientador espiritual a quem ouvir. O voto para prefeito é outra coisa, é para resolver os problemas da saúde pública, da educação, da geração de empregos, da moradia, do transporte público, do trânsito, das enchentes, do lazer e da cultura saudável, da erradicação da pobreza, do prevenção e tratamento dos dependentes químicos, da fiscalização na boa aplicação do dinheiro público, do buraco na rua, da licença para construção de templos e realização de eventos, enfim, dos problemas da cidade.

É legítimo o político na época da eleição, ou durante o governo, participar de encontro com grupos de comunidades religiosas para dialogar e resolver problemas. O que é demagogia é o político ir com a cabeça vazia de idéias e propostas, só fingindo intimidade com cultos que nunca frequenta fora da época eleitoral, só para querer enganar o eleitor religioso.
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