Regulação da mídia: A hora é essa!

Por Marco Aurélio Mello, no blog DoLaDoDeLá:

Privilegiado, tomei café esta tarde com o Azenha (Vi o Mundo) e o Rodrigo (Escrevinhador), e chegamos à conclusão de que desta vez o PIG - Partido da Imprensa Golpista - atravessou a linha divisória entre a crítica jornalistica e a ação golpista escancarada.

O confronto está em campo aberto e, apesar da perspectiva do planalto de que, passada a disputa eleitoral o clima voltará a ficar ameno e seco, concluímos que é um caminho sem volta: Globo, Abril e Folha (os outros não contam, porque são pequenos e não agem tão ostensivamente) não podem mais recuar.

Agora, para eles é o tudo ou nada! Com perda crescente de influência política, vão abusar do poder econômico, da mentira e da dissimulação para falsear a realidade. Não por acaso começa a aumentar na sociedade o volume dos que clamam pelo cumprimento da regulamentação existente e pedem um novo marco regulatório que possa - a exemplo da Argentina - pulverizar a produção de conteúdo e desconcentrar os meios hoje nas mãos de poucos.

Esta tendência tem crescido entre os partidos da base governista. No entanto, as resistências são enormes dentro do próprio Partido dos Trabalhadores. Há uma turma - alguns com poder de decisão - que acha que pode levar a imprensa em banho maria. Discordo. Não haverá trégua. A questão não é mais financeira, é ideológica! O Governo não sairá das cordas até 2014, inclui-se aí o ex-presidente Lula, a atual presidente, Dilma, e todos que direta ou indiretamente tem peso político.

Mas este debate tem que ir a campo. É necessária uma campanha oficial de conscientização pública sobre os direitos e deveres da mídia. É necessário explicar como funcionam os incentivos, as renúncias fiscais e a distribuição do bolo publicitário oficial. As pessoas querem entender melhor e opinar. Nem que seja por meio de um projeto de consulta popular. Precisamos avançar na questão das comunicações urgentemente. A hora é essa!
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FX-2 Indiano: CAÇAS SUKHOI NOS CÉUS DA ÍNDIA

Caça Su-30MKI

“A Índia irá formar, em dezembro, a oitava esquadra de caças Su-30MKI que irá ficar instalada na base aérea de Sirsa no estado de Haryana. Já é a terceira esquadra de Su-30MKI da força aérea indiana a ser instalada nos últimos 14 meses perto da fronteira com o Paquistão.

A esquadra de Su-30MKI de Sirsa será responsável pela defesa do espaço aéreo do norte da Índia e estará incluída na estrutura do Comando Aéreo do Norte da Índia, com base em Nova Deli, juntamente com outras 15 bases aéreas. Em agosto de 2010, a força aérea indiana instalou, pela primeira vez, uma esquadra de Su-30MKI em Tezpur, estado de Assam, no nordeste do país, para contrabalançar a China. Em março do ano passado, igualmente no estado de Assam, foi instalada outra esquadra de Su-30MKI na base aérea de Chabua.

Também existem esquadras de aviões Sukhoi noutras bases aéreas em zonas fronteiriças da Índia. No entanto, a força aérea indiana ainda está longe de completar os seus planos de ter 17 esquadras desses caças até 2018 com um total de 272 aparelhos Su-30MKI, considera o comando militar da Índia.

A Índia adquiriu os primeiros Su-30 em 1997, recebendo da Rússia 50 aparelhos já prontos. Mais tarde, foi assinado um contrato para o fabrico sob licença desses aviões nas fábricas da corporação aeronáutica indiana “Hindustan Aeronautics Limited” (HAL). O Su-30MKI foi desenvolvido para ter em conta as exigências da FA indiana. O radar instalado no aparelho garante detecção do alvo à distância não inferior a 120-130 km. O caça tem a capacidade para transportar, praticamente, todo o espectro de armamento aeronáutico, num peso total até oito toneladas. A autonomia de voo sem reabastecimento é de até 3000 km e, com um reabastecimento, é de até 5200 km.

Num futuro próximo, os Su-30MKI serão equipados com mísseis "BrahMos". Esses mísseis já equipam as forças terrestres e a marinha de guerra indianas. Os caças Su-30MKI equipados com esses mísseis serão uma arma poderosa da FA da Índia.

5ª GERAÇÃO

No futuro, ainda está programada a execução do programa do fabrico conjunto de aviões de "quinta geração", considera o diretor do “Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias” Ruslan Pukhov:

“Esse programa irá associar a força aérea russa à força aérea indiana e a indústria russa à indústria indiana nos próximos trinta anos. Penso que, além do "BraHmos", esse programa será uma espécie de ponte para a criação de espaço comum técnico-militar e que, no futuro, iremos executar, em conjunto com os indianos, muitos mais programas.”

O nome oficial do avião de quinta geração é "PAK FA" (Conjunto promissor da aviação tática), o nome de trabalho é "T-50". O contrato de concepção do projeto de design técnico da versão indiana do PAK FA recebeu o nome de "FGFA" (Fifth Generation Fighter Aircraft). O caça de quinta geração é novo estágio no desenvolvimento da aviação militar. Ele possui uma série de capacidades únicas, conjugando as funções de avião de assalto, de bombardeiro e de caça; além de poder desempenhar missões de combate com quaisquer condições de tempo e a qualquer hora do dia ou da noite.

Ele se distingue pelo seu elevado nível de aviônica (eletrônica e informática de bordo). O radar do caça vê tudo o que se passa no ar e em terra a uma distância de várias centenas de quilômetros. Ele pode seguir múltiplos alvos, apontando-lhes simultaneamente as armas do caça. Ao lançar um leque de mísseis, o avião pode atacar com tiro de precisão todos os alvos, tanto aéreos como terrestres. Além disso, o radar permite cartografar o terreno, transmitir os dados da situação tática para outros aviões e efetuar a defesa radioeletrônica.

A vantagem do T-50 é que o caça russo dispara mísseis a velocidades supersônicas. Já o "Raptor" norte-americano, para fazer os mísseis saírem dos compartimentos interiores, tem de reduzir para uma velocidade subsônica. Ao contrário da versão russa monolugar, o caça indiano terá dois lugares. A Índia se prontificou a gastar cerca de 35 bilhões de dólares durante 20 anos para a concepção, fabrico e entrada no ativo de 250-300 caças de quinta geração.”

FONTE: do “Voz da Rússia”. Transcrito no site “DefesaNet”  (http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/8457/Cacas-Sukhoi-nos-ceus-da-India).
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A FRAQUEZA DO IMPÉRIO AMERICANO, PELO PRISMA CONSERVADOR

Por Jorge Nogueira Rebolla


“Os americanos possuem de si a mesma visão dos antigos gregos. O "ápice da civilização". Um povo sitiado pelos bárbaros. No caso atual, abrem algumas exceções: os demais britânicos, os franceses e os que eles consideram sua obra civilizatória, os japoneses e os alemães.

Grande parte dos americanos são profundamente tocados pelos ensinamentos dos pais fundadores. Acreditam piamente que aquela construção ideológica é o paradigma que deveria guiar o mundo. Devido a isso, com exceções pontuais, eles agiram externamente mais como uma gigantesca Fenícia. Um império comercial se utilizando das divisões e contradições internas dos demais povos. Claro que, como todos os demais, sujaram e sujam as suas mãos. Porém, mesmo esse controle está sendo minado pelas modificações culturais dentro da própria sociedade americana. As justificativas para as ações do governo devem ser cada vez mais elaboradas. O que atualmente não conta muito, visto que a informação é instantânea e disseminada.

O que era aceitável há 50 anos hoje não é mais. Os direitos que tanto prezam servem como enfraquecedores de qualquer determinação. Isto se deve também, e principalmente, às mudanças culturais ocorridas a partir da década de 1960. A confusão deliberada criada entre os antigos e os novos "princípios". A fragilidade vem de dentro. Enquanto para os gregos os bárbaros, praticamente, não eram homens, para uma grande parcela da sociedade americana, após essas mudanças, é exatamente essa diferença que os torna. Isso os enfraquece ainda mais.

Mesmo sendo o ente mais poderoso militarmente da história da humanidade, continuará colhendo fracassos. E cada vez mais. Um exemplo recente é o Iraque. Se os EUA tivessem vocação para império militar, jamais permitiriam o que está ocorrendo. O país ocupado está cada vez mais sob a influência iraniana, devido à afinidade entre os xiitas dos dois lados da fronteira. O apoio de Al-Malik, ao sírio Al-Assad e o reequipamento das forças armadas iraquianas pelos russos. No mês passado, foi assinado o primeiro contrato, no valor de US$ 4,2 bilhões, para a compra de helicópteros de combate e lançadores de mísseis [russos].

Embora possuam de si mesmos uma imagem inflada pela autoestima, falta-lhes a genialidade verdadeira dos gregos e a determinação brutal do romanos. Como o caminho que seguem, aparentemente, não tem volta, basta não permitir as dissensões internas para não ser dilacerado por uma águia sem bico ou garras. A América está se transformando no autêntico rato que ruge.”

FONTE: escrito por Jorge Nogueira Rebolla e postado no portal de Luis Nassif  (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-fraqueza-do-imperio-americano-pelo-prisma-conservador) [Imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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A estratégia da Globo para o futuro

Por Gustavo Gindre, no Observatório do Direito à Comunicação:

A saída da Globo do controle da NET Serviços deve ser analisada com muito cuidado. Segundo a visão deste blog, trata-se praticamente da conclusão de um processo que se iniciou há mais de dez anos, quando a Globo entrou em crise, incapaz de pagar suas dívidas. A decisão, então, foi manter o controle familiar do grupo (sem ceder participação patrimonial aos credores), mas vender quase tudo o que não estivesse relacionado diretamente com a produção de mídia.

Foram vendidas fazendas, uma financeira (Roma), uma construtora (São Marcos) e vários outros negócios, muitos deles ligados à comunicação. A Globo deixou o controle da subsidiária da NEC no Brasil, praticamente encerrou as atividades de sua gravadora Som Livre, fechou a distribuidora Globo Vídeo e o varejo da Globo Disk, saiu da Teletrim, da TV portuguesa SIC e da Maxitel (atualmente parte da TIM), vendeu a empresa de telecomunicações Vicom e a gráfica Globo Cochrane e liquidou o sonho de uma operadora de parques temáticos.

Essa redução implicou, também, em desistir do mercado internacional. Embora importante como estratégia de divulgação, o lucro com a venda de novelas para outros países sempre foi residual no faturamento da Globopar. Ao mesmo tempo, a Globo International jamais ambicionou ser nada além de um canal para brasileiros vivendo fora do seu país.

Concorrentes nacionais

Na crise a Globo não esteve sozinha. Praticamente todos os grandes grupos de mídia brasileiros também reduziram suas ambições neste mesmo período. Hoje, a Globo tem receita líquida anual maior do que a soma de Record, SBT, Grupo Bandeirantes, RedeTV, Folha de São Paulo, Grupo OESP, UOL, RBS e Abril. Adversários como JB e Manchete ficaram pelo caminho. Some-se à fragilidade e incompetência dos outros grupos brasileiros de mídia, a atuação dos sucessivos governos, que, seja como regulador ou como fomentador, jamais demonstraram vontade de encarar o poderio da família Marinho.

Concorrência estrangeira

Mas, o cenário é completamente diferente quando se analisa os adversários estrangeiros.

Enquanto vendia a NET Serviços para Carlos Slim, a Globo assistiu a Televisa impedir o mesmo Slim de entrar no mercado mexicano de TV a cabo ao mesmo tempo em que investia no mercado de telefonia celular (Lusacell) e nos consumidores hispânicos que vivem nos Estados Unidos. Mas, os maiores temores da Globo não estão na América Latina.

A família Marinho teve forças para impedir que a TV aberta brasileira se tornasse interativa (mesmo tendo que praticamente banir o uso do middleware brasileiro conhecido como Ginga). Mas, ela não pode lutar contra o fenômeno das smartTVs e da chegada do video on demand. Com isso, empresas como Samsung, LG, Sony, Google, Apple e Amazon, que até então atuavam em outros mercados, passaram a disputar a audiência brasileira, em um fenômeno que só tende a crescer nos próximos anos.

Mas, há dois outros adversários ainda mais próximos. Se é poderosa no mercado nacional, a Globo não tem porte para enfrentar as operadoras de telecomunicações e os estúdios de Hollywood. Incapaz de derrotá-los em próprio solo brasileiro, a Globo partiu para uma estratégia defensiva-ofensiva.

Por pressão da Globo, a Lei 12.485 praticamente excluiu as operadoras de telecomunicações do mercado de mídia. Elas não podem ter mais do que 30% de produtoras e programadoras de TV paga e emissoras de TV aberta. E também não podem contratar os direitos de eventos de “interesse nacional” (como o Campeonato Brasileiro de futebol, a Copa do Mundo, as Olimpíadas e o carnaval da Sapucaí) ou “talentos” brasileiros (como artistas, diretores e roteiristas – exceto quando for para publicidade). Ao mesmo tempo em que constrói uma barreira contra as teles, a Globo segue associada ao grupo DirecTV (na Sky brasileira) e à America Movil (na NET).

A mesma estratégia foi adotada diante das majors norte-americanas. A Globosat mantém uma associação com Universal, Paramount, Fox, MGM e Disney nos canais Telecine, além de servir de segunda janela para a Sony-Columbia no Megapix. Mas, mantém poder de veto aos canais estrangeiros na Sky e na NET.

Com isso, a Globo busca ser um ponto de passagem obrigatório no mercado brasileiro, tentando se manter como o parceiro ideal para esses grupos transnacionais, ao mesmo tempo em que lhes dificulta a concorrência.

Futuro

A estratégia é inteligente e por enquanto vem dando certo. Mas, até quando? Ao mesmo tempo, ela é sintoma de um duplo fracasso das políticas (ou da falta delas) para as comunicações brasileiras. Exceto pela Globo (e em parte por causa dela), o país não foi capaz de criar grupos fortes de comunicação. E nossa “campeã nacional” precisa lançar mão de uma série de expedientes para impedir a concorrência estrangeira.

Não se trata nem de demonizar a Globo nem, muito menos, de uma tentativa de salvá-la dos gigantes internacionais. Mas, de reconhecer que, com Globo ou sem ela, o futuro não é nada animador para a comunicação brasileira.
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Mulher é reprovada 105 vezes em exame de habilitação

  
Uma britânica tentou e não conseguiu passar no exame teórico para tirar a carteira de motorista 105 vezes.
De acordo com dados fornecidos pela Driving Standards Agency, a agência que regula o fornecimento de licenças para motoristas na Grã-Bretanha, a mulher é de Essex e fez a última tentativa em Ilford, em Londres.

O exame custa 31 libras (cerca de R$ 100). Portanto, a britânica já gastou mais de 3 mil libras (R$ 9,7 mil, aproximadamente), uma quantia que, na Grã-Bretanha, daria para comprar um bom carro usado.
Todos os candidatos à carteira de motorista precisam ser aprovados neste teste antes do exame prático de direção.
No total, a prova conta com 50 questões de múltipla escolha e o mínimo de acertos deve ser de 43 questões.
Os candidatos também precisam fazer um teste de percepção de riscos no qual 44 de um total de 75 questões precisam estar corretas.
Nenhum outro candidato conseguiu ultrapassar a marca das cem tentativas.
Mas, segundo a lista da Driving Standards Agency, alguns motoristas chegaram perto da senhora de Essex.
Um homem de Peterborough fez o exame teórico 84 vezes. Outro de Coventry tentou 64 vezes.
Entre as mulheres, a única segunda recordista foi uma moradora de Birmingham, que tentou o exame 46 vezes.
BBC
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