OSCAR NIEMEYER 104 ANOS É INTERNADO NO RIO DE JANEIRO


Parte o arquiteto comunista mais famoso da atualidade: Oscar Niemeyer
Internado desde a tarde de terça-feira (6) no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, para passar por uma bateria de exames, o arquiteto Oscar Niemeyer, de 104 anos, apresentou uma piora e foi transferido para a Unidade Intermediária (UI). No entanto, segundo boletim médico divulgado nesta sexta-feira (9), a piora da função renal se manteve.

Após avaliar o paciente, o médico Fernando Gjorup informou que o estado de saúde dele inspira cuidados.

Niemeyer está lúcido e respira sem a ajuda de aparelhos, e não tem previsão para deixar o hospital. Sua internação se deu dez dias depois de receber alta do mesmo hospital, onde ficou internado por duas semanas com um quadro de desidratação.

Em maio, Niemeyer também esteve internado no mesmo hospital, quando deu entrada com desidratação e pneumonia. Depois de 16 dias, com passagem pela UTI, recebeu alta.

Em abril de 2011, o arquiteto ficou internado por 12 dias por causa de uma infecção urinária. Também já foi submetido a cirurgias para a retirada da vesícula e de um tumor no intestino.

O arquiteto, reconhecido internacionalmente por suas obras, completará 105 anos no dia 15 de dezembro.
(G1)


Alguma das principais obras de Oscar Niemeyer é retratado aqui nessa relação:

Distrito Federal:
• Casa do Cantador • Catedral de Brasília • Cine Brasília • Complexo Cultural da República • Congresso Nacional • Esplanada dos Ministérios • Igrejinha da 307/308 Sul • Instituto Central de Ciências • Memorial JK • Memorial dos Povos Indígenas • Palácio da Alvorada • Palácio Itamaraty e anexos • Palácio do Jaburu • Palácio da Justiça • Palácio do Planalto • Panteão da Pátria • Procuradoria Geral da República • Supremo Tribunal Federal • Superior Tribunal de Justiça • Teatro Nacional Cláudio Santoro • Torre de Televisão Digital

Goiás:
• Centro Cultural Oscar Niemeyer • Palácio Pedro Ludovico

Mato Grosso do Sul:
• Escola Estadual Maria Constança Barros Machado

Minas Gerais:
• Cidade Administrativa de Minas Gerais • Colégio Cataguases • Conjunto Arquitetônico da Pampulha • Edifício JK • Edifício Niemeyer • Escola Estadual Governador Milton Campos

Pará:
• Memorial da Cabanagem • Monumento Eldorado Memória (destruído)

Paraíba:
• Estação Cabo Branco

Paraná:
• Museu Oscar Niemeyer • Terminal Rodoviário de Londrina




Museu Oscar Niemeyer em Curitiba Paraná


Museu Oscar Niemeyer em Curitiba Paraná



Pernambuco:
• Parque Dona Lindu

Rio de Janeiro:
•Banco Boavista • Casa das Canoas • Caminho Niemeyer • CIEPs • Edifício Manchete • Estação Hidroviária de Charitas • Fundação Oscar Niemeyer • Memorial Roberto Silveira • Museu de Arte Contemporânea de Niterói • Obra do Berço • Hospital da Lagoa • Praça JK • Sambódromo do Rio de Janeiro • Teatro Popular de Niterói

Rio Grande do Norte:
• Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

São Paulo:
• Memorial da América Latina • Edifício Copan • Sambódromo de São Paulo • Conjunto do Ibirapuera
Internacionais Centro Cultural Le Havre • Sede do Partido Comunista Francês • Pestana Casino Park • Sede da ONU • Sede do Jornal l’Humanité • Universidade Mentouri de Constantine




Auditório Parque do Ibirapuera


Memorial da America latina


Oscar Niemeyer e sua filha Anna Maria Niemeyer na comemoração dos 100 anos do arquiteto


Anna Maria Niemeyer nasceu no Rio de Janeiro e desde muito jovem colaborou com seu pai, dedicando-se à ambientação de interiores. 
Trabalhou na Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) nos Palácios da Alvorada e do Planalto, no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, onde residiu de 1960 a 1973. 
Com o pai, estudou uma linha de móveis produzido no Brasil e na Itália, que chegou a ter obras expostas em espaços como o Centre Georges Pompidou, em Paris; o Chiöstro Grande em Florença; a Organização das Nações Unidas em Nova York; o Salão de Paris; o Salone Del Móbile em Pádua; a Feira Internacional de Colônia; o Salão Internacional do Móvel de Milão, e em diversos museus brasileiros.
Em 1977, inicialmente no Leblon, inaugurou a galeria de arte com o seu nome. Em 1979, transferiu-se para o Shopping da Gávea, onde produziu, gerenciou, coordenou e organizou mais de 300 exposições individuais e coletivas.

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A Venezuela que a mídia esconde

Por Altamiro Borges

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) acaba de confirmar que a Venezuela cumpriu com a meta principal dos Objetivos do Milênio da ONU antes do prazo estabelecido de 2015. O país reduziu pela metade o número de pessoas em pobreza extrema. Segundo o estado intitulado “Estado da insegurança alimentar no mundo", divulgado no final de outubro, o percentual de venezuelanos subnutridos hoje é inferior a 5%. Em 1992, a subnutrição vitimava 13,5% dos habitantes da nação vizinha.

Segundo o embaixador da Venezuela no Brasil, Maximilien Arvelaiz, “essa conquista é um dos principais resultados da implantação das ‘missões sociais’ levadas a cabo pelo governo bolivariano na área de alimentação, agricultura e erradicação da fome”. Em 2000, os 198 países membros da ONU acordaram os “Objetivos do Milênio” para superar a miséria e agora a Venezuela é reconhecida como um dos primeiros países a cumprir as metas. Em 2005, a ONU também elegeu o país como “território livre do analfabetismo”.

É evidente que esta notícia não será destaque na mídia colonizada do Brasil. Até hoje, ela não engoliu a reeleição de Hugo Chávez em outubro passado e não tolera as conquistas da revolução bolivariana. Ela só publica factóides contra a Venezuela e dá destaque para as ações da oposição golpista do país vizinho. Em recente artigo publicado na Folha, o embaixador Maximilien Arvelaiz até criticou de maneira corajosa as manipulações da imprensa nativa. O seu alerta, porém, não serviu para muita coisa. Mas vale reproduzi-lo:

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Conheçam a Venezuela

Maximilien Arvelaiz – FSP, 21/10/2012

Quando amanheceu o dia 8 de outubro, os venezuelanos puderam se sentir orgulhosos. Nosso sistema eleitoral, automatizado e seguro, foi respeitado por governo e oposição, acompanhado por entidades e personalidades internacionais e considerado o melhor do mundo pelo ex-presidente americano Jimmy Carter.

Nossa população, numa demonstração de consciência e politização, compareceu em massa às urnas desde a madrugada até que votasse a última pessoa na fila, já de noite. Alcançamos mais de 80% de participação do eleitorado em um país onde o voto não é obrigatório. Não se pode ignorar: a Venezuela é exemplo de democracia para o mundo.

Diante de tudo isso, constrange a forma com que os meios de comunicação internacionais, dentre os quais os brasileiros têm relevância, custam a enxergar a existência de uma democracia consolidada na Venezuela.
Seja por puro desconhecimento da realidade do nosso país, seja em união a uma campanha internacional contra os avanços da revolução bolivariana, a mídia privada brasileira fez uma cobertura desequilibrada do processo eleitoral no país.

É claro que utilizo aqui o recurso da generalização. Mas, numa leitura rápida das notícias, salta aos olhos o apoio deliberado da mídia pela oposição e a tentativa sistemática de deslegitimar o processo revolucionário em curso na Venezuela.

Grande parte das reportagens e editoriais priorizou ressaltar as críticas ao governo Chávez, deu exagerada importância a uma minoria de pesquisas que apontavam o empate ou a vitória de Henrique Capriles e ainda alardeou um caos político que viria da não aceitação do resultado das urnas por parte do governo, supostamente, "ditatorial" de Chávez.

Ainda mais graves foram as teses que tentavam buscar explicações para os mais de 8 milhões de votos a favor da reeleição de Hugo Chávez, como se não fosse nada menos do que natural a vitória do candidato que proporcionou uma série de mudanças positivas na vida dos venezuelanos, tendo reduzido à metade a pobreza extrema nos últimos 13 anos.

O favoritismo de Chávez foi creditado primeiro a um "populismo" do presidente "caudilho" e depois ao suposto uso da máquina pública e abuso de tempo de propaganda televisa. Tal análise, elitista e preconceituosa, pressupõe que a população, passiva e despolitizada, troca votos por casas, comidas e eletrodomésticos --o que é facilmente desconstruído com uma visita ao país.

Mais do que comparecer às urnas toda vez sempre (entre eleições e referendos, já aconteceram 16 pleitos desde que Chávez chegou ao poder), os venezuelanos, incentivados pelo presidente Chávez, constroem a cada dia mecanismos de participação direta na vida política do país.

O mais importante deles são os Consejos Comunales, microgovernos construídos no interior das comunidades, compostos e geridos por moradores. Se há um povo despolitizado e passivo, não é o nosso.
A liberdade de expressão, imprescindível na democracia, também é facilmente constatável. Os principais jornais da Venezuela hoje, o "El Nacional", o "El Universal" e o "Últimas Noticias", são claramente simpáticos à oposição e circulam sem qualquer censura ou boicote. Quadro similar se dá na TV e no rádio.

O que não foi divulgado em quase nenhum meio de comunicação internacional é que Capriles, cuja família é dona de uma cadeia de comunicação, teve, segundo estudo do Centro de Análise e Estudos Estratégicos Aluvión, mais tempo de propaganda eleitoral na televisão privada do que Hugo Chávez. A propaganda do presidente ocupou apenas 12% do tempo nos meios privados. A do candidato da oposição, 88%.

Vencer o desconhecimento sobre o que ocorre na Venezuela é hoje nosso maior desafio. Por isso, transmito o convite feito pelo presidente Hugo Chávez em coletiva de imprensa aos meios de comunicação nacionais e internacionais logo depois de votar: "Aos que queiram ver uma democracia pujante, sólida e madura, venham à Venezuela". Torço para que venham livres de preconceitos e dispostos a enxergar as verdadeiras razões pelas quais Hugo Chávez foi reeleito com 55,25% dos votos.
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Veja acusou filho de Lula. E agora?

http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/
Por Altamiro Borges

O Ministério Público e a Polícia Federal decidiram arquivar as investigações sobre as suspeitas de tráfico de influência nos negócios de Fabio Luis, filho mais velho do ex-presidente Lula. O inquérito durou longos sete anos e os dois órgãos concluíram que não houve nada de irregular nas atividades empresarias dele na firma Gamecorp.  A decisão pelo arquivamento foi proferida pelo Ministério Público Federal. Para o procurador Marcus Goulart, todas as acusações contra Fabio Luis “são absolutamente insuficientes” e “infundadas”.

As primeiras acusações contra o filho do ex-presidente Lula foram feitas pela revista Veja – o que não é de se estranhar. No clima da eleição presidencial de 2006, a publicação fascistóide da famiglia Civita deu uma capa espalhafatosa contra “O ‘Ronaldinho’ do Lula”, insinuando que ele seria um “fenômeno” no mundo dos negócios. Na sequência, o que também não causa surpresa, jornalões e emissoras de tevê repercutiram as denúncias e a oposição demotucana seguiu a trilha aberta pela Veja para acusar o ex-presidente.

Concluída a investigação do MPF e da PF, como fica a revista Veja? A Justiça vai continuar protegendo a publicação do Grupo Abril? Ela pode acusar sem provas, de maneira leviana e criminosa? A “presunção de inocência” foi retirada da Constituição Federal? A famiglia Civita está acima das leis e do Estado de Direito?  
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DEIXAR A PREFEITURA SERÁ UM PARTO ??


Caro leitor do Blog, estivemos uma semana sem postagem, mas muito próximo dos problemas que se transformaram-se em " TORMENTAS", e o resultado é uma Colombo de cara feia e sombria. Olhe pela sua janela e preste atenção, os carros da prefeitura, os trabalhos, as máquinas e até os vereadores sumiram, mas as ambulâncias dos vereadores desapareceram é uma covardia, tudo isso foi gerado pelos resultado da eleição que afeta a cidade. Chego a conclusão que nesse final de mandato, nossos administradores estão sentindo o mais difícil dos "partos" operacionais da gestão pública municipal. 

A nova administração pode ser para muitos o fim de privilégios do Serviço Público Municipal, o fim das regalias..... Portanto fico na dúvida se existe recursos para pagar o pessoal que será demitido e se dispõe o suficiente para honrar a folha até Janeiro , inclusive pagar o 13º salário. Eu acredito que sim, pois essa demora da definição do caso da prefeita eleita, deve ter criado condição de segurar os gastos e criar uma situação de resolver de vez as questões administrativas, facilitando o caminho para um "parto normal".

Em síntese, e sem dúvidas alguma, o processo de transição serão os dias mais complicados com perspectivas de confrontos com os setores funcionais e da futura gestão. A família do atual prefeito ocupa algumas secretarias, amigos, comissionados e concursados completam os cargos de confiança na administração, mas todos terão que sentar na mesa para prestação de contas e quem sabe receberem uma medalha de agradecimento ou agraciados com um convite para a solenidade de posse da nova prefeita em 01 de janeiro de 2013.

“Eu, vejo a vida acontecendo em ciclos. Ciclos que se iniciam, desenrolam e findam, fechando-se. Muitas vezes, insistimos em continuar ali, como se a nossa vontade pudesse manter as coisas intactas. No entanto, nossa vontade não basta. Os ciclos se fecham, queiramos ou não. Se não nos movemos por apego ao velho, por medo do novo, ficamos enredados, presos entre as pontas do início e fim.”(Marine).

QUEM  SOBREVIVER  E  VIVER VERÁ !!!




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A violência nos protestos na Argentina

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Aí no Brasil – escrevo em viagem de trabalho ao exterior –, os protestos contra o governo de Cristina Kirchner que eclodiram na Argentina na quinta-feira (8.9) foram apresentados sem que fossem informados detalhes que desautorizam o tom de “revolta popular” apocalíptica adotado pela imprensa corporativa brasileira, pelo que este Blog trata de oferecê-los.

Explico que a iniciativa de escrever este post se deveu a que estou no Peru, no âmbito de uma incursão comercial que já chega ao 11º dia após passar por Bolívia e Equador e que, neste sábado, retornará à Bolívia e lá permanecerá até meados da semana que entra, quando retorno ao Brasil.

O fato é que, na noite de quinta-feira, assistindo tevê a cabo no quarto de hotel, sintonizei a televisão argentina Telefé e deparei com uma cena impressionante que, inclusive, é o que dá título a este post – e sobre a qual discorrerei mais adiante.

Antes, porém, devo contextualizar o que aconteceu na Argentina, o que farei graças a ligações que fiz para fontes que tenho naquele país.

Em primeiro lugar, é bom que saibam que o tão propalado “8 N” (8 de novembro, dia do protesto) ocorreu pouco menos de dois meses após o “13 S” (13 de setembro), o protesto anterior que levou argentinos à rua com a mesma finalidade de atacar o governo pelos mais distintos motivos, que não se resumem só à tal “re-re”, a suposta intenção da presidente do país vizinho de se candidatar à re-reeleição, o que a lei argentina proíbe.

Muito menos, tais protestos ocorreram em favor do grupo de mídia Clarín, em razão de fato que ocorrerá em breve e que se representa por outra sigla oriunda do calendário, o “7 D” (7 de dezembro), data em que vence a liminar que permitiu à “Globo” argentina descumprir a lei que proíbe oligopólios na comunicação, apesar de que certa mídia brasileira tenta fazer crer o contrário.

Outra conversa fiada é a de que não havia políticos nas manifestações. Havia, sim, e muitos. Só que estavam disfarçados. Ou seja: os partidos de oposição que ajudaram a insuflar as marchas em todo país apenas deixaram as suas bandeiras em casa, de forma a ajudarem a conferir “espontaneidade” a elas.

Nos arredores do Obelisco da Avenida 9 de julho, onde a manifestação foi mais massiva, havia uma variedade de políticos insuflando a massa, quase todos pertencentes ao “macrismo” e ao grupo Gapu, movimentos de direita que se opõem a Cristina Kirchner e que se inspiram no prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri.

Foram vistos nos protestos vários integrantes da coalizão PRO (Proposta Repúblicana), integrada pelo CPC (Compromisso Pela Mudança), partido de Macri.

Alguns políticos identificados foram Federico Pinedo, Paula Bertol, Sergio Bergman, Patricia Bullrich, Eduardo Amadeo. Havia, também, vários funcionários do PRO como Néstor Grindetti e Daniel Chain, ruralistas como Mario Llambías e Luciano Miguens, o ativista de oposição Raúl Castells e o ultradireitista Alejandro Biondini.

Outro fato que a mídia brasileira sonega é que a manifestação foi maciçamente composta pelas classes alta e média alta. Prova disso é que os manifestantes marcharam desde bairros como Santa Fé rumo à avenida Corrientes, que desemboca na 9 de Julho, onde fica o Obelisco. No Sul da cidade, região mais pobre, as manifestações foram escassas ou inexistentes.

Mais uma informação sonegada: durante as marchas, registraram-se simultâneos “apagões” em várias regiões, coisa que não costuma acontecer. Há relatos continuados de sabotagem das redes elétricas. Ou terá sido coincidência que esses apagões ocorreram justo no dia das manifestações?

Ainda que pareça espantosa a massa humana que foi às ruas – e para oferecer essa informação não precisei de fontes porque conheço muito bem a Argentina e, sobretudo, Buenos Aires, por conta de meu trabalho –, na Argentina e em vários outros países latino-americanos as manifestações de rua são comuns e para todos os gostos.

Este ano mesmo, durante viagem que fiz a Buenos Aires, a mesma avenida 9 de Julho fervilhava de apoiadores do governo – sindicatos, movimentos sociais etc. A Argentina é muito parecida com a Venezuela, nesse aspecto. Portanto, não se surpreendam se, em poucos dias, eclodir uma marcha de apoiadores do governo para se contrapor à de opositores.

Só haverá uma diferença: a mídia brasileira não irá cobrir como fez com a marcha antigovernista.

Por conta disso, as manifestações que se pretenderam apocalípticas para o governo de Cristina Kirchner – e que assim foram apresentadas pela mídia brasileira – não passam de mais do mesmo, de protestos que ocorrem naquele país contra o governo há bastante tempo, inclusive antes da última eleição presidencial, que a presidente venceu com folga. Eis porque ela não está nem dando bola.

O que surpreendeu, em alguma medida, foram atos de violência um tanto incomuns nessas manifestações. Atos que ocorreram sobretudo contra a imprensa.

Então você deve estar se perguntando como é possível que uma marcha contra o governo ataque a imprensa, pois deve estar supondo que, como no Brasil, ela também é contra o governo. Não é bem assim. Com a democratização das comunicações em curso na Argentina já há um bom tempo, o país tem hoje imprensa para todos os gostos.

As imagens que você verá abaixo, em matéria da rede argentina C5N, portanto, mostram o viés truculento desses setores elitistas que saíram às ruas para protestar contra o governo. E note que, em nenhum momento, a matéria acusa kirchneristas pelos ataques. Os que agrediram o repórter dessa rede e de outras julgaram-nos como sendo da “imprensa governista”.
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