PED do PT - Porto Alegre/RS



PED do PT da capital gaúcha  terá 4 candidatos a presidente e 7 chapas

Com eleições marcadas para o dia 10 de novembro, as correntes internas do PT se organizam em busca de apoios. Em Porto Alegre, na disputa pelas vagas do diretório da Capital (que somam 46 com o presidente e o líder da bancada na Câmara Municipal) foram registradas sete chapas, além de quatro candidaturas para a presidência da executiva municipal.

Na manhã desta segunda-feira, 23 de setembro, os quatro candidatos à presidência do Partido dos Trabalhadores em Porto Alegre entregaram suas inscrições ao atual presidente Adeli Sell, que não concorre à reeleição e não irá integrar nenhuma chapa. Adeli argumenta estar encerrando um ciclo, deixando o partido reorganizado e reestruturado. “Neste momento serei mais importante nos bastidores deste processo”, enfatizou ao assegurar que irá participar de todas as reuniões de base, mobilizando a militância, a fim de avançar na estruturação do partido e garantir a permanência da presidenta Dilma no Planalto e do governador Tarso no Piratini.

Adeli Sell também reforçou a importância do engajamento da militância no PED 2013. “É fundamental que todo(a) filiado(a) que está em dia com suas obrigações partidárias participe das eleições, ajudando a decidir os rumos para o PT no próximo período”. 

Dentre os aspirantes à vaga, o atual vice de Adeli, Rodrigo Oliveira, candidato do Movimento PT, apoiado ainda pelas tendências Socialismo 21 e Unidade na Luta Democrática (ULD).

Pela Democracia Socialista (DS), Nelci Dias concorre à presidência com o apoio do PT de Luta e de Massas (PTLM) e da Articulação de Esquerda (AE).

José Carlos Reis é o candidato da tendência PT Amplo e Democrático e o vereador Marcelo Sgarbossa, da corrente Esquerda Democrática.

O Processo de Eleição Direta (PED)ocorre no dia 10 de novembro, quando o filiado poderá escolher novos presidentes municipais e estaduais, bem como o dirigente nacional do partido.

Candidatos estaduais
São cinco os pretendentes no Estado à Presidência do PT: Stela Farias, Paulo Pimenta, Laércio Barbosa, Ari Vanazzi e Jairo Jorge.

Presidência nacional
Seis candidatos estão inscritos para participar do PED 2013: Markus Sokol, Paulo Texeira, Renato Simões, Rui Falcão, Serge Goulart e Valter Pomar. Também foram inscritas nove chapas para o Diretório Nacional do PT “Constituinte por Terra Trabalho e Soberania”, “Contraponto Socialista”, “Esperança é Vermelha”, “Mensagem ao Partido’, “Militância Socialista – Virar a Esquerda”, “Partido é para todos”, “O Partido que muda o Brasil”, “Pela Unidade do PT” e “Virar a Esquerda! E reatar com o Socialismo”. São critérios de inscrição a paridade de gênero, cota de etnia e geração e a indicação de filiados e filiadas de, pelo menos, 9 estados brasileiros.

*Por Tatiana Feldens, Asscom PT-POA - Via Blog do Adeli http://blogdoadeli.blogspot.com.br/
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Reforma Política e Eleições Limpas

Projeto de reforma política “Eleições Limpas” pode ser apreciado em plenário da Câmara nesta quarta-feira

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Relator da reforma política nos últimos dois anos na Câmara, o deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse nesta terça-feira (24) que parte dos líderes da casa propôs apreciar o projeto de reforma política via iniciativa popular, o “Eleições Limpas”, em plenário até esta quarta-feira (25). Após participar da reunião do Colégio de Líderes na presidência da casa, Fontana voltou a criticar a proposta da minirreforma eleitoral encaminhada à Câmara pelo Senado.

“O Brasil tem um mega problema no seu sistema político eleitoral. Para resolvermos um problema deste tamanho, não se pode propor uma minirreforma. Ela não mexe no financiamento de campanha. Não propõe uma campanha eleitoral mais barata. Aquilo que era de se esperar como um teto de gastos para cada eleição não é abordado”, disse Fontana.

A Comissão Executiva Nacional do PT, em reunião nessa segunda, aprovou resolução contrária ao texto em debate no Congresso Nacional. A direção partidária entende que a reforma proposta não tem consistência para oferecer mudanças na legislação eleitoral. O documento do PT mantém pontos defendidos pelo partido em resoluções anteriores, como a proposta de financiamento público exclusivo de campanha; eleição por lista partidária pré-ordenada com paridade de gênero; ampliação dos mecanismos de participação popular e convocação de uma Assembleia Constituinte Exclusiva para a realização de “uma ampla reforma política que aprofunde o processo democrático em nosso País”.

*Fonte: Assessoria de Imprensa do Dep. Federal Henrique Fontana - PT/RS
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As reais razões do PSB para entregar cargos e desembarcar do governo


Notícia saída no fim de semana no Painel político da Folha de S.Paulo: o cálculo eleitoral contribuiu decisivamente para apressar o desembarque do PSB do governo. É que o partido negocia alianças com o PSDB em 21 Estados em 2014.
Um alinhamento com os tucanos, frisa bem a editora do Painel, Vera Magalhães, em colégios eleitorais importantes, como São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul, e em três dos seis Estados governados pelo PSB, Pernambuco, Paraíba e Piauí. Só em seis dos 27 Estados, acentua a nota, a aliança preferencial do PSB é com o PT para 2014.
A notícia traz uma boa análise, mas essa constatação do Painel é o óbvio e há muito tempo é um fato mais do que conhecido. Começando por São Paulo, Minas e Paraná, onde os socialistas são e sempre foram aliados dos governos tucanos de Antônio Anastasia (MG), Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR).
Em São Paulo, aliás, o PSB só deixou a aliança preferencial com os tucanos por um curto interregno no ano passado, quando aliou-se ao PT para a eleição, na capital paulista, do prefeito Fernando Haddad (PT).
São fatos que a Folha de S.Paulo e a mídia em geral sempre esconderam, ou nunca deram maior destaque, porque para elas ruins e susceptíveis de críticas são sempre as alianças fechadas pelo PT no plano federal.
Criticam alianças partidárias feitas pelo governo Dilma Rousseff com determinados partidos, mas passam batido, escondem quando estes mesmos partidos se aliam ao tucanato no plano estadual.
*Por José Dirceu - via http://www.zedirceu.com.br
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O que mais é necessário para que se declare o impeachment de Gilmar Mendes?




Em maio de 2011 o advogado Alberto de Oliveira Piovesan entrou no Senado da República com um pedido de impeachment do ministro do STF Gilmar Mendes. Entre outros motivos, o advogado apontava:

Os fatos divulgados pela referida reportagem (documento nº 4, em anexo), são comprometedores. Revelam recebimento de benesses e outros fatos que põem em dúvida a isenção, a parcialidade do julgador, configurando violação a dever funcional, e em consequência a incidência do item 5 do artigo 39 da Lei Federal 1079/1950.

(...) A referida reportagem informou, dentre outros fatos, que o Advogado Sergio Bermudes hospeda o Ministro Gilmar Ferreira Mendes quando este vem ao Rio de Janeiro, e que já hospedou-o em outras localidades, além de fornecer-lhe automóvel Mercedes Benz com motorista.

A citada reportagem informou também que o Ministro Gilmar Ferreira Mendes recebeu de presente, do mesmo Advogado Sergio Bermudes, uma viagem a Buenos Aires, Argentina, quando deixou a presidência do Supremo Tribunal Federal no ano passado (2010). E que o presente foi extensivo à mulher do Ministro, acompanhando-os o Advogado nessa viagem.

A citada reportagem informou ainda que o referido Advogado emprega e assalaria, acima do padrão, a mulher do Ministro. Evidente que no recesso do lar pode ela interferir junto ao marido a favor dos interesses do escritório onde trabalha, e de cujo titular é amiga intima (sempre segundo a citada reportagem). É o canal de voz, direto e sem interferências, entre o Ministro e o Advogado. [Fonte]

O pedido não foi adiante, como costuma acontecer, graças ao famoso conchavo das elites no Brasil. Mas a esses fatos vêm se juntar dois novos, recentes e gravíssimos.

O primeiro, o voto de Gilmar Mendes contrário aos embargos infringentes, sendo que o ministro sabia que esses embargos foram mantidos pelo Congresso, quando se manifestou em resposta a um pedido do governo Fernando Henrique Cardoso, que queria acabar com eles, segundo se dizia, para dar agilidade ao Supremo.

O Congresso negou o pedido, feito e defendido pelos ministros da Justiça e da Casa Civil de FHC à época, respectivamente Iris Rezende e Clóvis Carvalho. E quem era o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil? Gilmar Mendes [Fonte]. Logo, ele sabia que os embargos ainda vigem e, portanto, votou contra a lei.

O segundo e novo desvio de Gilmar Mendes foi denunciado pelo ex-presidente do STF Nelson Jobim, numa entrevista ao IG, em que ele afirma que Gilmar Mendes mentiu quando disse há tempos que teria sido assediado pelo ex-presidente Lula, numa reunião em que se encontravam apenas os três, Lula, Jobim e Mendes:

Jobim: É falso, absolutamente falso. Esta versão é a versão apresentada pelo ministro Gilmar. Não é verdadeiro. Na época em que houve um café da manhã no meu escritório, Lula queria me visitar. Eu tinha saído do Ministério da Defesa na época e ele queria me fazer uma visita. E o Gilmar foi convidado para ir também. Foi uma conversa tranquila, sem nenhuma dificuldade. Eu que perguntei ao Gilmar sobre o andamento do mensalão, se ia votar ou não ia votar. Ele disse que achava melhor votar logo para resolver o assunto e foi isso. Trinta dias depois desse café da manhã é que houve essa indignação do ministro Gilmar fazendo uma versão que não era verdadeira e que, na época, eu neguei. Continuo negando.

iG: Então, a bola foi passada para o senhor? 

Jobim: Aquilo tudo era falso. Aquela exaltação que foi manifestada. Curiosa exaltação. Trinta dias depois você fica furioso. A conversa não foi em nada naquele sentido. Não houve absolutamente nada daquilo. Foi uma conversa amigável. Ele não estava muito bem com um problema de perna, tinha até uma escada no escritório. Depois, eu e o ministro Gilmar ficamos conversando um pouco. E 30 dias depois é que eu recebo a notícia de uma matéria da Veja. Mandei uns SMS que eu tenho guardados ao ministro Gilmar. E ele disse que houve uma série de coisas, que ele havia conversado com A, com B, com C. E que a versão que tinha saído na Veja vinha de terceiros. E eu então disse, mas é curioso. Como assim de terceiros, se éramos só nós três? E depois disso nunca mais falei com o ministro Gilmar. 

iG: Isso, então, abalou sua relação com ele. 

Jobim: Desapareceu. Não falei mais, nem falarei.[Fonte]

A isso se soma também o famoso episódio do grampo sem áudio, da suposta arapongagem da Abin, que teria gravado uma ligação em que o probo Gilmar Mendes dialogava com o probo senador Demóstenes Torres (ambos envolvidos até o pescoço com o caso Daniel Dantas), onde os dois saem na fita de tal modo puros, pios, honestos e angelicais, como se fosse um copy & paste de um diálogo entre o papa e madre Teresa de Calcutá...

A bola está quicando na área do Senado, à procura de um senador que dê a Gilmar Mendes o remédio amargo que ele empurrou garganta abaixo do país, quando num gesto de bufão "chamou às falas" o então presidente Lula. A partir daí, estranhamente, houve mudança na cúpula da PF, constrangimento da Abin e fim da Operação Satiagraha, que havia levado à cadeia e posterior condenação a 10 anos de prisão o banqueiro Daniel Dantas.

É preciso que um senador chame Gilmar Mendes às falas, que ele explique seus procedimentos, e tenha um julgamento justo, durante a análise do pedido de seu impeachment, por não estar à altura do cargo que exerce, na mais alta corte do país.


Madame Flaubert, de Antonio Mello

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RETRATO DO BRASIL DESNUDA "JUÍZO MEDIEVAL" DA AP 470




Mensalão AP 470, STF, Julgamento MedievalO vídeo acima mostra a cobertura do chamado caso Mensalão, AP 470, investigado pelos repórteres Raimundo Rodrigues Pereira e Lia Imanishi, da Revista Retrato do Brasil (publicação da editora Manifesto S.A) ao longo dos últimos dois anos.  Imperdível!
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