Bancada do PMDB defende Royalties do petróleo para Educação e Saúde.
O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), reuniu a bancada do partido, na tarde desta terça-feira (06), para discutir detalhes da votação da matéria que trata da nova partilha dos royalties do petróleo entre a união, estado e municípios.
A proposta, relatada pelo deputado Carlos Zarattine (PT-SP), vincula 100% dos recursos dos royalties para a educação nos estados e municípios. Já a maioria da bancada do PMDB decidiu pleitear, através de uma emenda de plenário, que metade dos recursos seja destinada para a saúde. A emenda da bancada, antes de ser apresentada em plenário, foi submetida à apreciação dos deputados do PMDB pelo líder Henrique Alves.
O partido também liberou os deputados do PMDB do Rio de Janeiro e Espírito Santo para que votem de acordo com a realidade de cada estado. Os dois maiores produtores de petróleo do país reclamam que, futuramente, irão perder receitas com a partilha dos royalties entre os estados não produtores de petróleo. O proejto, que será votado ainda nesta terça-feira, assegura a atual arrecadação dos estados produtores. As novas regras se referem aos futiros contratos e leiões.
Antes da reunião da bancada, o líder Henrique Alves já havia defendido em plenário, durante sessão extraordinária, a posição do PMDB para a votação da matéria em regime de urgência. Pela manhã Henrique Alves também participou das negociações dos líderes da base aliada com o ministro da Educação, Aluízio Mercadante, para decidir o encaminhamento da posta ao plenário.
Assessoria de Imprensa
A proposta, relatada pelo deputado Carlos Zarattine (PT-SP), vincula 100% dos recursos dos royalties para a educação nos estados e municípios. Já a maioria da bancada do PMDB decidiu pleitear, através de uma emenda de plenário, que metade dos recursos seja destinada para a saúde. A emenda da bancada, antes de ser apresentada em plenário, foi submetida à apreciação dos deputados do PMDB pelo líder Henrique Alves.
O partido também liberou os deputados do PMDB do Rio de Janeiro e Espírito Santo para que votem de acordo com a realidade de cada estado. Os dois maiores produtores de petróleo do país reclamam que, futuramente, irão perder receitas com a partilha dos royalties entre os estados não produtores de petróleo. O proejto, que será votado ainda nesta terça-feira, assegura a atual arrecadação dos estados produtores. As novas regras se referem aos futiros contratos e leiões.
Antes da reunião da bancada, o líder Henrique Alves já havia defendido em plenário, durante sessão extraordinária, a posição do PMDB para a votação da matéria em regime de urgência. Pela manhã Henrique Alves também participou das negociações dos líderes da base aliada com o ministro da Educação, Aluízio Mercadante, para decidir o encaminhamento da posta ao plenário.
Assessoria de Imprensa
Oposição vai governar 1 em 5 eleitores
A eleição de 2012 é a segunda consecutiva em que os principais partidos que hoje fazem oposição ao governo federal encolhem em tamanho e importância nos municípios. Em oito anos, PSDB, DEM e PPS perderam 864 prefeitos e passaram a governar uma fatia do eleitorado 50% menor.
Juntas, essas três legendas elegeram no mês passado prefeitos que governarão 20% do eleitorado a partir de 20x3,0 PSOL, que não existia em 2004, também é hoje de oposição, mas sua inclusão na conta não altera o resultado, pois vai governar apenas 0,2% dos eleitores.
Nas eleições de 2008, PSDB, DEM e PPS conquistaram o direito de governar 28% dos eleitores. Esse índice já era inferior ao obtido em 2004, quando as siglas venceram em cidades que somavam 40% dos eleitores.
Em número de prefeitos, a crise dos três partidos também se revela, mas em menor grau: foram 1.967 eleitos em 2004,1.416 em 2008 e 1.103 em 2012. Uma queda de 44% em oito anos.
O partido que mais perdeu peso ao longo do tempo foi o DEM, legenda que, ainda como PFL, chegou ao auge de sua importância nas eleições municipais de 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso, quando venceu em 1.028 cidades do País e superou até o PSDB, partido do então presidente, que ficou com 985. Nos últimos oito anos, o eleitorado comandado pelo PFL/ DEM passou de 13%" para 4,6%. Em 2008, com Gilberto Kassab,
o DEM chegou a eleger o prefeito de São Paulo, maior cidade do País - cidade que em 2013 passará a ser governada pelo PT.
Independentes. A base governista como um todo, formada oficialmente por 20 partidos que elegeram prefeitos nas últimas i; eleições, ampliou seu controle do eleitorado de 57% em 2004 para 72% em 2012. Em relação a 2008, o crescimento foi pequeno: 1 ponto porcentual.
Em 2004, a composição da base tinha algumas diferenças em I relação à atual. O PPS, por exemplo, estava no governo - só saiu | após o escândalo do mensalão,
1 em 2005. Já o PDT ainda não ha-= via ingressado no governo.
O bloco governista pode cresceram demais se o PSD do prefeito Gilberto Kassab, hoje um partido independente, formalizar sua adesão à base de apoio à presidente Dilma Rousseff. O PSD,
O que vai governar 6% dos eleitores do País a partir de 2013, está 5 em conversações com o governo para obter uma vaga na Esplanada dos Ministérios.
Adesão.
A legenda de Kassab, caracterizada por ele rnesnio como “nem de esquerda, nem de direita, nem de centro", também avalia uma possível fusão com o PP. O partido resultante teria 965 prefeitos e 86 deputados federais - na Câmara, empataria com o PT em primeiro lugar no ranking das bancadas.
Apesar de não integrar formal: mente a base governista, o PSD | votou a favor do Palácio do Planalto em 85% das ocasiões, na Câmara dos Deputados, desde que | foi criado, no ano passado, segundo o Basômetro (http://esta-! daodados.com/html/basometro), ferramenta online do Estadão Dados que mede o grau de governismo dos partidos e dos parlamentares.
O PV também integra o bloco dos independentes, mas seu grau de fidelidade ao Planalto é alto: desde o início da gestão Dilma, o partido seguiu a orientação do líder do governo na Câmara em 79% das votações.
O oposicionista PSOL venceu í em 2012 suas primeiras eleições, | em Macapá (AP) e na pequena Itaocara (RJ). Com informações da Agência Estado
PPS e PSDB planejam golpe
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje o julgamento do processo do chamado "mensalão" e pelo visto, o espetáculo para a imprensa deve continuar. Deputados e senadores do PSDB e do PPS protocolaram, na tarde de ontem, na Procuradoria Geral da República (PGR), representação contra o ex-presidente Lula para que ele seja investigado.PPS, PSDB e DEM haviam elaborado o documento na semana passada.A representação baseia-se em reportagem da revista Veja envolvendo o empresário Marcos Valério, apontado como o operador do mensalão e condenado pelo STF por peculato, corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
O documento é assinado pelo presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), o líder do partido na Câmara, deputado Rubens Bueno (PPS-PR), o líder do PSDB no Senado, senador Álvaro Dias (PR), o líder da minoria na Câmara, deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), e o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Nele, os parlamentares afirmam levar ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, "alguns fatos que, em tese, poderiam ensejar a propositura de uma nova ação penal, intimamente ligada àquela já referida a do mensalão".
DEM recuou
O DEM avisou que ficaria fora por avaliar que, sem indícios concretos da participação de Lula, o pedido tende a naufragar e, de quebra, render um "atestado de bom-moço" para o ex-presidente.
Na Procuradoria Geral da República, avalia-se que o objetivo da defesa de Valério é tentar tumultuar o processo e anulá-lo pela força de uma nova instrução criminal, o que reabriria a investigação.
Promotores de SP-- a maioria ligado ou filiado ao PSDB, querem ouvir Valério
Em São Paulo, promotores pediram a Gurgel detalhes sobre o depoimento de Valério e também querem ainda ouvir o publicitário.
- Há o interesse. Há uma série de pontos que coincidem com elementos da promotoria sobre o caso - disse o promotor Roberto Wider Filho, que iniciou as investigações sobre Celso Daniel, em janeiro de 2002.
Em 2006,-- ano eleitoral-- o Ministério Público de São Paulo tentou ouvir Valério, mas não teve sucesso.Agora, talvez visando 2014, vão tentar novamente
Obama é reeleito presidente dos Estados Unidos
Os norte-americanos escolheram permanecer com um governo dividido em Washington, mantendo o democrata na Casa Branca e deixando o Congresso como estava, com os democratas controlando o Senado e os republicanos na liderança da Câmara dos Deputados.
Veja fotos da eleição nos EUA.
Segundo as projeções das principais emissoras de tevê americanas, entre elas a CNN, a Fox News e a NBC, Barack Obama conta com 303 delegados no Colégio Eleitoral - oriundos de 25 estados e do Distrito de Colúmbia -, e atribuem 206
votos ao republicano Mitt Romney
Entre os estados conquistados por Obama estão os disputados Ohio,
Iowa, Pensilvânia, Michigan e New Hampshire, enquanto Romney venceu
na Carolina do Norte, Indiana e Texas, entre outros, segundo as
projeções das cadeias de televisão americanas.
Como a Virgínia pende a favor de Obama e o Alasca prefere Romney, ficam pendentes os 29 votos no Colégio Eleitoral referentes à
Flórida, onde prossegue uma acirrada apuração.
Desde 1960, nenhum presidente chegou à Casa Branca sem vencer em Ohio, que tem 18 votos no Colégio Eleitoral.
20º presidente americano reeleito
Com a vitória, Obama, repete o feito de seus dois antecessores diretos, George W. Bush (2001-2009) e Bill Clinton (1993-2001), e se torna o 20º presidente americano a conseguir a reeleição.
No Twitter, o presidente anunciou sua vitória na tentativa de reeleição, publicando a mensagem "mais quatro anos", e agradeceu a seus eleitores.
"Estamos todos juntos. É por isso que fizemos campanha, isso é o que somos. Obrigado", afirmou o governante em mensagem na qual assina com suas iniciais, BO.
A mensagem do democrata Obama foi retuitada 90 mil vezes em poucos minutos.
Em seguida, o presidente postou uma foto na qual é visto abraçando sua esposa, Michelle, e que os usuários da rede social reenviaram 242 mil vezes.
Em Chicago, onde está o quartel-general da campanha democrata e onde Obama fará nesta quarta um discurso no centro de convenções McCormick Place, houve grande euforia após o anúncio da vitória do presidente.
Em 2008, quando ganhou o pleito que o transformou no primeiro presidente negro da história dos EUA, Obama recebeu 365 votos no Colégio Eleitoral, contra 173 de seu então concorrente, o republicano John McCain.
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| Foto postada no Twitter por Obama após ser reeleito (Reprodução) |
Reuters
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