REVOLUÇÕES ... POR MINUTO!




* RPM - 'Revoluçóes por Minuto'  (original: 1985 - show - 2002)
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'Não se pode criticar a ministra Helena Chagas porque não se tem ideia do que faz' - Janio de Freitas

Em sua coluna na Folha, o jornalista Janio de Freitas fez uma crítica ácida à Comunicação do governo Dilma. Seria apenas mais um a fazê-lo, não fosse Janio um dos mais respeitados jornalistas do país, e - e como isso é importante para o governo! - escreve e faz parte do conselho editorial da Folha.

Talvez o caminho da rua da ministra esteja com a porta aberta depois da coluna de Janio, em que ele comentou a presença de Dilma na reunião que marcou os dez anos do Conselho do Desenvolvimento. Confira trechos a seguir:


Sempre a principal oradora, como Lula em seu tempo, Dilma Rousseff foi aguda na defesa do governo contra o que chamou de afirmações inverdadeiras sobre a inflação e sobre a situação econômica em geral. Ei-la, em duas frases de conclusão crítica:
 
"A informação parcial, da forma como é explorada, confunde a opinião púbica." E: "A informação parcial visa a criar um ambiente de pessimismo".
 
(...) no governo ninguém pediu demissão depois da fala presidencial. Se o propagado sobre a inflação e a economia falseia a verdade e perturba o país, é dever do governo prestar esclarecimento permanente à opinião pública. O governo tem dispositivos específicos para tal obrigação, no topo do qual estão um cargo e um dos 39 títulos de ministro. Apesar disso, este governo tem a peculiaridade de não se comunicar, nem diante do que considera perturbador e pernicioso. É como se dissesse: os interessados que aproveitem.
 
Não se pode criticar a ministra Helena Chagas porque não se tem ideia do que faz. Nem vale a pena ressaltar a inacreditável inexistência, já a meio do terceiro ano de governo, de uma política de comunicação da Presidência e, secundariamente, das extensões da administração. Jamais me constou, ao menos, uma iniciativa que desse sinal da ação esperável, em todo governo, da função tão necessária e às vezes até decisiva da comunicação. E o que fica por conta da marquetice dá, sempre, nas aparições provincianas e nos discursos ainda piores. [Fonte]

Desconfiei que Helena Chagas era a mulher errada no lugar errado, quando, nem bem o governo havia completado três meses, ela deu RT no twitter, sem querer, na seguinte mensagem:

"Ganhar menos que esta raça devoradora, políticos como  Sarney, Mubarak, Kadafi, Bush, Lula, Dirceu, Genoino, me envergonham, que nojo."

Começou com um gol contra e joga o tempo todo como um cabeça de área que pega a bola e não sabe o que fazer com ela. Pode ser muito competente, mas não para o cargo que ocupa. O mesmo vale para Paulo Bernardo e José Eduardo Cardozo.

O problema é que todos se sentem estrelas. Não reconhecem que não estão jogando nada, como aconteceu com Ronaldinho Gaúcho, que saiu com cara de poucos amigos ao ser substituído por Cuca no primeiro jogo das finais da Libertadores, quando simplesmente não estava jogando nada.

Deveria ter pedido para sair, em nome do time. Como deveriam fazer os três ministros citados. 

 
 



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Imagens do momento da prisão do manifestante @Rafucko mostram que PM forjou prova contra ele. Por isso delegada o liberou

@Rafucko parece ser uma pessoa famosa, mas, até ontem, não sabia quem era, quando publiquei esta postagem aqui, em que @Rafucko conta que foi preso, que a PM forjou provas contra ele e que postaria mais tarde imagens de sua prisão para provar o que dizia.

Segundo narrou, quando preso, um PM pediu uma camisa vermelha/rosa que ele levava na mão, para ser usada como defesa ao gás lacrimogêneo. O PM teria ido até a "viatura" com a camisa e, em seguida, voltado com ela cheia de pedras portuguesas dentro, dizendo que ele as portava.

No vídeo postado hoje por @Rafucko fica claro que não havia nada na camiseta, muito menos uma boa quantidade de pedras. Repare nas imagens, que por várias vezes a camiseta passa voando diante da lente da câmera, deixando claro que jamais poderia estar cheia de pedras.

Por isso, a delegada o liberou, logo que ele lhe entregou a câmera com as imagens na delegacia. Infelizmente, a delegada não tomou a providência cabível, dar ordem de prisão aos PMs que levaram @Rafucko até ela, por forjarem provas.

Confira no vídeo:



Curiosa atitude da PM: forja provas para prender um manifestante, enquanto faz vista grossa para as depredações e os roubos praticados durante o protesto. Como isso não pode ser por vontade própria dos soldados, é certo que houve ordem superior.

Que ordem era essa e quem a deu? O comandante da tropa, o comandante da PM, o Secretário de Segurança ou o governador?

Qual o objetivo de deixar saqueadores impunes?

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A medicina e o Brasil real


'A sociedade de classes se manifesta no serviço médico: para os muito pobres, nenhum médico; para os muito ricos, hospitais de ponta'
Por Roberto Amaral, na Carta Capital*
A furiosa campanha corporativista dos médicos contra a vinda de colegas estrangeiros procura alarmar o país. No entanto, a atração de profissionais do exterior é prática antiga a que muito devem os Estados Unidos, a Rússia e muitos outros países. Não podemos ceder a essa manifestação de egoísmo classista, sob pena de ofender os direitos básicos da grande maioria de nosso povo, principalmente quando se sabe que um dos gargalos do nosso desenvolvimento é a carência de mão-de-obra qualificada.
Pesquisa do Ipea, realizada com 2.273 pacientes do SUS, mostrou que a falta de médicos é o principal problema de 58% dos brasileiros dependentes da rede pública. Temos algo como 300 mil médicos no exercício da profissão e 700 municípios (15% do total) sem um único profissional de saúde. Em outros 1,9 mil municípios, “3 mil candidatos a paciente disputam a atenção de menos de um médico por 30 segundos por pessoa”! (IstoÉ,10/07/2013). (...)
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Só se fala nas vitrines quebradas do Leblon, mas naquele mesmo dia Rocinha parou acusando PM de assassinato

No mesmo dia em que houve a manifestação no Leblon em frente ao prédio do governador Sergio Cabral, um outro grupo de manifestantes, a poucos quilômetros dali, fechou o Túnel Zuzu Angel, que liga a Gávea a São Conrado. Eles protestavam contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, de 47 anos,que foi levado por dois PMs da UPP da Rocinha e sumiu como Conceição, que ninguém sabe, ninguém viu.

Moradores da Rocinha, na Zona Sul do Rio, fazem uma manifestação em frente a um dos acessos da favela, na Autoestrada Lagoa-Barra, que está parcialmente fechada. Eles acusam policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) pelo desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, de 47 anos, que foi visto pela última vez no domingo, há três dias, após voltar de uma pescaria. De acordo com a doméstica Elizabeth Gomes da Silva, sua mulher, Amarildo foi levado a um posto da UPP para prestar esclarecimentos, mas não retornou.

(...) Segundo a assessoria de imprensa do Comando de Polícia Pacificadora, Amarildo foi levado para a base da unidade da Rocinha no domingo de manhã, por se parecer com um suspeito procurado pelos policiais. Ao constatar que não se tratava da mesma pessoa, a polícia teria liberado Amarildo. O CPP não soube informar quem era o suposto suspeita e tampouco quanto tempo Amarildo ficou na base. [Fonte]

No entanto, estranhamente, as câmeras de monitoramento da Rocinha não flagraram a saída do pedreiro. E até ontem a PM não conseguiu dizer nem com que suspeito Amarildo era parecido.

Ontem, a cúpula da Segurança Pública do Rio prometeu à família de Amarildo intensificar as investigações sobre o caso. Os GPS das viaturas da UPP da comunidade e as imagens gravadas na favela serão analisados. O coordenador do CPP decidirá hoje se irá afastar os dois soldados que fizeram a abordagem.

(...) Além do paradeiro do pedreiro, as autoridades prometeram apurar as denúncias sobre supostas arbitrariedades cometidas por policiais militares lotados na Rocinha. Filho de Amarildo, Anderson Gomes, de 21 anos, conta que está sendo ameaçado dentro da favela.

- Existe um bonde de uns 15 PMs que agem como xerifes dentro da comunidade - afirma ele. [Fonte]

A indignação contra as vitrines quebradas pelos "vândalos" encobre o possível assassinato de um trabalhador inocente por soldados da PM.

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