A mídia corrupta esconde a verdade porque também faz parte da quadrilha.

Corrupção no metrô de São Paulo foi maior na gestão de Serra, diz MP

7/12/2013 11:59
Por Redação - de São Paulo

José Serra (PSDB)
José Serra (PSDB) diz que não sabia de nada
A máfia que superfaturou contratos com o Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) agiu de forma muito intensa durante o governo de José Serra (PSDB), embora o ex-governador negue. A informação foi publicada na edição deste fim de semana da revista semanal IstoÉ.
Segundo a publicação, a documentação em poder do Ministério Público de São Paulo indica que as irregularidades ocorreram entre 2008 e 2011. No período em que a maior parte dos contratos irregulares foi assinada, período do governo do ex-governador José Serra (entre 2007 e 2010).
O ex-governador tucano diz que durante sua gestão não tomou conhecimento de qualquer cartel montado por empresas de transportes sobre trilhos, diz a reportagem. Novos documentos mostram, no entanto, que a máfia que superfaturou contratos com o Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não somente agiu durante o governo Serra como foi incentivada por agentes públicos a montar um cartel.
Os superfaturamentos estão relacionados a um controverso projeto de modernização de 98 trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metrô. A reforma dos veículos, com cerca de quatro décadas de operação e considerados “sucata” pelas autoridades que investigam o caso, custam ao erário paulista R$ 2,87 bilhões em valores não corrigidos, um prejuízo de quase R$ 1 bilhão.


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O mapa da mídia

Do Tijolaço - 7 de Dezembro de 2013 | 12:54 Autor: Miguel do Rosário 

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Esse mapa mostra bem, a meu ver, como está organizada a grande mídia brasileira. É um bloco de poder real, organizado institucionalmente, com um braço político (PSDB), um think tank (Instituto Millenium), associações de classe, e muitas conexões internacionais.
Clique na imagem abaixo para ampliá-la.

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O jornal Folha de São Paulo tenta desqualificar o delator do assalto ao Metrô da cidade de São Paulo para salvar os larápios do PSDB. É triste!

Ex-diretor da Siemens agora é aliado da empresa que ele dizia violar a ética


MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

Ele só queria se aposentar na Alemanha. Pelo menos era o que dizia. Depois que a empresa rejeitou o pedido e começou a levantar suspeitas sobre sua conduta ética, o que tinha tudo para ser um pacato aposentado virou um homem-bomba, autor dos papéis que provocaram a batalha em curso entre PT e PSDB.
A trajetória errática é a do engenheiro Everton Rheinheimer, 61, o ex-diretor da Siemens no Brasil que acusa a multinacional alemã e empresas como a francesa Alstom e a canadense Bombardier de conluio em licitações e de subornar políticos e servidores públicos para obter contratos do Metrô e da CPTM entre 1998 e 2008, ao menos.
Rheinheimer (pronuncia-se "rainraimer") é um acusador persistente. Seu caso contra o Metrô e a CPTM começou em junho de 2008, quando enviou uma carta ao ombudsman da Siemens na Alemanha para dizer que a empresa "vem subornando políticos (na sua maioria) do PSDB".
Em nova denúncia neste ano, ele deu nome aos bois: cita o tucano Edson Aparecido, chefe da Casa Civil do governador Geraldo Alckimin, e o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) como políticos que teriam recebido propina --o que ambos negam.
Começa aí uma série de dúvidas que persistem até hoje. Por que ele escreveu essas acusações? Como sabia do suborno? Será que tem provas do que diz? O que ele quer?
Rheinheimer nasceu em São Leopoldo (RS), no primeiro dia de 1952, mas chegou à Siemens brasileira em 2001 como expatriado, vindo da matriz na Alemanha, para gerenciar o setor de transporte.
Em 2007, voltou para a Alemanha para um cargo que não queria assumir, o que levou-o a deixar a multinacional. Tinha 21 anos de Siemens e já havia trabalhado para a companhia na Alemanha, China e nas Filipinas.
São essas as pouquíssimas informações seguras que existem sobre o executivo, que prefere transitar em meio à névoa --ele nunca deu uma entrevista e a única imagem conhecida dele é uma foto 3 x 4, feita há mais de 20 anos.

Fotomontagem/Editoria de Arte/Folhapress
Na montagem, a única foto conhecida de Everton Rheinheimer e os documentos cuja autoria é atribuída a ele
Na montagem, a única foto conhecida de Everton Rheinheimer e os documentos cuja autoria é atribuída a ele
O PAGADOR
Não se sabe por que a Siemens recusou o pedido de aposentadoria na Alemanha, mas colegas e adversários de Rheinheimer dão algumas pistas. Ele teria entregue dinheiro de propina ao consultor Arthur Teixeira, apontado pela Polícia Federal como intermediador do suborno para os políticos, e a empresa não queria mais funcionários desse tipo em sua folha.
Como a Siemens atravessou um escândalo mundial em 2007 envolvendo propina, funcionários que sabiam demais passaram a ser indesejáveis. Outra versão é que o ex-diretor teria desviado para si recursos destinados a pagamento de suborno, o que parece ser uma tentativa de inimigos de desmoralizá-lo.
O que o próprio executivo escreveu, num documento revelado há 15 dias, é que mandou a carta em 2008 ao ombudsman "para me defender de rumores sobre meu envolvimento neste escândalo".
Não se sabe bem o que ele quer dizer com "envolvimento" (pode ser tanto o pagamento de propina como o desvio). Mas é certo que adotou a estratégia do acusado que vira acusador para tentar escapar das acusações.
PARCERIA
Rheinheimer teve um parceiro nas acusações: o deputado estadual licenciado Simão Pedro (PT), atualmente secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo.
Em 2010, o então deputado e o ex-diretor foram ao Ministério Público pedir que as suspeitas sobre o Metrô e a CPTM fossem investigadas. Em documento não assinado de abril deste ano, Rheinheimer critica o desempenho dos promotores.
"Apesar de toda a informação detalhada e das provas fornecidas por mim (...), a investigação do MP-SP não prosperou".
Promotores que cuidam das investigações na esfera estadual tentaram convencê-lo a depor como testemunha oculta, cuja identidade só seria conhecida pelo juiz, mas ele recusou a oferta.
A promotora Beatriz Lopes de Oliveira, que negociou com o executivo em 2010, rebate as acusações de incompetência do Ministério Público: "Ele não aceitou depor, dizia que tinha provas, mas nunca apresentou nada. Sem provas, nenhum juiz concederia uma autorização de busca ou escuta telefônica".
No mês passado, Rheinheimer teve informações de que os acordos no Ministério Público não são muito sérios. Horas após fazer um depoimento sigiloso, viu parte do que dissera ser divulgado pela Rede Globo de Televisão.
Foi por isso que escolheu a Polícia Federal como depositária das informações mais bombásticas que ele diz ter.
Foi à PF que o ex-diretor citou pela primeira vez em caráter oficial nomes de políticos que teriam recebido propina do esquema. O documento é mantido em sigilo, mas dois nomes já foram citados em documentos apócrifos: o do tucano Edson Aparecido, chefe da Casa Civil de Alckmin (PSDB), e o do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP). Ambas refutam com veemência as suspeitas.
O acordo da Siemens com a Cade (Conselho Administrativa de Defesa Econômica), no qual a multinacional acusa a si própria e a um grupo de empresas de agirem como cartel, trouxe outras mudanças súbitas na vida dele.
Pela primeira vez em cinco anos, Rheiheimer tem advogados pagos pela Siemens, que acompanham seus depoimentos no Ministério Público e na Polícia Fedreral. Recentemente, a Siemens pagou o ex-diretor para viajar à Alemanha, com a missão de achar documentos que sustentem suas acusações.
O resultado dessa mudança é que o ex-diretor virou parceiro --mas também refém-- da empresa a quem acusava de violar a ética nos negócios.
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A razão de Mandela ter entrado para a história

08/12/2013

Desde tempos imemoriais, o avanço da civilização se faz através de processos sucessivos de emancipação  de pessoas, do trabalho árduo de reconhecimento de direitos, de busca da igualdade, de considerar todas as pessoas portadoras dos mesmos direitos.

Não é tarefa fácil. É disponível apenas àqueles que têm o sentimento do mundo.
Ao longo da história, o poder dos nobres foi derrubado com sangue; lutas abolicionistas, com guerras; guerras libertadoras, com mortes.

Quando se pensava que a ciência seria dominante, o século 20 abrigou duas guerras mundiais, holocaustos de judeus, de armênios, bósnios, de populações africanas dizimadas pela guerra e pela fome, pelos Gulags e pelo macarthismo. E, para grande parte deles, a justificativa foram as razões de Estado, o interesse nacional, ou algo circunstancial, de afirmação de poder.

***

Na era da comunicação de massa, interesses de Estado ou mero oportunismo político levaram à exploração das piores caraterísticas humanas. O século 20 testemunhou a intolerância contra os negros, os homossexuais, os deficientes, as mulheres, os analfabetos.
Mas reservou espaço, na história, para os pacificadores, os Estadistas da paz, que conseguiram fazer a transição do regime selvagem para o civilizado, sem derramar sangue.

***

Não os imagine dúbios ou pusilânimes.
Na infância, superaram as barreiras da mortalidade infantil, do analfabetismo familiar, da miséria. No início da vida adulta, esfolaram-se em trabalhos braçais
Gradativamente, superaram os obstáculos produzidos pela pobreza e pelo preconceito e, ao primeiro contato com o mundo das ideias políticas, tornaram-se ativistas, lutaram contra ditaduras. E, quando chegou sua vez de governar, conseguiram superar paixões e ódios

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É nos momentos em que empalmam o poder, que se identificam os verdadeiramente estadistas.
Tiveram que engolir os traumas anteriores, sufocar sede de vingança, deixar de lado pruridos possíveis apenas nos que buscam a comodidade da crítica sem resultados, e enfiar o pé no barro.

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Em cada luta civilizatória, desses estadistas da paz, a transição passou pelos pactos com as forças dominantes, pela institucionalização dos direitos, em vez de empurrá-los goela abaixo do preconceito. Passou por administrar os ímpetos dos seguidores e o ódio dos adversários, sem recorrer à violência e ao poder de Estado.
Tiveram que ler desaforos de uma imprensa defensora do “apartheid” que diuturnamente estimulava o ódio, a intolerância, o preconceito, que recorria a toda sorte de denúncias para impedir os avanços sociais, ainda que o preço a ser pago pudesse ser uma guerra civil.
No caso de Mandela, o agente o ódio foi o grupo Naspers, sócio da Editora Abril.

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Sempre haverá os puristas de gabinete, afirmando que a moderação teria impedido avanços maiores. Sempre haverá os catões condenando concessões que permitiram chegar ao concerto nacional. Sempre haverá os que deplorarão as vitórias, pela fé impenitente de que nada avança nem avançará sem o rastilho de uma revolução que nunca virá.
Mas são esses Estadistas, com a perspectiva dos visionários, com o senso prático dos vitoriosos, que comandam os avanços civilizatórios.
Quando morrem, não são pranteados: são celebrados como conquistas eternas da humanidade.
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Madame vai voltar para a cozinha !

Do Conversa Afiada - Publicado em 08/12/2013
“Subir na vida” ficou mais fácil ! Esse Governo Lulilma …
Saiu no Agora, o único jornal que presta na Chuíça (*):

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Cresce o número de domésticas em faculdades 


Tatiana Cavalcanti
do Agora

As domésticas Arlete Pina do Carmo, 39 anos, e Donilda Alves dos Santos, 35 anos, têm um sonho em comum: um diploma universitário.

Por razões que variam entre satisfação pessoal e financeira, o número de domésticas matriculadas nas universidades do país tem aumentado a cada ano.

Entre 2009 e 2012, houve um crescimento de 10% de domésticas universitárias, segundo o analista socioeconômico do IBGE Jefferson Mariano.

“O acesso aos estudos está mais fácil graças aos créditos estudantis e até ao Prouni [Programa Universidade para Todos]“, afirma.
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 NAVALHA
Navalha
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Saiu no comatoso Estadão, pág B6, Economia:
“Subir na vida é mais fácil hoje para 63%”.

Pesquisa da CNI mostra que a sensação de prosperidade é maior no Nordeste, onde o percentual que acredita na mobilidade é de 73%.

Mas, não é muito diferente do resultado do Norte/Centro Oeste – 69% – e do Sul, 68%.

(O índice mais baixo de “mobilidade” é no Sudeste, puxado pela pasmaceira de 20 anos de governos tucanos em São Paulo. Mas o Padilha vem aí, de jaleco branco – PHA)

Segundo a pesquisa, a percepção dos entrevistados é que o “Brasil se tornou um país de classe média”.
Esse Nunca Dantes …

“O Brasil viveu uma grande transformação nos últimos vinte anos, especialmente nos últimos dez”, diz Marcelo Neri sobre a pesquisa.

Neri é ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos.

Na avaliação dele, a classe média tem se mantido “surpreendentemente” forte, mesmo com a desaceleração da economia: “… a nova classe média passou no teste do amortecedor”, diz.

Clique aqui para ler sobre o jovem Gabriel.

Em tempo: é por isso que a Big House fica aflita. Chega no aeroporto e tem que compartilhar o assento com a vovó que vai ao Piauí visitar a irmã. Bom era quando o brasileiro vivia seis anos menos e a vovó morria antes de voltar ao Piauí.


Paulo Henrique Amorim


(*) Chuíça é o que o PiG de São Paulo quer que o resto do Brasil ache que São Paulo é: dinâmico como a economia Chinesa e com um IDH da Suíça.
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