Merval: Campos chamou Marina de alienígena e que requer dicionário para ser entendida


Merval: Campos chamou Marina de alienígena e que requer dicionário para ser entendida

4 de Dezembro de 2013 | 11:22 Autor: Fernando Brito
avarina
A coluna de Merval Pereira, hoje, em O Globo, embora o ilustre acadêmico, num rasgo de realismo, tenha descrito com pessimismo quase desesperado, o buraco em que está metida a oposição a Dilma, merece ser lida.
Primeiro, na sua condição de “guru” tucano, anuncia que Serra estaria disposto a ser candidato a deputado federal, embora faça isso um parágrafo depois de dizer que Aécio “gasta seu tempo basicamente na tentativa de garantir o apoio da base paulista do partido, certo de que será competitivo, com grandes chances de sair vencedor num segundo turno, se for forte eleitoralmente em São Paulo.”
Pode ser que Serra esteja “composto”, mas neste caso, porque Aécio estaria “gastando tempo” em garantir apoio em São Paulo?
O mais interessante, mesmo, é ver  Merval descrevendo as brigas de  Eduardo Campos que, irritado , teria dito que Marina Silva  parecia vir “de outro planeta” e que precisava consultar um dicionário para entender a redista dizia.
Uma “enquadrada” geral em Marina, para quem, sem muita cerimônia,  Merval vai logo dizendo para aceitar os acordos com a velha política e que terá de se comprometer a apoiar Aécio se ele for a um segundo turno.
Um bom aviso para o Dr. Joaquim, se este se resolver a ser o “terceiro oposicionista “, como o convida de novo, hoje, na Folha, o colunista Fernando Rodrigues.

Do Blog TIJOLAÇO.
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Documento da Alstom na Suíça registra 8,5% para a conta “Neves”. E agora?


Será que alguém conhece algum "Neves" no reino do tucanato ligado à multinacional Alstom? Porque tem um misterioso código "Neves" em um memorando da Alstom apreendido na Suíça com uma cifra anotada de 8,5% ao lado, investigada como sendo a suposta percentagem de pagamento de propina.
O Ministério Público está devendo elucidar quem é o "Neves" que está por trás dessa misteriosa conta e recuperar o dinheiro surrupiado.

Quem resgatou a notícia foi o Novo Jornal, mas não adianta os tucanos ficarem nervosos e quererem desqualificar esta notícia, porque ela não é nova. Foi publicada em 2008 na revista Época, das Organizações Globo.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI7423-15228,00-O+CODIGO+NEVES.html
Eis trechos do texto da revista:

O código "Neves"

A investigação dos Ministérios Públicos federal e de São Paulo sobre o esquema de propinas do grupo francês Alstom para autoridades brasileiras em 1997 avançou bastante desde a chegada ao Brasil de documentos apreendidos pelo Ministério Público da Suíça. (...) Uma das principais peças da investigação é um memorando manuscrito em francês por um executivo da Alstom. Nele, é identificada a rota das propinas. O dinheiro iria para integrantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE), funcionários da Secretaria de Energia e ainda para o caixa do PSDB. Na descrição dos intermediários da propina, o executivo da Alstom, em seu memorando, usou vários códigos. Entre eles constam “RM”, “CM”, “Splendor” e “Neves”.

Os investigadores acreditam já ter identificado três desses códigos. O tal “RM” seria Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil do governo Covas e atual conselheiro do TCE. “CM” seria Cláudio Mendes, um sociólogo que atuou como lobista de empresas da área de energia junto ao governo paulista entre o fim dos anos 80 e 2004. “Splendor” é uma das seis offshore (empresas de fachada instaladas em paraísos fiscais no exterior) por onde também teriam sido feitos pagamentos da propina pela Alstom, segundo documentos do MP da Suíça. (...) E quanto ao código “Neves”? Os investigadores acreditam que era a pessoa responsável por transformar o suborno da Alstom em caixa de campanha do PSDB. O memorando do executivo da Alstom é de 21 de outubro de 1997. Nele, “Neves” aparece ao lado da cifra “8,5%”, suposto valor da propina. (...)
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Do Blog O TERROR DO NORDESTE.
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Pela lógica da Globo, ninguém trabalharia na Globo

 
A edição do Jornal Nacional desta terça-feira, 3/12, mostra que a mesma empresa que sonegou R$ 1 bilhão à Receita Federal, depois de ter forjado um negócio em paraíso fiscal para encobrir a compra de direitos de transmissão de uma Copa do Mundo, quer impedir o José Dirceu de trabalhar por conta de problemas na estrutura societária do hotel que lhe ofereceu emprego. A mesma empresa que apoiou o golpe militar, sendo, portanto, conivente com crimes contra a humanidade como a tortura, quer dar uma patética lição de moral empresarial . Ridículo. Por essa lógica, todos os milhares de funcionários da Globo teriam que pedir demissão em caráter irrevogável.

Chego a imaginar uma carta de demissão coletiva assinada por destacados integrantes do pelotão de fuzilamento dos "mensaleiros", tais como Merval Pereira, Miriam Leitão, Carlos Alberto Sardemberg, Wiliiam Wack, Arnaldo Jabour e Ricardo Noblat, contendo trechos do tipo :

"Tomamos a decisão de nos afastarmos da empresa a qual servimos com fidelidade, abnegação e denodo por tantos anos, depois de intensa reflexão sobre os males que ela vem causando ao país. O apoio ao golpe militar, reconhecido oficialmente pela Globo, teve grande peso para chegarmos a este ponto de ruptura. Mas não podemos deixar de citar também o massacre dos donos da Escola Base, a fraude no debate de Lula e Collor, nas eleições de 1989, e o linchamento dos réus da Ação Penal 470 como fatos que em muito contribuíram para este pedido de demissão. Nos incomoda ainda o "calote" bilionário à Receita Federal e a transformação de uma concessão pública num instrumento partidário dos mais mesquinhos, voltado para a defesa de todas as teses contrárias aos interesses do povo brasileiro."

Como isso só vai acontecer no dia em que o sargento Garcia prender o Zorro, nos resta resistir e denunciar a tentativa do monopólio midiático de destruir os presos políticos petistas. O PIG quer sangue e mais sangue. É insaciável. Não basta tirar-lhes a liberdade, sem provas, num julgamento político de cartas marcadas. É preciso cassar-lhes o mandato, impedir que trabalhem, atingir sua dignidade, violar seus direitos, transformá-los em mortos-vivos.

Mas não passarão. Cedo ou tarde, a verdade florescerá. Também durante a ditadura os que resistiam à opressão eram caçados como terroristas. O tempo tratou, porém, de jogar na lata do lixo da história ditadores, torturadores e seus apoiadores. E tenho a convicção de que no caso do mensalão não será preciso esperar 30 ou 40 anos pela reparação histórica. De tão grotesca, essa gigantesca fraude judiciária e midiática não tardará a vir à tona. Pode esperar, Barbosa.
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Também do Blog Justiceira de Esquerda
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MANDA-CHUVA DA SIEMENS É O HOMEM-BOMBA DO TRENSALÃO


Como se sabe, para a Justiça (?) brasileira, crime de tucano é “uma quimera”, não é, Bessinha ?


O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:

PRIMO, EX-CEO DA SIEMENS, AFUNDA ATÉ OS CABELOS NO ESCÂNDALO

Figura marginal no noticiário sobre a investigação do pagamento de propinas a dirigentes dos governos tucanos nos negócios dos trens do Metrô, o ex-presidente da Siemens no Brasil, Adilson Primo, acaba de aparecer onde de fato está: no centro desta teia de interesses e negócios obscuros.

Mark Gough, um australiano que é subchefe da auditoria interna da matriz alemã disse, há um mês, em depoimento à Polícia Federal brasileira que  a conta secreta mantida pelo ex-presidente da empresa no Brasil, Adílson Primo, indicava a possibilidade de “pagamento de propinas a funcionários públicos” aqui.

Primo, por sua vez, disse, numa ação trabalhista que moveu contra a empresa, que não tinha conhecimento da conta.

Como a gente previu no sábado, vem muita coisa aí.

Enquanto Aécio Neves grita dizendo que a investigação está acontecendo por razões políticas, o Banco Mundial  – será uma instituição “esquerdista”? – pediu oficialmente às autoridades brasileirasacesso à  ”cópias de depoimentos e outros documentos”  da investigação do cartel dos trens para abrir apuração  interna da instituição sobre financiamentos que concedeu a projetos do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Será que o PSDB também vai dizer que o Banco Mundial é petista?

E, assim como critica a mídia quando encobre os fatos, também tem de elogiar o excelente trabalho dos repórteres do Estadão, que estão obtendo e divulgando os documentos deste escândalo.



Clique aqui para ler “Metrô de Cerra superfaturou R$ 1 bilhão”. 

aqui para ler “Ódio de FHC a Lula atinge o paroxismo”.
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MP vê 'escândalo total' e prejuízos aos cofres em reforma do Metrô de São Paulo


Para companhia, possível abertura de
portas com um trem ainda em
movimento não é anormal
Para Ministério Público, licitações para reforma de 98 trens do Metrô paulista têm indícios de irregularidade: sempre uma única empresa se candidatava a ganhar
Redação, RBA

O Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo pediu hoje (3) a suspensão imediata de dez contratos de reforma de 98 trens do Metrô de São Paulo. Os contratos totalizam R$ 2,5 bilhões. De acordo com o MP, os contratos estão com vício de ilegalidade. A recomendação administrativa foi entregue ao Metrô, que tem 30 dias para apresentar providências. Os contratos foram assinados entre os anos de 2008 e de 2010.

O termo "vício de ilegalidade" pode ser explicado por pelo menos dois aspectos: valor incompatível com a realidade de mercado e falha ou ausência de execução do serviço combinado. O primeiro aspecto foi observado pelo promotor do caso, Marcelo Camargo Milani, por comparação: “Uma das empresas envolvidas na licitação, e que também trabalha na reforma dos trens, recentemente fechou um contrato com o Metrô de Nova York. E os trens novos lá de Nova York vão ter um preço menor do que os trens reformados aqui”.

“Para nós isso é um prejuízo ao erário evidente. Eu reputo que isso é um escândalo total e um prejuízo absurdo para os cofres públicos. É por isso que estamos propondo essa suspensão ao Metrô”, acrescentou o promotor.
A segunda evidência de ilicitude vem sendo notada pelos milhares de usuários, potenciais vítimas das falhas que podem acabar em acidentes como os registrados nos últimos dois anos. O tema tem sido objeto de reportagens feitas em parceria entre a RBA e o site Outras Palavras – por Tadeu Breda e Vinícius Gomes.

No último dia 12 de novembro, dez dias depois de duas ocorrências de aberturas de portas com trens em movimento na Linha 3-Vermelha, a direção do Metrô admitiu em nota enviada à reportagem da RBA os incidentes que a companhia vinha ocultando. As falhas, consideradas "normais" pela empresa, envolveram composições recém-reformadas pelo consórcio MTTrens e pertencentes a uma frota recordista em problemas.

Os sinais de que as irregularidades nas concorrências e contratos do metrô paulista vêm sendo detectados por usuários, e são os próprios funcionários da Linha 3-Vermelha que procuram organizar um levantamento, ainda impreciso, dos problemas. Algumas composições novas chegam a registrar mais defeitos que as antigas. Os dados são preliminares e não oficiais, uma vez que a Companhia do Metropolitano (Metrô), ligada ao governo do estado, dificulta o acesso a estatísticas oficiais.

Em outro acidente na Linha 3-Vermelha, no dia 5 de agosto, os funcionários não conseguiram obter explicações da companhia sobre um descarrilamento ocorrido próximo à estação Palmeiras-Barra Funda, na zona oeste. Requisições amparadas pela legislação foram repetidamente ignoradas.

Nova tentativa

Alguns incidentes listados na ação do Ministério Público podem ajudar a furar o bloqueio da desinformação e falta de transparência. De acordo com o MP, três trens reformados já entregues ao Metrô, e já em funcionamento, foram pivôs em acidentes nos últimos anos: em 1º de dezembro de 2012 (quando um trem andou sozinho na estação Jabaquara e colidiu com outro); o do descarrilamento de 5 de agosto, depois verificado ter sido por um problema em uma peça; e em 16 de maio de 2013, (quando ocorreu, na linha 3 Vermelha, a colisão entre dois trens).

“Três acidentes em trens reformados do Metrô. É mais um indicativo no sentido de que essa reforma tem sido danosa para o metrô e para os cofres públicos de maneira geral”, disse o promotor.

Segundo o MP, os contratos de reforma dos 98 trens do Metrô de paulista têm indícios de que houve irregularidade nas licitações para a escolha das empresas que fariam o serviço: nos contratos, sempre uma única empresa se candidatava a ganhar a licitação. “Nos contratos principais não houve competitividade, ou seja, nas licitações apresentadas contaram apenas com um concorrente e uma proposta, que é a vencedora”, destacou o promotor.

O MP ressalta ainda que há indicativos que não houve vantagem para o erário na decisão pela reforma em vez da compra de novos trens. Também há indícios de que houve o fracionamento, em dez contratos, da contratação do serviço na tentativa de esconder o valor total do contrato.

“A questão é de se saber por que reformar um trem de 40 anos, qual a razão disso. Todas as outras grandes cidades que têm trem, o trem não dura todo esse tempo. É material de sucata. Você faz um novo. Não existe fora da cidade de São Paulo nenhum outro caso de reforma de trem”, disse o promotor.”

Com informações de Bruno Bocchini, da Agência Brasil”


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