BRASIL PERDE REYNALDO JARDIM


Faleceu esta semana o poeta e jornalista Reynaldo Jardim.
Para a maioria dos jovens , talvez um ilustre desconhecido.
Para todos que participaram da luta contra a Ditadura, um grande companheiro.
Paulistano, faleceu em Brasília aos 84 anos.
Em 1964 foi afastado pela Ditadura  do “Jornal do Brasil” onde trabalhava.
Durante toda a sua vida sustentou a luta pela democracia e pela liberdade.
Um de seu livros de poema “Joana em Flor” foi o texto da primeira peça que eu , Reynaldo Gonzaga e Gonzaguinha fizemos na vida.
Durante a tournée, em 1966, fomos presos em Aracaju, pelo chefe do SNI em Sergipe e também representante da SBAT no Estado o Sr. Augusto CésarLobão.
Seus livros de poesia, apreendidos conosco foram queimados em parça pública pelo General Graciliano, então Secretário de Segurança de Sergipe, que gritava :

                                                                          “Aqui em Sergipe quem entende de teatro é a polícia.”

Frase título imortalizada no artigo  que Stanislaw Ponte Preta escreveu na época sobre o fato no jornal “Última Hora” e que consta de um dos exemplares de sua série livresca “FEBEAPÁ- Festival de Besteiras que assola o País”.
Expresso  ao poeta a minha homenagem, e a tristeza de ver partir um grande brasileiro e humanista.
Ao lado dois momentos: o cartaz da nossa peça, e a notícia da prisão pela repressão. Gonzaguinha à direita da foto.
Volto a afirmar, após a eleição da Dilma: a Verdade é filha do Tempo e não da Autoridade.

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Vie domestique


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DR

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Casa de Vidro no BBB 11, e ????

O Imparcial - Araraquara/SP, 26/01/11.
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Ajuda aos deabrigados pela chuva X Pensões do Governo

Diário do Povo/Campinas - SP, 27/01/11.
Contribuição: Edna Santos

Como diz nossa Constituição Federal: "Todos são iguais perante a Lei".
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O cônsul e o spaghetti

Bem, graças ao Wikileaks ficamos sabendo que o ex-cônsul estadunidense em São Paulo classificava os brasileiros que buscavam o visto para entrar nos EUA como bons, maus ou feios.

A classificação se inspirava, é claro, no clássico western spaghetti dirigido por Sergio Leone.

Não é o máximo? Você gastava uma grana indo até São Paulo, penava em uma fila, e daí, com sorte, era considerado bom, e podia ir pros EUA. Se era considerado mau, ou feio, não podia ir.

Muita gente poderia achar que isso é humilhante, mas eu discordo. Humilhante seria trabalhar como funcionário de um país que invade uma nação soberana por um punhado de dólares. Ou melhor, humilhante mesmo seria trabalhar para um vice-presidente como Dick Cheney, o qual coloca uma empresa como a Halliburton a matar em terra estrangeira por uns dólares a mais. Perto disso, ser bom, mau ou feio não é nada.
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