No blog "FONTE LEGÍTIMA". Enquanto isso, o 'Jornal Nacional' continua atacando o PT. A aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff sofreu forte queda em junho e está se recuperando de maneira lenta e gradual. Na pesquisa Datafolha de 28 e 29 de novembro, subia a 41%. Mas entre os beneficiários do Bolsa Família, o maior programa social da administração federal, a taxa já está 12 pontos acima, em 53% - a 'Conspiradora Corrupta' sangra -. Dirceu pede para escrever em blog dentro da cadeia. Dilma e Lula, reunidos, definem os rumos da campanha para o ano que vem. Produção de veículos em 2013 é recorde

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O grande show da 'Conspiradora Corrupta', com seus aliados que já confessaram serem as manifestações durante a Copa do Mundo de Futebol em junho de 2014 a sua última esperança mesmo que para isso o Brasil seja alvo do maior vexame de sua história, está sendo montado para a tentativa de recuperação econômico-financeira da imprensa brasileira ao colocar um teleguiado no governo federal que volte a financiar essa mídia nauseabunda. Veremos muitos jornais nacionais, sem credibilidade nenhuma, tentando reverter a vitória do povo brasileiro. Mas tudo será em vão como foi todos os ataques a Haddad, candidato vitorioso nas eleições municipais em São Paulo. Nós, o povo, venceremos mais uma vez a ‘elite’ escravocrata. Amém!

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Globo: metida a xerife e justiceira serviçal da direita





Querido amigo Wilbur Marques

Impressionante a guerra que a TV Globo arma contra José Dirceu. Bastou a notícia de que o ex-ministro, no exercício de seu direito, conseguiu emprego para a Globo meter-se a investigadora, xerife, promotora e juíza para persegui-lo. 

O Jornal Nacional de hoje, além de ser repetitivo e requentar as mentiras de ontem, chegou ao cômico mórbido. Isto é, usa de seu poder para enganar os milhões de telespectadores grudados em suas telas na espera da novela a seguir. 

O cômico deu-se na descarada armação que montou. Como metida a investigadora desde ontem manda seus repórteres ao Panamá e a Brasília para investigar o hotel onde José Dirceu trabalharia, com o claro objetivo de prejudicá-lo e de difamá-lo ainda mais. 

Ri muito, ainda que indignado, com a farsa de reportagem com o claro intuito de pressionar o desmoralizado Supremo Tribunal (tribunahaaaa, como pronuncia Marco Aurélio) contra José Dirceu. O capacho William Bonner leu no telepronter que dois juízes se manifestaram contra o emprego de Dirceu. Daí apareceram na tela da TV, dando entrevistas, o proprietário rural e chefe de jagunços no Mato Gross, Gilmar Mendes, com uma voz tipo latido de Pittibul a rosnar contra Dirceu e o apoiador da ditadura militar, para ele um mal necessário, o chiador Marco Aurélio de Mello a dividir-se em dois, numa impressionante violência linguística, dizendo que isso não faz parte de nenhum processo, portanto ele não pode julgar, mas como cidadão não vê com bons olhos o emprego de Dirceu. 

A enganação da Globo em estampado conluio com os conservadores do STF é evidentíssimo e vergonhoso. Como num jogo de futebol, o mais safado deles, armam as jogadas uns passando a bola para os outros, numa explícita intenção de enganar a opinião pública. Dá-se a impressão de que o texto é elaborado em combinação para impressionar os desinformados, na mais contundente disputa política da opinião pública. Nesse jogo sórdido a vitória momentânea é a da mentira, do ódio e da injustiça. 

Muito feio e triste o papel que essa gente pequena do judiciário exerce nesse momento. Menor ainda quando se aliam à direita representada por essa mídia suja, golpista e mentirosa.

Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz.

Dom Orvandil: bispo cabano, farrapo e republicano.

 Leia outras matérias em +Cartas e Reflexões Proféticas www.domomb.blogspot.com.br
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Propineiro diz a Aloysio Nunes como arrumar dinheiro no Banco Mundial para obra da Alstom


Cópia de e-mail em posse da Polícia Federal mostra que Jorge Fagali Neto, apontado como lobista da multinacional francesa Alstom e intermediador de propinas, fez sugestões, no fim de 2006, sobre como o governo estadual deveria agir no setor metroferroviário ao tucano Aloysio Nunes Ferreira, então coordenador da campanha de José Serra (PSDB) ao comando do Estado.

Uma dessas sugestões - a busca de dinheiro externo para obras de uma linha do Metrô -acabou concretizada depois de Serra ser eleito e Aloysio assumir a Casa Civil do Estado. A obra foi tocada por um consórcio que tinha a Alstom como sócia.

Anexada nos autos da investigação sobre o cartel de trens suspeitos de atuar nas gestões do PSDB entre 1998 e 2008, a correspondência é de 26 de setembro daquele ano eleitoral. Faltavam cinco dias para a votação e as pesquisas demonstravam ] que Serra venceria no i° primeiro turno, o que de fato ocorreu.

Na ocasião, além de coordenar a campanha de Serra, o hoje senador Aloysio Nunes era secretário de Governo de Gilberto Kassab (PSD) na prefeitura paulistana.

Fagali é um dos 11 indiciados pela Polícia Federal por suspeita de ilegalidades envolvendo contratos de energia da Alstom com o governo tucano Os investigadores afirmam que ele cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Antes de se transformar em consultor do setor metroferroviário, no qual a Alstom também atua e é suspeita de formar cartel, ele havia sido secretário de Transportes do governo Luiz Antonio Fleury Filho por um ano: em 1994. Fagali sucedeu no cargo justamente Aloysio, que foi secretário de Transportes de Fleury entre 1991 e 1993. Ou seja, Fagali e Aloysio se conhecem "há muitos anos", nas palavras do próprio senador tucano, segundo quem o e-mail de 2006 foi apenas um "alerta de um amigo" sobre a situação do setor metroferroviário naquele momento

O irmão do consultor, José Jorge Fagali, foi escolhido por Serra para presidir o Metrô, estatal do governo, cargo que ocuparia entre os anos de 2007 e 2010.

Fagali, o consultor que mandou o e-mail com as sugestões para Aloysio, está hoje com os ativos bloqueados na Suíça. São US$ 6,5 milhões travados pela Justiça do país europeu por suspeita de lavagem de dinheiro.

Mensagem

 No e-mail, Fagali sugeriu, entre outras coisas, que Aloysio acionasse o Banco Mundial para angariar recursos para a Linha 4-Amarela do Metrô. "Para a linha 4, acredito ser possível um aditamento ao contrato do Banco Mundial", escreveu o consultor no e-mail.

Em abril de 2008, no segundo ano da gestão Serra, o governo assinaria com o Banco Mundial, conforme sugerido pelo consultor, um aditamento de US$ 95 milhões ao contrato deUS$ 209 milhões de 2002 para a construção da linha 4-Amarela do Metrô.

O dinheiro extra foi usado para obras de ampliação da linha e aquisição de equipamentos, como trens e trilhos. Responsável pela construção da Linha4, o consórcio Via Amarela tinha entre seus sócios a Astom. A multinacional francesa forneceu toda a infraestrutura dessa linha do Metrô, como sistema de alimentação de energia e sistemas de controle e de comunicação.

Denunciante.

O e-mail de Fagali ao tucano chegou às mãos da Polícia Federal por meio de uma ex-funcionária do consultor chamada Edna da Silva Flores. Ela foi secretária pessoal de Fagali entre 2006 e 2009 e prestou depoimento aos federais no dia 9 de outubro passado.

Edna disse que "Fagali trocava e-mails com Aloysio Nunes acerca de licitações de metrô em SP". Ainda em seu depoimento, a ex-funcionária de Fagali fala da amizade do consultor com outros políticos, como Serra. Segundo relatou Edna, Fagali era "muito amigo" do tucano. "Jorge Fagali Neto (...) viajou com Serra para o Japão com a finalidade de tratar de assuntos financeiros do metrô de São Paulo", disse no depoimento anexado aos autos da polícia. O ex-governador diz que nunca esteve no Japão com Fagali.

Edna também relatou ao delegado a relação de Fagali com os irmãos Arthur e Sérgio Teixeira, também consultores apontados como intermediadores de propinas do cartel de trens. Sérgio já morreu e Arthur está indiciado sob suspeita de atuar ilegalmente para as multinacionais do setor metroferroviário. "Fagali tinha contato quase diário com Sergio Teixeira e Arthur Teixeira."

Em outra parte do inquérito, há um relatório não assinado, mas escrito em abril deste ano pelo ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer, em que Aloysio é citado como sendo próximo de Teixeira. No mesmo relatório, o ex-diretor da empresa alemã sugere que o chefe da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin, Edson Aparecido, foi destinatário de propina. Aparecido chama a acusação de "absurda". As informações são do Estado de SP
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Lobista da Alstom ensinou senador tucano Aloysio Nunes a obter US$ 95 milhões

247 – Dois dias depois de ter feito uma série de questionamentos sobre o caso Alstom-Siemens ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante sessão no Senado, o líder do PSDB, Aloysio Nunes (SP), volta a ter seu nome envolvido em denúncias do caso. A cópia de um e-mail em poder da Polícia Federal mostra que o parlamentar, que em 2006 exercia a função de coordenador da campanha de José Serra, recebeu dicas de um lobista da Alstom sobre como o governo tucano deveria se comportar no setor de transportes, caso fosse eleito.
As "instruções" são dadas por Jorge Fagali Neto, apontado como intermediador de propinas por parte da multinacional francesa, envolvida em cartel em licitações de trens e metrô, além do setor de energia, no estado de São Paulo. De acordo com o conteúdo do e-mail, denunciado pelos jornalistas Ricardo Chapola, Fausto Macedo e Fernando Gallo, do jornal O Estado de S.Paulo, Fagali Neto ensina Aloysio Nunes sobre como obter verbas para investir no setor metroferroviário. Ao menos uma das orientações foi seguida.
Depois que José Serra foi eleito governador de São Paulo e Aloysio Nunes assumiu a Secretaria da Casa Civil do Estado, o governo assinou um aditamento de US$ 95 milhões ao contrato de US$ 209 milhões com o Banco Mundial em 2008, segundo ano da gestão tucana. A verba iria para a construção da Linha 4-Amarela do Metrô. No email, Fagali Neto aconselhava: "Para a linha 4, acredito ser possível um aditamento ao contrato do Banco Mundial". O consórcio Via Amarela, responsável pelas obras, tinha como uma das sócias a empresa Alstom.
Mas segundo Aloysio Nunes, que diz conhecer Fagali Neto "há muitos anos", o e-mail é apenas o "alerta de um amigo" sobre o setor naquele momento. Antes de se tornar consultor da Alstom, Jorge Fagali Neto foi secretário dos Transportes em 1994 (no governo Luiz Antônio Fleury Filho), tendo sucedido Aloysio, que deixou o cargo em 1993. Hoje, Fagali tem US$ 6,5 milhões bloqueados na Suíça por suspeita de lavagem de dinheiro. Ele é indicado pela PF por suspeita de envolvimento em esquema de contratos de energia da Alstom e acusado de ter cometido os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
No Senado, na última terça-feira 3, Aloysio Nunes atacou o ministro da Justiça pela exposição de seu nome no caso, fazendo questionamentos como: por que as investigações só têm sido feitas em São Paulo, e não envolvem empresas controladas pelo governo federal? E ainda: quem vazou os documentos sobre a investigação que estavam em posse da PF? O tucano sugere, com essas perguntas, que Cardozo tenha agido politicamente com a denúncia a fim de prejudicar os inimigos do governo petista. E agora, sua reclamação ainda procede?
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