Com Haddad subindo, Russomanno e Serra fogem, e TV Record mela debate

Deu no Terra Magazine:
A Rede Record acaba de cancelar o debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, previsto para a próxima segunda-feira (1). De acordo com nota da emissora, divulgada no fim da manhã desta quarta-feira (26), a campanha de José Serra (PSDB) não respondeu aos convites para as negociações sobre as regras do debate.
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Além disso, diz a nota, o candidato Celso Russomanno (PRB) não poderá comparecer porque, de acordo com a coordenação de sua campanha, na mesma data, por previsão médica, deve nascer sua filha.
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"O debate previsto para acontecer com os oito candidatos, sem a participação de dois entre os três mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais, ficaria prejudicado em sua dinâmica e não cumpriria seu papel de informar o eleitor e discutir ideias para a cidade de maneira ampla e democrática", diz o texto.
Comento:

A TV Record, cujos diretores tem vínculos diretos com o PRB, partido de Russomanno, está protegendo o seu candidato para que ele não perca votos para Haddad.

Aliás, Russomanno era apresentador da emissora até julho. A desculpa da data não convence. A emissora poderia até ter trocado a data, porque os demais candidatos aceitariam.

O objetivo da Record é não dar visibilidade para Haddad (PT), em crescimento nas pesquisas, o que o coloca como adversário de Russomanno no segundo turno.

Quanto a Serra, perdeu todos os debates que participou. Quando ele é comparado com outros candidatos, perde votos. Quando agride, aumenta sua própria rejeição. Por isso sua assessoria não está interessada neste debate.

Mas a Record não está nem aí para a ausência de Serra. Até gostaria de deixar uma cadeira vazia para desgastar o tucano, não fosse o fato de Haddad representar uma ameaça a Russomanno.
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*BOMBA* Vem ai o KIT GAY novamente!




Julio SeveroDepois de mais de um ano do escândalo do kit gay, onde o Ministério da Educação sob Fernando Haddad deu milhões de reais para a ABGLT para a elaboração do infame kit gay, os estrategistas do PT finalmente conseguiram uma manobra para contornar o escândalo e utilizar uma roupagem “científica” para avançar a doutrinação pró-homossexualismo nas escolas.O atual ministro da Educação,
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Não se está dando devida atenção a crime praticado pelo COB, que roubou dados sigilosos dos Ingleses nas Olimpíadas

O caso é gravíssimo e está jogando o nome de nosso país na lama, graças a procedimento de funcionários do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), do Ricardo Teixeira olímpico, Carlos Nuzman.

Durante a Olimpíada de Londres, funcionários do COB que trabalhavam em cooperação com o Comitê Organizador britânico copiaram fraudulentamente dados sigilosos dos ingleses.

O COB afirma que demitiu funcionários (não diz quantos nem quais), mas não afirma quais dados eles furtaram dos ingleses.  O ministro do Esporte e o governo brasileiro não se pronunciaram a respeito.

Hoje, em seu blog, o jornalista Juca Kfouri denuncia que essa não é a primeira vez que isso ocorre e que se as autoridades do governo não entrarem de sola no COB, mais uma vez o escândalo que envolve o nome do Brasil não vai dar em nada.

Eis a postagem do Blog do Juca:

Rodrigo Hermida, hoje gerente de Voluntários do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, foi demitido, seis anos atrás, do Comitê dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro.
Motivo: copiou sem autorização, e com uma senha que não era dele, os dados da empresa multinacional Event Knowledge Services ( EKS) que, então, prestava serviços ao chamado Co-Rio, presidido por Carlos Nuzman, a exemplo do que se dá hoje no comitê da Olimpíada.
O pessoal do COB, por sinal, faz questão de separar-se dos comitês organizadores dos Jogos, tanto dos Pan-Americanos quanto dos Olímpicos, embora a associação seja inevitável.
Hermida foi a cabeça que rolou à época e jamais o caso foi revelado por Nuzman, como provavelmente aconteceria agora no vexame londrino.
A EKS vinha de experiências vitoriosas ao participar de Olimpíadas recentes e dos Jogos da Comunidade Britânica e, terceirizada, preferiu exigir apenas a punição do funcionário invasor e não dar publicidade ao caso, até porque fora escolhida a dedo por Nuzman e sem licitação de nenhuma espécie, coisa que se repetiu para 2016.
Hermida trabalhava em área subordinada a Mario Cilenti, hoje diretor do Co-Rio-16, e que, obviamente, sempre esteve ciente do episódio — e em silêncio.
Como brasileiro brinca com tudo, os funcionários que agora foram escolhidos como bodes expiatórios do escândalo londrino, estão sendo chamados, de “os hermidas” por quem conhece, no COB, o episódio às vésperas do Pan.
Cada vez fica mais claro que o assalto aos dados britânicos se deu basicamente pela ação de um dos demitidos, o “hermida” Bruno Olivieri, da área de TI (Tecnologia da Informação) do Rio-16.
Ele não apenas copiou uma quantidade abissal de informações, a ponto de chamar a atenção dos ingleses, como, não satisfeito, mandou um e-mail aos demais que tinham acesso aos arquivos, ensinando como ir além do que estavam autorizados.
O blog não conseguiu localizar Olivieri, mas ouviu, e gravou, a reação nervosa, apavorada, de Hermida, que em princípio negou.
Depois quis encaminhar o assunto para a assessoria de imprensa do COL, em seguida pôs a ligação no viva-voz e prometeu retornar em meia hora,  mais de uma hora atrás.
O blog voltou a ligar em seu celular que tocou até cair na caixa postal.

Será que vamos precisar de uma reportagem de Andrew Jennings, aquele jornalista do "Mr.Teixeira", que desmascarou Ricardo Teixeira na BBC, para que o governo brasileiro se mexa?



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Caso de menor acusado de matar irmão de 2 anos gera debate sobre Justiça



Um caso de direito penal envolvendo um menor na Flórida está causando um amplo debate nos Estados Unidos que vai além de questões jurídicas, fazendo a sociedade questionar o conceito de Justiça.
Cristian Fernandez, de apenas 13 anos, está sendo julgado como se fosse maior de idade por um tribunal do distrito de Duval County por dois crimes cometidos em 2011.

O menino é acusado de ter matado por espancamento seu meio-irmão David, de 2 anos, e de ter atacado sexualmente seu outro meio-irmão, um menino de 5 anos.

Se Cristian for condenado por homicídio doloso, ele pode receber pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional.
O caso chamou atenção não apenas pela idade de Cristian, mas também pelo passado de abusos e de violência a que o próprio acusado foi submetido no ambiente familiar ao longo de sua vida.

Marcas da violência

Cristian nasceu marcado pela violência. Sua mãe, Bianella Susana, deu à luz o menino quando tinha apenas 12 anos. O pai de Cristian foi condenado a 10 anos de prisão por ter estuprado a, então, pré-adolescente.
Quando tinha dois anos de idade, o menino foi encontrado vagando de madrugada pelas ruas do sul da Flórida, despido e mal cuidado. A avó, que era a responsável pelo menino, estava trancada há horas no quarto de um hotel de estrada, em uma maratona de uso de drogas.
Alguns anos mais tarde, em 2007, o Departamento de Crianças e Famílias da Flórida investigou uma alegação de que Cristian havia sido abusado sexualmente por um primo.
O menino também começou a dar sinais de distúrbio de comportamento, com um histórico de relatos às autoridades locais de que ele havia matado um filhote de gato, além de ter simulado atos sexuais e se masturbado na escola.
Mesmo assim, Cristian apresentava um excelente desempenho acadêmico.
Em 2010, foi constatado que o menino vivia novamente em um ambiente violento. O marido de Bianella deu um soco no olho de Cristian, fazendo com que sua escola o encaminhasse a um hospital.
Ao chegar à residência da família, em um subúrbio de Miami, para investigar a agressão a Cristian, a polícia encontrou o padastro do menino morto. A causa da morte indicava suicídio com arma de fogo.

Julgamento

Um ano mais tarde, Bianella deixou Cristian sozinho em casa com os dois irmãos, quando David foi espancado. Ela demorou mais de oito horas para levar o filho de dois anos, que se encontrava inconsciente, até um hospital.
Em março deste ano, a mãe dos meninos se declarou culpada por homicídio culposo, determinado pela falta de intenção em provocar a morte da vítima, e pode ser condenada a 30 anos de prisão.
Agora, a juíza Mallory Cooper enfrenta um dos casos de direito penal mais complicados já vistos nos tribunais americanos.
Muitos advogados e promotores apoiam a promotora estadual, Angela Corey, que pediu que Cristian fosse julgado como adulto.
Mas acadêmicos de direito e psiquiatria acreditam que a abordagem do direito penal no caso de delinquentes juvenis deve ser mais humana.
"Precisamos decidir se queremos um sistema que visa à punição ou à justiça", disse à BBC Brasil Jenna Saul, médica especialista em psiquiatria forense.
Segundo a psiquiatra, é possível que Cristian nem entenda as consequências dos seus atos de violência, uma vez que, na realidade dele, a agressão física é uma forma de mostrar frustração que não resulta em morte.
"Esse menino deve, sem dúvida alguma, ser julgado por um tribunal para menores, onde podem ser implementadas maneiras de reintroduzi-lo à sociedade", afirmou Saul.

Outros casos

Na década de 80, houve um aumento no número de casos de menores sendo julgados como adultos no país. No fim dos anos 90, a maioria dos estados americanos tornou mais fácil que delinquentes menores de idades fossem tratados como adultos pelos tribunais criminais.
Atualmente, existem mais de 2 mil indivíduos no sistema carcerário dos EUA que receberam pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, quando ainda eram menores de idade.
Recentemente, a Suprema Corte dos EUA declarou que esse tipo de pena é inconstitucional, classificando-a como "punição com requintes de maldade", mas nos EUA a autonomia dos estados torna a questão mais complexa.
Em âmbito global, há apenas 12 outros casos de encarcerados que foram condenados quando menores à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional.
BBC Brasil

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Justiça não manda na Internet

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