Flagrante mostra típico leitor da Veja em ação na Avenida Paulista




Em 2008, publiquei aqui a postagem Nem Civita lê a Veja, em que ele discorria sobre o leitor típico da revista Veja:
Roberto Civita: “... Os leitores clamam, (...), querem que a sua revista se indigne. Eles querem. Os brasileiros, hoje, não posso falar de outras partes do planeta, mas os leitores de Veja querem a indignação de Veja. Eles ficam irritados conosco quando não nos indignamos. Estou tentando explicar, não justificar. Acho que Veja se encontra toda semana na difícil posição, de um lado, de saber que reportagem é reportagem e opinião é opinião, sendo que não tem editoriais além daquele da frente; e, de outro, sabendo que os leitores..."
Flagrante de reportagem de uma emissora de TV mostrou como é esse leitor típico (no caso, uma leitora) de Veja em ação. 

Que me desculpe a senhora tão cruamente exposta na reportagem. Meu intuito aqui não é atacá-la. É uma senhora com dificuldades de andar, não sei que remédios toma, que dores suporta, que problemas enfrenta, enfim, não sei o que a levou à explosão de fúria, ao vulcão que despejou a lava de seus ressentimentos.

Essa lava é que me interessa, que me faz reproduzir aqui no blog o vídeo de sua fúria, tão perfeitamente definida por Civita como a de um leitor típico de Veja.

Confiram o vídeo e logo após a reprodução da postagem de 2008 (porque pesquisa mostra que leitor típico tem preguiça de seguir links...), com os comentários sobre Civita e Veja.





Nem Civita lê a Veja

(3 de janeiro de 2008)
Pelo menos é a conclusão a que se chega ao ler o artigo publicado pelo editor da revista e presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, no último número da Veja de 2007, e que foi reproduzido no Blog do Nassif.
Com elogios ao governo do presidente Lula, Civita mostra que ou bem não lê a revista ou o faz, mas não acredita numa única linha do que é publicado ali. Sabe que o que a Veja e seus pitblogueiros fazem não é jornalismo, é apenas colocar lenha na fogueira dos indignados úteis para vender revista.
Pelo menos foi o que ele confessou em entrevista à newsletter eletrônica Jornalistas & Cia, em julho do ano passado, que comentei aqui.
Roberto Civita: “... Os leitores clamam, (...), querem que a sua revista se indigne. Eles querem. Os brasileiros, hoje, não posso falar de outras partes do planeta, mas os leitores de Veja querem a indignação de Veja. Eles ficam irritados conosco quando não nos indignamos. Estou tentando explicar, não justificar. Acho que Veja se encontra toda semana na difícil posição, de um lado, de saber que reportagem é reportagem e opinião é opinião, sendo que não tem editoriais além daquele da frente; e, de outro, sabendo que os leitores..."
Que o presidente do Grupo Abril e editor de Veja não leia a revista que edita ou não acredite no que ela publica é notícia para ter uma repercussão maior do que a que teve. O que só prova o nível de descrédito a que chegou a outrora respeitável publicação.

Madame Flaubert, de Antonio Mello

Clique para ver...

Juliana, boa noite ou melhor, madrugada



Ela é linda,
ela é tudo que eu queria,
ela entrou no coração.
Olhos Claros,
que me envolvem de magia,
e me deixa sem ação,
Não há lugar,
que quero estar,
se eu não tiver você.

Refrão :

Me abrace,
não vá embora,
eu te quero toda hora aa
oh Juliana,
me dê a mão,
me segure,
que seja eterno enquanto dure amor,
oh Juliana aa,
oh Juliana !

Clique para ver...

Dia de Solidariedade ao Povo Palestino

Editorial do sítio Vermelho:

Este dia 29 de novembro tem significado duplo para a questão palestina. Além de representar, desde 1977, o Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino, definido pela resolução 32/40 da Assembleia Geral das Nações Unidas, também passou a representar um ano desde o tardio reconhecimento da Palestina como Estado observador não membro da ONU, em 2012.


 Neste dia, em 1947, a Assembleia Geral aprovou a resolução 181 (2) de partilha – até hoje incompleta – da Palestina. Garantiu a institucionalização de Israel, um Estado cuja origem baseia-se na colonização europeia, mas não cumpriu a promessa de criação, em paralelo, do Estado da Palestina, deixando milhões de refugiados palestinos no limbo da história.

Ainda assim, o dia tem a sua importância. Dá à questão alguma visibilidade e representa a data em que o Estado da Palestina foi reconhecido por quase 140 entre os 193 Estados membros da ONU, com o apoio à causa justa do povo palestino pela sua libertação. A posição de “observador não membro” foi garantida, porém, para apaziguar alguns ânimos fervorosamente contrários à autodeterminação palestina.

Embora tenha significado uma vitória para o povo palestino, a eficiência do novo estatuto ainda é veementemente questionada, sobretudo dada à contínua e flagrante violação israelense dos direitos humanos e à ocupação criminosa, secundada pelo imperialismo estadunidense e por aliados europeus.

Por isso, algumas implicações legais derivadas do reconhecimento da Palestina como Estado devem ser esclarecidas para que suas estratégias políticas sejam fortalecidas, frente a um opositor visivelmente alheio à diplomacia e à justiça. Um “processo de paz” infinito demonstra continuamente que o objetivo dos governos de Israel e dos EUA, no papel fictício de mediador, é a manutenção efetiva da situação tal como ela está – de ocupação de todo um povo sobre outro, em grave violação do direito internacional.

Em 2005, a resolução 60/37 da Assembleia Geral da ONU pedia ao Comitê sobre o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino e à Divisão para os Direitos Palestinos que continuassem realizando uma exibição anual sobre os temas em cooperação com a Missão Permanente de Observação das Nações Unidas na Palestina. É um exemplo de iniciativa que a ONU tenta empreender para compensar sua responsabilidade histórica na injustiça.

A criação da Agência das Nações Unidas para Assistência e Trabalhos para Refugiados da Palestina no Oriente Médio (UNRWA, na sigla em inglês) representa outro mecanismo dedicado à situação específica dos palestinos, a quem foi dada alguma excepcionalidade, com questões de fundo – como a hereditariedade do estatuto de refugiado – que, de certa forma, e involuntariamente, acabam por perpetuar a situação dos palestinos como povo desprovido de direitos civis.

Apesar de a história recente dos palestinos ser dominada por frustração e alienação – ineficácia dos processos de paz, negligência relativa à ocupação israelense, violação sistemática dos direitos humanos e exílio –, este dia também representa alternativas, através da vitória que o apoio de numerosos países ajudou a garantir ao Estado da Palestina.

A autodeterminação, a representação dos palestinos no cenário internacional, a cidadania, a definição territorial e a contínua violação dos direitos humanos e do direito humanitário – relativo às situações de guerra – terão outro espectro, já que a Palestina transforma o seu estatuto como sujeito de direito internacional. Com a estagnação e o impasse fundamental das negociações com os israelenses, as autoridades palestinas poderão tomar medidas importantes permitidas por esta transformação, como a denúncia de Israel ao Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade e, em específico, pela ocupação.

Segundo a diplomacia palestina, seu objetivo é manter a cooperação e a convivência pacífica ao lado do Estado israelense, mas, de acordo com o ex-chefe da equipe de negociações, Saeb Erekat, esta coexistência será assentada na relação de igualdade soberana, e não de subjugação colonialista.
Clique para ver...

Beto Richa vai trair Aécio Neves?

Por Esmael Morais, em seu blog:

A primeira facada nas costas do senador mineiro Aécio Neves veio nada mais nada menos de onde mais se esperava (sic): do próprio ninho.

O tucano Beto Richa, governador do Paraná, em evento promovido pela Faep (Federação de Agricultura do Paraná), hoje (29), diante de 2 mil agricultores, afirmou que o colega pernambucano Eduardo Campos (PSB), candidato à presidência da República, “é o melhor gestor do país”.


Não é o primeiro flerte entre Richa e Campos. O namorico vem sendo intermediado pelo ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), pupilo do governador paranaense, e pelo presidente do PSB no Paraná, Severino Araújo, amigo do falecido ex-governador Miguel Arraes - avô do pernambucano presidenciável.

Com dificuldades em alçar voo e com desempenho sofrível nas pesquisas, Aécio tem sido tratado no PSDB como “corno” — o último a ficar sabendo quando traído. Note que tomo emprestada a expressão “corno” do próprio tucano que a utilizou para descartar a ideia de palanques duplos nos estados com o Campos (clique aqui para relembrar).

Em sua visita ao Paraná, nesta sexta, Campos prometeu apoio do PSB à reeleição de Richa. Em contrapartida, é óbvio, Richa dará uma força para Campos. Nessa jogada, Aécio fica literalmente na mão, ou seja, vai sendo “cristianizado” pelo próprio PSDB.

Para quem não sabe ou não se lembra, “cristianização” em política é sinônimo de abandono. A expressão remete à eleição presidencial de 1950, quando o também mineiro Cristiano Machado (1893-1953) lançou sua candidatura à presidente da República pelo PSD – Partido Social Democrático – maior legenda da época.

Entretanto, a proximidade da vitória de Getúlio Vargas ( que concorria pelo velho PTB) fez com que o PSD em peso abandonasse Machado em apoio a Vargas. Portanto, quando se diz em política que alguém está sendo cristianizado, isso significa que esse candidato está sendo deixado pelos próprios companheiros.
Clique para ver...

O "farinhaço" em Minas Gerais

Clique para ver...
 
Copyright (c) 2013 Blogger templates by Bloggermint
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...