"Morreu o melhor amigo do povo cubano", diz Fidel sobre Chávez
Líder de Cuba conta que foi comunicado da morte do presidente venezuelano através de uma ligação via satélite
Opera Mundi - O líder e ex-presidente cubano Fidel Castro afirmou nesta segunda-feira (11/03) que, com a morte de Hugo Chávez, “faleceu o melhor amigo que o povo cubano teve ao longo de sua história”. Em artigo publicado pela agência cubana Prensa Latina, Castro afirma ter sido comunicado do falecimento através de uma ligação via satélite.
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"Temos que nos respaldar, porque sozinhos e divididos, fracassamos”, ratificou Fidel Castro
“Apesar de sabermos do estado crítico de sua saúde, a notícia nos atingiu com força”, escreveu Fidel, complementando que coube ao seu governo ”a honra de ter compartilhado com o líder bolivariano os mesmos ideais de justiça social e de apoio aos explorados. Os pobres são os pobres em qualquer lugar do mundo.”
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Fidel conta ainda, que no dia 23 de janeiro de 1959, 22 dias depois da vitória da Revolução Cubana, visitou a Venezuela “para agradecer seu povo e o governo que assumiu o poder depois da ditadura de Pérez Jiménez", responsável pelo "envio de 150 fuzis no final de 1958". O ex-presidente cubano diz ter afirmado na ocasião que, por ser a terra natal de Simón Bolívar, “a Venezuela deve ser o país líder na união dos povos da América”.
“Se queremos salvar a América, se queremos salvar a liberdade de cada uma de nossas sociedades, que, no fim das contas, são parte de uma grande sociedade, que é a sociedade da América Latina; se é que queremos salvar a revolução de Cuba, a revolução da Venezuela e a revolução de todos os países de nosso continente, temos que nos aproximar e nos respaldar solidamente, porque sozinhos e divididos, fracassamos”, conta ter dito.
Fidel conclui o texto afirmando que ratifica tudo o que disse durante sua visita ao país de Chávez, há 54 anos, mas que deve “incluir naquela lista os demais povos do mundo, que durante mais de meio século foram vítimas da exploração e de saque. Essa foi a luta de Hugo Chávez”, disse o ex-presidente cubano, concluindo sobre o venezuelano: “Nem mesmo ele próprio suspeitada de quão grande era”.
- Fonte: http://operamundi.uol.com.br
40 Anos do Assassinato de Alexandre Vannuchi
Na próxima sexta-feira(15 de março), na Catedral da Sé, será celebrada uma missa em memória dos 40 anos do assassinato do estudante Alexandre Vannuchi Leme pela ditadura. Ele tinha 22 anos e cursava Geologia, na Universidade de São Paulo.
A missa faz parte de uma série de eventos em homenagem a Alexandre, que dá nome ao Diretório Central de Estudantes (DCE) da USP. O Núcleo de Preservação da Memória Política é uma das organizações que promovem.
14 de março (quinta-feira)
- Show: "Conversando de Paz", com o cantor Sérgio Ricardo e convidados
Local: Centro Cultural São Paulo
19 horas
15 de março (sexta-feira)
- 68ª Caravana da Anistia da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça
(Ato Oficial de Reconhecimento pelo Estado Brasileiro de Alexandre
Vannucchi Leme como anistiado político)
Vannucchi Leme como anistiado político)
Local: Instituto de Geociências - USP - Cidade Universitária
19 horas
- Missa da Catedral da Sé
(Celebração presidida por D. Angélico Sândalo Bernardino)
18 horas
18 horas
ENTIDADES ASSOCIADAS ÀS HOMENAGENS
Central Única dos Trabalhadores - Comissão Estadual da Verdade "Rubens Paiva" - Comissão Justiça e Paz - CONDEP - Conselho Estadual de Direitos Humanos - DCE Livre "Alexandre Vannucchi Leme" da USP - Fepesp - Federação dos Professores do Estado de São Paulo - Fórum Alberto pela Democratização da USP - Levante Popular da Juventude - MNDH - Movimento Nacional de Direitos Humanos - Núcleo de Preservação da Memória Política - Instituto Vladimir da Cultura - Sindicato dos Metalúrgicos do ABC - Sindicato dos Bancários de São Paulo - União Nacional dos Estudantes - União Estadual dos Estudantes
Entidades e organizacões que queiram aderir a esta iniciativa devem escrever para contato@comissaodaverdade.sp.gov.br.
O Povo É Burro
É burro, mas fala, trabalha e vota.
Nos últimos dias , desde a morte de Chávez e a eleição de Feliciano para a CDHM aumentou na minha caixa de correios o número de mensagens chamando o povo de burro.
A mais recente dizia que o povo brasileiro era burro, gado, porque elegeu Lula e Dilma.
A anterior a esta dizia que o povo era burro, ingênuo porque dava ofertas para os pastores.
Então fica assim: o povo é burro quando vota na direita, é burro quando vota na esquerda, e é também burro quando dá dinheiro pra igrejas.
Ou seja: definitivamente, o Povo é Burro!
Não há escapatória para 200 milhões de brasileiros. Todos burrros. De um jeito ou de outro.
E agora a extensão dos burros alcança os venezuelanos, os bolivianos, os argentinos etc. etc..
O pedreiro que dá dinheiro pra Pastor é burro, ingênuo, otário. Mas quando esse mesmo vota no candidato da nossa prefrência não é mais burro? Deixou de ser ingênuo ou otário?
A empregada é ótima , fantástica, capaz, mas quando vota no Maluf é burra. Quando vota no PT também é burra, e se der oferta pra qualquer Igreja ou Seita é mais burra ainda?
Mais da metade dos evangélicos que dão ofertas votaram na Dilma.
Outra parte, menor, votou no Serra.
O que são então? Meio burros e meio inteligentes?
Sob que ponto de vista? Da Direita, da Esquerda? Ou dos Ateus, sejam da Direita ou da Esquerda?
Será que não dão chance ao Povo?
Eu digo a vocês: o povo é sábio, em qualquer hipótese, pois afinal é ele quem constrói a Nação e todas as coisas que desfrutamos de forma inteligente.
Afinal só o povo é que é burro? Você que chama o povo de burro é o único gênio inteligente?
Seja de que lado for, a visão é paternalista e de caráter fascista já que pretende moldar o povo à sua única óptica.
Chamar o povo de burro é sobretudo falta de respeito com o exercício da cidadania.
Mao Tse Tung tinha razão quando dizia que devemos caminhar "Ao lado do Povo", nem atrás e nem à frente. Lado a lado. Pois afinal tirando a elite rica, a cangalha é a mesma para todos os burros.
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Nos últimos dias , desde a morte de Chávez e a eleição de Feliciano para a CDHM aumentou na minha caixa de correios o número de mensagens chamando o povo de burro.
A mais recente dizia que o povo brasileiro era burro, gado, porque elegeu Lula e Dilma.
A anterior a esta dizia que o povo era burro, ingênuo porque dava ofertas para os pastores.
Então fica assim: o povo é burro quando vota na direita, é burro quando vota na esquerda, e é também burro quando dá dinheiro pra igrejas.
Ou seja: definitivamente, o Povo é Burro!
Não há escapatória para 200 milhões de brasileiros. Todos burrros. De um jeito ou de outro.
E agora a extensão dos burros alcança os venezuelanos, os bolivianos, os argentinos etc. etc..
O pedreiro que dá dinheiro pra Pastor é burro, ingênuo, otário. Mas quando esse mesmo vota no candidato da nossa prefrência não é mais burro? Deixou de ser ingênuo ou otário?
A empregada é ótima , fantástica, capaz, mas quando vota no Maluf é burra. Quando vota no PT também é burra, e se der oferta pra qualquer Igreja ou Seita é mais burra ainda?
Mais da metade dos evangélicos que dão ofertas votaram na Dilma.
Outra parte, menor, votou no Serra.
O que são então? Meio burros e meio inteligentes?
Sob que ponto de vista? Da Direita, da Esquerda? Ou dos Ateus, sejam da Direita ou da Esquerda?
Será que não dão chance ao Povo?
Eu digo a vocês: o povo é sábio, em qualquer hipótese, pois afinal é ele quem constrói a Nação e todas as coisas que desfrutamos de forma inteligente.
Afinal só o povo é que é burro? Você que chama o povo de burro é o único gênio inteligente?
Seja de que lado for, a visão é paternalista e de caráter fascista já que pretende moldar o povo à sua única óptica.
Chamar o povo de burro é sobretudo falta de respeito com o exercício da cidadania.
Mao Tse Tung tinha razão quando dizia que devemos caminhar "Ao lado do Povo", nem atrás e nem à frente. Lado a lado. Pois afinal tirando a elite rica, a cangalha é a mesma para todos os burros.
Carmina Burana
* Carl Orff: Carmina Burana - UC Davis Symphony Orchestra, the University Chorus and Alumni Chorus, and the Pacific Boychoir perform at the Mondavi Center at UC Davis.
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