Presidenta Dilma propõe Constituinte Exclusiva para Reforma Política


*No vídeo acima, o pronunciamento de hoje da presidenta Dilma 

Agência Brasil - Brasília - Na abertura da reunião com governadores e prefeitos, a presidenta Dilma Rousseff disse que vai propor a convocação de um plebiscito que autorize uma Constituinte para fazer a reforma política.
"O Brasil está maduro para avançar e já deixou claro que não quer ficar parado onde está", disse a presidenta.
Dilma Rousseff propôs ainda uma nova legislação que considere a "corrupção dolosa [quando há intenção] como crime hediondo", com penas mais severas.  A presidenta pediu ainda agilização na implantação da Lei de Acesso à Informação.
A presidenta defendeu ainda pacto de responsabilidade fiscal, com o objetivo de manter a estabilidade da economia e o controle da inflação.
"É muito bom que o povo esteja dizendo tudo isso em alto e bom som. Cabe a cada um de nós - presidenta, ministros, governadores, governadoras, prefeitas e prefeitos - cumprir essa nova e decisiva dimensão da vontade popular. Nós todos sabemos onde estão os problemas. Nós todos sabemos que podemos construir soluções, mas também sabemos das incontáveis dificuldades para resolvê-las", disse.
"Junto com a população, podemos resolver grandes problemas. Não há por que ficarmos inertes, acomodados ou divididos", acrescentou. Ela disse ainda que "país deixou de ser governado para um terço da população".
Edição: Carolina Pimentel//Texto atualizado às 18h29
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A "Cura" - 2

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O PIG* e as manifestações...



*PIG - Partido da Imprensa Golpista

**Charge do Kayser
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Bandeira Vermelha Já Estava em Rebelião de 165 Anos Atrás



250px Horace Vernet Barricade rue Soufflot Há Exatos 165 Anos as Barricadas de Paris
Pintura retrata as barricadas, já estava lá a bandeira vermelha dos protestos.

Com as manifestações que vem ocorrendo em todo o País sou levado a procurar na História fatos similares.
Embora semelhantes não são necessariamente iguais.

E por coincidência na data de hoje em 1848 ( há 165 anos atrás) iniciava-se em Paris as barricadas operárias na luta contra o poder dominante.

Lamentavelmente deixou um saldo de 10.000 mortos ( se aproximarmos à nossa época seriam hoje em torno de 100.000 mortos ao menos).

Um oficial da repressão, de nome Cavaignac, recebeu poderes ditatoriais para por fim à rebelião.
Em 22 de Junho de 1848 o governo tomou severas medidas para controlar e reprimir os operários, depois dos levantamentos comunistas de 15 de Maio.

O fechamento das Oficinas Nacionais - que empregavam 110 mil operários - provocaram uma forte contestação por parte dos operários fabris.

Contra tais decisões Auguste Blanqui, líder socialista, comandou em junho de 1848, as insurreições operárias de Paris.
Desempregados e sem meios de sustento, os operários revoltaram-se espontaneamente levantando barricadas e dispostos a enfrentar o novo poder estabelecido e controlado pela burguesia.
"Nós queremos uma República democrática e social", dizia um cartaz afixado pelos revolucionários.
Para tentar suprir o desacato ao poder a Assembleia Nacional Constituinte decretou estado de sítio e nomeou o ministro da Guerra, general Louis-Eugène Cavaignac,chefe do poder executivo, dando-lhe poderes ditatoriais para que este reprimisse a revolta popular.

O general Cavaignac foi ajudado por forças vindas "espontaneamente" das províncias.
Nobres, burgueses, e padres marcharam ombro a ombro para ajudar Cavaignac a massacrar os insurretos de Paris.

A insurreição operária parecia bem encaminhada até ser esmagada, à força de bala, pela ação implacável de Cavaignac.
Os jornais foram suspensos, as reuniões públicas proibidas e as associações políticas postas sob o controle da polícia.

Estava afastado o perigo de uma "revolução social" e a burguesia pôde seguir em frente.
22 de junho, uma data histórica.
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