Candidatos e vereadores de Colombo "abandonam" o facebook...


Pois é internauta, a grande maioria dos candidatos eleitos e derrotados na eleição de Colombo simplesmente         
"desapareceram" do facebook...
Apareceram com carinhas de "anjos" e frases "bonitinhas", mas, logo após as eleições eles "evaporaram"...

A exceção também existe, nem todos sumiram, o vereador eleito Waldirlei Bueno, mantém atualizada sua página desde que entrou no face, o mesmo ocorre com a prefeita eleita "sub judice" Beti Pavin, já a "tchurminha" do zé "escafedeu-se"...
Parece que eles devem voltar daqui uns 04 anos, com mais carinhas de "anjos" e mais frases "bonitinhas" e de efeito....
Você sabe de alguém que mantém a página atualizada, além dos que eu comentei ?
Se sim, deixe seu comentário.
Se não, deixe também o comentário com os nomes dos "sumidos"...
Assim não pode, assim não dá, aparecer só em época de eleição na internet também ?
Enquanto isso, este humilde escriba segue firme e forte com suas postagens...
E se tiver alguma denúncia ou sugestão, nosso email está sempre a disposição, desde que seja verdade !
Estamos sempre aqui, ao contrário da maioria dos candidatos....
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Uma passagem de olho no portal da Câmara dos Deputados mostra que os petistas acreanos Sibá Machado e Taumaturgo Lima votaram contra o Projeto de Lei 2565/11, que prevê a redistribuição dos royalties da exploração do petróleo. É estranho que deputados eleitos pela população de um dos Estados mais pobres do país se posicionem de forma contrária a uma matéria de vital importância para o Acre.

Um Estado que vive com o pires na mão em Brasília na busca de recursos não pode ter o privilégio de recusar verbas preciosas. Será que os senhores deputados têm uma explicação para este posicionamento?

Pelo levantamento que fiz Sibá Machado e Taumaturgo Lima estavam presentes à sessão de ontem.
O espaço está aberto para os devidos esclarecimentos. Não quero acreditar que os senhores deputados votaram contra o povo do Acre.

Votaram favorável Antônia Lúcia (PSC), Flaviano Melo (PMDB), Gladson Cameli (PP), Márcio Bittar (PSDB) e Perpétua Almeida (PCdoB).  

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OSs de Serra e Alckmin levam prefeita de Natal a perder cargo


A prefeita de Natal (RN), Micarla de Sousa (PV), foi afastada do cargo em decorrência de fraudes na Secretaria de Saúde, descobertas na Operação Assepsia, deflagrada em 27 de junho deste ano.
O esquema consistia na contratação de organizações sociais (OSs) para administrar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e os Ambulatórios Médicos Especializados (AMEs), por meio de fraudes nos processos de seleção das entidades combinado com o pagamento de propinas para gente da prefeitura....Leia a matéria completa
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Mandaram o Zé Vicente para a "roça" em Colombo...


Colombo não é reality show, mas, a "tchurminha" do Jota 'propina' Camargo mandou o Zé Vicente para a roça....
Explico, com a votação pífia do Zé, a 'tchurma' não quer mais saber dele, alegam que o edil é muito ruim de voto...

Alguns 'orelhas secas' deste blog, dizem que gastaram mais de 8 milhões e não tiveram resultado....
O povinho exagerado...
Mas, para desespero do Zé, não querem nem ouvir falar em seu nome....
Dizem que nem para síndico do seu prédio ele conseguiria se eleger....
Que maldade com o pobre Zé...
Enquanto isso, a situação esfacelou-se, não tem representante, sai enfraquecida e possivelmente não terá mais nenhum nome que venha a aglutinar a 'tchurminha' em um futuro remotamente distante...
Ô dó....
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Caricatura, charge e cartum são a mesma coisa?


“Prezado blogueiro, sua resposta vai decidir uma aposta que eu e uns amigos fizemos: charge e caricatura são sinônimos, querem dizer a mesma coisa? Ou será que não? Aproveite para falar um pouco também de cartum, que às vezes vejo usado como sinônimo de charge e caricatura, mas esse eu desconfio que é diferente. Abraços.” (Marcos Ataíde)
Não é tão fácil decidir a aposta que Ataíde fez com seus amigos. As pessoas costumam ter da sinonímia uma ideia caricatural, ao mesmo tempo sumária e exagerada, como se o fato de duas palavras serem sinônimas significasse obrigatoriamente que são idênticas, como gêmeos univitelinos.

Não é assim que funciona. É comum que as palavras tenham mais de um sentido, chamados acepções – frequentemente, o número destas na língua real se multiplica em sutilezas e supera o que os dicionários julgam valer a pena registrar. Basta terem uma única acepção em comum para que duas palavras sejam consideradas sinônimas. Isso não quer dizer que sua carga semântica seja idêntica.
Charge e caricatura – e até mesmo cartum – são termos sinônimos, sim. Assim aparecem nos dicionários. Todos se referem a desenhos jornalísticos de caráter crítico e humorístico, geralmente satirizando personagens, fatos e situações da atualidade. Mas também há diferenças – sutis, mas importantes – entre essas palavras.
Em primeiro lugar, vamos examinar suas origens. O francês charge, de onde importamos a palavra sem alteração de grafia, significa carga. Trata-se no caso de um sinônimo de crítica violenta, num uso figurado do sentido militar de carga como ataque, que está presente numa expressão como “carga de cavalaria”.
O vocábulo italiano caricatura (na origem, ato ou efeito de carregar) parte exatamente do mesmo ponto e chega a resultado muito parecido. Parece claro que um surgiu como tradução do outro, mas tudo indica que caricatura veio primeiro: em italiano, data de fins do século 16 essa acepção da palavra, segundo o Houaiss. A charge francesa nasceu cerca de cem anos depois.
Cartum é termo mais recente, importado nos anos 1960 do inglês cartoon – este vindo do italiano cartone, “cartão”, o suporte onde se desenhavam os tais rabiscos.
Sinonímia à parte, vamos às diferenças. A caricatura tem uma acepção estrita de desenho (especialmente de pessoas) em que se exageram traços com objetivo crítico e cômico. Nesse sentido é estática, não precisa contextualizar nada ou contar história alguma. Basta brincar com as características físicas do personagem.
A charge, também vista de forma estrita, quase sempre inclui o recurso à caricatura, mas isso não é obrigatório. O que a caracteriza é contar e expor criticamente – em geral num único quadro – uma historinha, uma situação. Tem contexto, costuma vir com um esboço de cenário e, com frequência, recorre a balões ou legendas.
Já a palavra cartum, quando não é empregada como sinônimo das outras duas, pode querer dizer o mesmo que história em quadrinhos – em especial HQ daquele subgênero tradicional na imprensa, também chamado tirinha, que conta uma história em poucos quadros, geralmente três.
E quanto àquela aposta: que tal declarar empate?
Sergio Rodrigues
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