Secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, versus deputado Marcelo Freixo. Quem diz a verdade?
Ontem à noite, enquanto o pau comia no Leblon, o deputado Marcelo Freixo disse, em sua conta no Twitter:
A atitude a que se refere o deputado é a de cobrança que lhe foi feita, também via twitter, pela PM (@PMERJ), o que gerou insatisfação na rede:
Hoje, o secretário Beltrame negou, por intermédio de uma nota, ter falado sobre o assunto com o deputado, e ainda insinuou que Freixo estava querendo colher dividendos políticos:
Freixo respondeu via twitter, quando foi cobrada sua posição diante da nota:
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Acabo de receber uma ligação do Beltrame. Se desculpou e disse que não sabia e não concordava com a atitude do comando da PM. Pois é!
A atitude a que se refere o deputado é a de cobrança que lhe foi feita, também via twitter, pela PM (@PMERJ), o que gerou insatisfação na rede:
O Comando da#PM solicitou apoio do Dep@MarceloFreixo e do Pres Comissão DH da@OABRJ_oficial e ambos recusaram-se a apoiar a#PM
Hoje, o secretário Beltrame negou, por intermédio de uma nota, ter falado sobre o assunto com o deputado, e ainda insinuou que Freixo estava querendo colher dividendos políticos:
1- O Secretário de Estado de Segurança sempre recebeu parlamentares, autoridades, organizações não governamentais e jamais se negou a prestar esclarecimentos quando convocado.
2- Em nenhum momento, o secretário ligou para se desculpar em seu nome ou em nome de qualquer outra instituição com o deputado Marcelo Freixo.
3- Em telefonema ao deputado ontem, o secretário apenas adiou um encontro marcado para hoje, quinta-feira, 18/07.
4- Se o deputado avalia que colherá dividendos políticos envolvendo o secretário, a sua estratégia está equivocada.
Freixo respondeu via twitter, quando foi cobrada sua posição diante da nota:
Ontem recebi uma ligação do Beltrame para mudar o horário da reunião de hoje. Ele afirmou q não sabia dos telefonemas do Cel Erir.Enquanto as autoridades batem cabeça, as ruas fazem a festa.
Afirmou também que não concordava com essa atitude. Espero que tenha a dignidade de dizer a verdade.
Vídeo bem humorado de @rafucko, jovem preso (e já solto) na manifestação da noite passada no Leblon
Sem humor, a vida não tem graça. E um dos principais manifestantes do #ForaCabral postou um divertido vídeo no Youtube, onde se confessa viciado em protesto.
Também em sua página no Facebook, @rafucko afirmou que PMs forjaram flagrante contra ele.
O vídeo, para ver até onde pode ir a dor de cabeça de Sergio Cabral.
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Também em sua página no Facebook, @rafucko afirmou que PMs forjaram flagrante contra ele.
O vídeo, para ver até onde pode ir a dor de cabeça de Sergio Cabral.
Lula: ruas querem “ampliar alcance da democracia”
“Democracia não significa voto de silêncio”, afirma o ex-presidente brasileiro em artigo sobre os protestos no Brasil
Em artigo publicado no jornal International Herald Tribune e no site do The New York Times, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que os protestos ocorridos no Brasil recentemente indicam não uma recusa à política, mas um desejo de “ampliar o alcance da democracia”.
“Muitos analistas atribuem os recentes protesto a uma rejeição à política. Eu penso precisamente oposto: eles refletem um desejo de ampliar o alcance da democracia, de encorajar as pessoas a participarem mais integralmente do processo”, escreveu Lula no texto, intitulado “Mensagem da juventude brasileira”.
A análise de Lula começa apontando o papel das redes sociais na política, não apenas no Brasil. “Os jovens, teclando rapidamente em seus smartphones, tomaram as ruas de todo o mundo”, afirma ele, no primeiro parágrafo. Em seguida, Lula avalia que é mais fácil explicar por que os jovens vão às ruas em países não democráticos, como Egito e Tunísia, em 2011, ou em que o desemprego atinge altos níveis, como Espanha e Grécia.
[Reprodução da página do NYT na Internet com o artigo de Lula]
O caso brasileiro, acredita Lula, teria outro sentido. Depois de vários sucessos, entre eles a mais baixa taxa de desemprego da história e expansão sem paralelos da economia e de direitos sociais, uma nova geração de estudantes teria tomado as ruas. Esses jovens, muitos deles filhos de famílias pobres, lutam para obter o que seus pais nunca tiveram.
“Estes jovens não viveram a repressão da ditadura militar nos anos 1960 e 1970. Não viveram a hiperinflação dos anos 1980, quando a primeira coisa que fazíamos ao receber o contracheque era correr ao supermercado e comprar o máximo de coisas, antes que os preços subissem, no dia seguinte. E pouco se recordam dos anos 1990, quando a estagnação e o desemprego deprimiam o país. Eles querem mais”, escreve.
Lula afirma que os jovens querem qualidade dos serviços públicos, mas não apenas: querem acesso a lazer e cultura, instituições mais transparentes e reformas na política e no sistema eleitoral. “Democracia não significa voto de silêncio”, diz ele, complementando: “Apenas na democracia um índio pôde ser eleito presidente da Bolívia, um afro-americano presidente dos EUA. E só numa democracia um metalúrgico e uma mulher puderem ser escolhidos presidentes do Brasil.”
Fonte: http://operamundi.uol.com.br
Reforma Política - Debate
Porto Alegre/RS - O Secretário do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã do Estado do RS, João Motta, foi o palestrante da primeira edição dos almoços temáticos que irão tratar exclusivamente sobre Reforma Política. A atividade está sendo organizada semanalmente pelo presidente do Diretório Metropolitano do PT, Adeli Sell, com o objetivo de se somar aos esforços do PT nacional, que tem trabalhado por uma reforma que incida sobre os principais problemas do sistema político, melhorando os instrumentos da representação política, consolidando o processo democrático e auxiliando para que a população alcance níveis mais elevados de maturidade política.
Na oportunidade, Motta discursou sobre o voto lista. “O fortalecimento dos partidos políticos é um fator chave para o PT. Há uma crise de representação e nós precisamos reforçar o papel das instituições e dos partidos políticos”, analisou. Assim como o governador Tarso Genro, Motta defendeu o voto em lista fechada como a melhor forma de estabelecer uma identidade partidária e programática. “Numa democracia precisamos ter partidos fortes. Conseguimos isto abrindo um link de discussão com a sociedade. E faremos isto com relação aos nomes propostos”, disse ele, ao justificar que a lista aberta pode favorecer candidatos que queiram se aproveitar dos partidos políticos. (...)
-CLIQUE AQUI para ler mais (via Blog do Adeli Sell)
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