QUEM É QUEM V

UM JEITO NOVO DE GOVERNAR!!!                                                                                    
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 PROPOSTA AO FUNCIONÁRIO PÚBLICO E GOVERNO TRANSPARENTE
* O funcionário público terá participação e responsabilidade fundamental nas mudanças que serão implementadas pelo nosso governo;
* Ele será valorizado e respeitado todos os dias da nossa administração.

Nosso governo será um marco na história da cidade e servirá de exemplo para o país.
A gestão será marcada pela ÉTICA, EFICIÊNCIA E TRANSPARÊNCIA.
Nosso compromisso é ter um mandato popular onde transformaremos as ações administrativas nas decisões de um orçamento participativo.


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É TEMPO DE COMPRA DE VOTOS ???

Olá caro leitor do Blog. Estive conversando no dia de hoje, com vários candidatos a vereador. Para muitos candidatos, neste ano em Colombo, um dos sérios problemas a resolver é o do financiamento da campanha eleitoral, principalmente numa cidade com algumas dezenas de astros e estrelas a dar tudo para conquistar uma cadeira na Câmara Municipal. Esse ano, não há novidade no velho modelo brasileiro de conquistar votos.
Levantados os custos formais e informais de campanha, contabilizados e não contabilizados,  80% do custo da campanha de um candidato a vereador que quiser ser bem votado é com o pagamento a cabos eleitorais. Isto é: pagamento a pessoas para circularem pelas ruas com cartazes, bandeiras ou distribuição de folhetos.
Isto representa a maior parte dos custos de uma campanha em uma cidade como Colombo. A contratação de cabos eleitorais começa modesta, pode crescer ao logo do tempo e tornar-se avassaladora na última semana, com a distribuição espetacular de “santinhos” na noite da véspera e no dia da eleição. Nesse dia, um candidato a vereador endinheirado poderá contratar milhares de cabos eleitorais bem remunerados por um dia.
É uma forma sofisticada de “comprar votos”, usada no Brasil inteiro. O tempo de aliciar votos em campanha romântica, com promessas vibrantes e bem-intencionadas aos votantes, acabou. Uma maioria silenciosa de eleitores brasileiros vivaldinos, treinados pela nova filosofia política que cresce no país hoje em dia, só pensa em “levar vantagem em tudo”. 

Basta fazer uma conta simples: a permissão legal para expor um cartaz só pode ocorrer com alguém o segurando. Essa prática ajuda “comprar votos”. Um candidato poderá contratar 2 mil ou mais “seguradores de cartazes”, todos bem pagos em troca do voto deles e da família. Atrás dos seguradores alguém pode pagar-lhes ricos salários até no dia da eleição.
O número de cabos eleitorais para ajudar a eleger vereador depende da capacidade financeira de cada candidato. Poucos, no começo da campanha, e numerosos nos dias que antecedem a eleição. Algum candidato pode oferecer uma remuneração ao cabo eleitoral, no dia da eleição, e dobrar a oferta se conseguir os votos para se eleger. Esta compra de votos é sofisticada.
O que eu proponho é ACABAR  com essa  prática de “compra de votos”, e  que na sexta, sábado e no dia da eleição SEJA PROIBIDO a  manifestação eleitoral nem bandeira, nem panfletos, nem camisetas, nem carros de som. Nada que mobilize eleitores ou sinalize aliciamento de votos. 

Não venda seu voto !! 
Vote sério !!
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"INJUSTIÇA" JUSTIÇA TENTA BARRAR CANDIDATURA DE JOTAPÊ



Boa tarde a todos os amigos e amigas.
Nota de esclarecimento:
Em 8 de Junho de 2001 fui convidado a comparecer no Ministério Público do Estado do Paraná para explicar o por que uma Kombi que estava a disposição do meu gabinete tinha meu nome escrito nas laterais. No meu depoimento disse a ele que todos os vereadores da casa tinham em seus veículos a inscrição com seus nomes. Ele me disse que não era permitido, pois se tratava de crime. Diante desse orientação o apelido jotape foi retirado. Acontece que o MP me denunciou à Justiça, à 1ª Vara da Fazenda Pública pedindo a suspensão dos direitos políticos, pelo prazo de 3 (três anos), condenação ao pagamento de multa civil correspondente ao valor da remuneração. Em 2005 fui penalizado. Em 18 de Novembro de 2008, entrei com um pedido no Tribunal de Justiça do Paraná para cumprir minha pena. Meus direitos políticos me foram devolvidos em 28 de Janeiro de 2012. 
Eu estava filiado no PSDB até agôsto de 2011. Deixei o partido e em 7 de Outubro me filiei no PSC. Depois de ter minha candidatura homologada pelo TRE, o juiz da 1ª Zona Eleitoral indeferiu sob alegação de que o PSC não poderia ter me filiado naquela data porque eu ainda estava com meus direitos políticos suspensos. Embora tenha cumprido os três anos que terminaram em 18 de Novembro de 2011, a Justiça Eleitoral entendeu que minha filiação no PSC não poderia ter sido feita. Caso eu estivesse ainda filiado ao PSDB, eu estaria com minha situação legal. Entendam: A Justiça Eleitoral diz que minha filiação no PSC não tem validade.
Respeito a decisão, mas, hoje pela manhã em reunião com meus advogados decidimos recorrer da decisão. Seja qual for o resultado irei respeitar. Fui punido pela justiça por ter colocado meu apelido de jotape nas laterais de uma Kombi. Quem duvidar deste depoimento procure os autos 1.198/2001 em nome de José Aparecido Alves.

Obrigado pela atenção.

Jotapê
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LEALDADE E SUBSERVIÊNCIA. QUAL A DIFERENÇA?


A lealdade diz, estou com você enquanto você acertar.

A subserviência diz, estou com você ainda que você erre.

A lealdade diz, não me importo se falam mal de você, deve ser mentira.

A subserviência diz, não me importa se falam mal de você, mesmo que seja verdade.

A lealdade diz o seu interesse é para mim tão importante quanto o meu.

A subserviência diz, o seu interesse é para mim mais importante do que o meu.


A lealdade diz o seu sonho é tão legitimo como o meu.

A subserviência diz, somente o seu sonho é legitimo.

A lealdade diz, a minha ajuda esta a sua disposição 

A subserviência diz, a minha existência esta a sua disposição


A lealdade diz, é bom viver com você

A subserviência diz é bom ver você vivendo.

A lealdade diz, é um prazer interagir com você

A subserviência diz, é uma obrigação ser gerido por você.


A lealdade diz, nós vencemos, nós perdemos.

A subserviência diz, você venceu, eu perdi.

A lealdade diz, Eu e você

A subserviência diz, você, somente você, nada mais do que você !
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Siga o (bom) exemplo de Collor, Jorge

O Senado Federal passa a publicar a partir da próxima terça-feira (31) os salários de todos os seus servidores, incluindo os senadores. É nesta ocasião que o Brasil passará a conhecer os nobres parlamentares com salários estratosféricos, incluindo o acreano Jorge Viana (PT).

Juntando a pensão de ex-governador do Acre e de senador da República, Jorge Viana terá um salário mensal bruto de R$ 50 mil até 2018, quando se encerra seus oito anos de mandato. Caso tente a reeleição ou trilhe outros caminhos na política, o contracheque do petista pode permanecer ou ser alterado.

A pensão de ex-governador que sempre foi criticada pelo PT voltou a vigorar justamente no primeiro mandato de Jorge Viana no Palácio Rio Branco (1999-2002). Um privilégio garantido a quem deu seus préstimos ao povo do Acre.

É justo? É ilegal? É imoral. Em um dos Estados mais pobres da República brasileira obter este salário sem dar uma contribuição à Previdência não condiz com a conduta de quem sempre combateu a velha política dos coronéis no Acre.  Milhares de acreanos precisam trabalhar para ganhar um salário mínimo e contribuir com o INSS para, na velhice, continuar ganhando um salário mínimo. Isso quando contribuem, pois muitos estão na informalidade.

Jorge Viana bem que poderia seguir o exemplo de um coronel instalado no Senado, seu colega ex-presidente Fernando Collor de Melo (PTB-AL). O presidente do primeiro impeachment de nossa história abriu mão de sua pensão de ex-governador de Alagoas. Mesmo caminho seguiu Aécio Neves (PSDB-MG) e João Durval (PTB-BA).

Jorge Viana, que é um árduo defensor da moralidade no trato do bem público e crítico da velha politicagem do toma lá dá cá e outros fisiologismo, tem a oportunidade de mostrar ao povo acreano seu compromisso com a ética e o fim de privilégios com o bem do público. 

Jorge Viana não é o único privilegiado a ter dois ganhos na Casa. Estão na lista José Sarney (PMDB-AP). Epitácio Cafeteira (PTB-MA), José Agripino (DEM-RN), Valdir Raupp (PMDB-RO), Ivo Cassol (PP-RO) e Pedro Simon (PMDB-RS). Esta regalia de pensão a ex-governadores precisa voltar ao centro das discussões nacionais.

É hora de ressuscitar as ações diretas de inconstitucionalidade que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Com o julgamento do mensalão a se iniciar na próxima semana, o STF ficará travado para julgar outras questões. Mas, é tão logo ver o veredicto dos mensaleiros, e cobrar o fim desta pensão imoral.

Concorda comigo, Flaviano Melo?

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