Golpistas detestam a Constituição

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DEU NA GAZETA DO POVO

Prefeito é suspeito de ter sido fantasma


Segundo a reportagem da época, Strapasson era proprietário e trabalhava em uma empresa de autopeças e revendas de pneus em Colombo, mas estava lotado no gabinete de Bete. Questionado na ocasião pela reportagem, ele negou trabalhar na Assembleia e pediu provas das acusações. Documentos mostravam que Strapasson havia sido nomeado para trabalhar no Legislativo.
A Gazeta do Povo ontem tentou entrevistar Strapasson e Bete, mas não teve sucesso. Também procurou a promotora do MP responsável pelo caso, Danielle Gonçalves Thomé. Mas ela está de férias e não foi localizada para comentar a investigação.
Sub júdice
Presidente da Câmara de Colombo, Strapasson assumiu o cargo de prefeito interino do município após imbróglio envolvendo o registro de candidatura de Bete. A ex-deputada, que já administrou Colombo entre 1997 e 2004, foi eleita prefeita do município com 52% dos votos na eleição de outubro. Mas não pode tomar posse porque sua candidatura está sub júdice.
As contas do município do ano de 2001 foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TC), por irregularidades em licitações, o que a tornaria inelegível. Por causa disso, seu registro de candidatura foi indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE). Entretanto, a candidata entrou com um recurso contra a decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e aguarda decisão.
Enquanto o impasse permanece, Strapasson segue como prefeito interino. Ele inclusive chamou Bete Pavin para ajudá-lo, de forma voluntária, a administrar a cidade.

Publicado em 09/01/2013CHICO MARÉS



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Ano novo, PIG velho!

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Enquanto a presidenta Dilma vive a repetir as platitudes de sempre contra uma Ley de Medios à brasileira, o PIG entrou 2013 com a corda toda, pisando fundo no acelerador da mentira e da desinformação, movido pela obsessão golpista costumeira. Não que isso cause um fiapo de surpresa a quem quer que seja. O problema é a falta de luz no fim do túnel, na medida em que a presidenta, revelando lamentável desconhecimento do que está em jogo na luta pela democratização das comunicações no Brasil, tormou a avisar ao PT que não apoiará qualquer proposta que restrinja a liberdade de expressão no Brasil. Pessoa dotada de soberbas e conhecidas qualidades, ela, infelizmente, confunde liberdade de expressão com liberdade de monopólio.

Faria muito bem à nossa incipiente democracia se a presidenta recuperasse o que disse o ex-ministro Franklin Martins sobre o anteprojeto que preparou :"Não existe nada no anteprojeto que não esteja previsto na Constituição. O marco regulatório é nada além nem aquém do que diz a Constituição." E mais : segundo Franklin, o processo de convergências das mídias é uma realidade e mais cedo ou mais tarde o governo terá de tratar dele. Caso contrário, o mercado o fará. "E quando o mercado decide, prevalece a lei do mais forte. O setor de telefonia fatura 13 vezes mais que o de radiodifusão. Quanto mais tempo levar para regular, maior é a força deles de se impor nessa discussão."

E é justamente por ter mandado seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, engavetar o trabalho do Franklin que Dilma é obrigada a assistir, com pouca margem para reação, à tentativa desesperada da direita midiática de emparedá-la. E como o STF está em recesso, os canhões agora estão apontados para a economia. A estratégia, comum a Veja, Folha, Globo e Estadão, é tão simples quanto calhorda : ignorar que o índice de desemprego é o menor da história, que existe uma gravíssima crise internacional, que as medidas contracíclicas do governo para enfrentar essa crise mantiveram milhões de postos de trabalho e vão fazer o país voltar a crescer de forma vigorosa em 2013, que 16 milhões de brasileiros deixaram a miséria absoluta no governo Dilma, que o Brasil tem 370 bilhões de dólares de reservas, que a inflação está sob controle, que os juros foram reduzidos aos patamares mais baixos que se têm notícia, que o governo enfrentou a sabotagem das empresas de energia controladas pelos governos tucanos e vai reduzir a energia em 20% já a partir do próximo mês.

Reparem que a cada dia, no afã de torcer contra o país por interesses partidários, a mídia tem menos escrúpulos para definir sua pauta. Não custa lembrar o bombardeio da passagem do ano :

"Brasil pode ter que racionar energia" 

Comemorando o baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras devido à estiagem, o monopólio midiático, inconformado com a queda no preços das tarifas de energia que se aproxima, passou a prever um cenário catastrófico com aumento de tarifas e racionamento. Destaque absoluto para a cara de pau de uma reportagem da "rádio que troca notícia", que se fartou de ouvir "especialistas" do setor, mas não se deu ao trabalho de entrevistar um só integrante do governo. Jornalismo de esgoto na veia.

Contrariados porque a presidenta Dilma disse na lata deles que chega a ser "ridículo" prever racionamento de energia, o PIG partiu para o ataque. Não adianta explicar que os investimentos em geração e distribuição foram e estão sendo feitos em níveis adequados e que as termelétricas seguram o tranco na hora da emergência. Campeã das previsões furadas, a mídia deve ter se sentido afogada pelas chuvas que voltaram a cair na última semana.

"Governo faz maquiagem para fechar contas"

O mundo caiu. A credibilidade fiscal do país foi à breca. A estabilidade conquistada a duras penas nos últimos 20 anos (malabarismo para incluir os anos FHC) virou pó. O governo praticou estelionato fiscal.
Esse festival de imbecilidades tomou conta dos jornalões nos últimos dias. A realidade é bem outra. Tudo que a equipe econômica fez, rigorosamente dentro da lei, foi descontar o valor dos investimentos feitos no PAC das contas do superávit primário e capitalizar as estatais e bancos públicos com títulos públicos e não com aporte direto de recursos.

 Deve ser duro para um sujeito íntegro, sério e competente como o ministro Mantega dar de cara no jornal dos Marinho com a "urubóloga" Miriam Leitão acusando-o de ter patrocinado um estelionato fiscal. Se esse governo não fosse tão leniente com os serviçais do PIG, seria o caso de uma dura resposta pública.

"Fantástico mostra o desperdício em obras públicas"

Pinçando problemas em algumas obras públicas, a reportagem do Fantástico deste domingo parece feita sob medida para figurar num programa eleitoral do PSDB. A matéria faz um esforço enorme para dar a impressão que o Brasil é um grande canteiro de obras abandonadas, sempre na linha demagógica do tipo "quem paga a conta é você". Problemas existem em obras de infraestrutura no Brasil, Argentina, Espanha, EUA, Rússia, França, Itália, Reino Unido, em qualquer parte do mundo.
Para Ali Kamel, que vai transformando o Fantástico num grande panfletão dominical contra o governo, não há nemhum mérito nas obras do PAC. Já o ambicioso e elogiado programa de investimentos em infraestrutura anunciado pelo Planalto, com investimentos de mais 130 bi em rodovias, ferrovais, portos e aeroportos sequer é citado na matéria.
O mais ridículo e patético, no entanto, foi guardado para o final, no qual uma "consternada" repórter entrevista, sob luz de lamparina, uma senhora dos grotões do Brasil em cuja residência a luz elétrica ainda não chegou. Estimulando essa brasileira humilde a lamentar não poder assistir às novelas da Globo, a jornalista sonegou a informação essencial quando o assunto é energia elétrica no Brasil : o Programa Luz para Todos, do governo federal, promoveu uma verdadeira revolução no campo, levando em 10 anos mais luz aos lares brasileiros do que nas últimas três décadas somadas. Constrangida por não ter dado espaço para ninguém do governo, a apresentadora do Fantástico fechou o simulacro de matéria jornalística informando que a produção do programa tentou, em vão, falar com o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, por duas semanas consecutivas.
Pudera, o ministro está de licença médica desde novembro. Será que o Fantástico não sabe? Incompetência e má-fé têm limites.
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COLOMBO ESTÁ PREPARADO PARA O FUTURO ??




Quem passa por alguma ruas da nossa cidade, pode perceber que existe algumas ruas pintadas, mas há anos padece do mesmo problema de sempre, falta espaço físico, tanto para veículos, pedestres e principalmente para a realização de eventos.
O Centro de Colombo está espremido entre as montanhas e fábricas de cal.Todos enxergam o problema, mas nada é feito efetivamente para mudar essa realidade que vem causando um profundo atraso no crescimento da cidade, principalmente no tocante ao seu turismo. A última administração habituou-se a ignorar essa realidade e a cidade praticamente não mudou seu estilo de vida. Embora exista visão e reconhecimento dos problemas o mal parece perdurar para sempre. Então devemos mudar o centro da cidade para o Maracanã ou Guaraituba ??
A nossa cidade precisa de avenidas mais largas, de espaço público e logradouros, tanto na parte central como nos bairros. O problema do espaço físico no centro de Colombo é muio grande e o centro fica longe dos bairros mais populosos. Se os moradores da região resolvessem ir para o centro da cidade, causariam um caos no transito da cidade, vejam o que acontece nos dias da festa da uva ??. Os novos políticos devem pensar na Colombo do futuro e quem sabe, planejar mudar o centro da cidade !!, parece uma ideia maluca nesse momento, mas um dia terá que acontecer, é pensando nisso que a região do Maracanã e Guaraituba, precisam de um novo plano diretor para estarem preparadas para o futuro. 
Enquanto isso ......A população verdadeiramente anseia que mudanças sejam realizadas, enfim os comícios cessaram, os discursos calaram e a realidade urge. A nova geração em Colombo já está com 8 anos de idade e até agora se acostumaram a ver quase nada, ou quando muito um novo prédio comercial, anti-pós sem calçamento.Nenhum projeto arrojado que gere emprego,renda e desenvolvimento para a população até agora foi apresentado, nem ao menos saiu do papel. Nem mesmo existe projetos faraônicos, mirabolantes ou fantasiosos. Alguém saberia dizer onde fica o" Parque das Indústrias do Município de Colombo"?? e quantos mil funcionários empregam? O Zé prometeu liberar prédios de até 20 andares ao longo da estrada da Ribeira ? Lembra Oliveira ??? Que chuva aquela !!! A casa do povo tava cheia de vereadores...
Colombo precisa sair da mesmice, da constante e inútil demagogia barata, da visão curta e sem foco e abrir as cortinas para um outro caminho. Com a posse do prefeito interino Pelé ou da prefeita eleita Beti Pavin, a população mais que nunca parece acreditar nisso, e espera profundamente que a atual gestão abra as portas do município para uma nova era de oportunidades para uma geração jovem que confronta diariamente com o crescimento do trafico de drogas ao seu redor e quase nenhuma oportunidade de trabalho para um futuro melhor.
O prefeito conta no momento com a confiança e a esperança de uma população que almeja mudanças verdadeiras, e não mais apenas promessas. O desafio está lançado, cabe ao Pelé ou a Beti Pavin, unir força e coragem para conduzir Colombo para a estrada do desenvolvimento sustentável.
É o que todos esperamos !!!






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"Apagão": governo não se faz ouvir

Por Maurício Caleiro, no blog Cinema & Outras Artes:

Tanto a mídia corporativa fez, que conseguiu: a possibilidade de racionamento de energia elétrica é hoje um tema na ordem do dia nos redutos da classe média, nas redes sociais, nas conversas ao acaso com pessoas das mais diversas origens e tendências políticas – ou de nenhuma.

E, embora a administração federal garanta reiteradamente e com todas as letras que não há a menor possibilidade de que o racionamento venha a se efetivar, estamos diante de uma situação na qual fica evidente que o poder de comunicação do governo Dilma não é páreo para o dos conglomerados midiáticos, que já há tempos vêm trabalhando de forma orquestrada, com um discurso previamente combinado.

Na Folha de S. Paulo que chegou às bancas ontem de manhã, a inacreditável Eliane Cantanhêde teve o desplante de transformar uma reunião rotineira, agendada há meses, em reunião de emergência para discutir medidas ante a escassez de recursos energéticos – nominalmente, o racionamento. À noite, o Jornal Nacional mostrou cenas gravadas em dois reservatórios com volumes bem baixos de água e ouviu – adivinhem – um especialista que corroborou a ameaça de racionamento. Não dimensionou, no entanto, o "peso" proporcional dos dois reservatórios em relação ao total de energia produzida no país, não deu dados precisos sobre a situação do sistema como um todo, nem identificou as credenciais ideológicas do indefectível expert – entidade que, no jornalismo brasileiro, é como prostituta: fala o que o contratante quer ouvir. É bem provável, porém que, dado o poder imanente às imagens e à narrativa jornalística, contrapostos ao baixo nível de formação cultural da maioria da população, tal matéria venha a convencer os incautos.

Interesses contrariados

É sabido que Dilma Rousseff cutucou a onça com vara curta ao insistir na redução do preço final da energia elétrica, uma medida salutar ao bolso dos cidadãos e como forma de incentivo à economia produtiva. Aos dissabores provocados por tal insistência, manifestados por porta-vozes de empresas do sistema elétrico ligadas ao tucanato e que incluíram ameaças não muito veladas de boicote e sabotagem, somam-se contrariedades anteriores de setores da elite nacional advindas da redução expressiva da taxa SELIC e da primazia que o governo tem concedido aos investimentos diretos em produção em detrimento da atenção de décadas ao capital financeiro especulativo. Não se promove tais mudanças impunemente.

Ocorre, porém, que, prenunciada por suspeitíssimos e frequentes blackouts regionais, a campanha insidiosa e ininterrupta da mídia corporativa acerca da questão energética e da ameaça de racionamento, mesmo que a rigor falsa, começa a gerar consequências potencialmente perigosas ao país – pois pode funcionar como um fator a mais de precaução por parte dos empresários interessados em investir no Brasil – e à imagem de Dilma Rousseff, a quem procura-se pespegar o rótulo de incompetente e teimosa por insistir no barateamento da energia elétrica em um cenário de alegada crise energética - que tal medida, carimbada de populista pelo conservadorismo, tenderia a agravar ainda mais.

O fato de o noticiário alarmista ocupar um espaço e gozar de um alcance desproporcionalmente maiores, se comparados aos disponíveis para a resposta governamental, além de evidenciar, uma vez mais, a gravidade da crise ética da mídia brasileira – que não só se abstém de cumprir seu papel de reprodutora dos fatos, mas mostra-se engajada em uma campanha difamatória descolada da realidade -, deixa claro o absurdo de o governo continuar a sustentar, com verbas publicitárias, uma tal forma de mau jornalismo, contrário aos próprios interesses públicos que deveria representar.

Mais do que claro está, porém, que o goveno Dilma Rousseff não está disposto a comprar essa briga. A milionária bolsa-mídia continuará a encher os bolsos da plutocracia midiática, mesmo que esta insista em promover campanhas difamatórias mentirosas no lugar do que deveria ser uma atividade jornalística de valores republicanos, que respeitasse o público que a sustenta através dos impostos que paga. Dentre os louváveis avanços sociais que as três administrações federais comandadas pelo PT certamente legarão ao país não se encontrará, infelizmente, a democratização dos meios de comunicação.

Por uma nova imprensa

Ainda assim, e face a mais este grave episódio de desinformação e de manipulação da percepção do público acerca de tema de suma importância para a economia, em diversos níveis, e para a população, em seu dia a dia, não parece despropositado questionar se, ante a inação do governo na área comunicacional, não seria o caso de o próprio PT mobilizar-se junto ao empresariado que hoje apoia o partido e convencê-lo da necessidade da criação de um órgão de imprensa de alcance nacional, com uma redação pequena mas com profissionais gabaritados e blogueiros de talento, que oferecesse nem mais, nem menos do que um jornalismo profissional, interessado em apurar os fatos e difundi-los, em entrevistar os dois ou demais lados de cada questão e reproduzir-lhes as vozes, em opinar de forma ponderada e racional, liberta de compromissos partidários evidentes.

Um Última Hora, de Samuel Wainer, sem a participação direta do governo, que se mantivesse com a venda avulsa, as assinaturas, os patrocínios estatais que angariasse sua parte nas verbas publicitárias que o governo rateia. Ainda que um eventual prejuízo fosse inevitável, um rateio de quando em quando para minimizá-lo seria um preço aceitável a se pagar pela manutenção de um jornal diário digno do nome.

Trata-se de uma demanda urgente, que certamente teria acolhida entre um número enorme de potenciais leitores que simplesmente perderam a fé na mídia que o Brasil tem hoje e anseiam por um jornal que possa ser apreciado sem que o leitor sinta-se constantemente espancado no fígado, tratado como um idiota e insultado como cidadão.
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