Dengue Tipo 4: escalada para o Ano 2011.

Diário de Sorocaba, 01/04/11.
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MILICOS PERDEM TEMPO COM "AMOR E REVOLUÇÃO"

Militares estão fazendo circular abaixo-assinado em que pedem que seja retirada do ar a novela “Amor e Revolução”. Parece que não aprenderam nada com os vinte anos dividindo este País.
Continuam querendo exercer censura sobre as obras de arte e sobre os atos do Governo.
Denunciam bobagens inverídicas, relacionando a novela ao Banco Panamericano etc.,etc..
Devem ser os ovos do Bolsonaro chocados, ou então a própria harpia que deu origem á sua candidatura.
Mas perdem muito tempo: afinal “Amor e Revolução” não atinge sequer  5 pontos do IBOPE.
A turma da teledramaturgia agradece aos “milicos”, com isso vão conseguir melhorar o IBOPE da novela que tem chegado até a 3 pontos.
Ao autor Thiago Santiago e ao SBT  a nossa solidariedade.
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O convescote de Túlio Milman no TRF - Quarta Região

 Milman (E) foi recebido pelos desembargadores Darós, Marga e Paciornik
[foto do portal do TRF-Quarta Região]
O Jornalista Túlio Milman teria ido saber sobre o sumiço do processo 5027955-60.2010.404.7100 do portar do tribunal???


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Bolsonaro e os indignados da hora.


Vou confessar uma coisa: toda esta marola em torno das declarações do Deputado Jair Bolsonaro tem me causado um certo incômodo. Isto ocorre não pela execração pública que o parlamentar vem enfrentando – ver alguém como ele sendo execrado é sempre um prazer -, mas pela forma como esta onda de “indignação cívica” começou e se espalhou. A grande questão é a seguinte: Bolsonaro está em seu sexto mandato como deputado federal; quando era casado, conseguiu eleger a sua então mulher, Rogéria Bolsonaro, como vereadora no Rio de Janeiro; depois da separação, apoiou (e ajudou a eleger) um de seus filhos, Carlos, para o mesmo cargo e, posteriormente, também conseguiu emplacar o outro, Flávio, como deputado estadual. Suas posições reacionárias, preconceituosas, sexistas, homofóbicas e saudosistas da ditadura sempre foram públicas e notórias, até porque ele nunca deixou de explicitar claramente tais posições, inclusive no espaço do Horário Eleitoral Gratuito. No entanto, com exceção de algumas reações de setores da sociedade organizada quando da sua indicação para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara, não me lembro de ter assistido anteriormente a qualquer grita geral – como a de agora - contra suas posições. Aliás, pelo contrário: no ano passado, cansei de receber por e-mail e de ver postados em redes sociais vídeos em que o parlamentar do PP destilava todo o seu ódio e preconceito contra o presidente Lula e a então candidata, Dilma Rousseff. Porém, bastou ele demonstrar o seu preconceito contra uma artista conhecida para que, de repente, todos – inclusive muitos do que ano passado divulgavam suas declarações Anti-Lula e que, consequentemente, votaram para presidente no candidato que comandou uma das campanhas mais obscurantistas e preconceituosas que já tivemos oportunidade de assistir – descobrissem que o Bolsonaro é um fascista e começassem a ir para a rua pedindo a sua cassação. Sinceramente, estou de saco cheio desta indignação classe média, de movimentos do gênero “Cansei” e das passeatas fashion, que traduzem um modismo passageiro (afinal, se jovens estão a se revoltar no mundo árabe, a juventude oprimida do eixo Leblon-Morumbi-Pampulha também tem o direito de fazer o mesmo!). Mas como as modas passam, na próxima eleição, o deputado Bolsonaro provavelmente será reeleito para mais um mandato e muito destes revoltados da hora postarão - nas redes sociais que forem “in” nesse futuro não tão distante - vídeos em que o nobre parlamentar, alçado então à condição de paladino da ética e da moralidade, falará mal do Lula, da Dilma, do PT e dos comunistas comedores de criancinhas...
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Zero Hora e um certo fotógrafo a serviço da homofobia


6 abril 2011 Quem mora ou circula pelo bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, sabe que o cenário das noites de domingo não é o mais tranquilizador. Parte das ruas são ocupadas por grandes grupos de pessoas cujo senso está extremamente alterado pelo uso em grandes quantidades de álcool e outras drogas. A agressividade de alguns desses grupos também não pode passar despercebida para qualquer um que tenha olhos ou ouvidos. Porém, agressiva também é a campanha homofóbica que o jornal Zero Hora buscou desencadear usando esses fatos como argumentos.
Uma reportagem na edição da última segunda-feira trouxe declarações de comerciantes e moradores da região reclamando dos excessos dos jovens que ocupam cerca de duas quadras da Rua Lima e Silva. O problema é detectado com facilidade pela matéria de Gustavo Azevedo e Marcelo Gonzatto. As possíveis soluções, porém, são enxergadas pela reportagem através de “tapas”, aquelas viseiras usadas pelos cavalos. Em uma matéria que ocupa as páginas 4 e 5, as mais “nobres” de Zero Hora, a repressão policial é apontada como única alternativa à agressividade de alguns destes grupos.
Na terça-feira, em nova matéria sobre o assunto, há, enfim, a lembrança de que projetos sociais educativos podem “ajudar” a melhorar a situação. Mas é claro que apenas como uma retranca às cobranças sobre a Guarda Municipal e a Brigada Militar, no corpo do texto. Zero Hora exige que, para garantir os direitos da classe média do bairro, acabe-se com os direitos dos jovens rebeldes.

Leia na íntegra: Jornalismo B

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A primeira coisa que o Grupo RBS deve responder a sociedade riograndense é sobre o estupro de uma jovem menor em Florianópolis por um neto do Sr.Jaime Sirotsky, em que participaram do “nada suposto ato”, 3 garotos e um controle remoto.

A segunda coisa que devem explicar é sobre o desaparecimento do processo contra o seu diretor, Sr.Nelson Sirotsky por “crime de colarinho branco”. Estas e “otras cositas mas”, fazem com que palavras como despudor, ética, moral, homens de bem e bons costumes, não deveriam fazer parte de qualquer notícia, texto ou editorial nas mídias do grupo. Soam como gozação.

Mas há um outro problema: notaram que o despudor tem endereço? Localiza-se no entorno de um empreendimento imobiliário (Melnik Even- O Spot na Rua Lima e Silva, 777 – Cidade Baixa – Porto Alegre – RS)

Essa gentinha não vale nada!
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