Muito eloquente o Olivio Dutra, entao na opiniao dele as aliancas que lula fez com outros partidos contaminaram o PT e sujaram o nome do partido. Sem essas trocas o PT permaneceria puro como agua cristalina! Ele insinua que nao existe seriedade em outros partidos mas o PT permanece o mesmo: serio, probo, capaz, honesto e digno de confianca. Inocenta Lula como se nao fosse ele que comandou o
QUANTA CANDURA NA FALA DE OLIVIO DUTRA!
Muito eloquente o Olivio Dutra, entao na opiniao dele as aliancas que lula fez com outros partidos contaminaram o PT e sujaram o nome do partido. Sem essas trocas o PT permaneceria puro como agua cristalina! Ele insinua que nao existe seriedade em outros partidos mas o PT permanece o mesmo: serio, probo, capaz, honesto e digno de confianca. Inocenta Lula como se nao fosse ele que comandou o
Solidariedade (IV)
(...) Sabidamente, a ocupação de postos no governo sempre leva em conta a representatividade política das diferentes regiões do nosso Estado, no sentido de se estabelecer um equilíbrio na formulação e execução das políticas públicas, de tal forma que se evite o favorecimento de algumas regiões, em detrimento de outras. A presença do Júlio Garcia na Casa Civil era uma garantia de que os pleitos demandados por nossa região mereceriam o devido acompanhamento, não a de um servidor que atua em estrita observância aos rituais burocráticos, mas a de um agente público que tem o olhar de quem sabe e conhece as reais e mais urgentes necessidades de seus representados,possibilitando, dessa forma, obter maior resolutividade nos processos que tramitam no âmbito governamental. (...) por Vulmar Silveira Leite
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*Vulmar Silveira Leite (foto) é Engenheiro Agrônomo. Foi Secretário de Estado da Reforma Agrária (RS) e prefeito de Santiago/RS.
FHC vira “guru” de Aécio. Coitado!
Por Altamiro Borges
Ainda segundo o artigo, “a ação de FHC em prol de Aécio começou a se formatar após conversa entre os dois no apartamento do ex-presidente, em São Paulo, no começo de 2012. No encontro, os dois traçaram os principais movimentos para construir a candidatura não só no partido, mas em setores da sociedade. Por meio da ação de FHC, Aécio passou a se encontrar com ex-integrantes da equipe econômica do tucano para formatar um discurso econômico”. O objetivo seria “formatar o discurso para a campanha de 2014”.
Foi destaque ontem no Estadão: “FHC vira ‘guru’ da campanha de Aécio”. A reportagem assinada por Julia Duailibi e Bruno Boghossian dá detalhes sobre a operação para “moldar” a cambaleante candidatura. “O ex-presidente FHC tornou-se o principal operador político da pré-campanha do senador Aécio Neves à Presidência da República pelo PSDB em 2014. Desde o segundo semestre de 2012, FHC e Aécio cumprem juntos agenda de almoços e cafés com empresários e integrantes do mercado financeiro no eixo Rio-São Paulo”.
Mas o relato dos jornalistas do Estadão não deveria tranquilizar a direita midiática e partidária. Para evitar uma futura ressaca, ela não deveria se embriagar com estas articulações do tucanato e com a sua aparente unidade. No final de dezembro, por exemplo, Aécio e FHC se reuniram com Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda, Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, e Edmar Bacha, um dos mentores econômicos do triste reinado tucano. O que está turma, que afundou o Brasil, tem a oferecer ao cambaleante mineiro?
Pelo andar da carruagem, FHC está, de fato, tentando “moldar” Aécio. Nas últimas campanhas eleitorais, o ex-presidente foi rifado pela cúpula tucana. José Serra, duas vezes, e Geraldo Alckmin evitaram assumir a “herança maldita” do seu trágico reinado. Ele sumiu dos programas de rádio e televisão e pouco apareceu nos comícios de campanha. Agora, como “guru” do trôpego senador de Minas Gerais, o ex-presidente tenta ressuscitar. O próprio Estadão fala em “resgate da herança de FHC”. Coitado do Aécio Neves!
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