PORTO ALEGRE É 10 - EXPOSIÇÃO DA CHICO LISBOA


A Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, em comemoração aos 70 anos de atividades no campo cultural do Rio Grande do Sul deseja homenagear a cidade de Porto Alegre, no período de seu 237º aniversário e para isso apresenta a exposição "PORTO ALEGRE É 10".

O olhar e o sentimento de cada artista em relação a sua cidade ou a cidade que escolheu para viver, as liberdades de escolha das técnicas, dos procedimentos plásticos e das linguagens irão apresentar um conjunto diversificado, através das diferentes especificidades artísticas para esta realização. A pluralidade que estamos vivenciando na arte contemporânea vai tornar o conjunto de trabalhos instigantes e mostrar o resultado plástico da proposta de pensar a cidade.

O tema é a cidade de Porto Alegre que no dia 26 de março estará de aniversário. Cada artista apresentará um trabalho nas medidas 10 cm x 10 cm podendo ser bi ou tridimensional, com espessura no máximo de 5 cm. O suporte é livre podendo ser em tela, papel, madeira, argila, ferro, alumínio, acrílico, etc. nas técnicas de pintura, desenho, gravura, fotografia, imagem digital, escultura, cerâmica, etc. desde que seja respeitada a medida solicitada.

A exposição será realizada no Espaço Cultural da Chico Lisboa e terá o coquetel de abertura no dia 25 de março de 2009, às 19 horas. O encerramento da mostra será no dia 24 de abril de 2009. Todas as obras estarão à venda pelo preço único de R$ 50,00 cada uma. As obras serão retiradas no final da exposição.

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Programa de Aids de Porto Alegre será investigado pelo Ministério Público


A capital gaúcha tem 66,8 novos casos de aids por 100 mil habitantes, segundo dados do boletim epidemiológico de 2008,colocando, portanto, a cidade em primeiro lugar no ranking de maior taxa de incidência do país. Já o Rio Grande do Sul, Goiás e Tocantins foram os três Estados brasileiros que apresentaram percentual de recursos executados abaixo de 50% em relação aos recursos repassados pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde. No caso de Porto Alegre, o Plano de Ações e Metas - incentivo financeiro para investimento no setor e que deveria ser construído com a participação da sociedade civil - ainda não foi apresentado ao Conselho Municipal de Saúde, dificultando um trabalho efetivo e eficaz no combate à epidemia.

Essas informações e outros documentos elaborados ou sistematizados pela Comissão de DST/Aids, do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre, embasaram as denúncias levadas ao Ministério Público Estadual e ao Federal, nesta quinta-feira, 19 de março, pelos representantes da sociedade civil que atuam na defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/Aids e na prevenção da doença.

Após receber documentos e ouvir os representantes da sociedade civil, as promotoras públicas presentes, dra. Marinês Assmann do Ministério Público Estadual e a dra. Ana Paula Carvalho de Medeiros, do Ministério Público Federal (foto das duas) decidiram pela instauração de novo inquérito para investigar as denúncias que apontam a má gestão no setor.

Para a dra. Marinês Assmann, que atua na Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, o quadro é preocupante e desesperador. "Vamos propor ao Ministério da Saúde que realize uma auditoria na Secretaria de Saúde do Município, pois verificamos que o problema de má gestão persiste. O problema da aids e de outras patologias - como a tuberculose - é muito grave, e sabemos que os recursos não estão sendo aplicados, nem estão cumprindo a legislação, no que diz respeito ao Plano de Ações e Metas. Vamos chamar a Secretaria Municipal de Saúde para prestar esclarecimentos e ver se chegamos a um consenso; caso contrário, entraremos com uma Ação Civil Pública, já que os Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) não estão sendo cumpridos”.

Gustavo Bernardes, advogado e Coordenador Geral do do SOMOS, foi mais radical. Propôs a suspensão dos repasses de recursos financeiros do Governo Federal para o município de Porto Alegre até que a situação seja normalizada. Sandra Perin, do Conselho Municipal da Saúde, afirmou, também, que é preciso construir um Plano de Saúde do Município com a participação da sociedade civil através do Conselho.

Oscar Paniz, vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre, ressaltou que a sra. Mirian Weber, representante da coordenação de DST/Aids do município de Porto Alegre, não comparece às reuniões da Comissão, nem fornece, desde outubro do ano passado, as informações solicitadas, ignorando por completo a principal instância de controle social na área da saúde do município de Porto Alegre.

O representante da Fonte Colombo, Frei Luis Carlos Lunardi, propôs que no próximo dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, as organizações da sociedade civil deem visibilidade pública à situação atual da aids na cidade de Porto Alegre, através de manifestação pública em que se denuncie o descaso do Governo Municipal.


Notícia enviada pelo Grupo SOMOS (
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Quando se ouvem explicações sobre o "desandar" de Porto Alegre pelo Prefeito Fogaça, é de se imaginar de que Porto Alegre ele está se referindo. Não a do Planeta Terra, América do Sul, Brasil e ao sul do Mampituba! Em Plutão, talvez!

Porto Alegre tem a pior política de prevenção da AIDS do Brasil!
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O "ninho tucano", com pedido de descullas aos tucanos-aves!


Título: yeda_ninho
Técnica: Bico-de-pena e computador Local: Porto Alegre
Eugênio Neves

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Feijó e as baratas...


Título: feijo_baratas
Técnica: Bico-de-pena e computador Local: Porto Alegre
Eugênio Neves

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Prender banqueiro é crime, torturar doméstica não

Do site da Carta Capital, matéria de Leandro Fortes:

A máquina de moer reputações acionada dentro da Polícia Federal para punir o delegado Protógenes Queiroz tem funções seletivas. Desde a prisão do banqueiro Daniel Dantas, em julho de 2008, a cúpula da PF dedica-se integralmente a tentar indiciar criminalmente Queiroz, acusado de vazamentos e práticas ilegais durante a Operação Satiagraha. Mas nem todo mundo recebe o mesmo tratamento. A Corregedoria-Geral da PF, órgão responsável por investigar os crimes cometidos por policiais federais, arquivou, sem publicidade nem vazamentos, em 29 de janeiro, um processo de tortura supostamente praticada por ninguém menos que o delegado Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da instituição.

Corrêa foi acusado de deter ilegalmente e torturar, à base de chutes, pauladas, socos e eletrochoques, a empregada doméstica Ivone da Cruz, em 21 de março de 2001, nas dependências da Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Ivone, então com 39 anos, trabalhava na casa de uma mulher identificada apenas como Ocacilda, também conhecida pelo apelido de “Vó Chininha”, avó da mulher do delegado, Rejane Bergonsi. Presente durante um assalto à casa da patroa, Ivone acabou apontada como suspeita de cumplicidade com os criminosos, embora nenhuma prova ou evidência tenha sido levantada contra ela até hoje. Corrêa era, então, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da PF em terras gaúchas.

Leia o resto no site da Carta Capital
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