Raul Pont: 'A política não pode ser assim'!


Porto Alegre/RS - No ano em que completa 50 anos de trajetória política, o deputado e presidente estadual do PT, Raul Pont (foto), vai deixar a disputa por cargos públicos. Em dezembro de 2014, após concluir o terceiro mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, um dos fundadores do partido no Estado deixa o gabinete parlamentar, mas garante que permanece fazendo “ainda mais” política. 

Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, Pont afirma que, além de abrir espaço para a renovação da sigla, sua saída tem como principal motivação a desilusão com o atual sistema político eleitoral. O presidente estadual do PT classifica o sistema como “antidemocrático e cooptador de partidos e parlamentares” e defende a realização de uma reforma política. Pont também avalia que muitas práticas partidárias - que considera equivocadas - são fruto desse sistema e diz que, caso o PT esteja “irremediavelmente e majoritariamente comprometido (com essa lógica)”, pretende “fazer política em outro lugar ou fundar outro partido”. (...)

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Em defesa da Justiça



Por José Dirceu*
“A análise de embargos infringentes não corresponde a um novo julgamento, mas à segunda etapa do mesmo”, na qual juízes – no caso em pauta, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) – superam dúvidas. O trecho é de artigo publicado hoje na Folha de S.Paulo sob o título “Em defesa da justiça”, de autoria de meus advogados José Luís de Oliveira Lima e Rodrigo Dall’Acqua, sobre a nova fase, em andamento, do julgamento da ação penal 470, o chamado mensalão.
No texto os dois advogados assinalam que estes embargos “estão previstos no regimento do STF para os pontos em que, na primeira etapa do julgamento, houve divergência entre os juízes. São aquelas decisões em que ao menos 4 dos 11 ministros votaram contra a tese que acabou prevalecendo”.
Oliveira Lima e Dall’Acqua observam que o regime do STF prevê embargos infringentes porque uma decisão tomada em meio a tão grande de divergência está marcada pela dúvida. “A regra que permite os embargos infringentes serve para que os juízes rediscutam suas decisões mais difíceis e superem suas dúvidas, na busca da sentença mais justa”.
“No caso da ação penal 470 a análise das divergências registradas na primeira fase do julgamento torna-se ainda mais necessária” porque, prosseguem os autores do artigo, “mesmo os réus que não se encaixavam nos requisitos do foro especial foram submetidos a julgamento de uma única instância, vendo suas causas levadas diretamente ao STF, sem passagem pelo juízo de primeiro grau, como ocorre usualmente em ações dessa natureza”.
Oliveira Lima e Dall’Acqua encerram seu artigo com uma ponderação: “Pode-se não gostar dos réus da ação penal 470 e até torcer por sua condenação. O que não se admite é a desatenção com os princípios jurídicos esatabelecidos – isso representa uma ameaça não só á busca pela justiça, mas também à democracia”.
Leiam e analisem comigo “Em defesa da justiça” na seção Tendências e Debates da Folha de S.Paulo. Eu gostaria de convidar vocês, também, a lerem esta reportagem “Dupla punição por um mesmo crime” publicada no jornal diário da Manhã, de Goiânia.
*Via http://www.zedirceu.com.br   e  ComTexto Livre  - 
Foto: Blog naodanomesmo.blogspot.com  -- Edição final deste Blog
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Encontro de Lula com dono da Globo é péssimo para democratização da mídia no Brasil

O ex-presidente Lula teve um encontro reservado com o vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho em São Paulo. A notícia, divulgada pela jornalista Mônica Bérgamo em sua coluna na Folha, foi confirmada pelo Instituto Lula e pela Globo, que, em nota de sua assessoria, afirmou que ele ocorreu "a pedido do ex-presidente Lula" [Fonte].

O encontro deve ter acontecido mais ou menos na mesma época da divulgação da prévia da lista das pessoas mais ricas do Brasil da revista Forbes, com a seguinte informação:

A revista Forbes divulgou, na última sexta-feira (16), uma prévia da lista das 15 pessoas mais ricas do Brasil. No ranking, aparecem quatro barões da mídia: os três herdeiros de Roberto Marinho, das Organizações Globo, e Giancarlo Civita, herdeiro da editora Abril.[Fonte]
Também mais ou menos ao mesmo tempo, a blogosfera (e a Folha numa nota e a TV Record em algumas reportagens)  cobra do governo, do Ministério Público e da Polícia Federal o sumiço de um processo em que a Globo é ré e condenada a pagar R$ 650 milhões à época aos cofres públicos, por rombo (e roubo) na Receita federal.

O jornalista Altamiro Borges publicou em seu blog:

O que será que rolou nesta conversa do ex-presidente com um dos três filhos de Roberto Marinho? Será que Lula, com o seu conhecido estilo conciliador, tentou estabelecer uma nova ponte com o império global? Será que ele criticou a cobertura jornalística dos recentes protestos de rua, quando a TV Globo e seus "calunistas" tentaram pegar carona na onda de revolta para desgastar o governo Dilma? Será que pintou um novo acordo de bastidores que sabotará qualquer debate na sociedade sobre a urgência de uma lei democrática sobre os meios de comunicação? 

E da parte do filho do Roberto Marinho, quais os temas que ele colocou na rodada "civilizada" de diálogo? Será que ele se queixou da acentuada queda de audiência do Jornal Nacional, do Fantástico e de outros programas da emissora? Será que explicitou seus temores com a perda de publicidade, principalmente diante do aumento do faturamento das empresas de tecnologia, como a Google? Será que pediu para ninguém mexer na propina do Bônus de Volume, o famoso BV? Será que deu alguma explicação sobre as denúncias de sonegação fiscal praticadas pelo império global? Será que rogou para que não se discuta qualquer projeto sobre a regulação democrática da mídia? 

Só o futuro dirá o que rolou nesta misteriosa conversa. A conferir!

Sobre o teor da conversa podemos apenas especular, mas quanto à oportunidade dela podemos e devemos questionar.

Conversar, dialogar, mesmo com adversários históricos (leia sobre isso Globo sempre esteve na contramão do Brasil, ao longo da história. Cotas, ProUni, Getúlio, Lula ), é a arte da política. Mas tudo tem sua hora e lugar.

Se verdadeiro, o convite de Lula a um dos donos da Globo veio em má hora, num momento em que a Globo está nas cordas, com a blogosfera cobrando explicação sobre o tal processo, que sofreu uma Conceição, sumiu, ninguém sabe, ninguém viu.

O encontro veio em seguido ao recado direto das ruas enviado à Rede Globo. O povo não queria a reportagem da Globo nas ruas durante as manifestações e submeteu a mais poderosa emissora do país a uma "cobertura espacial".

A divulgação desse encontro joga água na fervura, coloca em pé de igualdade um ex-presidente com imensa aprovação popular e uma emissora cujo jornalismo não pode por os pés nas ruas.

Por isso, o encontro de Lula é péssimo para os que lutam pela democratização da mídia, menos pelo que conversaram do que pelo simbolismo, o significado político da conversa e do encontro.

Os demais grupos de mídia leem que o governo usou o presidente Lula para mandar uma mensagem à Globo. E que isso é bom para eles, por serem do mesmo time.

Deputados que já eram contra uma nova lei de mídia no Brasil têm motivo para comemorar. Os que estavam em cima do muro esperando a direção dos ventos entenderam para onde devem caminhar. E os que lutam por uma nova lei devem ter entendido de vez que ela não vem neste governo, neste mandato, talvez nem no próximo.

Fora do governo, Lula comete a segunda grande mancada (a foto com Maluf, a primeira. Friso a foto, porque defendi o acordo político com o partido de Maluf, que era bom para todos. A foto, só para Maluf) - pelo menos dessa vez sem foto.


De qualquer modo, o resultado é lamentável. O mal está feito. O recado foi dado. E o assunto caiu num esquecimento que me parece perturbador.

Será que as pessoas querem retirar a humanidade de Lula e transformá-lo num mito vivo, um ser que não erra? Mas Lula erra, sim, e já reconheceu isso várias vezes.


Madame Flaubert, de Antonio Mello

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O que a FENAJ e a Micheline Borges tem em comum? Leia e descubra!

 O Título é diferente mas é esse mesmo, FENAJ não é nada mais do que orgão criado pela ditadura militar...quer dizer o Sindicato dos Jornalistas do Brasil. Aí você pergunta...já sei! Ambos são jornalistas e a resposta é NÃO! A resposta correta da pergunta o que a FENAJ e a Micheline Borges tem em comum? É o PRECONCEITO! Sim você deve estar se perguntado porque. Então vamos a minha dissecação desses dois antros podres do nosso querido Brasil.

 Micheline Borges para quem não viu é essa pessoa aqui em baixo. Formada em Jornalismo COM DIPLOMA e membro da FENAJ a ilustre jornalista com ensino superior em seu facebook, fez a seguinte afirmação como está a prova aí com o "printscreen" e tudo mais que se tem direito.


 Sim para quem não quer acreditar ela disse que as médicas cubanas tem cara de empregada doméstica e ainda questionou o profissionalismo das mesmas, pera aí eu li direito? sim eu li e esta aí a prova do racismo e preconceito velado que um ser humano pode chegar, será que não ofendeu ninguém a nobre jornalista? sim com certeza a começar por quem vos escreve pois minha mãe foi empregada doméstica e não tenho vergonha nenhuma disso pelo contrário sinto orgulho por ter trabalhado de forma corajosa e honesta, sob chuva e sol, entre humilhações e elogios e assim conseguiu sustentar nossa casa e hoje eu e meus irmãos somos o que somos devido a grande dedicação desta querida empregada doméstica. Voltando a Micheline Borges gostaria de saber quem lava as roupas dela, cuida da casa, leva os filhos para a escola e outras tarefas que com certeza está medíocre Jornalista vive como qualquer outro simples mortal. É uma pena ver que os médicos cubanos sofrendo uma xenofobia descabida ainda são obrigados a ouvir comentários como desta pessoa, que não vou me alongar muito pois ela não merece nem que gastamos nosso tempo com uma pessoa racista, preconceituosa e inútil.

Vamos agora a FENAJ, sim você sabia que para exercer a profissão de jornalista segundo o nosso único orgão NÃO corrupto no país o STF ou (Supremo Tribunal Federal) não é necessário diploma de ensino superior? Sim é verdade, você pessoa assim como eu que trabalha como radialista, redator entre outros e faz parte do meio jornalístico a tempo, pode ir ao MTE e fazer seu registro, devido a essa evolução na lei graças ao STF a democratização da informação e profissão virou uma realidade, antes em uma lei instaurada na época da ditadura no Brasil afirmava que apenas jornalistas formados com diploma podiam exercer a profissão e você saber por que? assim a ditadura poderia ter todos os dados do jornalista incluindo endereço e caso o mesmo falasse algo que não agrada-se a ditadura poderiam facilmente encontrá-lo, essa é a chamada "liberdade de imprensa", voltando a FENAJ aí você pergunta tudo bem já me registrei no MTE(Ministério do Trabalho e Emprego), agora vou me sindicalizar para assim poder usufruir dos mesmo direitos que um jornalista tem....aí vem o problema meu futuro amigo jornalista.

 A FENAJ que está acima da lei, do STF e de Deus também e que só filia pessoas como a Micheline Borges, disse que a lei aprovada pelo STF não vale... sim a lei aprovada pelo Superior Tribunal Federal não vale ou seja você jornalista que trabalha há a anos na profissão simplesmente não tem direito a se filiar a FENAJ e ter sua carteira de jornalista simplesmente por que eles dizem que dane-se o STF, talvez é preciso alguém ir lá na FENAJ e seus orgãos estaduais como SINDIJOR-PR e avisar que a ditadura acabou e isso comprovo pessoalmente pois fui ao SINDIJOR-PR requerer minha afiliação e o que eles fizeram? riram da minha cara e ainda passei por um momento de grande humilhação da minha vida falando que os artigos e documentos que portava e levei a eles não passava de um "lixo inútil". Me senti ofendido mas esperar o que do sindicato da Michline Borges? apenas preconceito e discórdia, mas eles devem se lembrar que eles não riram de mim apenas, riram do Superior Tribunal Federal e de todos os brasileiros que por força do destino não tiveram a mesma sorte que a senhorita Micheline Borges de estudar em uma faculdade e ter diploma, mas que com força de vontade e coragem se tornaram os verdadeiros jornalistas deste país, que fazem as notícias em seus bairros e pequenas cidades, mas eu assim como a maioria do povo brasileiro acredita na lei e na igualdade e acredito que o STF irá prevalecer com esses preceitos e em breve eu voltarei com o meu mandado de segurança como fui instruído e como disse uma vez o velho e sábio Mario Jorge Lobo Zagallo. Vocês vão ter que me engolir! Além do mais o Sindijor-PR a exemplo do seu orgão máximo está semana mostrou que um de seus afiliados o jornalista que é um exemplo do jornalismo paranaense senhor AIRTON CORDEIRO, além de jornalista diplomado pelo SindijorPR também prática assédio sexual contra estagiárias em seu local de trabalho como segue a prova direto da fonte abaixo, falando palavras de baixo calão com seus inferiores, parabéns isso sim é um jornalista exemplo e por isso mesmo minha vontade de se filiar a este orgão podre já passou, pois tenho caráter e não quero ter como "companheiro" de profissão um cidadão que prática abusos sexuais contra estagiárias mulheres. Deixo aqui minha crônica e que está sirva de luz para aqueles que pensam em se filiar nestes antros da ditadura disfarçada de jornalismo.  

Fontes:
http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2013/08/jornalista-diz-que-medicas-cubanas-parecem-empregadas-domesticas.html
http://www.sindijorpr.org.br/noticia/estagiaria-da-cbn-relata-assedio-sexual/5169
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O que falta para eles

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