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REESTRUTURAÇÃO

É DE RESPONSABLIDADE...
Sim, do Presidente da Câmara Municipal de Colombo, ter conhecimento e tomar providências, com o comportamento de vereadores e seus gabinetes. O funcionamento de determinados gabinetes não são condizentes, com o regimento interno.


A CÂMARA...
Municipal da nossa cidade, está sendo administrada de maneira amadora, apenas servindo de palanque político
e de interesses pessoais e partidários.


A HORA...
É agora de se fazer uma faxina. Uma reestruturação, um planejamento e responsabilizar seus integrantes por atos que são fora do padrão parlamentar e das leis.


PROVIDÊNCIAS...
1- Vereador: cumprir horário em seu gabinete.

2- Assessor: cumprir carga horária no gabinete.

3- Assessores, que fazem "serviços" externos: apresentar relatório do trabalho realizado.

4- Proibir uso de telefone, para interesses particulares.Inclusive os celulares.

5- Proibir uso de computadores, para outras atividades, que não sejam de uso restritamente parlamentar.

6- Dar maior transparência as atividades parlamentares.

7- O portal mais detalhado.

8- Os pedidos de informações e requerimentos sejam dadas respostas.

9- Divulgação dos nomes de assessores, que não comparecem nos seus gabinetes.

10- Que as sessões sejam realizadas com responsabilidades e pelo interesse público e do munícipio.

11- Identificar os veículos oficiais.

VAMOS...
Lutar para essas e outras reenvidicações sejam cumpridas. São deveres e direitos dos cidadãos.
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O informante Waack e a necessidade de regular a mídia brasileira

Não chega a assombrar a revelação do Wikileaks de que William Waack, âncora do Jornal da Globo e mediador de um programa sobre política internacional na Globonews, seja um informante do governo dos EUA. Na verdade, isso esclarece o compromisso de grande parte da mídia brasileira com a política norte-americana. Compromisso que não é novo. Assim como Waack, outros informantes e outros colaboradores diretos existem e sempre existiram dentro da mídia brasileira.

Monopolizados por algumas poucas famílias, os grandes meios de comunicação de massa no Brasil dificilmente apresentam versões divergentes sobre política internacional. Todos servem aos mesmos interesses. Sempre estão do mesmo lado.

Nenhum canal de TV ou jornal condenou a censura à imprensa e internet na Arábia Saudita e, mais recentemente, na França e Itália. Nem as guerras violentas e os milhares de mortos por armas norte-americanas no Afeganistão, Iraque e tantos outros países no passado recente. O assassinato do negro inocente Troy Davis no estado norte-americano da Georgia há pouco mais de um mês teve pouca repercussão na mídia brasileira. Pouco se noticiou sobre a injusta prisão de cinco cubanos que há anos são mantidos isolados e sem direito a defesa nos porões dos EUA. Condenam os palestinos por lutarem pela independência de seu país, mas absolvem Israel por ocupar terras palestinas e bombardear sistematicamente o povo palestino. Acusam Kadhafi de ditador sanguinário, mas deixam de noticiar milhares de mortes patrocinadas pela OTAN e pelos EUA na Líbia. Repercutem a chamada primavera árabe, mas poucos segundos dedicam ao movimento Occupy Wall Street. Falam da crise mundial, mas escondem seus responsáveis.

Os laços das famílias que monopolizam a mídia brasileira com a CIA, grandes empresas, bancos multinacionais e com o governo dos EUA foi sempre forte. Hoje atacam a política externa iniciada no governo Lula e que tem continuidade no governo Dilma. Ontem, defendiam o alinhamento de Fernando Henrique com a política externa norte-americana. Anteontem, justificavam a necessidade da existência das ditaduras militares e de seus bárbaros crimes.

Neste contexto, buscar instrumentos de regulação é uma necessidade. Sim, regular e democratizar. Afirmação diferente da informação manipulada que as poucas famílias que detém a maioria das concessões de rádio e televisão no Brasil tentam difundir. Não há nenhuma tentativa maquiavélica de censurar a mídia e sim de regulá-la. Tal qual se regula qualquer concessão pública à iniciativa privada. Com regras claras, compromissos expressos, responsabilidades de ambas as partes e, sobretudo, controle social. Tal qual ocorre com toda a concessão. Simples assim.
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As duas margens do Rio da Prata*

* por Eric Nepomuceno

Na margem esquerda do rio da Prata, em Montevidéu, na madrugada desta quinta-feira o Senado aprovou uma lei que determina que os crimes praticados durante o longo período da ditadura que foi de 1973 a 1985 são imprescritíveis e não podem ser anistiados. Passam a ser reconhecidos como o que efetivamente são: crimes de lesa-humanidade, que, por acordos e convenções internacionais assinadas pelo Uruguai (aliás, pelo Brasil também), jamais prescreverão. Com isso, o Estado uruguaio recupera sua capacidade punitiva, ou seja, de levar a justiça às últimas conseqüências, um dos atributos essenciais da democracia.

A anistia decretada no apagar das luzes da ditadura, e referendada pelo voto popular em duas ocasiões, 1989 e 2009, permitiu durante todo esse tempo que a Justiça não fosse aplicada contra militares e policiais que violaram de maneira desenfreada os direitos humanos. É verdade que nos últimos anos, com a Frente Ampla no poder, vários militares e políticos foram julgados e condenados. Mas tudo dependeu do governo, que podia decidir se pedia ou não à Justiça julgar determinado caso. Agora, qualquer caso pode ser e será julgado. Os crimes da ditadura iam prescrever no dia primeiro de novembro de 2011. Não prescrevem mais.

Na margem direita do rio da Prata, em Buenos Aires, um tribunal condenou à prisão perpétua um dos símbolos mais abjetos do horror vivido pelos argentinos entre 1976 e 1983: o oficial da Marinha Alfredo Astiz. Junto com ele, foram condenados outros onze verdugos que atuaram no maior centro de tormento da ditadura, a antiga ESMA (Escola Superior de Mecânica de Armada).

Astiz. Alfredo Astiz. Alguns nomes se tornam emblemas da barbárie, do que pode haver de mais desprezível sobre a face da terra. Astiz é um deles. O julgamento durou quase dois anos, e levou para o tribunal, como testemunhas de acusação, 79 sobreviventes da ESMA – passaram por lá, vale recordar, pouco mais de cinco mil pessoas, e os sobreviventes não chegam a 200.

Nos autos do processo há um rosário de crueldades que ultrapassam qualquer limite da perversão. Os condenados foram de uma crueldade sem par. Ricardo Cavallo, grande torturador, somava a essa façanha a de ser um dos responsáveis pelos ‘vôos da morte’, quando prisioneiros eram arrancados dos cárceres, levados para aviões e atirados vivos para o mar ou para as águas desse mesmo rio da Prata. Adolfo Donda participou do assassinato da cunhada. Depois, roubou a filha dela, que foi dada ilegalmente em adoção. Donda continuou visitando a mãe de sua cunhada, avó da menina que ele seqüestrou e doou, como se não soubesse de nada. A menina recuperou sua identidade em 2003. Chama-se Vitoria Donda, e é deputada pela Frente Ampla Progressista.

Vi as fotos dos acusados. Em alguns, a soberba indisfarçável. Em outros, um ar um tanto alheio, como se não entendessem o que fizeram para estar ali. Todos imperturbáveis em seus rostos de aço. Todos afinados num mesmo discurso: foram soldados que lutaram na defesa da pátria. Astiz, aliás, se esmerou: “Dei, ao combate, o melhor de mim”.

O único combate real do qual participou foi na guerra das ilhas Malvinas, em 1982. Não disparou um só tiro: assim que topou com soldados britânicos ergueu os braços e se rendeu. Tinha acabado de fazer 31 anos. Sua foto entregando-se de graça ao inimigo, o rosto de menino, o olhar quase ingênuo, compungido, foi parar nos jornais. Nessa foto as Mães da Praça de Maio reconheceram o homem com ar angelical que havia participado de várias reuniões do grupo, que havia caminhado junto de senhoras com a cabeça coberta de branco, em silêncio, e que um dia sumiu, depois de ter entregue três delas para a ESMA. O rosto do anjo louro da morte.

Examino a foto do julgamento, a hora da leitura da sentença. Vejo o Astiz de hoje – um tanto balofo, envelhecido antes do tempo. Examino essa foto uma, duas, cinco, um sem-fim de vezes. Vejo os olhos. Não aparentam medo, não aparentam nada. Parecem esculpidos em gelo.

Deram a Astiz a Justiça que ele e seus comparsas negaram a milhares de pessoas. Que ele negou à jovem sueca Dagmar Hagelin, às Mães da Praça de Maio que sacrificou, a Rodolfo Walsh, às monjas francesas Léonie Duquet e Alice Domon.

Ao saber da condenação de Astiz, o governo francês disse que essa decisão honra a Argentina. Disse também que o país assumiu, com coragem, seu dever de memória. Que honrou os que lutam contra a impunidade e em defesa dos direitos humanos.

Na margem esquerda do rio da Prata, acaba a prescrição para crimes de lesa-humanidade. Na margem direita, agora são 262 condenados, entre eles dois generais-presidentes.

Aqui, o Senado aprovou a Comissão da Verdade. Se a verdade algum dia for o primeiro passo para a Justiça, para o fim da impunidade, o Brasil estará honrando sua memória. Honrando si próprio. A todos nós.
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IRREGULARIDADES GRAVES E INSANÁVEIS

TSE...
Tira do páreo, a pré-candidata a prefeitura, Beti Pavin. Os recursos apresentados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e GIlberto da Agrolombo, deram provimento a recursos impetrados por ambos. Quando Prefeita, Beti Pavin, praticou várias irregularidades graves e insanáveis.


A CASA CAIU...
A pré candidata, Beti Pavin, não apresentou qualquer decisão judicial que tenha os efeitos do decreto da Câmara Municipal, estando portanto, a INELEGIBILIDADE da ex prefeita em vigor. A ministra lembrou, que a Câmara Municipal é o orgão competente para apreciar as contas de prefeito, conforme jurisprudência pacífica do TSE.


A ex-prefeita, Beti Pavin tornou-se enelegível, a partir da data que foram REPROVADAS suas contas relativas ao exercício do cargo ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável e por decisão irrecorrível do órgão competente. Salvo se a questão houve sido ou estiver sendo submetido a apreciação do Poder Judicíario.

AS IRREGULARIDADES...
Decorrentes de improbidade administrativa...
Entre as encontradas estão, a movimentação de recursos públicos através de instituição financeira privada, o que é proibido pela constituição e a legislação vigente, execução de despesas sem licitação, inconsistências de aplicação de recursos públicos, destinados ao ensino da ordem de r$ 1.000.000,00 de reais,e promoção pessoal da prefeita por meio de publicidade institucional.


AS...
Datas e números, como gosta o vereador Waldirlei Bueno
_ À partir de 2001.
_ 2009
_ Eleição de 2010.
_ inelegibilidade com base na alínea G do inciso 1 do artigo 1 da lei de inelegibilidade(lc 64/90)
_ Processo relacionado RO 111727.
_ Julgado e divulgado em 27 de outubro de 2011.
_ Pelo TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL.
_ POR UNANIMIDADE.
_ RELATORA: MINISTRA CARMEN LÚCIA ANTUNES ROCHA.



ASSIM...
Sendo, a ex- deputada e ex- prefeita Beti Pavin, ficará de molho por cinco (05) anos.

DEU...
Com os burros n'água,a vice-prefeita Rose Cavalli, trocou de partido. Poderia ser a candidata do psdb, se não fosse precipitada. Quando eu digo; O apressado come cru. Os aúlicos ficam bicudos.


CONTINUO...
ALERTANDO, VEM MAIS COISA POR AI. ACREDITE SE QUISER.

AS PREVISÕES...
Estão se confirmando. A justiça tarda, mas não falha.
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