Incêndio de grandes proporções atinge Mercado Público de Porto Alegre




Porto Alegre/RS - Correio do Povo - Um incêndio de grandes proporções atinge o Mercado Público de Porto Alegre, no Centro. As chamas atingem o segundo piso do prédio histórico, em frente à estação da Trensurb, na avenida Júlio de Castilhos, mais ao lado da Praça Parobé. O Corpo de Bombeiros deslocou sete viaturas para combater o fogo. Não há informações de feridos. 

Por volta das 21h, parte do segundo andar havia sido consumida pelas chamas, que são muito altas. Diversas explosões ocorreram dentro do edifício. O incêndio chamou a atenção de muitas pessoas. A polícia isolou o local e pediu para os curiosos deixarem a região.

A Júlio de Castilhos e a Siqueira Campos foram bloqueadas pela Empresa Pública de Trânsito e Circulação (EPTC) para o trabalho dos bombeiros. O Mercado teria fechado ao público às 19h. O Trensubr não está funcionando perto do Mercado e está partindo da Estação Rodoviária.  http://portallw.correiodopovo.com.br
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*Notado Editor do Blog: Segundo informações que chegaram ao Blog, por volta da meia-noite o incêndio - felizmente - já estava praticamente debelado. As chamas, aparentemente, não chegaram ao andar térreo, mas o segundo piso do Mercado Público (onde funcionavam a maioria dos restaurantes e o acervo histórico do Mercado - que é o 'coração e a alma' da capital) foi quase que totalmente carbonizado. Lamentável!
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IRRESPONSABILIDADE! - 

Prefeitura de Porto Alegre admite: PPCI do Mercado Público estava vencido há 6 anos

***DANOS FORAM MENORES DO QUE APARENTAVAM (FELIZMENTE!)

Após o incêndio que atingiu o Mercado Público de Porto Alegre na noite desse sábado, as boas notícias começam a chegar. Em entrevista ao Correio do Povo na manhã deste domingo, o perito Rodrigo Eber, que trabalha na avaliação dos estragos, informou que o andar térreo não foi tão prejudicado pelo sinistro. "Olhando agora, acreditamos que os danos não tenham sido tão grandes. A parte de baixo do Mercado está praticamente intacta", relatou. (Correio do Povo)

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(Atualizada às 10,39 h de 07/07/2013)
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Livro afirma que Brasil planejou e esteve perto de invadir o Uruguai nas décadas de 60 e 70, por temer revolução




A afirmação está no livro "Orden y Progreso" do escritor uruguaio Federico Leicht. Segundo Leicht, o momento da invasão estava decidido em 1970, quando os tupamaros sequestraram o cônsul brasileiro Aloysio Días Gomides. Caso o cônsul não fosse libertado, o Brasil invadiria o Uruguai.

Federico Leicht diz que suas afirmações foram tiradas de documentos desclassificados do governo dos EUA, do governo brasileiro e da imprensa do período.

Felizmente, o cônsul brasileiro foi libertado pelos tupamaros, que receberam da esposa do cônsul 300 mil dólares.

No ano seguinte, 1971, o Brasil, segundo Leicht, ajudou a fraudar a eleição presidencial uruguaia, junto com os Estados Unidos, forçando a eleição do conservador Partido Colorado com Juan María Bordaberry.

"En estas elecciones votaron personas que hacía años que habían fallecido. No lo digo yo, lo dicen los documentos expuestos en mi libro".

Tampoco dudó en señalar como "culpable" al Partido Colorado, tradicionalmente gobernante en el país, señalando que organizó el fraude "con el apoyo de Brasil y, por ende, de Estados Unidos".

Durante las fechas previas a las elecciones, "las tropas brasileñas fueron puestas en la frontera haciendo ejercicios militares, preparándose para una hipotética invasión a Uruguay", afirmó.

Dos años después, con el apoyo de los militares, el presidente Bordaberry dio un golpe de Estado y disolvió el Parlamento iniciándose una dictadura que duraría 13 años.
[Fonte]
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'É uma falta de vergonha inacreditável!'



O ultrachavismo sem voto da Rede Globo

*Por Miguel do Rosário

O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ídolo dos coxinhas, Joaquim Barbosa,  é hoje o principal trunfo político da Rede da Globo. Ancelmo Gois incensa-o regularmente desde que ele tomou as dianteiras da Ação Penal 470. Outro colunista, Roberto Damatta não apenas afirmou que votaria sem pestanejar nele, como achava que Barbosa levaria fácil no primeiro turno. Merval Pereira e ele estão sempre se telefonando, e o colunista publica a conversa no dia seguinte sem escrúpulos de chapa-branquismo. O ex-presidente do STF anterior, Ayres Brito, escreveu o prefácio do livro de Merval enquanto ainda tocava o julgamento do mensalão.  É uma falta de vergonha inacreditável.
Aí ficamos sabendo que Barbosa pagou as passagens de avião, com dinheiro público, para uma repórter da Globo lhe acompanhar à Costa Rica. Coisas de político da pior laia. Logo descobrimos que Barbosa pagou as passagens de avião para assistir o jogo do Brasil e Inglaterra, no Rio, com dinheiro público, e que ficou no camarote de um apresentador da Globo, Luciano Huck. E que seu filho está trabalhando na Globo, com Luciano Huck, figura que o PSDB andou sondando para ser seu candidato ao governo do Rio. (...)
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Foto: Marinho (Globo) e Joaquim Barbosa - Edição final e grifos deste blog

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Depois da insônia das ruas, a tramoia da direita e do capital



Os véus foram removidos; as máscaras que cobriam as reais intenções da mídia e da direita foram sacadas, e o jogo conspirativo finalmente está desnudo. Para a direita, as manifestações multitudinárias que deixaram as ruas brasileiras insones durante o mês de junho já cumpriram seu papel. Doravante, as ruas não precisam e, sobretudo, não devem ser ouvidas, porque atingiram o objetivo de “derreter Dilma”.

A Presidenta havia captado o essencial dos acontecimentos: a necessidade de reformar a política. O atual sistema político, concebido no contexto da transição conservadora da ditadura cívico-militar para a democracia liberal-burguesa, foi pactuado há 25 anos entre as distintas frações da classe dominante na Constituição de 1988 para blindar o país do “risco” de transformações democrático-populares radicais. [*]

Dilma anunciou a proposta de decidir por plebiscito se a reforma seria realizada por uma Assembléia Nacional Constituinte [ANC] específica. Menos de 24 horas depois, por razões não esclarecidas, recuou. O plebiscito passaria a ser, então, para definir o conteúdo da reforma a ser elaborada pelo Congresso que, sabe-se, é eleito pelo poder econômico e tem compromisso com a manutenção do sistema, não com sua mudança.

O combate à proposta de instalação de uma ANC não partiu somente da oposição [PSDB, DEM, PPS, Ministros do STF e mídia], mas sofreu forte contrariedade do próprio Vice-Presidente da República Michel Temer, do PMDB.

Derrotada a tese da ANC, em seguida veio o combate ao plebiscito por todos os lados. O Ministro tucano no STF Gilmar Mendes considerou a proposta “temerária” e “de difícil exequibilidade” - o TSE confirmou a militância pela tese dele. Merval Pereira, do jornal O Globo, chama de “tentativa de golpe antidemocrático” que faz do país “um arremedo de república bolivariana”. Michel Temer, após oficializar a entrega da proposta aos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, nas entrelinhas de sua declaração, é como se dissesse: “todo o Poder ao Henrique Alves e ao Renan Calheiros!”. Leia-se: são oceânicas as chances do plebiscito desandar como maionese.

Para o governo, essa conjuntura se complica ainda mais pela variante econômica. As dificuldades políticas se cruzam com as complicações da economia brasileira derivadas da crise mundial. Depois dos tsunamis das ruas, são as placas tectônicas do capital que entram em frenesi.

A conexão entre as dificuldades econômicas e os impasses políticos está feita. Com sutileza, veículos de comunicação passaram a publicar pesquisas de opinião que instrumentam a narrativa para debilitar Dilma também na gestão da economia. O capital financeiro internacional é o novo ator que sai do subterrâneo para se juntar abertamente à farra conspirativa promovida pela direita e seus monopólios midiáticos.

A essas alturas, no debate agendado pela mídia, o que menos conta é racionalidade e honestidade política e histórica. Não importa invocar a maior resiliência do Brasil ante uma das piores crises do capitalismo; como também não faz diferença lembrar os colapsos do Brasil na era neoliberal de FHC em crises infinitamente menos graves.

A evolução complicada da conjuntura poderá ser destrutiva. Há uma grave urgência política no ar. A disputa real que se trava nesse momento é pelo destino da sétima economia mundial e pelo direcionamento de suas fantásticas riquezas para a orgia financeira neoliberal. Os atores da direita estão bem posicionados institucionalmente e politicamente. Ao apelarem pela preservação do establishment e do status quo da classe dominante, conseguem selar alianças com setores da coalizão de governo do PT.

A possibilidade de reversão das tendências está nas ruas, se soubermos canalizar sua enorme energia mobilizadora. Por que não instalar em todas as cidades do país aulas públicas, espaços de deliberação pública e de participação direta para construir com o povo propostas sobre a realidade nacional, o plebiscito, o sistema político, a taxação das grandes fortunas e do capital, a progressividade tributária, a pluralidade dos meios de comunicação, aborto, união homoafetiva, sustentabilidade social, ambiental e cultural, reforma urbana, reforma republicana do Estado e tantas outras demandas históricas do povo brasileiro, para assim apoiar e influir nas políticas do governo Dilma?

O PT e o conjunto da esquerda partidária e social do Brasil devem se esforçar para construir uma plataforma comum capaz de animar vigorosas mobilizações de rua em defesa das mudanças em andamento, mas especialmente na exigência das transformações democrático-populares represadas pelo enredamento em alianças pragmáticas.

A história é pródiga professora. Através dela conhecemos as consequências trágicas quando a divisão da esquerda e o sectarismo foram postos acima de exigências históricas e estratégicas. O momento pede fortalecimento do governo Dilma a partir da arena pública; fora dela a direita nos devora. O PT não pode cair na armadilha da mídia, que com suas pesquisas quer ferir de morte a Dilma, é verdade, mas quer principalmente trazer Lula para o epicentro dos acontecimentos, para assim poder sangrá-lo.

Durante a hecatombe de 2005, aprendemos que a resposta à virulência da direita fascista, profeta do “fim da raça dos petistas”, estava na radicalização da nossa presença nas ruas e no esclarecimento do povo quanto aos interesses de classe em disputa. Foi com esse arsenal que Lula derrotou Alckmin em 2006, impedindo o retrocesso neoliberal no Brasil. (por Jeferson Miola*).

[*] O PT, recém nascido, já representava uma ameaça à transição conservadora para a “etapa democrática” da dominação capitalista, e seria potencialmente o principal beneficiário das aspirações democráticas e transformadoras. Em 1989, a direita interditou tal trajetória do PT e, num golpe da Rede Globo, fraudou a vontade popular em favor de Collor de Melo.

*Jeferson Miola é analista político  (via Carta Maior)
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Ah, o Leblon... O Leblon quer a saída de Cabral... do Leblon


PMs do Batalhão de Choque e
manifestantes presos, ontem no Leblon


Só rindo. O chic e fotogênico bairro do Leblon, cenário de quase todas as novelas de Manoel Carlos na Globo, o Leblon está incomodado com o governador Sergio Cabral, que mora no bairro. E quer a sua saída.

Mas não é com as acusações de corrupção que cercam o governador, nem com a brutalidade de sua polícia assassina e covarde.

Não, o Leblon é low profile e o que o incomoda é a presença do governador no bairro, como diz Cynthia Clark, autora do texto de um manifesto que pede a saída do governador:

— Tem muita gente com medo. A nossa rua tem muitos idosos e a nossa rotina tem sido alterada com a presença do governador. Temos de conviver com as patrulhas constantes, e os carros da polícia muitas vezes param em cima da calçada ou bloqueiam as garagens. Isso sem falar no custo para o contribuinte de todo esse aparato — afirma a psicóloga, de 60 anos.

Mas o abaixo-assinado não quer a saída do governador do estado, ou seja, que ele renuncie. Quer apenas que ele deixe seu triplex no Leblon (como será que ele que sempre foi apenas parlamentar, conseguiu grana para esse apê e para a mansão num condomínio de luxo em Angra?) e vá morar no Palácio. Isso é bem Leblon.

O texto foi divulgado antes da violência de ontem, e as palavras da senhora Clark foram proféticas:

“Tememos que as manifestações, até agora pacíficas, se tornem violentas e, caso haja confronto entre policiais e manifestantes ainda tenhamos que conviver com tiros, balas de borracha e gás lacrimogênio”
Que o resto da cidade sofra os efeitos de Cabral, pouco importa ao Leblon. Porque ao Leblon só interessa... o Leblon. Cabral se mudando para o Palácio, o Leblon fica satisfeito, como nas novelas de Manoel Carlos.

Mas, infelizmente para a senhora Clark e o Leblon, os manifestantes chegaram para ficar, e a polícia em geral é violenta, a do Cabral é mais, e ainda atua ilegalmente, com soldados sem identificação e mascarados. E soltam bombas e borrifam gás de pimenta.

Tranquilidade agora só nas telas com a próxima novela ambientada no bairro.

Para ler o manifesto e a reportagem completa, clique aqui.

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