Nelson Mandela




"A morte é algo inevitável. Quando um homem já fez o que ele considera ser seu dever perante suas pessoas e seu país, ele pode descansar em paz."
Em entrevista ao documentário "Mandela", em 1994.

"Apenas por dificuldade, sacrifício e ação militante a liberdade pode ser conquistada. A luta é minha vida. Vou continuar lutando pela liberdade até o fim dos meus dias."
Explicação sobre sua decisão de continuar seu trabalho político, em junho de 1961.

"Nenhum poder na Terra é capaz de deter um povo oprimido, determinado a conquistar sua liberdade."
Em junho de 1961.

"Lutei contra a dominação branca, e lutei contra a dominação negra. Cultivei ideal de uma sociedade democrática e livre, na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal que espero viver para alcançar."
Trecho de "Estou preparado para morrer", defesa de Mandela no Julgamento de Rivonia, em abril de 1964.

"Eu estou diante de vocês não como um profeta, mas como um humilde servo de vocês, o povo. Seus incansáveis e heroicos sacrifícios tornaram possível eu estar aqui hoje. Por isso, eu coloco os anos restantes de minha vida em suas mãos."
Em 1990, ano de sua libertação, Cidade do Cabo.

"Esperamos muito por nossa liberdade. Não podemos esperar mais. Nossa marcha pela liberdade é irreversível. Não podemos permitir que o medo fique em nosso caminho."
Idem

"Que nunca, nunca, nunca mais esta bela terra experimente novamente a opressão de um pelo outro e sofra a indignidade de ser a escória do mundo. Que a liberdade reine."
Em discurso de posse como presidente da África do Sul, em maio de 1994.

"O prêmio foi um tributo a todos os sul-africanos e especialmente àqueles que lutaram. Eu o aceitarei em nome deles."
Em dezembro de 1994, ao receber o Prêmio Nobel da Paz .

"Eu me retiro com a consciência tranquila, sentindo que cumpri meu dever, de alguma forma, com meu povo e meu país."
Em maio de 1999, quando deixou a presidência.

"Deveríamos levar a sério nossas próprias experiências e desempenho. Em um mundo cínico, nós nos tornamos inspiração para muitos."
Em seu último discurso no Parlamento, em maio de 2004.

"Uma questão que me preocupava profundamente na prisão era a falsa imagem que eu projetei involuntariamente para o mundo exterior; de ser visto como um santo."
Trecho de seu último livro, "Conversations with Myself" ("Conversas comigo mesmo", em tradução livre), de 2010.

"A luta contra o apartheid se tornou uma das principais lutas morais do século 20. Como poucas outras lutas de libertação, ela chamou o apoio de pessoas da mais ampla gama de convicções políticas pelo mundo."
Em setembro de 2004, na Cidade do Cabo.

* Nesta postagem, a singela homenagem do Editor do Blog ao grande  Nelson 'Mandiba' Mandela.

(Fonte: G1)
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O resultado da pesquisa do Datafolha para a eleição presidencial em 2014 onde a 'oposição sem rumo' se esborracha foi a senha para mais um ataque da imprensa corrupta brasileira, principalmente e com força total dos veículos midiáticos das “Organizações” Globo. A ‘Conspiradora Corrupta’ ataca mais uma vez a economia, os já presos políticos do ‘Mensalão do PT’ e, simplesmente, sonega, omite e mente sobre as falcatruas do PSDB, partido político da quadrilha que governou o Brasil nos malditos governos de FHC. Naquele tempo fatídico a Globo foi para as dependências do ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico e se tornou uma Tv de utilidade pública apoiando e obrigando o povo brasileiro a economizar energia, sem emitir um único juízo de valor sobre a péssima administração do PSDB. Tudo isso me enoja e dá forças para prosseguir na luta pela liberdade que é sonegada diuturnamente pela porta-voz da ‘elite’ escravocrata.

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Enquanto Dilma sobe o 'Jornal Nacional' despenca e se esborracha.

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Não 'Veja' na Globo. Haja corrupção!

Sete trens do Metrô têm 696 falhas em 1 mês


CAIO DO VALLE, FABIO LEITE - O Estado de S.Paulo
Uma frota de sete trens reformados do Metrô de São Paulo apresentou, em um mês, 696 ocorrências técnicas, segundo dados do sistema divulgados ontem pela Rádio CBN. Só uma das composições respondeu por 360 do total de casos no período. Informações obtidas pelo Estado com funcionários da empresa revelam ainda que outra teve 200 registros em 15 dias. Além disso, desde janeiro, o sistema registrou 111 "incidentes notáveis", atrapalhando o deslocamento dos usuários dez vezes por mês, em média.
Esse é o tipo de situação que mais causa transtornos e só passa a ser computada quando a circulação fica interrompida por mais de seis minutos. O número em 2012 inteiro foi também de 111. Outras ocorrências, consideradas menores pela empresa, não entram na lista. Muitas delas integram a planilha de falhas da frota K, uma das que foram reformadas nos últimos anos pela companhia.
Foram justamente esses trens que, entre 10 de outubro e 9 de novembro deste ano, atingiram a marca de 696 panes. São casos que incluem a abertura de portas com o trem se movendo, problemas de frenagem e até princípio de incêndio. As composições da frota K circulam na Linha 3-Vermelha, a mais sobrecarregada da rede.
O Ministério Público Estadual recomendou nesta semana ao Metrô a suspensão de dez contratos relacionados à reforma dos trens, inclusive os da frota K. Ontem, Marcelo Milani, promotor do Patrimônio Público e Social, afirmou que anexará os dados das falhas ao inquérito que abriu sobre os contratos de reforma das composições.
Sem risco. O diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti Filho, disse ontem que o sistema "não está vivendo nenhuma epidemia" e que o número total de 696 ocorrências não envolve só falhas, mas também intervenções preventivas feitas nos trens. Ele afirmou ainda que a média mensal de ocorrências na frota K é de 45 casos, um número um pouco maior do que os antigos da frota C, que tem 42 ocorrências/mês, em média. Segundo Fioratti, esses trens mais modernos teriam mais ocorrências "por estarem em início de operação".
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Morre Nelson Mandela. Seu legado fica para sempre


Prêmio Nobel da Paz e símbolo maior da luta contra a desigualdade racial, Nelson Mandela morre aos 95 anos, na África do Sul; depois de passar 27 anos num cárcere de 2,5 m por 1,5 m, ele teve forças para liderar todo um país na derrubada do apartheid

Uma das figuras mais celebradas do mundo, primeiro presidente negro da África do Sul, com sua face estampada em todas as notas de dinheiro de seu país, o Prêmio Nobel da Paz Nelson Mandela também foi um dos mártires que pagaram mais caro, na própria pele, por acreditar e lutar por sua causa, a igualdade racial. Nesta quinta-feira 5, aos 95 anos de idade, Mandela deu seu último suspiro – e da condição de lenda vida passou a imortal da humanidade.

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