O DELEGADO QUE LÊ HANNAH ARENDT, SLAVOJ ZIZEK......


O delegado que lê Hannah Arendt, Slavoj Zizek e é doutorando em Ciência Política

Orlando Zaccone D’Elia Filho, 49, é um delegado peculiar, e não apenas por ter “hare” tatuado em um antebraço e “krishna” no outro ou fotos de manifestantes mascarados em seu Facebook.
O que mais chama a atenção nesse carioca da Tijuca (zona norte do Rio), formado em jornalismo e em direito, são suas ideias pouco comuns no ambiente policial.
Responsável pelo inquérito inicial do caso Amarildo, foi Zaccone quem desmontou a versão de que o assistente de pedreiro seria traficante -ele desapareceu após ser levado por policiais militares para a base da Unidade de Polícia Pacificadora na Rocinha.
“No Brasil, o criminoso identificado como inimigo perde o estatuto da cidadania. Se o Amarildo fosse identificado como traficante, a forma como morreu passaria a não ter mais importância.”
Esse raciocínio é parte do que ele defende em sua tese de doutorado em ciência política, que será apresentada neste mês na UFF (Universidade Federal Fluminense).
delegado Orlando Zaccone
Delegado Orlando Zaccone critica a violência e defende uso de soluções políticas (reprodução)
Nela, argumenta que a alta letalidade da polícia carioca -cujo pico, em 2007, foi de 1.330 pessoas mortas- é legitimada pela sociedade e pelo sistema judicial.
“A polícia mata porque tem autorização do ambiente social. Tortura e execução, da forma como aconteceu com o Amarildo, já foram aplaudidas no cinema, no ‘Tropa de Elite’. Agora teve grito porque nego começou a sentir nas ruas a violência policial. Aí se sensibiliza com o outro.”
Zaccone conversou com a Folha na delegacia de Ricardo de Albuquerque, bairro na divisa com a Baixada Fluminense, a cerca de 40 km do centro do Rio, para onde foi transferido há três semanas, após oito meses como titular da DP da Gávea, na zona sul.

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A movimentação foi considerada, tanto internamente quanto nas redes sociais, uma punição por sua atuação no caso Amarildo; ele nega.
“Isso tudo foi especulação, eu até expliquei num post que não havia nenhuma vinculação com o caso Amarildo, até porque eu fui mantido na unidade até a investigação chegar ao fim pela Delegacia de Homicídios. Me considerei prestigiado.”
Onde Zaccone claramente tem prestígio é entre os manifestantes que tomaram as ruas, desde os da Marcha da Maconha até “black blocs”.
“As autoridades ficaram velhacas, cara. Pessoas até mais jovens do que eu, que ascenderam ao poder político, operam como seus avós. A garotada olha para as autoridades e não tem em quem se inspirar, até porque não é ouvida, está descartada do processo político.”
Em sua visão, essa falta de espaço para os jovens foi o que gerou os protestos, que qualifica como “revolta”. Ele critica a maneira como a polícia foi usada e a transformação de “revoltosos em criminosos organizados”, inclusive com o apoio da mídia.
“Quando a polícia vira o primeiro argumento, parceiro, fica difícil. Ela é necessária onde você não pode mais contar com a política. O que faltou foi habilidade política para resolver muitas das questões colocadas.”
Zaccone identifica-se com os jovens também por ter sido manifestante. Ao entrar na PUC Rio em 1982, aos 18 anos, participou de um grupo “que não era ligado a partido, tinha propostas meio anarquistas”.
“A gente pegou o final da ditadura, me lembro de organizar, pelo centro acadêmico, a ida dos alunos à passeata das Diretas Já na Candelária.”
Depois de passagens pelo jornalismo (foi repórter do jornal “O Globo”) e por um templo hare krishna (“Raspei a cabeça, botei saia, fui vender incenso na rua”, diz), fez faculdade de direito e entrou na Polícia Civil em 1999.
Sua formação variada lhe deu um discurso bem articulado, que Zaccone entrega num tom de voz calibrado, citando acadêmicos como Hannah Arendt e Slavoj Zizek.
Deu-lhe também segurança para tocar em assuntos polêmicos com frases que sabe que causarão impacto.
“Cumprir a lei muitas vezes é o que pode ter de pior para a segurança pública, dependendo da lei. No caso das drogas, é uma tragédia”, diz o delegado, membro da ONG internacional Leap(Law Enforcement Against Prohibition), que defende a descriminalização total das drogas.
Em sua opinião, o proibicionismo ajudou a criar a figura do “inimigo matável”: traficantes podem ser executados, com aprovação social e jurídica.
“Traficante tem direito e precisa ter defesa. Agora, quem é que vai ter coragem de falar isso? Imagina, o papa Francisco chegou aqui e falou que os traficantes são mercadores da morte. Por que ele não fala isso em relação ao presidente da Ambev?”
Sua preocupação maior é com o transbordamento do que chama de “Estado policial”, onde quem questiona o “estatuto político-jurídico” passa a ser enquadrado como inimigo –a repressão às manifestações seriam um reflexo disso.
“Temos de começar a pensar numa intervenção mais política no ambiente social, acabar com esse fetiche militarizado de segurança pública para resolver problemas que têm de ser resolvidos na esfera política.”
Marco Antônio Martins, Folhapress
Fonte: Blog Pragmatismo Político.
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MAIS MÉDICOS - " Sabemos que o dinheiro que vai para o governo cubano vai financiar a saúde e a educação que vão beneficiar nossos filhos"



Médica cubana: "SABEMOS que o dinheiro que vai para o governo cubano vai FINANCIAR A SAÚDE E A EDUCAÇÃO QUE VÃO BENEFICIAR NOSSOS FILHOS.”



‘Hay’ que curar sem perder a ternura
Hotel no Centro se transforma num prolongamento de Cuba, com 76 médicos que vieram trabalhar por aqui
A médica cubana Odalis Mendes está com o coração dividido. Por um lado, sente-se ansiosa e animada em conhecer uma realidade diferente da sua e por poder exercer os seus conhecimentos médicos com a população carente de São Paulo. Por outro, morre de saudades do filho de apenas 2 anos que deixou em Cuba, aos cuidados do marido, um técnico em raio-X.
Odalis faz parte do contingente de 76 profissionais cubanos que vão atuar na cidade por meio do programa federal Mais Médicos. Ao contrário dos colegas venezuelanos, argentinos, portugueses, bolivianos, uruguaios e espanhóis que participam do programa, os cubanos vão ficar com apenas cerca de R$ 1.260 dos R$ 10 mil pagos mensalmente pelo governo federal a cada um dos profissionais. O restante ficará com o governo de seu país.
“Mas temos humanidade e internacionalismo em nossos corações e nos dispomos a ajudar quem precisa dos nossos conhecimentos”, afirmou Odalis. “Além disso, sabemos que o dinheiro que vai para o governo cubano vai financiar a saúde e a educação que vão beneficiar nossos filhos.”
E mesmo os R$ 1.260 representam muito para os profissionais cubanos, já que com esse salário vão praticamente dobrar o rendimento que recebem em Cuba. “Com o que vou receber aqui no Brasil vou poder melhorar a condição de toda a minha família, filho, marido, pais e avós que moram comigo”, disse a médica.
O grupo de cubanos que vai atuar em São Paulo está todo hospedado no Hotel Excelsior, na Avenida Ipiranga, no Centro, em apartamentos duplos que custam R$ 280 cada um. Ficam lá enquanto estão sendo treinados. Daqui a aproximadamente dez dias cada um vai para a região a qual foi designado. 
“Enquanto isso, nas horas vagas, estamos conhecendo a cidade”, disse Odalis, orgulhosa com as fotos que tem tirado no tablet oferecido aos médico — um luxo pouco acessível em Cuba. O grupo já esteve no Teatro Municipal e na Avenida Paulista e tem sido orientado a tomar cuidado com a violência da cidade.
Alegres e falantes, eles não passam despercebidos na região em que estão morando. Afinal, nunca se viu tanto cubano junto em São Paulo. Para se ter uma ideia, a cidade inteira tinha 304 imigrantes daquele país segundo o último Censo do IBGE. Agora, só naquele pedaço são 76.
Entrevista: Aldo Fornazieri, cientista político da Fundação Escola de Sociologia e Política
O pouco que os médicos vão embolsar é muito em Cuba
Diretor acadêmico da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, ele acredita que o fator econômico é preponderante na decisão de um cubano deixar o seu país e a família para vir atuar no Brasil.
DIÁRIO: Na sua opinião, o que move um cubano a deixar seus familiares e o país para atuar por três anos aqui no Brasil?
ALDO FORNAZIERI: São vários os fatores. O desejo de conhecer outras realidades, o sentimento de querer ajudar quem necessita com o seu conhecimento médico e a questão econômica. 
Eles estão mais interessados no que vão receber diretamente ou no que vão gerar de recursos ao país deles?
Nas duas coisas. Vão ganhar muito mais do que ganhariam em Cuba, isso é fato. Mas eles também têm a consciência de que vão ajudar o próprio país com o trabalho deles, já que a maior parte fica com o governo cubano. Sabem que isso vai ajudar a manter o país com serviços como educação e saúde gratuitos para a população e seus filhos se beneficiarão disso. Os cubanos têm desde muito cedo essa noção e o patriotismo. E já fazem há muito tempo esses intercâmbios.
Ao todo, 94 estrangeiros já se apresentaram em São Paulo
No início de novembro, mais 81 profissionais intercambistas , sendo 76 cubanos, um brasileiro, dois venezuelanos, um uruguaio e um espanhol, do programa federal Mais Médicos se apresentaram nas 58 Unidades Básicas de Saúde da capital. Eles vão atuar em UBSs com Estratégia Saúde da Família. Desse total, 16 serão enviados para a Coordenadoria Regional de Saúde Sudeste, 16 para a Norte, 35 para a Sul e 14 para a Leste. As unidades contempladas estão dentro do critério do programa, que é estar situada nos setores avaliados pelo IBGE como de maior vulnerabilidade social. A maioria das unidades de saúde vai receber um profissional. A UBS Reunidas, na região Sudeste, e a UBS Chácara do Conde, na Sul, vão receber três médicos cada. Na primeira fase do programa na capital se apresentaram 16 médicos, sendo três brasileiros, que já estão clinicando, e 13 intercambistas.
MAIS
R$ 10 mil é a bolsa do programa 
R$ 8.740 é a parte retida pelo governo cubano 
R$ 1.260 é a parte recebida pelo médico

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POLÍTICA - A quem FHC pensa que engana?

Diário do Centro do Mundo


A quem FHC pensa que engana com sua conversa de virgem em lupanar?

by Paulo Nogueira
FHC e Roberto Marinho na inauguração do parque gráfico da Globo, em 1999, financiado com dinheiro público

A quem FHC pensa que engana com sua conversa de virgem num lupanar? Apoiar a brutalidade de Joaquim Barbosa  --primeiro verbalmente, agora num artigo -- foi uma das coisas mais baixas que FHC fez em sua vida política.
Octogenário, vivido, inteligente, FHC não tem o direito de achar que alguém possa acreditar, como ele disse, que a Constituição foi defendida com as prisões.
Ora, FHC comprou a Constituição em 1997 para poder se reeleger. Como contou à Folha na época um certo “Senhor X” – que até os mortos do cemitério de Brasília sabiam tratar-se do deputado Narciso Mendes, do Acre – sacolas com 200 mil reais (530 mil, em dinheiro de hoje) foram distribuídas a parlamentares para que a Constituição fosse alterada.
Os detalhes oscilam entre a comédia e a tragédia, como contou Mendes. Os parlamentarem tinham recebido um cheque, como garantia. Comprovado o voto, os cheques foram rasgados e trocados por sacolas cheias de dinheiro, como numa cena de Breaking Bad, a grande série em que um professor de química com os dias contados vira um traficante de metanfetamina para garantir o futuro da família.
E sendo isso de conhecimento amplo, geral e irrestrito FHC defende, aspas, a Constituição que ele comprou há 16 anos?
FHC, no fim de sua jornada, lamentavelmente vai se tornando parecido com o sinistro Carlos Lacerda, o homem – ou o Corvo, como era conhecido --  que esteve por trás da morte de Getúlio e da deposição de Jango.
FHC, em nome sabe-se lá do que, se presta hoje a fazer o jogo de uma direita predadora que, à míngua histórica de votos, faz uso indecente de “campanhas contra a corrupção” para derrubar administrações populares.
É, numa palavra, o antipovo.
Sêneca, numa de suas passagens mais inspiradas, disse o seguinte: “Quando lembro de certas coisas que disse, tenho inveja dos mudos”.
É uma passagem que se aplica perfeitamente a FHC.
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'Trincheira da Resistência': Manifestantes acampam em frente ao STF



'AGORA CHEGOU A VEZ DO STF OUVIR A VOZ DOS MILITANTES DO PT'


Os membros da "Trincheira da Resistência", formado por militantes do PT e grupos de apoio, desmontaram as tendas  em frente à penitenciária da Papuda, em Brasília/DF (onde estavam há onze dias), transferindo o acampamento para  a frente Superior Tribunal Federal (STF), e divulgaram o Manifesto que  transcrevemos abaixo:


Manifesto ao Povo Brasileiro:

"Nós, militantes da esquerda brasileira do campo democrático e popular e dos movimentos populares, sindicais e sociais do campo e da cidade, reunidos na Trincheira da Resistência no acampamento Resistência e Luta, em frente à penitenciaria da Papuda, em Brasília-DF, vimos a público em solidariedade e pela libertação dos companheiros José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares, injustamente condenados, nos dirigir ao povo brasileiro a fim de nos posicionar sobre a Ação Penal 470 e de prestar esclarecimento a sociedade a respeito da barbárie promovida pelo Superior Tribunal Federal (STF) tendo como protagonista seu presidente Joaquim Barbosa. 

Reafirmamos a importância do respeito e cumprimento integral da Declaração Universal dos Direitos Humanos e do Pacto São José da Costa Rica; Considerando o instrumento sagrado da democracia brasileira que, é nossa Constituição; Considerando o princípio fundamental do direito e da justiça, de que todo e qualquer cidadão e cidadã brasileiro tem a ampla defesa ao direito do ônus da prova e ao duplo grau de jurisdição e a presunção de inocência; Contrapomos-nos publicamente ao Presidente do Supremo Tribunal Federal, pela conduta e postura antidemocrática e inconstitucional, por ferir princípios fundamentais do estado democrático de direito, por promover monocraticamente prisões arbitrárias e ilegais no último dia 15 de novembro, quando expediu mandatos de execução das prisões de José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares sem carta de sentença, que contem a definição do regime prisional.

As condutas abusivas de Barbosa, além de irresponsáveis, tecnicamente frágeis, são absurdamente criminosas porque malversou recursos públicos. Sem qualquer razão, minimamente defensável, organizou um desfile aéreo com clara intenção de promover verdadeiro linchamento midiático, ao levar os réus de São Paulo para Brasília. Não faz sentido transferir para regime fechado, no presídio da Papuda, réus que deveriam iniciar cumprimento das penas em regime semi aberto em seus Estados. Só interesse oculto e antirrepublicano justificaria.

Articulado com a mídia burguesa nacional, Joaquim Barbosa promoveu injustificadamente a espetacularização midiática das prisões de nossos companheiros, colocando em risco a integridade física de Jose Genuíno, que é portador de doença grave e teve agravamento do seu estado de saúde por ser submetido ilegalmente a regime prisional fechado e a elevado grau de estresse, o que por pouco não lhe custou a vida.

A única razão que motiva o ódio desproporcional e injustificado que move o “digníssimo” Presidente do Supremo, talvez seja fruto de uma profunda mágoa pessoal e revanchismo contra o companheiro José Dirceu, que quando Ministro Chefe da Casa Civil, coerente com a bandeira de valorização e respeito à dignidade da mulher, após denúncia de duas senadoras do PT, foi contra a indicação de um homem acusado de ter cometido agressão contra sua esposa, violando a lei Maria da Penha, obrigando-a inclusive após esse episodio fatídico ao constrangimento de escrever uma carta de retratação, pedindo que o então ex-ministro da casa civil reconsiderasse a indicação para o STF.

Repudiamos o julgamento de exceção da Ação Penal 470 promovido pela suprema corte do país, instância máxima da justiça, que tem papel de guardiã incondicional dos direitos constitucionais, mas que tristemente após violar essa “cláusula pétrea” abre jurisprudência e precedente perigoso para criminalização da política, dos movimentos populares e sindicais e de suas lideranças.

Consideramos as prisões políticas dos três companheiros, uma terrível violação dos direitos humanos e, sobretudo, ato covarde e sombrio que nos remeteu a triste memória de um passado recente dos porões da ditadura militar, período este, onde se promovia julgamentos sumários e condenações sem provas por cunho político e ideológico, assim como, infelizmente ocorre hoje, no caso da AP 470, embora estejamos vivendo em um estado laico e democrático de direito.

Defendemos a revisão criminal e anulação imediata do julgamento político e de exceção da AP 470.

Acreditamos que com os elementos reunidos neste documento, já existem argumentos suficientes para servir de base para abertura de um processo de impeachment de Joaquim Barbosa junto ao senado.

Permanecemos por dez dias acampados, prestando toda solidariedade classista aos heróis históricos da luta e resistência que combateram o arbítrio no processo de luta pela redemocratização do Brasil, e que posteriormente ajudaram a arquitetar o projeto democrático e popular exitoso que está em curso na nação. 

Nosso objetivo emergencial foi evitar uma tragédia anunciada que atentasse contra a integridade física e humana do nosso companheiro Jose Genoíno, que estava em curso pela falta de bom senso do presidente do STF. Este objetivo está cumprindo e foi conquistado com luta e sacrifício, graças à pressão popular e a ação corajosa do governador do Distrito Federal, que fez intervenção removendo o companheiro para uma unidade hospitalar, o que posteriormente por meio de laudos médicos garantiu sua condicional domiciliar junto à família. 

Agora nesta nova etapa do acampamento Trincheira de Resistência estamos migrando nosso foco para o STF, não exigiremos nada mais que o cumprimento da lei, que defenderá o direito inviolável de que nossos companheiros sejam incorporados de maneira plena ao regime semiaberto, condição que lhes permitira prosseguir trabalhando, estudando e produzindo para a sociedade.

Conclamamos a todos os homens e mulheres de ideias, bem como a população em geral a se somar junto conosco nesta trincheira por justiça, pois a maior injustiça acontece quando a própria justiça é quem a comete".

Não Aceitamos a Humilhação! Preferimos o Risco e a Dignidade da Luta.

Assinam: o Acampamento Resistência e Luta, e as Entidades Relacionadas:

* Associação Médica Nacional Dra. Maira Fachine AMNMF (Representante dos Médicos Brasileiros Formado em Cuba)
* Central de Movimento Populares (CMP)
* Central Única dos Trabalhadores (CUT)
* Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT/DF)
* Movimento Sem Terra (MST)
* Movimento de Pequenos Agricultores (MPA)
* Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal (PT-DF)
* SINDSEP
* SINDSER

Fonte: http://trincheiradaresistencia.blogspot.com.br

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