MAIS UM CONSELHO...

CONFERÊNCIA...
De Transparência e Controle Social, realizada no último dia 26, em Colombo. Teve como meta a criação do Conselho Municipal de Transparência e Controle Social. O destaque dos pronunciamentos foi a participação da sociedade colombense, na sua formação através de trinta (30) representantes.

Nossos governantes, buscam siglas,conselhos e outras atividades políticas, para envolver o povo de uma maneira comum, sem trazer resultados práticos e objetivos. Temos como exemplos, os conselhos que existem em nosso município. Os representantes da população, não tem nenhuma voz nas decisões dos ditos conselhos.

Não podemos cobrar nada, que somos discriminados,além de não termos respostas das solicitações que pedimos, incluindo todos os setores da administração munícipal e do legislativo.
Portanto, está se criando um elefante branco, sem nenhuma perspectiva, de avanço para nossa sociedade.

É dever do Estado e municípios, serem transparentes e gerirem o social e não empurrar para a sociedade,já que ela faz a sua parte.

A primeira demonstração de transparência, pode ser a relação dos componentes do Conselho, quem é quem, nesse conselho.
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• Juliana sacaninha

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• Halloween

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REESTRUTURAÇÃO

É DE RESPONSABLIDADE...
Sim, do Presidente da Câmara Municipal de Colombo, ter conhecimento e tomar providências, com o comportamento de vereadores e seus gabinetes. O funcionamento de determinados gabinetes não são condizentes, com o regimento interno.


A CÂMARA...
Municipal da nossa cidade, está sendo administrada de maneira amadora, apenas servindo de palanque político
e de interesses pessoais e partidários.


A HORA...
É agora de se fazer uma faxina. Uma reestruturação, um planejamento e responsabilizar seus integrantes por atos que são fora do padrão parlamentar e das leis.


PROVIDÊNCIAS...
1- Vereador: cumprir horário em seu gabinete.

2- Assessor: cumprir carga horária no gabinete.

3- Assessores, que fazem "serviços" externos: apresentar relatório do trabalho realizado.

4- Proibir uso de telefone, para interesses particulares.Inclusive os celulares.

5- Proibir uso de computadores, para outras atividades, que não sejam de uso restritamente parlamentar.

6- Dar maior transparência as atividades parlamentares.

7- O portal mais detalhado.

8- Os pedidos de informações e requerimentos sejam dadas respostas.

9- Divulgação dos nomes de assessores, que não comparecem nos seus gabinetes.

10- Que as sessões sejam realizadas com responsabilidades e pelo interesse público e do munícipio.

11- Identificar os veículos oficiais.

VAMOS...
Lutar para essas e outras reenvidicações sejam cumpridas. São deveres e direitos dos cidadãos.
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O informante Waack e a necessidade de regular a mídia brasileira

Não chega a assombrar a revelação do Wikileaks de que William Waack, âncora do Jornal da Globo e mediador de um programa sobre política internacional na Globonews, seja um informante do governo dos EUA. Na verdade, isso esclarece o compromisso de grande parte da mídia brasileira com a política norte-americana. Compromisso que não é novo. Assim como Waack, outros informantes e outros colaboradores diretos existem e sempre existiram dentro da mídia brasileira.

Monopolizados por algumas poucas famílias, os grandes meios de comunicação de massa no Brasil dificilmente apresentam versões divergentes sobre política internacional. Todos servem aos mesmos interesses. Sempre estão do mesmo lado.

Nenhum canal de TV ou jornal condenou a censura à imprensa e internet na Arábia Saudita e, mais recentemente, na França e Itália. Nem as guerras violentas e os milhares de mortos por armas norte-americanas no Afeganistão, Iraque e tantos outros países no passado recente. O assassinato do negro inocente Troy Davis no estado norte-americano da Georgia há pouco mais de um mês teve pouca repercussão na mídia brasileira. Pouco se noticiou sobre a injusta prisão de cinco cubanos que há anos são mantidos isolados e sem direito a defesa nos porões dos EUA. Condenam os palestinos por lutarem pela independência de seu país, mas absolvem Israel por ocupar terras palestinas e bombardear sistematicamente o povo palestino. Acusam Kadhafi de ditador sanguinário, mas deixam de noticiar milhares de mortes patrocinadas pela OTAN e pelos EUA na Líbia. Repercutem a chamada primavera árabe, mas poucos segundos dedicam ao movimento Occupy Wall Street. Falam da crise mundial, mas escondem seus responsáveis.

Os laços das famílias que monopolizam a mídia brasileira com a CIA, grandes empresas, bancos multinacionais e com o governo dos EUA foi sempre forte. Hoje atacam a política externa iniciada no governo Lula e que tem continuidade no governo Dilma. Ontem, defendiam o alinhamento de Fernando Henrique com a política externa norte-americana. Anteontem, justificavam a necessidade da existência das ditaduras militares e de seus bárbaros crimes.

Neste contexto, buscar instrumentos de regulação é uma necessidade. Sim, regular e democratizar. Afirmação diferente da informação manipulada que as poucas famílias que detém a maioria das concessões de rádio e televisão no Brasil tentam difundir. Não há nenhuma tentativa maquiavélica de censurar a mídia e sim de regulá-la. Tal qual se regula qualquer concessão pública à iniciativa privada. Com regras claras, compromissos expressos, responsabilidades de ambas as partes e, sobretudo, controle social. Tal qual ocorre com toda a concessão. Simples assim.
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