Publicação de 'O Trabalho' sobre o julgamento do 'mentirão'


EmdefesadoPT

Em defesa do PT e dos Direitos Democráticos

O QUE ESTÁ EM JOGO PARA O MOVIMENTO DOS TRABALHADORES NA AÇÃO PENAL 470 DO STF?
• Quase um ano de cobertura do julgamento
• Depoimentos e entrevistas exclusivas de constitucionalistas, juízes e parlamentares
• Documentos do PT e da CUT
Reunimos neste caderno a série de artigos, entrevistas e depoimentos publicados no jornal O Trabalho desde o começo do julgamento da Ação Penal 470, em agosto do ano passado. Eles refletem as posições da Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da 4ª Internacional, dialogando com diversos setores do partido, dos sindicatos e da opinião democrática.
Quase um ano depois do início do julgamento, submetemos a todos, a começar do movimento dos trabalhadores, as conclusões a que fomos chegando. Não somos os donos da verdade, mas nada temos essencialmente a corrigir nesses textos. Com muito orgulho, reivindicamos o trabalho de esclarecimento, desde o início, do que estava em jogo.
Ainda mais que a cúpula da direção do partido continua se recusando a ocupar o seu lugar, a mobilizar contra a operação do Supremo Tribunal Federal (STF), sustentada pela mídia, pelo PSDB e por outros partidos.
64 páginas.

Preço: 10,00 (mais custos de correio)
Edição Nova Palavra
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Ódio e nojo da mídia e do STF

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Em primeiro lugar, quero me desculpar com os amigos e amigas que me prestigiam com sua atenção. É que o mundo, literalmente, desabou sobre nossas cabeças em pleno feriado da Proclamação da República e eu nada pude postar porque estava fora do Rio, sem acesso à internet. Quando viajei, tudo indicava que os mandados de prisão dos condenados na Ação Penal 470 só seriam expedidos no começo desta semana. Contudo, como não há limite para a sanha vingativa, mesquinha, autoritária e eleitoreira de Joaquim Barbosa, tudo se precipitou no dia 15.

A inspiração para o título deste post é uma frase indignada do doutor Ulisses Guimarães, que no auge do regime ditatorial disparou : "Tenho ódio e nojo da ditadura". Mais de 40 anos depois, em plena vigência do regime democrático, experimento a mesma sensação de asco e revolta em relação a um Supremo Tribunal Federal que se curva diante do monopólio de direita que controla a mídia no Brasil e manda para a cadeia, sem provas e da forma mais infame, integrantes da generosa e heroica geração de brasileiros que resistiu à ditadura e ajudou a construir o regime de liberdades e franquias democráticas de hoje.

No momento em que fazem a festa os inimigos do Bolsa Família, do Minha Casa, Minha Vida, do Prouni, da política externa soberana e independente, do reaparelhamento do Estado brasileiro, do resgate de mais de 30 milhões de brasileiros da miséria, da política de valorização do salário mínimo e de tantos outros programas e projetos da era petista que melhoraram a vida do povo brasileiro, temos de prestar irrestrita solidariedade aos nossos presos políticos, denunciar com toda a força as arbitrariedades e irregularidades do processo e das prisões e apostar na mobilização para expor ao Brasil e ao mundo as barbaridades jurídicas cometidas em nome de um pseudo-combate à corrupção.

Nesta tarde de domingo, segue a pleno vapor a violação dos direitos dos presos, num roteiro feito sob medida para firmar a imagem de Barbosa como a do justiceiro capaz de encarcerar os que se apropriam do erário público. Como a sociedade foi brutalmente manipulada pela condenação prévia dos réus promovida pela mídia em sua guerra contra Lula, Dilma, o PT e a esquerda, o presidente do STF, respaldado pela maioria dos ministros, acaba desfrutando de um inaceitável salvo conduto para afrontar o Código Penal, o Código de Processo Penal, a doutrina, a jurisprudência, a Lei de Execuções Penais e a Constituição do Brasil.

Os condenados petistas estão trancafiados no presídio da Papuda, em Brasília, em regime fechado, contrariando a sentença que lhes garantia regime semiaberto - liberdade durante o dia e recolhimento ao presídio à noite. E sabem por que isso está acontecendo ? Simplesmente porque Barbosa omitiu deliberadamente dos mandados de prisão a recomendação sobre o tipo de regime de cada um dos apenados. Tudo para se vangloriar, durante sua cada vez mais provável campanha eleitoral no ano que vem, de que manteve no xadrez por alguns dias lideranças históricas do Partido dos Trabalhadores.

Também não foi por outro motivo que ele decidiu sozinho pelas prisões em pleno feriadão. Era preciso espetacularizar ao máximo o episódio. Para isso, ele sempre soube que podia contar com o Partido da Imprensa Golpista. Nem sempre, porém, tudo sai como o planejado. A altivez e os punhos erguidos de Dirceu e Genoíno, na típica saudação socialista, teve de ser engolido em seco pela dobradinha Barbosa/PIG. O mesmo se pode dizer da chamada ao vivo do Jornal Nacional, no momento em que Dirceu se entregava, quando um constrangidíssimo repórter Tonico Ferreira entrava no ar cercado por manifestantes portanto cartazes em defesa dos petistas e atordoado pelos gritos de " A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura."

Genoíno, segundo denúncia de sua filha, padece na Papuda sem a alimentação adequada para um convalescente de cirurgia cardíaca. Também não há garantias de que estão sendo ministrados a tempo e a hora os cinco remédios dos quais precisa diariamente. É hora de reagir contra essa vilania. E sem medo. Que se dane se a maioria das pessoas, por obra e graça da manipulação midiática, aplaudam esse tipo de coisa. Também nos anos de chumbo os resistentes eram chamados de terroristas e a repressão tinha forte apoio popular. Depois, a história tratou de reescrever tudo. O mesmo há de acontecer agora. Mas a velocidade para virar esse jogo depende de nós.
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O que Herzog ensina sobre Genoino

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Ao apresentar o pedido de transferência para o regime de prisão domiciliar, o deputado José Genoino coloca uma questão complicada para o presidente do STF, Joaquim Barbosa, que terá a palavra final sobre a decisão.

A solicitação de Genoino, apoiada em vários laudos médicos, deixa nas mãos do Estado toda responsabilidade por qualquer problema que possa lhe acontecer.

Se essa situação já fora juridicamente estabelecida no momento em que Genoino se tornou prisioneiro, como ocorre com todo cidadão encarcerado, ficou ainda mais clara depois do pedido de transferência, que serve como um alerta para sua condição médica.

Cardiopata grave, segundo médicos que o examinaram, qualquer problema que o deputado possa enfrentar na prisão – como uma arritmia grave, ou mesmo um enfarto – pode transformar-se numa tragédia política de consequências imprevisíveis.

A jurisprudência firmada é conhecida. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi massacrado pela tortura no DOI-CODI paulista. Três anos depois, o juiz Márcio José de Moraes assinou uma
sentença que teria um peso importante na democratização do país, responsabilizando a União pela tortura e morte de Herzog.

Do ponto de vista da conjuntura política, não há semelhança entre as duas situações. O Brasil vive hoje sob o mais prolongado regime de liberdades de sua história, preparando-se, pela primeira vez desde 1930, para a sexta eleição presidencial resolvida pelo voto direto, em urna. Não há tortura nem execução de adversários políticos.

A semelhança se encontra na responsabilidade do Estado. É a mesma, num caso ou em outro.

A gravidade do estado de saúde de Genoino é um fato difícil de contestar. No final de julho ele se encontrava entre a vida e a morte quando fez uma operação de emergência na artéria aorta, que foi parcialmente substituída por um tubo de material sintético.

Dois meses depois, quando apresentou o pedido de aposentadoria por invalidez apresentado ao Congresso, Genoino incluiu uma avaliação da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre sua doença:

“As doenças da aorta,” mencionou, “são patologias com morbi-mortalidade elevada. Tanto o tratamento clínico como o cirúrgico ainda estão relacionados a elevadas taxas de mortalidade,
tornando esse grupo de patologias alvo de extrema importância no tópico das patologias graves.”

No laudo que assinou depois de uma consulta de madrugada no presídio da Papuda, o doutor Daniel França registrou riscos provocados pelos problemas de coagulação de Genoino, que
podem produzir trombose ou sangramento.

Se você entrar no melhor hospital da cidade, do bairro, do mundo, irá comprovar que a medicina mais avançada não abandonou o estágio de filosofia pré-socrático – quanto mais sabe, mais sabe que nada sabe. Como sabe qualquer paciente que já visitou um cardiologista, em particular, o grau de certeza dos prognósticos para doenças do coração é um dos mais incertos que se conhece.

Os casamentos entre medicina e política são antigos mas nem sempre trazem bons frutos, o que recomenda às autoridades assegurar uma autonomia respeitável aos veredictos médicos.

Para ficar na legislação trabalhista, as audiências da Justiça do trabalho estão cheias de casos que envolvem empresas que desprezaram recomendações determinadas por seu
departamento médico. Não é só.

Um dos traços mais vergonhosos do regime militar consistiu em subordinar os médicos a seus interesses. Doutores que hoje escondem a verdadeira identidade dos vizinhos, dos parentes e também de filhos e netos eram chamados a aconselhar torturadores na aplicação de eletro-choques e outros maus tratos.

Em sua ausência absoluta de compromissos com a vida humana, doutores alimentavam a ilusão megalomaníaca de que haviam descoberto a fronteira científica entre a vida e a morte, definindo exatamente a hora em que a violência deveria ser interrompida – e quando poderia ser reiniciada. Em sua agonia, que envolve mistérios profundos até hoje, o ex-deputado e empresário Rubens Paiva teve a companhia de um médico dessa categoria, a quem disse o nome, momentos antes de desaparecer.

Não há, obviamente, a mais leve relação entre estes universos, de 1970 e 2013. Nenhuma.

O perigo se encontra num eventual namoro com situações de risco. O problema, aqui, não é médico, mas político.

Vivemos num país onde a noção demagógica de que a delinquência de toda natureza – inclusive no universo político -- se resolve com violência aberta e punições cada vez mais duras. Essa visão costuma ser estimulada 24 horas por dia por autoridades policiais e políticos conservadores.

São pessoas que consideram direitos humanos como sinônimos de mordomia para criminosos e garantias constitucionais como eufemismo para a impunidade. O ibope para ideias selvagens – como pena de morte – é altíssimo nesses círculos. O mesmo vale para a proposta de redução da maioridade penal.

Essa visão inclui atitudes de desrespeito pelos direitos mais elementares dos presos da ação penal 470 – e aqui também o caso de Genoino tem semelhança com os piores momentos de nosso passado.

“Morra!!!,” escreveram cidadãos com nome e endereço nas redes sociais, quando leram a notícia de que o deputado havia ingressado com o pedido de prisão domiciliar. “Morte aos terroristas,” berravam cidadãos comuns quando equipes do porão militar prendiam militantes da luta armada para encaminhá-los para salas de tortura.

O pedido de Genoino certamente irá provocar reações desse tipo.

Mas tem a utilidade de mostrar ao Brasil o caminho do Direito e da Democracia, que todos aprendemos a valorizar após um aprendizado longo e difícil.
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Joaquim Barbosa é um fora-da-lei

Por Breno Altman, no sítio Vermelho:

O ministro Joaquim Barbosa tem oferecido fartas provas que seu comportamento, no curso da Ação Penal 470, destoa dos preceitos legais que jurou cumprir e defender. Mas foi às raias do absurdo nos últimos dias, ao ordenar a prisão de determinados réus através de medidas que confrontam abertamente as próprias resoluções do STF.

A decisão sobre os petistas José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares, entre outros apenados, foi cristalina: deveriam começar a cumprir imediatamente sentenças sobre as quais não há embargos infringentes em discussão. Como nenhuma dessas condenações excede oito anos, as punições deveriam ser aplicadas, desde o primeiro minuto, em regime semiaberto. Mas os presos estão sendo vítimas de uma aberrante ilegalidade, submetidos ao sistema mais drástico de execução da pena, em regime fechado.

O mandado de prisão assinado pelo chefe do Poder Judiciário simplesmente não especifica a modalidade carcerária. Como é de supor que o ministro Barbosa seja mais capacitado que um estudante de Direito, somente se pode concluir que o país assiste a uma solerte manobra, cujo objetivo é humilhar os réus e açular a alcateia de lobos famintos que serve de fã-clube ao douto juiz.

Essa não foi, porém, a única arbitrariedade recentemente cometida por Joaquim Barbosa. Ao obrigar o traslado dos presos para Brasília, atropelou norma da Lei de Execuções Penais, que concede a qualquer réu o direito de cumprir pena em local próximo a sua moradia, ao seu trabalho e a sua família. O ministro não esconde, também nesse ato, sua vontade de criar obstáculos e constrangimentos contra cidadãos pelos quais nutre o ódio dos déspotas.

Não há crime maior, na democracia, que a violação da Constituição e de direitos dos cidadãos por autoridades que têm obrigação de zelar e proteger o bem público. Cabe ao presidente da Corte Suprema o papel de guardião máximo dessas garantias constitucionais. Caracteriza-se crime de Estado quando, no desempenho de suas funções, autoridade desse naipe abusa do poder, rompe a legalidade, comanda perseguições e estabelece conduta de exceção.

Os advogados dos réus já ingressaram com petições contra estes ultrajes, que esperam ver revogados nas próximas horas. O que está em jogo, no entanto, são mais que prerrogativas das vítimas de um tirano togado. A democracia brasileira não pode aceitar atos dessa natureza e deve punir duramente os responsáveis por atentados contra o Estado de Direito.

O ministro Joaquim Barbosa passou dos limites. Associado ao que há de pior na imprensa e na sociedade brasileiras, produziu um processo farsesco, a revelia de provas e testemunhos, forjando uma narrativa que servia aos interesses da casa grande. Havia, contudo, alguma preocupação em manter as aparências e em respeitar ao menos as formalidades legais. Dessa vez mandou às favas qualquer cuidado com a lei, a Constituição e o decoro.

A gravidade da situação vai além das obrigações técnicas de defensores profissionais. Diante da tirania, só cabe a repulsa e a indignação. Se necessário, a rebeldia. Oxalá os pares de Barbosa não subscrevam suas atitudes torpes. Se a coragem fosse um atributo da vida política brasileira, esse homem deveria estar respondendo por seus malfeitos.

Quanto mais passa o tempo, maior a sensação de que falta alguém lá na Papuda. O país não pode conviver com um fora-da-lei na presidência da Corte Suprema.

* Publicado originalmente no sítio Brasil-247
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"Mensalão" e a gaiola das loucas

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

A apresentação dos condenados na Ação Penal 470, ocorrida na sexta-feira (15/11), destampou a caixa de Pandora da imprensa e produz uma catarse que avança até esta segunda-feira (18/11) nas páginas dos jornais e nos campos de comentários de suas versões digitais.

Petistas e antipetistas chegam ao paroxismo nas redes sociais, enquanto alguns colunistas e blogueiros que se notabilizaram nos últimos anos pelo uso indiscriminado de adjetivos celebravam como se a decisão do Supremo Tribunal Federal fosse uma vitória definitiva do bem contra o mal.

As reportagens dos jornais e a versão resumida das revistas semanais de informação representam uma espécie de capítulo final de uma novela da televisão, com as costumeiras lições de moral e a repetição do olhar parcial que marcou a atuação da imprensa hegemônica durante todo o processo. O resultado é apenas muita histeria.

Isolada em sua opção centrista, Carta Capital tende a considerar a prisão dos condenados uma precipitação do STF, e levanta a hipótese de uma candidatura do presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, à presidência da República.

A revista Época, dada ultimamente a brados retumbantes, sai-se com a afirmação de que a decisão judicial “inaugura uma nova era na democracia brasileira – a Era dos Corruptos na Cadeia”.

IstoÉ dá uma no cravo e outra na ferradura, acompanhando o vozerio geral mas lembrando que há muito mais a ser apurado e punido para que se possa celebrar alguma mudança nos hábitos da política – cita o caso da máfia dos fiscais na capital paulista e vasculha a gaveta do procurador do estado Rodrigo De Grandis, que quase anulou o esforço das autoridades da Suíça para condenar os acusados em desvios em obras do metrô e do sistema de trens, e é apanhado protegendo agentes públicos, empresários e lobistas envolvidos no escândalo.

A revista Veja, que há muito trocou o jornalismo pela panfletagem, faz o que se espera dela: transformou a expedição dos mandados de prisão de doze dos condenados em tema de comício para o que há de mais conservador entre seus leitores, com sua peculiar interpretação da história recente.

A Folha de S. Paulo, que nas últimas semanas faz um esforço por dividir a clientela de Veja, tem abrigado alguns dos textos mais destemperados que o público pode apreciar.

Espalhados pelos principais órgãos de comunicação do país, alguns desses autores celebram os fatos como uma vitória pessoal, num despudor de jornalismo marrom.

O zoológico de Brasília
A imprensa brasileira, que nos dias anteriores parecia à beira de um ataque de nervos, inicia a nova semana com um desafio a ser observado: como qualificar o que virá depois da catarse.

Como num zoológico, os presos têm sua rotina devassada, revelando-se que comem com talheres de plástico, dormem em colchões vagabundos e não têm banho quente na prisão em Brasília.

Se, como afirma Época explicitamente, começou a era da honestidade na democracia brasileira, é de se questionar quando o leitor vai conhecer os detalhes daquela denúncia de cartel sem culpados e o caso do esquema de desvios que minou a capacidade de investimento da prefeitura de São Paulo durante quase dez anos.

Curiosamente, é na Folha, onde passaram a se abrigar alguns dos mais alucinados representantes do pensamento reacionário, que sai o artigo mais explícito em defesa dos líderes do PT enviados para a prisão. “Num país onde Paulo Maluf e Brilhante Ustra estão soltos, enquanto Dirceu e Genoíno dormem na cadeia, até um cego percebe que as coisas estão fora de lugar”, diz o texto.

Interessante observar também que tanto esse articulista, como aqueles que hoje aparecem em posições conservadoras, militaram, durante a juventude, na mesma tendência trotskista, que no movimento estudantil se chamava Liberdade e Luta.

A prisão dos antigos dirigentes do Partido dos Trabalhadores não terá, necessariamente, grande influência nas eleições do ano que vem, porque o desgaste maior ocorreu durante o longo processo, e de lá para cá a aliança governista permanece no poder. O fim do processo deve reduzir o nível de histeria geral na “gaiola das loucas” em que se transformou o noticiário político.

Daqui para a frente, o leitor atento deve caprichar em suas anotações, registrando diariamente o esforço que a imprensa hegemônica certamente vai fazer para cobrar o rigor dos “novos tempos da Justiça” também nos outros casos corrupção.
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