Serra puto com propinoduto. Rimou!

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POLÍTICA - A Globo e o Barbosa.


Globo abandonará Barbosa na estrada?

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/
Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Quer saber? A matéria do Jornal Nacional, dando publicidade a críticas a Barbosa… na minha opinião, é tudo jogo de cena e estratégia da Globo. Ela calcula que isso “desmoralizará” os signatários e que a opinião pública quer mais é sangue.

O que me parece interessante, neste caso, é a irrelevância crescente da Rede Globo. A quantidade de compartilhamentos do post do Jornal Nacional que fala da nota dos juristas é menor do que a de qualquer blog mediano.


A Globo, simplesmente, não está mais com essa bola toda.

Entretanto, não sei se essa análise (que a Globo estaria disposta a abandonar Barbosa) procede.

Barbosa tem sido o garoto propaganda da Globo. Foi ganhador do principal prêmio da emissora, o Faz Diferença. Seu filho arrumou um bom emprego no programa de Luciano Huck. Ancelmo Gois dá uma notinha, quase todo dia, sobre Barbosa, em geral mencionando que o ministro foi ovacionado num restaurante qualquer do Leblon. Roberto Damatta escreveu artigo dizendo que votaria em Barbosa para presidente da República e que, na sua opinião, ele ganharia, fácil, no primeiro turno.

Eu queria estar num restaurante desse para checar se é verdade. E para gritar à parte, como que falando comigo mesmo, alguns palavrões que tenho engasgado na garganta contra esse déspota togado.
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POLÍTICA - "Joaquim Barbosa é um caso de maldade explícita"

Luis Nassif

Joaquim Barbosa e a face tenebrosa da maldade

A disputa política permite toda sorte de retórica. Populistas, insensíveis, reacionários, porra-loucas, o vocabulário é abrangente, da linguagem culta à chula.

Em todos esses anos acompanhando e participando de polêmicas, jamais vi definição mais sintética e arrasadora do que a do jurista Celso Antônio Bandeira de Mello sobre Joaquim Barbosa: “É uma pessoa má”.

Não se trata se julgamento moral ou político. Tem a ver com distúrbios psicológicos que acometem algumas pessoas, matando qualquer sentimento de compaixão ou humanidade ou de identificação com o próximo. É o estado de espírito que mais aproxima o homem dos animais.

O julgamento da bondade ou maldade não se dá no campo ideológico. Celso Antônio Bandeira de Mello é uma pessoa generosa, assim como Cláudio Lembo, cada qual com sua linha de pensamento. Conheci radicais de lado a lado que, no plano pessoal, são pessoas extremamente doces. Roberto Campos era um doce de pessoa, assim como Celso Furtado.

A maldade também não é característica moral. O advogado Saulo Ramos, o homem que me processou enquanto Ministro de Sarney, que conseguiu meu pescoço na Folha em 1987, que participou das maiores estripulias que já testemunhei de um advogado, nos anos 70 bancou o financiamento habitacional de um juiz cassado pelos militares. E fez aprovar uma lei equiparando direitos de filhos adotados com biológicos, em homenagem ao seu filho.

A maldade é um aleijão tão virulento, que existe pudor em expô-la às claras. Muitas vezes pessoas são levadas a atos de maldade, mas tratam de esconde-los atrás de subterfúgios variados, com o mesmo pudor que acomete o pai de família que sai à caça depois do expediente; ou os que buscam prazeres proibidos.

Joaquim Barbosa é um caso de maldade explícita. Longe de mim me aventurar a ensaios psicológicos sobre o que leva uma pessoa a esse estado de absoluta falta de compaixão. Mas a natureza da sua maldade é a mesma do agente penitenciário que se compraz em torturar prisioneiros; ou dos militares que participavam de sessões de tortura -- para me limitar aos operadores do poder de Estado. Apenas as circunstâncias diferem.

A natureza o dotou de uma garra e inteligência privilegiadas. Por mérito próprio, teve acesso ao que de mais elevado o pensamento jurídico internacional produziu, a ciência das leis, da cidadania, da consagração dos direitos.

Nada foi capaz de civilizar a brutalidade abrigada em seu peito, o prazer sádico de infligir o dano a terceiros, o sadismo de deixar incompleta uma ordem de prisão para saborear as consequências dos seus erros sobre um prisioneiro correndo risco de morte.

Involuntariamente, Genoíno deu a derradeira contribuição aos hábitos políticos nacionais: revelou, em toda sua extensão, a face tenebrosa da maldade.

Espera-se que nenhum político seja louco a ponto de abrir espaço para este senhor.
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Hitler descobre sonegação da Globo

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Desemprego recua e acua os urubólogos

Por Altamiro Borges

Há vários meses e quase diariamente, os urubólogos da mídia – como Miriam Leitão, Carlos Alberto Sardenberg e muitos outros porta-vozes dos banqueiros – garantem que a economia brasileira está à beira do colapso. Entre outras previsões apocalípticas, eles preveem o iminente retorno das demissões em massa. A realidade, porém, é cruel e insiste em desmoralizá-los. Nesta quinta-feira (21), o IBGE anunciou que o índice oficial de desemprego em outubro foi de 5,2%, inferior aos 5,4% de setembro e o menor desde o início de levantamento do instituto, em 2002.


Já o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, informa que o Brasil gerou 94,9 mil postos de trabalho formais em outubro, ante 67 mil um ano antes – um aumento de 42%. É o terceiro mês seguido de crescimento. No acumulado do ano, a geração de vagas com carteira assinada soma 1,464 milhão, alta de 18,3% sobre os primeiros dez meses do ano passado. Num mundo em profunda crise capitalista, com índices recordes de desemprego, os dados brasileiros são surpreendentes e deixam os urubólogos da mídia desnorteados.

Mesmo assim, os adoradores do “deus-mercado” e saudosos dos neoliberais tucanos não desistem. A Folha desta sexta-feira (22), por exemplo, apresenta uma notícia altamente positiva como negativa. Desnorteado, o jornal lamenta: “Os juros mais altos, a freada do consumo e a confiança reduzida de empresários não se traduziram ainda em demissões e a taxa de desemprego se manteve em outubro em nível historicamente baixo”. Ainda! Para a Folha, as demissões “ainda” vão explodir, ajudarão a reduzir a popularidade de Dilma e a levar os tucanos novamente ao poder.

A Folha rentista aposta, pela enésima vez, que “as expectativas apontam para uma deterioração do mercado de trabalho ao longo do próximo ano”. Como prova das suas previsões, ela cita relatório da consultoria Rosenberg & Associados, um biombo dos banqueiros, que afirma que "os custos muito elevados para demissão e o mercado de trabalho ainda relativamente aquecido, que levariam a dificuldades e maiores preços para contratação em caso de retomada econômica, têm conseguido evitar uma taxa de desemprego mais alta”. Haja cinismo!

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