Os Shibatas do Joaquim Barbosa

Lendo a matéria

"Quem são os médicos de Barbosa que prejudicaram Genoíno"

 sobre os médicos escolhidos a dedo pelo imperador Joaquim Barbosa I, me lembrei do famoso médico da ditadura Harry Shibata.Ele era conivente com a ditadura, e falsificava os laudos do IML dos torturados e mortos nos porões da ditadura.
"Harry Shibata é um ex-médico legista brasileiro.
Shibata é considerado conivente com a repressão pelo regime militar no Brasil (1964-1985), por causa dos laudos médicos que elaborou a respeito de vítimas desse regime. Foi também acusado de outras formas de colaboração com as forças de segurança do então regime, como instruir os torturadores sobre como não deixar marcas de suas ações nos corpos dos torturados.2 Ele foi considerado culpado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e perdeu as credenciais e o direito de exercer a medicina.
Atestou que a causa mortis do operário Manuel Fiel Filho fora suicídio e, em 1975, assinou o laudo3 sobre a morte do jornalista Vladimir Herzog, declarando-o suicida sem ter visto o corpo remetido ao IML pelo Exército, em cujas dependências (especificamente no DOI-CODI) ele morrera."
 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Shibata
Jussara Seixas
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MIRUNA: "CONDENARAM MEU PAI À PENA DE MORTE"

"Tenho vergonha do meu país, que deixa que se condene uma pessoa à pena de morte, enquanto seu único erro foi não ter medo de lutar pelos demais", diz a filha de José Genoino, em texto distribuído na internet; ela condena duramente o trabalho da junta médica nomeada por Joaquim Barbosa. "Agora eu me pergunto: SRS. MÉDICOS, OS SRS. ESTIVERAM NA PAPUDA? Com que autoridade os srs. sentem-se no direito de dizer que meu pai pode voltar para lá? Viram as condições oferecidas? Comeram a comida de lá? Foram ao banheiro de lá? Viram o ambulatório? Equipamentos de lá?", indaga
27 DE NOVEMBRO DE 2013
247 - A filha de José Genoino, Miruna Genoino, publicou um texto na internet em que acusa: "condenaram meu pai à pena de morte".
Leia abaixo:
Deve ser muito chato me conhecer nesse momento. Porque é muito chato ser eu mesma nesse momento. E porque sempre é melhor olhar para o lado do que parar e pensar no que fazer quando algo muito grave está acontecendo. Com a minha família, claro.
Finalmente o Joaquim Barbosa tem o que queria, um laudo médico, feito com meu pai já alimentado corretamente e medicado, e ao lado da família, dizendo que não, ele não tem nada grave. Ele quase morreu em julho, venceu os 10% de chances de sobreviver, teve uma dor que só o fazia pensar em morrer com tal de que ela se fosse e não, ele não tem nada grave. Meu pai teve vários episódios de pressão alta na prisão, comeu lixo e voltou com o sangue quase se esvaindo em uma hemorragia, mas sim, na prisão é possível que seja bem cuidado.
Agora eu me pergunto: SRS. MÉDICOS, OS SRS. ESTIVERAM NA PAPUDA? Com que autoridade os srs. sentem-se no direito de dizer que meu pai pode voltar para lá? Viram as condições oferecidas? Comeram a comida de lá? Foram ao banheiro de lá? Viram o ambulatório? Equipamentos de lá? Não precisam me responder. Hoje eu estou aqui, longe do meu pai, com o coração sangrando, no fundo do poço, e os senhores estarão entrando em seus consultórios certamente com a consciência muito tranquila. 
No entanto, apesar de ser difícil, eu acredito que a justiça, não a dos homens, não falha jamais, e que vocês um dia sentirão na pele o que é agir com falta de humanidade e sem um mínimo de vergonha na cara.
TENHO VERGONHA DO MEU PAÍS, QUE DEIXA QUE SE CONDENE UMA PESSOA À PENA DE MORTE ENQUANTO SEU ÚNICO ERRO FOI NÃO TER MEDO DE LUTAR PELOS DEMAIS. 
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As assinaturas pela reforma política

Com o objetivo de mobilizar a sociedade em favor de um Projeto de Lei de iniciativa popular ocorrerá a partir das 16h, desta quarta-feira (27), em Brasília, o ato público em defesa da Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, no “Dia Nacional de Coleta de Assinaturas”. A concentração será em frente ao Museu Nacional, para que de lá, seja feita uma caminhada em direção à Rodoviária do Plano Piloto, onde serão recolhidas assinaturas, realizado o ato e distribuídos panfletos explicativos com os principais pontos da reforma.

A ação é realizada pela “Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas”, que é coordenada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e Plataforma dos movimentos sociais pela reforma do sistema político, e tem o apoio de aproximadamente 50 entidades da sociedade civil.

O “Dia Nacional de Coleta de Assinaturas” marca o inicio de uma mobilização para recolher as cerca de 1,5 milhão de assinaturas necessárias para que sejam tramite no projeto de lei que altera as regras eleitorais como: a proibição do financiamento privado de campanhas eleitorais; a punição com cadeia para o crime de caixa 2; o fortalecimento dos partidos políticos com a mudança do sistema político eleitoral; a ampliação da participação feminina, entre outros.

Participarão do ato público o presidente nacional da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, o presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis; a diretora do MCCE, Jovita Rosa; a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virginia Barros, presidente da Central única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas; o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, entre outras autoridades. Também foram convidados parlamentares de diversos partidos políticos.

Iniciativa popular

Para que a proposta de lei seja de iniciativa popular é necessária a coleta de assinaturas de aproximadamente 1,5 milhão de eleitores. Esse número é calculado de acordo com o parágrafo segundo, do artigo 61, da Constituição Federal, que prevê a adesão mínima de 1% da população eleitoral, distribuídos em pelo menos cinco unidades da federação e que representem ao menos 0,3% delas.

Informações sobre a proposta: www.reformapoliticademocratica.com.br
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POLÍTICA - Consequências do mensalão não comentadas na mídia.


Consequências do mensalão não comentadas na mídia

O mensalão, em sua reta final, permite tirar outras conclusões que não são ventiladas diariamente nos jornais, apesar de importantes.
A primeira delas serve a políticos de esquerda: o recado é para não minimizar a força da direita, mesmo quando vencerem eleições e assumirem governos. Este é apenas parcela do poder na sociedade. É notável como em um único caso juízes e a mídia puniram líderes de esquerda como se eles fossem a eterna máquina corruptora no país nos últimos 513 anos e nenhum grande escândalo tivesse ocorrido antes que seus autores merecessem cadeia, nem mesmo os perpetrados por Collor e Maluf. 
Um outro aspecto que demonstra essa força foi o fato da prioridade estar sempre nos que corromperam e não nos corruptos. Perceba-se que estes aparecem quase como heróis na mídia, jamais seguidos de termos como quadrilheiros, petralhas, mensaleiros e etc. Para se comparar, veja-se o tratamento dado a corruptores e corruptos no caso da nova máfia de fiscais descoberta em São Paulo. Não se sabe até agora o nome dos corruptores e os detalhes de como agiram e nem parece haver interesse dos jornais em publicá-los.
Essa mesma onda midiática, onde os votos de parte dos ministros do STF serviram de fundamento para as denúncias, impediu também que os acusados explorassem pontos interessantes que poderiam até contrariar suas teses de defesa jurídica, mas reduziria a carga negativa no aspecto político: a de que compraram votos que estavam a venda, sem os quais não se poderia aprovar projetos importantes não apenas para o governo, mas para o país.
Foi isso que ocorreu, era necessário comprar os votos dos corruptos para obter a  reforma que reduziria o déficit da previdência, que aprovasse o SIMPLES (no qual entraram cinco milhões de empresas em dificuldades) e outros projetos de lei igualmente importantes..
Os principais acusados não puseram um único tostão no próprio bolso.  No extremo limite, filosoficamente, até se poderia discutir se não é perversão bem menos prejudicial pagar direto partidos e políticos corruptos e fisiológicos, do que lhes dar ministérios. Pelo menos até conseguirmos uma reforma política decente. No comando de órgãos públicos, esses partidos e políticos não só generalizam a corrupção, como deixam de fazer o que lhes compete e fazem estragos bem maiores.
Outro ponto que poderia ter sido explorado foi que apenas após a chegada do PT ao governo que esse tipo de corrupção foi objeto de investigação séria pela polícia federal e  julgado e punido pelo STF, inclusive pelos ministros indicados pelo partido. Isto impediu maior carga da mídia sobre os que, indicados pelo partido, não votaram conforme, supostamente, a “teoria do fato”.
E sobra também para o PT mais uma lição: convém voltar o quanto antes à luta pela regeneração moral da política, há muito deixada em plano secundário, ao contrário do “pragmatismo”, “governabilidade” e etc. Há limites para se fazer acordos e obter votos, os fins não justificam os meios.
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POLÍTICA - Pessoas de esquerda são mais inteligentes.


Estudo aponta que pessoas de esquerda são mais inteligentes que as de direita



Jornal GGN
– Um estudo realizado por acadêmicos da Universidade Brock, em Ontário, no Canadá, afirma que pessoas com opiniões políticas de esquerda tendem a ser mais inteligentes do que aquelas com visões de mundo de direita. A pesquisa, que inclui dados coletados por mais de 50 anos, também aponta que crianças com menores índices de inteligência tendem a desenvolver pensamentos racistas e homofóbicos na idade adulta.

O trabalho de pesquisa ouviu mais de 15 mil pessoas, comparando o nível de inteligência na infância com seus pensamentos políticos como adultos. Os dados analisados são do Reino Unido, entre os anos de 1958 e 1970. Para realizar o estudo, os pesquisadores mediram a inteligência de crianças com idade entre dez e 11 anos e voltaram a analisar suas posições políticas aos 33 anos de idade.

“As habilidades cognitivas são fundamentais na formação de impressões de outras pessoas e a ter a mente aberta. Indivíduos com menores capacidades cognitivas gravitam em torno de ideologias conservadoras que mantêm as coisas como elas são, porque isso lhe dá um um senso de ordem”, dizem no estudo publicado no Journal of Psychological Science.

Preconceito burro

A equipe concluiu, então, que menores níveis de inteligência estão relacionados a pensamentos de direita, porque esses os fazem se sentir mais seguros no poder – o que pode se relacionar com o seu nível educacional, inclui o jornal britânico. Além disso, ao analisar dados de um estudo de 1986, nos Estados Unidos, sobre o preconceito contra homossexuais, os pesquisadores descobriram que pessoas com baixa inteligência detectada na infância tendem a desenvolver pensamentos ligados ao racismo e à homofobia.

“As ideologias conservadoras representam um elo crítico por meio do qual a inteligência na infância pode prever o racismo na fase adulta. Em termos psicológicos, a relação entre inteligência e preconceitos podem ser derivadas de qual a probabilidade de indivíduos com baixas habilidades cognitivas apoiarem ideologias de direita, conservadoras, porque eles oferecem uma sensação de estabilidade e ordem “, acrescentou. “No entanto, é claro que nem todas as pessoas pessoas prejudicadas são conservadoras”, disse a equipe de pesquisa
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