Lula: ruas querem “ampliar alcance da democracia”

“Democracia não significa voto de silêncio”, afirma o ex-presidente brasileiro em artigo sobre os protestos no Brasil

Em artigo publicado no jornal International Herald Tribune e no site do The New York Times, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que os protestos ocorridos no Brasil recentemente indicam não uma recusa à política, mas um desejo de “ampliar o alcance da democracia”.
Reprodução do artigo de Lula no 'New York Times', na versão digital, nesta terça-feira (16) (Foto: Reprodução)
“Muitos analistas atribuem os recentes protesto a uma rejeição à política. Eu penso precisamente oposto: eles refletem um desejo de ampliar o alcance da democracia, de encorajar as pessoas a participarem mais integralmente do processo”, escreveu Lula no texto, intitulado “Mensagem da juventude brasileira”.
A análise de Lula começa apontando o papel das redes sociais na política, não apenas no Brasil. “Os jovens, teclando rapidamente em seus smartphones, tomaram as ruas de todo o mundo”, afirma ele, no primeiro parágrafo. Em seguida, Lula avalia que é mais fácil explicar por que os jovens vão às ruas em países não democráticos, como Egito e Tunísia, em 2011, ou em que o desemprego atinge altos níveis, como Espanha e Grécia. 
[Reprodução da página do NYT na Internet com o artigo de Lula]
O caso brasileiro, acredita Lula, teria outro sentido. Depois de vários sucessos, entre eles a mais baixa taxa de desemprego da história e expansão sem paralelos da economia e de direitos sociais, uma nova geração de estudantes teria tomado as ruas. Esses jovens, muitos deles filhos de famílias pobres, lutam para obter o que seus pais nunca tiveram.
“Estes jovens não viveram a repressão da ditadura militar nos anos 1960 e 1970. Não viveram a hiperinflação dos anos 1980, quando a primeira coisa que fazíamos ao receber o contracheque era correr ao supermercado e comprar o máximo de coisas, antes que os preços subissem, no dia seguinte. E pouco se recordam dos anos 1990, quando a estagnação e o desemprego deprimiam o país. Eles querem mais”, escreve.
Lula afirma que os jovens querem qualidade dos serviços públicos, mas não apenas:  querem acesso a lazer e cultura, instituições mais transparentes e reformas na política e no sistema eleitoral. “Democracia não significa voto de silêncio”, diz ele, complementando: “Apenas na democracia um índio pôde ser eleito presidente da Bolívia, um afro-americano presidente dos EUA. E só numa democracia um metalúrgico e uma mulher puderem ser escolhidos presidentes do Brasil.”
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Reforma Política - Debate



Porto Alegre/RS - O Secretário do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã do Estado do RS, João Motta, foi o palestrante da primeira edição dos almoços temáticos que irão tratar exclusivamente sobre Reforma Política. A atividade está sendo organizada semanalmente pelo presidente do Diretório Metropolitano do PT, Adeli Sell,  com o objetivo de se somar aos esforços do PT nacional, que tem trabalhado por uma reforma que incida sobre os principais problemas do sistema político, melhorando os instrumentos da representação política, consolidando o processo democrático e auxiliando para que a população alcance níveis mais elevados de maturidade política. 

Na oportunidade, Motta discursou sobre o voto lista. “O fortalecimento dos partidos políticos é um fator chave para o PT. Há uma crise de representação e nós precisamos reforçar o papel das instituições e dos partidos políticos”, analisou. Assim como o governador Tarso Genro, Motta defendeu o voto em lista fechada como a melhor forma de estabelecer uma identidade partidária e programática. “Numa democracia precisamos ter partidos fortes. Conseguimos isto abrindo um link de discussão com a sociedade. E faremos isto com relação aos nomes propostos”, disse ele, ao justificar que a lista aberta pode favorecer candidatos que queiram se aproveitar dos partidos políticos. (...)

-CLIQUE AQUI  para ler mais (via Blog do Adeli Sell)
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OAB




'Libertas Quae Será Tamen' (II)** 

Foram muitos os telefonemas, cumprimentos  e e-mails recebidos nestes últimos dias. Faço questão de registrar aqui no Blog, com satisfação e muito honrado, algumas das mensagens recebidas  (via e-mail, tuiter e face) por ocasião de minha aprovação no X Exame de Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil, divulgado no último dia 09/07. (...)

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'Nenhuma outra quadrilha lucrou tanto no negócio de assalto a banco como a quadrilha da Rede Globo' - O Pasquim

A edição de 29 de setembro de 1983 do jornal carioca O Pasquim não fez por menos. Chamou o então presidente das Organizações Globo Roberto Marinho de "o maior assaltante de bancos do Brasil".

"Nos dias 28 de fevereiro e 29 de maio de 1980, sem nenhum registro na crônica policial, foram praticados os dois maiores assaltos a banco da história do Brasil. Em duas operações distintas, o grupo do Sr. Roberto Marinho levantou no Banerj, a juros de dois por cento ao mês, a importância de 449 milhões e 500 mil cruzeiros [aproximadamente US$ 613 mil, BdoM]".

Na reportagem, O Pasquim demonstrou que, caso Roberto Marinho sacasse o dinheiro na boca do caixa e fizesse uma aplicação financeira no próprio Banerj receberia US$ 3 milhões, em valores da época.

"Nenhuma outra quadrilha, inclusive movimentos terroristas, lucrou tanto no negócio de assalto a banco como a quadrilha da Rede Globo. Só no Banerj expropriou um bilhão e oitocentos milhões de cruzeiros. Em retribuição, Roberto Marinho levou toda a diretoria do Banerj para trabalhar na Globo: Miguel Coelho Neto Pires Gonçalves, Diretor Superintendente do Banerj virou Superintendente da Rede Globo; Antônio Carlos Yazeji, Paulo Cesar da Silva Cechetti e Pedro Saiter (ex-vice-presidente, ex-diretor, ex-gerente geral, todos do Banerj) foram agraciados com pomposas diretorias na Rede Globo." [Fonte]



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Gestão tucana: Delegado responsável pela Repressão ao Tráfico em SP é preso por proteger traficantes

Está certo que o problema da Segurança Pública atinge o país inteiro. Uns estados mais, outros menos. Mas o destaque negativo, sem dúvida alguma, vai para o estado de São Paulo, há 18 anos nas mãos do PSDB.

São Paulo é a terra do PCC, que sequestrou o Estado e só permite que ele funcione numa aparente normalidade, graças a um acordo que todos sabem que é feito entre os bandidos organizados e o governo tucano.

Às vezes esse acordo tácito é burlado por um dos lados, que se aproveita da situação para faturar o seu. É o caso do delegado de polícia e supervisor da Unidade de Inteligência do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Clemente Calvo Castilhone Júnior.

[O delegado] Clemente Calvo Castilhone Júnior, preso sob acusação de participar de um esquema de cobrança de propina em troca de proteção a traficantes em São Paulo, costumava dar palestras sobre o combate às drogas. Em uma delas, em julho de 2011, o delegado participou da audiência pública de relançamento da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Crack, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Após a prisão do delegado e de outros seis agentes, o Denarc passará por uma reestruturação. O governador Geraldo Alckmin e o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, devem se reunir nesta terça-feira para definir como será feita a reestruturação no departamento.[reportagem completa aqui]

Na reunião entre o governador e o secretário, certamente, haverá mais alguém, mesmo que esse alguém não se sente à mesa, nem dê entrevistas aos jornalistas com suas impressões sobre o assunto. Esse alguém é o PCC, que sequestrou São Paulo na gestão tucana.
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