Movimentos cobram união da esquerda em ‘conjuntura pesada’



Reunião convocada pelo MST esboça agenda de reivindicações a ser levada ao governo federal e ao Congresso. Stédile celebra pronunciamento de Dilma: ‘Ela ouviu as vozes das ruas’

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Quer saber o que é homofobia e por que ela deve ser criminalizada? Leia isto aqui contra o deputado Jean Wyllys



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O fortinho que tem este perfil no Facebook publicou um ataque violento aos gays, mas dirigido ao deputado Jean Wyllys (Psol-RJ).

Sua agressiva e preconceituosa postagem mostra como é urgente que se promulgue uma lei anti-homofobia no país, para que pessoas como ele tenham que ir até a delegacia responder por sua atitude preconceituosa e incentivadora da violência contra seres humanos iguais a qualquer de nós, mas com outra orientação sexual.

Para quem não conseguir ler o texto na imagem acima, o reproduzo a seguir:

Para o Deputado Jean Wyllys:
Vocês anormais nojentos serão empurrados de volta para o esgoto de onde saíram e de onde não podem contaminar os nossos filhos com sua ideologia gayzista e com as doenças que vocês disseminam no planeta como o HIV entre outras.
Se vocês se recusam a receber tratamento como doentes,receberão isolamento e quem sabe em um futuro próximo,o exílio.
Não gostamos de vocês e não queremos vocês entre nós.
Desapareçam.

Uma pessoa como essa, mostra o erro imenso do PT em abrir mão da presidência da Comissão de Dirteitos Humanos da Câmara, que foi ocupada pelo pastor Feliciano, da "cura gay". Horror.

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Quer saber por que 100% dos royalties do petróleo ainda não foram para a educação? Porque o PSDB votou contra

Em novembro de 2012 foi à votação na Câmara um projeto de lei que determinaria que 100% dos royalties do petróleo seriam destinados à educação.

Esse projeto foi derrotado por apenas nove votos, 220 a 211. Todos os deputados do PT votaram pelos 100% para a educação. 24 deputados do PSDB votaram contra. Se tivessem votado a favor, o Brasil garantiria hoje que 100% dos royalties do petróleo seriam investidos em educação.

Portanto, quando você ouvir da boca de Aécio, Serra, FHCsobre a importância da educação, saiba quew eles estão mentindo. Se eles votassem a favor do projeto, a totalidade dos recursos do petróleo iria, por força de lei, para a educação. Mas eles votaram Não.

[Fonte, com partidos e nomes dos deputados que votaram contra a educação]
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A DIREITA TAMBÉM DISPUTA RUAS E URNAS



Quem militou ou estudou os acontecimentos anteriores ao golpe de 1964 sabe muito bem que a direita é capaz de combinar todas as formas de luta. Conhece, também, a diferença entre “organizações sociais” e “movimentos sociais”, sendo que os movimentos muitas vezes podem ser explosivos e espontâneos.

Já a geração que cresceu com o Partido dos Trabalhadores acostumou-se a outra situação. Nos anos 1980 e 1990, a esquerda ganhava nas ruas, enquanto a direita vencia nas urnas. E a partir de 2002, a esquerda passou a ganhar nas urnas, chegando muitas vezes a deixar as ruas para a oposição de esquerda.

A direita, no dizer de alguns, estaria “sem programa”, “sem rumo”, controlando “apenas” o PIG, que já não seria mais capaz de controlar a “opinião pública”, apenas a “opinião publicada”.

Era como se tivéssemos todo o tempo do mundo para resolver os problemas que vinham se acumulando: alterações geracionais e sociológicas, crescimento do conservadorismo ideológico, crescente perda de vínculos entre a esquerda e as massas, ampliação do descontentamento com ações (e com falta de ações) por parte dos nossos governos, decaimento do PT à vala comum dos partidos tradicionais etc.

Apesar destes problemas, o discurso dominante na esquerda brasileira era, até ontem, de dois tipos.

Por um lado, no petismo e aliados, o contentamento com nossas realizações passadas e presentes, acompanhada do reconhecimento mais ou menos ritual de que “precisamos mais” e de que “precisamos mudar práticas”.

Por outro lado, na esquerda oposicionista (PSOL, PSTU e outros), a crítica aos limites do petismo, acompanhada da crença de que através da luta política e social, seria possível derrotar o PT e, no lugar, colocar uma “esquerda mais de esquerda”.

As manifestações populares ocorridas nos últimos dias, especialmente as de ontem 20 de junho, atropelaram estas e outras interpretações. (...)
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*Para continuar lendo este importante -  e oportuno -  artigo de Valter Pomar (foto), clique Aqui.
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A REVOLUÇÃO FOI TELEVISIONADA



O Golpe armado contra as instituições e contra as forças populares acabou como começou: pela TV.

Começou bonito, enfeitado que nem moça em dia de feira com a verdadeira manifestação da turma do MPL mas logo juntaram-se  os gritos histéricos da velha e mal-amada Direita burra:

- "Sem Partidos!".

Isso me lembra a piada do menino na bicicleta: - "Olha mamãe, agora sem as mãos..." e acaba sem os dentes também.

Foi assim, os golpistas incompetentes acabaram sem os caninos que estavam afiados para trinchar a democracia.

Sem as presas e sem foco, sem interlocutores, sem organização, apenas o ódio contra as conquista sociais dos últimos anos foram televisionados em high definition para todo o Brasil.

Aos indignados enrolados pela mídia golpista que há anos vem batendo na tecla da corrupção e da ineficácia do Congresso e da classe política - este o caminho para uma liderança fascista - juntou-se a estéril Oposição de sempre.

Arrastou com ela a massa de lumpesinato que lhes sobrou,  como diz Marx, seus fiéis seguidores ideológicos: baderneiros e vândalos.

E sempre televisionada a "revolução" mostrou sua face: uma máscara no lugar de rosto. Deixou de ser "revolução" e mostrou o Golpe.

A máscara da violência. Da antidemocracia, do vandalismo, da falta de  perspectiva outra que não fosse quebrar, bater, quebrar, bater...

E a Sociedade brasileira pôde ver pela televisão a verdadeira face dos que gritavam contra tudo e todos.

Pessoalmente eu vi um playboyzinho que tinha um cartaz:

 - "Por menos ar no saquinho de batatas fritas".

Televisionada acabou quando o MPL veio à tela dizer que sua luta era pelas tarifas  e estavam vitoriosos. Que desautorizavam os fascistas com seus gritos de "sem partido" e e não convocariam mais manifestações.

Acabou quando a baderna indignou e ameaçou toda a Sociedade brasileira.

E acabou quando a Presidenta também televisionada chamou à seriedade os Três Poderes da República,  os manifestantes e todo o povo brasileiro.

"Sou Presidenta de todos os brasileiros" disse ela, como quem dissesse: "Se há uma revolução saibam que esta passa por mim antes de mais nada."

O resto foi armação golpista. E acabou como começou: televisionada.
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