FHC/PSDB CUSTOU 3 PONTOS DO PIB


FHC: oferta de energia 20% menor que as necessidades. Dilma: vai reduzir 20% da conta de eletricidade.

O 
portal “Conversa Afiada reproduz artigo irretocável de Saul Leblon, na Carta Maior” (http://cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=1168):

FACA NA BOCA CONTRA O DESENVOLVIMENTO


“O empenho das manchetes alarmistas em equiparar o horizonte elétrico atual ao desastre construído pelo tucanato no apagão de 2001 é compreensível.

Aquele foi o episódio-síntese de um erro histórico clamoroso ungido em doutrina política pelo PSDB e assemelhados.

Seu nome é dissociação entre Estado e agenda do desenvolvimento .

Doze anos e um colapso mundial do capitalismo desregulado se passaram.

Inútil.

Diga planejamento público da economia. Ou comando estatal do crescimento. Um exército tucano sairá em revoada de faca na boca.

Estão na praça, de novo, desbastando pescoços e goelas para abrir caminho ao Adam Smith das gerais.

O apagão de 2001 machuca e atrapalha esse labor: o iluminismo tropical colonizado pelos livres mercados revelou-se então puro obscurantismo conservador.

Uma contradição nos seus próprios termos dói mais que pancada.

Prescindir do planejamento estatal na área de energia é algo só concebível em uma época em que a mentalidade política foi esfericamente colonizada pelo espírito imediatista e predador dos ditos mercados autossuficientes.

O dispositivo midiático e o PSDB foram os sujeitos históricos dessa aventura no Brasil.

Livre da mão pesada do ‘intervencionismo’ estatal,os mercados alocariam os investimentos da forma mais eficiente, ao menor custo e da maneira mais rápida possível. Era a promessa.

Em meados de maio de 2001, esse conto de fadas midiático-ortodoxo havia cavado uma diferença de robustos 20% entre a oferta e a demanda de eletricidade no mercado nacional.

Um período de chuvas de baixa pluviosidade pôs a nu a fraude.

O país se viu diante de uma contabilidade crítica: duas horas de apagão para cada dez de consumo.

Colosso.

O governo Dilma, ao contrário, projeta uma queda de 20% no custo da tarifa elétrica impondo às concessionárias corte de preços proporcionais ao valor dos investimentos amortizados.

A relação antagônica entre os 20% do PSDB e os 20% de Dilma é intolerável numa disputa sangrenta como promete ser a de 2014.

A necessidade de criar uma vacina ao ‘apagão’ emplumado explica o empenho das manchetes nos dias que correm.

Exemplos de terça-feira, 08-01:

Grandes indústrias já planejam racionar energia’ (Globo); ‘Falta de chuvas pode tolher 5 pontos do desconto na energia’ (Valor);’Governo já vê risco de racionamento de energia’ (Estadão)

Fatos:

a)os reservatórios do sistema hidrelétrico nacional realmente encontram-se em níveis críticos. Próximos ou até um pouco abaixo dos níveis registrados nos anos de 2000 e 2001, quando o governo tucano acordou de seu sonho mercadista, sem contrapesos de planejamento para enfrentar a escassez;

b)sábios que voltaram a borrifar seu ‘iluminismo’ peculiar contra os ‘obscurantistas estatizantes’ haviam contratado uma escuridão estrutural em pleno século 21;

c)o apagão tucano custou 3 pontos do PIB; mais um salário mínimo per capita em impostos emergenciais adicionados à conta de luz de cada brasileiro. Investimentos foram engavetados. O desemprego em São Paulo, em abril do ano seguinte, bateu em 20,4% (no auge da Depressão nos EUA, em 1937, chegou a 27%);

d)justiça seja feita: foi apenas o tiro de misericórdia numa economia já desidratada pela ortodoxia monetária, asfixiada pelo endividamento interno e externo, escalpelada pela fuga de capitais. O oposto do que ocorre hoje;

e)entre 2001 e 2012, a capacidade instalada de geração de energia no Brasil cresceu 75%;

f)o estoque de emergência formado por termelétricas aumentou 150% no mesmo período;

g)a capacidade de realocação de energia entre as regiões (os linhões de integração do sistema), cresceu 68%;

h)em setembro de 2011, a Presidenta sintetizou a guinada indo à jugular do iluminismo às avessas: “Tivemos que reconstruir esse setor”;

i)a reconstrução inclui um Plano Decenal que prevê 71 novas usinas até 2017, com potencial de geração de 29.000 MW (o equivalente a duas Itaipus). As hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio entram em operação este ano (adicionando o equivalente a 35% de uma Itaipu)

Em resumo: encerrou-se o hiato de três décadas sem o planejamento público de grandes obras no país.

O êxito desse resgate –o comando de Estado sobre um setor estratégico– vitaminado ademais por um redução no custo tarifário, é incompatível com os planos do conservadorismo para 2014.

O próprio FHC tem advertido aos mais entusiasmados com a aliança entre togas & tucanos.

Não adianta ganhar na narrativa midiática se o ‘povão’, a gente diferenciada, como dizem seus vizinhos de Higienópolis, ‘percebe’ avanços sociais e econômicos como conquistas carimbadas com o selo de Lula e Dilma.

É indispensável desautorizar o modelo que lastreia esse sentimento.
É crucial provar que o comando de Estado sobre os mercados é ineficiente.

Se possível, desastroso.

Será preciso chover muito para afogar essa sede incontida. Do contrário, as manchetes prosseguirão na faina de antecipar o colapso –’que só não foi hoje porque virá amanhã’.

Uma última observação:

o dispositivo midiático conservador está tão entretido nessa labuta, que descuidou dos destaques internacionais deste início de semana.

Compare-se, por exemplo, o espaço destinado à grita gerada pelo ajuste contábil nas contas fiscais de 2012, com o tratamento respeitoso dispensado a outro arranjo, mutatis mutandis, este sim temerário e escandaloso.

O prazo para o sistema bancário mundial lastrear empréstimos em ativos de qualidade superior à montanha tóxica esfarelada com a ordem neoliberal foi protelado por mais quatro anos.

Só deve vigorar plenamente em 2019. Ou seja, 11 anos depois de iniciada a crise decorrente justamente dessa falta de cobertura.

Originalmente, a banca deveria ingressar em 2015 já municiada de “ativos líquidos de alta qualidade” para enfrentar 30 dias de crise.

Isto é, para não exigir que os cofres estatais e os fundos públicos tenham que ser drenados outra vez na salvação de banqueiros irresponsáveis e rentistas gulosos.

A torre de vigia do orçamento fiscal brasileiro, formada como se sabe por argutos jornalistas do ramo, não expressou sua indignação diante da manobra contábil, que mantém o sistema financeiro global vulnerável por mais sete longos anos.

Não se diga que o legado da desordem financeira justifique o comedimento.

A taxa de desemprego nos 17 países da zona do euro atingiu novo recorde: foi a quase 12% no final de 2012.

Ao todo, 26 milhões de pessoas estão sem trabalho na União Europeia. A taxa vai a 24,4% entre os jovens.

Na Espanha direitista e zelosa da ortodoxia que gerou a crise, o desastre atinge seu cume: 26,6% dos espanhóis vivem à deriva sem trabalho.

Tudo em nome da austeridade fiscal, cujo padrão os sabichões tucanos reclamam de volta para o Brasil.

Afrontá-los não implica, naturalmente, aderir a uma leitura rasteira do keynesianismo, nivelando-o a um vale tudo fiscal. 

Trata-se, porém, de rejeitar no plano financeiro, também, a dissociação entre Estado e desenvolvimento, cujo equívoco ficou escancarado no episódio do apagão tucano.

Quando a sirene ortodoxa faz soar o seu apito porque o Brasil não cumpriu a meta cheia do superávit em 2012 –e o governo acode em atendê-la contabilmente– é o subtexto desse interdito que está gritando a sua saturação também.

Constituir um Estado democrático que detenha igualmente a iniciativa histórica no plano financeiro é um dos desafios da agenda do desenvolvimento pós-2008.

Em seu artigo de 3ª feira no jornal “Valor”, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo dá uma pista de como esse degrau pode ser vencido:

A estratégia chinesa inclui um forte controle e direcionamento do crédito, cuja oferta está concentrada nos cinco grandes bancos públicos. Depois da crise de 2007/08, a relação crédito/PIB avançou de 200% para 250% (NR no Brasil é da ordem de 51%). Os principais tomadores foram as empresas públicas, privadas e semipúblicas dedicadas à execução dos grandes projetos de infraestrutura, sobretudo ferrovias de alta velocidade e infraestrutura urbana com atenção especial para o transporte coletivo”.

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O SUICÍDIO DA IMPRENSA BRASILEIRA


Por Emir Sader

“A imprensa brasileira está sob risco de desaparição e, de imediato, da sua redução à intranscendência, como caminho para sua desaparição.

Mas, ao contrário do que ela costuma afirmar, os riscos não vêm de fora – de governos “autoritários” e/ou da concorrência da internet. Esse segundo aspecto concorre para sua decadência, mas a razão fundamental é o desprestígio da imprensa, pelos caminhos que ela foi tomando nas últimas décadas.

No caso do Brasil, depois de ter pregado o golpe militar e apoiado a ditadura, a imprensa desembocou na campanha por Collor e no apoio a seu governo, até que foi levada a aderir ao movimento popular de sua derrubada.

O partido da imprensa – como ela mesma se definiu na boca de uma executiva da FSP – encontrou em FHC o dirigente político que casava com os valores da mídia: supostamente preparado pela sua formação – reforçando a ideia de que o governo deve ser exercido pela elite -, assumiu no Brasil o programa neoliberal que já se propagava na América Latina e no mundo.

Venderam esse pacote importado, da centralidade do mercado, como a “modernização”, contra o supostamente superado papel do Estado. Era a chegada por aqui do “modo de vida norte-americano”, que nos chegaria sob os efeitos do “choque de capitalismo”, que o país necessitaria.

O governo FHC, que viria para instaurar uma nova era no país, fracassou e foi derrotado, sem pena, nem glória, abrindo caminho para o que a velha imprensa mais temia: um governo popular, dirigido por um ex-líder sindical, em nome da esquerda.

A partir desse momento, se produziu o desencontro mais profundo entre a velha imprensa e o país real. Tiveram esperança no fracasso do Lula, via suposta incapacidade para governar, se lançaram a um ataque frontal em 2005, quando viram que o governo se afirmava e, finalmente, tiveram que se render ao sucesso de Lula, sua reeleição, a eleição de Dilma e, resignadamente, aceitar a reeleição desta.

Ao invés de tentar entender as razões desse novo fenômeno, que mudou a face social do país, o rejeitou, primeiro como se fosse falso, depois como se se assentasse na ação indevida e corruptora do Estado. A velha mídia se associou diretamente com o bloco tucano-demista até que, se dando conta, angustiada, da fragilidade desse bloco, assumiu diretamente o papel de partido opositor, de que aqueles partidos passaram a ser agregados.

A velha mídia brasileira passou a trilhar o caminho do seu suicídio. Decidiu não apenas não entender as transformações que o Brasil passou a viver, como se opor a elas de maneira frontal, movida por um instinto de classe que a identificou com o de mais retrógrado o país tem: racismo, discriminação, calúnia, elitismo.

Não há mais nenhuma diferença entre as posições da mídia – a mesma nos principais órgãos – e os partidos opositores. A mídia fez campanha aberta para os candidatos à presidência do bloco tucano-demista e faz oposição cerrada, cotidiana, sistemática, aos governos do Lula e da Dilma.

Tem sido a condutora das campanhas de denúncia de supostos casos de corrupção, tem como pauta diária a suposta ineficiência do Estado – como os dois eixos da campanha partidária da mídia.

Certamente, a internet é um fator que acelera a crise terminal da velha mídia. Sua lentidão, o fato de que os jovens não leem mais a imprensa escrita, favorece essa decadência.

Mas a razão principal é o suicídio político da velha mídia, tornando-se a liderança opositora no país, editorializando suas publicações do começo ao final, sendo totalmente antidemocrática na falta de pluralismo sequer nas páginas de opinião, assumindo um tom golpista histórico na direita brasileira.

Caminha, assim, inexoravelmente, para sua intranscendência definitiva. Faz campanha, em coro, contra o governo da Dilma e contra o Lula, mas estes têm apoio próximo aos 80%, enquanto irrisórias cifras expressam os setores que assimilam as posições da mídia.

Uma pena, porque a imprensa chegou a ter, em certos momentos, papel democrático, com certo grau de pluralidade na história do país. Agora, reduzida a um simulacro de “imprensa livre”, ancorada no monopólio de algumas famílias decadentes, caminha para seu final como imprensa, sob o impacto da falta de credibilidade total. Uma morte anunciada e merecida.”

FONTE: escrito pelo cientista político Emir Sader no site “Carta Maior” (http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=1169).
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Em Riacho da Cruz, Prefeitura ofertará internet sem fio gratuita aos cidadãos nas praças públicas.


Gente, vocês lembram que ainda no ano passado o Vereador, Manoel Florêncio (DEM), solicitou por meio de requerimento ao então Chefe do Executivo a instalação do sistema de internet sem fio nas praças públicas do município de Pau dos Ferros? 

Pois bem, por aqui a ideia do referido parlamentar de disponibilizar às pessoas de todas as idades que possuem notebook, tablets, celulares e etc, acessarem as redes sociais e outros sites de informações nos locais públicos foi acatada parcialmente, com o serviço sendo ofertado atualmente apenas na Praça de Eventos.

Já no município vizinho de Riacho da Cruz a atual Prefeita, Bernadete Rego (DEM), formalizou um contrato com a empresa Brisanet Telecomunicações para ofertar o serviço de internet Wi-Fi nas principais praças da cidade.

Segundo informações do Blogueiro João Moacir, o acesso à rede mundial de computadores pelos cidadãos riacho-cruzenses será possível no horário das 18h às 2h da manhã nas Praças da Avenida Camila de Léllis (Centro da Cidade) e Praça Francisco Mafaldo de Paiva no Bairro Acampamento II.

Ainda pelo que foi divulgado, os planos futuros da Prefeita visam ampliar ainda mais o acesso gratuito a internet Wi-Fi por parte da população levando o serviço para a Praça do Projeto Crescer e a Praça de Eventos (ambas em construção). 

Quem ganha com a inciativa arrojada da Prefeita, Bernadete Rego, é a população que poderá ter acesso a informações em tempo real, ampliar conhecimentos e usufruir de novas opções de lazer.

Quanto aos pau-ferrenses, resta a opção de ficar na torcida para que o acesso ao serviço também seja ampliado por aqui

Fica a dica.
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SAFRA AGRÍCOLA (RECORDE EM 2012) DEVE CRESCER 10% ESTE ANO


 IBGE: DEPOIS DE RECORDE EM 2012, SAFRA AGRÍCOLA DEVE CRESCER QUASE 10% ESTE ANO

“A safra nacional de cereais, leguminosos e oleaginosas deve chegar a 178 milhões de toneladas em 2013, 9,9% maior que a de 2012, segundo projeção divulgada quarta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, foram colhidos 162,1 milhões de toneladas, resultado recorde.

Dados do “Levantamento Sistemático da Produção Agrícola” (LSPA), do IBGE, revelam que a safra agrícola do ano passado cresceu 1,2% em relação à de 2011. Porém, o volume verificado em dezembro ficou 0,3% abaixo da projeção calculada em novembro.

Em 2012, o arroz, o milho e a soja somaram 91,6% da produção e responderam por 85,1% da área colhida no país. Na comparação com 2011, a área colhida de milho avançou 7,3% e a de soja, 3,7%. Por outro lado, diminuiu em 13,7% a área colhida de arroz.”

FONTE: reportagem de Isabela Vieira, repórter da Agência Brasil (edição: Juliana Andrade) (http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-09/ibge-depois-de-recorde-em-2012-safra-agricola-deve-crescer-quase-10-este-ano).

 

COMPLEMENTAÇÃO (do UOL, em São Paulo)

 

SAFRA 2012 BATE RECORDE E CHEGA A 162,1 MILHÕES DE TONELADAS, diz IBGE


“A safra brasileira 2012 de cereais, leguminosas e oleaginosas registrou a produção recorde de 162,1 milhões de toneladas, 1,2% superior a do ano passado, segundo divulgou na quarta-feira (9) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
·          
A área colhida em 2012, de 48,8 milhões de hectares, teve ligeiro aumento, de 0,3%, em comparação com 2011 (48,7 milhões de hectares).

O arroz, o milho e a soja foram os três principais produtos deste grupo, e, somados, representam 91,6% da estimativa da produção, respondendo por 85,1% da área colhida.

A produção do milho foi 27% maior, enquanto a de arroz e soja sofreram redução de 15,4% e 12,3%, respectivamente.Em relação a 2011, o arroz apresentou uma redução na área de 13,7%, o milho um acréscimo de 7,3%, e a soja acréscimo de 3,7%.

O IBGE também estimou a produção da safra 2013 em 178,0 milhões de toneladas, aumento de 9,9% em relação à safra colhida em 2012. Esse incremento, segundo o IBGE, deverá ser provocado pela recuperação e pelo aumento das safras previsto para as regiões Sul (27,9%) e Nordeste (32,3%), que sofreram com problemas climáticos em 2012.”

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Realidade- BBB BRASIL! VERDADEIRA FARSA ONDE A ESTRELA É O BURRO QUE ASSISTE


Prepare-se para abrir os olhos diante de uma das maiores atrocidades contra a família brasileira. Uma enxurrada de lixo imoral, disfarçada de entretenimento, que invade sua casa todos os dias pela televisão. E aí, oque você acha ? Farsa ou realidade ? De a sua cara a tapa e deixe sua opinião ou cale-se e assista essa pouca vergonha ...Para quem gosta de merda, o BBB é um prato cheio.
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