DILMA SEM O PMDB: É UM RISCO OU OPORTUNIDADE?


'Maior partido da base aliada depois do PT, PMDB estressa ao limite relacionamento com presidente; um dia depois de Dilma Rousseff declarar que quer manter 39 ministérios, líder Eduardo Cunha apresenta proposta para reduzir ministros a 20; trombada de frente; chamado de "sabotador" pela esquerda do PT, vice Michel Temer não desmente rumor de que vai procurar chefe do Executivo para ameaçar rompimento; Dilma pode se adiantar a ele e ser a primeira a escapar do cerco dos leões do partido?; risco de base aliada menor pode ser compensado por oportunidade de fazer governo sem compromisso de dar centenas de cargos ao PMDB; mas ruptura viabilizaria presidenciável Eduardo Campos, do PSB, e tiraria precioso tempo da presidente no horário eleitoral gratuito, em 2014;' (...)

Sobre essa e outras aprontadas pelo 'aliado', o sítio Brasil 247 pergunta: 'Na posição da presidenta, você contemporizaria com o PMDB ou mandaria o partido às favas?'

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Y en eso llegó Fidel




*Carlos Puebla - Y en eso llegó Fidel

(Carlos Puebla cantando "En eso llego Fidel", filmado en Habana, Cuba - de la televisión sueca, 1976). 

Aquí pensaban seguir
ganando el ciento por ciento
con casas de apartamentos
y echar al pueblo a sufrir

Y seguir de modo cruel
contra el pueblo conspirando
para seguirlo explotando...
y en eso llegó Fidel

Se acabó la diversión,
llegó el Comandante
y mandó a parar (Bis)

Aquí pensaban seguir
tragando y tragando tierra
sin sospechar que en la Sierra
se alumbraba el porvenir

Y seguir de modo cruel
la costumbre del delito
hacer de Cuba un garito...
y en eso llegó Fidel

Se acabó la diversión,
llegó el Comandante
y mandó a parar (Bis)

Aquí pensaban seguir
diciendo que los ratreros,
forajidos bandoleros
asolaban al país

Y seguir de modo cruel
con la infamia por escudo
difamando a los barbudos...
y en eso legó Fidel

Se acabó la diversión,
llegó el Comandante
y mandó a parar (Bis)

Aquí pensaban seguir
jugando a la democracia
y el pueblo que en su desgracia
se acabara de morir

Y seguir de modo cruel
sin cuidarse ni la forma
con el robo como norma...
y en eso llegó Fidel
Tomado de AlbumCancionYLetra.com
Se acabó la diversión,
llegó el Comandante
y mandó a parar (Bis)
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Entrevista da Presidenta Dilma ao jornal FSP

Dilma volta a defender plebiscito e diz que está 'misturada total' com Lula

Presidenta destaca necessidade de mudança no financiamento de campanhas eleitorais; para ela, reforma política sem consulta popular fará com que os problemas voltem a ocorrer

dilma pt bahia
Dilma durante evento do PT:'Eu e Lula somos indissociáveis'
São Paulo - RBA -  Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, a presidenta Dilma Rousseff (PT) voltou a defender a necessidade de um plebiscito para as mudanças no sistema político brasileiro, citando especificamente “os interesses que se movem conforme o financiamento das campanhas”.
Para ela, a reforma política a partir de consulta popular é “inexorável”. Dilma não criticou o Congresso Nacional, onde a maioria dos parlamentares se move para impedir o plebiscito, mas alertou: “Se você não escutar a voz das ruas, terá novos problemas”.
Em dois momentos da entrevista, quando questionada sobre inflação e emprego, a presidenta fez críticas diretas ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
“Em todo o primeiro mandato do Fernando Henrique Cardoso foram gerados 824.394 empregos. Eu, em 30 meses, gerei 4,4 milhões. Você vai me desculpar”, afirmou. Depois, sobre a inflação: “Cumpriremos a meta de inflação pelo décimo ano consecutivo. Sabe em quantos anos o Fernando Henrique não cumpriu a meta? Em três dos quatro anos dele [em que a meta vigorou]”.
Quanto às relações com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que está “misturada com o governo dele total” e que os dois são “indissociáveis”.
“Eu e o Lula somos indissociáveis. Então esse tipo de coisa (intrigas), entre nós, não gruda, não cola. Agora, falar volta Lula e tal... Eu acho que o Lula não vai voltar porque ele não foi. Ele não saiu. (...) Eu tenho uma relação com o Lula que tá por cima de todas essas pessoas. Não passa por elas, entendeu? Eu tô misturada com o governo dele total. Nós ficamos juntos todos os santos dias, do dia 21 de junho de 2005 [quando ela assumiu a Casa Civil] até ele sair do governo. Temos uma relação de compreensão imediata sobre uma porção de coisas.
CLIQUE AQUI para ler os trechos da entrevista publicados pelo jornal na edição de hoje (28).
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IstoÉ: Assalto tucano em São Paulo foi de R$ 425 milhões

Só o UOL acha que ninguém notou o tratamento desigual dado a iguais... 

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No Fio da Navalha...




That's My Way - Edi Rock Ft. Seu Jorge

(Indicação: DJ Bruno Lopes)
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