J. BARBOSA E O STF PROVARÃO QUE NÃO FORAM ATIVISTAS MIDIÁTICOS PRÓ-DIREITA?


DR. JOAQUIM BARBOSA, OU JULGUE O MENSALÃO TUCANO EM 2013 OU ELE PRESCREVERÁ

Do blog “Os amigos do Presidente Lula”

Saiu no jornal [tucano] ‘Folha de São Paulo’ que o "mensalão" tucano não será julgado em 2013.

Se não for julgado logo, não será julgado nunca, pois em 2014 os crimes, que ocorreram em 1998, completarão 16 anos de ocorrência e estarão prescritos.

Se o STF cometer esse disparate de deixar prescrever, pode trocar o crucifixo que fica na parede por uma estátua de tucano, de uma vez por todas.

Já chega ter "furado a fila" e ter dado prioridade de julgar primeiro o que iria prescrever depois.

Outra coisa [desculpa] esquisita é o STF só andar com o processo [do mensalão tucano] quando entrar um novo ministro substituto de Ayres Britto. O Tribunal não é uma instituição? Por que a instituição, com poderes independentes, para cumprir o seu dever de fazer o trabalho que tem que ser feito, precisa depender de fatores externos, como nomeação pela Presidenta Dilma e aprovação pelo Senado? Se há risco de prescrição, qualquer outro ministro pode e deve relatar o processo.”

FONTE: do blog “Os amigos do Presidente Lula”
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/01/dr-joaquim-barbosa-ou-julga-o-mensalao.html [Título, imagem do google e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].
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O GOVERNO PRECISA DAR À CRISE O SEU [VERDADEIRO] NOME

Por Saul Leblon

 “A mídia tanto insiste em confundir que, às vezes, até setores progressistas parecem acreditar.

Mas é preciso ficar claro: o nome da crise é capitalismo e não esquerda; não PT - ou governo Dilma, como quer o jogral embarcado nas virtudes dos livres mercados, os mesmos que jogaram o planeta no pântano atual.

A esquerda tem sua penitência a pagar nesse banco de areia movediça. Mas uma coisa é diferente da outra.

O conservadorismo não tem agenda propositiva a oferecer, exceto regressão à matriz do desmazelo atual.

A esquerda ainda lambe feridas, espana a rendição neoliberal que acometeu -ainda acomete - segmentos e lideranças importantes de suas fileiras, aqui e alhures.

Mal ou bem, no entanto, ensaia um debate sobre a alternativa à desordem capitalista.

Deve acelerar o passo porque a história apertou o seu: a restauração conservadora avança no vácuo progressista.

A preparação do V Congresso do PT, que acontecerá em 2014, é a oportunidade para que isso ocorra no Brasil de forma organizada. Com convidados de dentro e de fora do partido. De dentro e de fora do país. E cobertura maciça da mídia alternativa, a contrastar o bombardeio de veículos sempre alinhados “às boas causas democráticas”.

O conservadorismo aposta no imobilismo progressista.

Seu futuro nutre-se da expectativa de erros, omissões e hesitações que a esquerda e o governo possam cometer na travessia do passo seguinte da história.

É esse o combustível da histeria udenista encampada pelas togas.

Não é outro o motor do terrorismo econômico midiático.

A pauta deste ano ano pré-eleitoral é a tese de que vai dar tudo errado na macroeconomia do governo Dilma.

O tambor ecoa sem parar.

"O Brasil é um fracasso. Bom é o México", com presidentes saídos diretamente de uma engarrafadora de Coca-Cola, a prometer mais e mais reformas amigáveis.

A mídia “isenta” ergue palanques feitos de semi-informação.

Na desastrada década do PT, o Brasil elevou sua participação no PIB da América Latina de 26,8% , em 2001, para 46,6% em 2010. Recorde em 20 anos.

A participação mexicana no PIB regional regrediu o equivalente a 13 pontos no período. Ficou em 21,5% no ano passado.

Governos coca-cola aniquilaram direitos trabalhistas dos mexicanos, enquanto, no Brasil de Lula, o valor real do salário mínimo saltou 70% na década.

"Bom é o México". O malabarismo às vezes desconcerta.

Na 5ª feira, na “Folha”, Clóvis Rossi lamentou, justamente quando Chávez está à beira da morte, seu legado econômico e social faz da Venezuela o país menos desigual de sua história.

Assim: "Para azar da Venezuela, o agravamento do estado de saúde do presidente coincide com o melhor momento da economia em todo o reinado de Chávez: a redução da pobreza, marca indiscutível do período, se acentuou no ano passado. São pobres, agora, 21,2%, queda de cinco pontos sobre os 26,5% de 2011; a inflação, um dos fracassos do chavismo, caiu de 27,6% em 2011 para 19,9%; o rendimento real dos assalariados, já descontada a obscena inflação, subiu 3,1% no ano passado; 4 milhões de empregos foram criados nos anos Chávez, reduzindo o desemprego a 6% em 2012".

É constrangedor.

No Brasil, o governo do PT -- sua 'ingerência estatal, a gastança populista'-- recebe o mesmo carimbo de estorvo.

Ele, não a desordem neoliberal; o PT, não o legado de um capitalismo indigente. Não o miserê estrutural que precisou do Bolsa Família para levar comida a 50 milhões de pessoas.

Quando o governo acerta, o veredito midiático é peremptório: é só um hiato entre dois fracassos.

Segue-se a lógica adversativa do meteorologista charlatão: o tempo está firme, mas só porque ainda não choveu. E vice-versa.

O Brasil precisa decidir se quer ser o México ou a Venezuela, diz o bordão do jornalismo de economia, que está para as redações assim como a coleira para o cachorro.

Tradicionalmente, ele pauta os latidos da turma que tange o debate nacional no diapasão da eficiência plutocrática.

A mesma endogamia levou o país três vezes ao FMI nos anos 90; quebrou a espinha da indústria com uma abertura selvagem; rifou o contrapeso estatal vendendo empresas públicas estratégicas; criou um Estado mínimo a machadada, poupando a raspa do tacho disfuncional. Colosso devidamente elogiado e festejado pelos que hoje festejam o México e abjuram a macroeconomia de Dilma.

O governo tem muito a ganhar se as forças progressistas afrontarem os uivos dessa matilha.

Acerta a presidência do PT, por exemplo, quando Rui Falcão identifica no monopólio midiático um torniquete a obstruir o debate emancipador do desenvolvimento.

Erram os progressistas e o governo ao não nominarem as variáveis políticas em jogo na disputa pela agenda macroeconômica.

A cizania ideológica tem sido respondida por Brasília de forma frequentemente tecnocrática, gaguejante, quase envergonhada.

Atrasos enervantes nos cronogramas dos grandes projetos de infraestrutura constituem o principal lubrificante da sirene ortodoxa.

Por que o governo não encampa e aprofunda a radiografia sobre as causas da 'ineficiência estatal'?

Nos anos 90, o Estado brasileiro foi redesenhado e calcificado institucionalmente. Um antiLeviatã feito não funcionar.

Dissolveu-se a iniciativa pública do desenvolvimento num cipoal de interditos, terceirizações, decepações e renúncias.

Tudo feito para contemplar o preconceito conservador, desconsiderando-se as urgências sociais e as responsabilidades com a infraestrutura.

A mídia conservadora quer manter as coisas assim, como um argumento pronto contra o comando estatal da economia.

A presidenta Dilma incorporou a chave da eficiência às prioridades do seu governo. Com razão: é obrigação progressista zelar pela cuidadosa aplicação dos fundos públicos.

Errou e erra, todavia, ao não afrontar o subtexto do Estado mínimo que, de fato, perpassa a gororoba ideológica construída em torno da lingerie mais reluzente do conservadorismo: o fetiche da 'gestão'.

Ao não distinguir uma coisa de outra, corre o risco de endossar a tese que pretende equacionar a desordem atual com poções adicionais do veneno que a originou.

O colapso neoliberal trouxe para o colo do governo uma crise da qual a Nação é vítima e não sócia; as forças progressistas são adversárias, não parceiras.

Confunde a opinião pública endossar falsas convergências redentoras, a exemplo da gestão, quando o que emperra, de fato, é a luta de sabre para ordenar a fatura da crise e instaurar a nova dinâmica de crescimento.

Obama patina não porque inexistam alternativas. Mas porque o dinheiro grosso acantonado no Congresso barra a taxação substantiva das grandes fortunas. E compensa a mingua fiscal com arrocho no gasto público -exceto o complexo industrial-militar.

A Europa esfarela porque os bancos se entupiram de lucros no ciclo de alta do crédito irresponsável.

Quebraram. Agora, são alimentados pela sonda pública, exaurindo a ação contracíclica do Estado e a engrenagem lubrificada pelo crédito e o financiamento.

Dar nome aos bois não é principismo ideológico dos 'esquerdistas' do PT.

Está em jogo dilatar ou não a margem de manobra do Estado brasileiro para contrastar a estagnação mundial do capitalismo.

O peso material das idéias não deve ser confundido com proselitismo.

Quando minimiza a importância da mídia progressista, asfixia blogs e sites negando-lhes o direito legítimo à publicidade estatal de utilidade pública --descarregada maciçamente no dispositivo conservador-- o governo dá mostras de não entender essa diferença.

Para um governo progressista é quase um suicídio.

Não por acaso, os que apostam no fracasso macroeconômico como palanque contra Dilma, em 2014, querem fazer da 'gestão' o escudo redentor do Brasil contra a crise.

Desenvolvimento é transformação; é coordenar recursos,expectativas e energias em direção a objetivos prioritários.

A crise da ordem neoliberal desmentiu a conversa mole da proficiência dos mercados desregulados na alocação dos recursos, ao menor custo e com a máxima eficiência.

Saldo: o mundo caminha para o sexto ano da crise mais grave do capitalismo desde 1929. O investimento privado patina no Brasil.

A superação do impasse só virá se e quando o Estado detiver maior poder de comando para enquadrar e destravar o papel indutor do crédito e do investimento capitalista.

Os bancos detêm essa prerrogativa na economia de mercado. Mas negam fogo na hora do aperto e desviam seus canhões contra quem tenta induzi-los.

Não se vence um embate dessa natureza com o acesso à opinião pública obstruído pelo monopólio midiático.

Essa reflexão, suas consequências práticas, continua ausente da agenda da Presidência da República a cada manhã.

É um contra-senso.

Se o próprio governo hesita em ocupar o horizonte de longo prazo, que a mídia alardeia como temerário, por que o investimento privado se arriscaria?”

FONTE: escrito por Saul Leblon no seu “Blog das Frases”, no site “Carta Maior” (http://cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=1166).
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Automóveis: ESTUDO DERRUBA MITO SOBRE CUSTO DA MÃO DE OBRA NO BRASIL


Do “Rede Brasil Atual”

Margem de lucro da indústria automotiva instalada aqui é o dobro da média mundial, segundo levantamento do Sindipeças.

Enquanto a média mundial de margem de lucro da indústria automotiva é de 5%, no Brasil as montadoras lucram o dobro (10%) e apresentam índice de 58% no custo de produção e distribuição, um dos mais baixos do setor em todo o mundo.

As informações são de levantamento feito pelo “Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores” (Sindipeças). Para o presidente da “Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT”, Paulo Cayres, a margem de lucro e os custos de produção apurados no levantamento desmentem o discurso da indústria em relação, principalmente, à mão de obra.

É uma falácia. Uma grande mentira da indústria que tem enormes lucros e custos baixos, mas, mesmo assim, quer pagar cada vez menos para seus trabalhadores e vender seus produtos cada vez mais caros”, afirma.

Segundo Cayres, fora da região do ABC, os salários pagos pelas montadoras são cada vez mais baixos e chegam a representar um terço do piso em algumas funções, principalmente nos novos polos automotivos do país, como Camaçari (BA) e Recife (PE). “Nas fábricas do ABC, com forte atuação sindical e histórico de conquistas trabalhistas importantes, um trabalhador ganha R$ 4,8 mil de salário, enquanto na Bahia o mesmo trabalhador ganharia R$ 1,5 mil e em Recife, R$ 1,2 mil”, afirma.

Para ele, as empresas deveriam baixar a margem de lucro e diminuir o preço dos automóveis brasileiros. “Os custos de produção são os menores do mundo; os impostos, em um país com a desigualdade social como a brasileira, são fundamentais para que o Estado garanta bem estar social às pessoas. A única saída para que os carros brasileiros fiquem mais acessíveis é diminuir a ganância dos empresários do setor”, afirma Cayres.

De acordo com o levantamento do Sindipeças, o preço dos carros brasileiros é composto pelos 58% de gastos com produção e distribuição, que incluem custos com matéria-prima, mão de obra, logística, publicidade e outros itens, e 32% de impostos. Os 10% restantes são lucro.

No resto do mundo, o levantamento mostra que os preços dos carros é composto por 5% de margem de lucro, 79% de custos e 16% de impostos. Nos Estados Unidos, berço da indústria automobilística, a margem de lucro é ainda menor, de 3%, os custos variam de 88% a 91% e os impostos, de 6% a 9%.

O Sindipeças comparou os preços de três modelos (Honda Fit, Nissan Frontier e Chevrolet Cruise) no mercado brasileiro e em outros países e constatou diferenças entre 13,46% e 106,03%. O mesmo Honda Fit básico, por exemplo, que custa R$ 57,4 mil no Brasil, sai por R$ 27,9 mil para os consumidores franceses, R$ 32,7 mil nos EUA, R$ 33,8 mil no Japão e R$ 44,6 mil na Argentina.

Entre 2002 e 2011, além dos lucros, os números do mercado brasileiro mostram que as montadoras não têm do que reclamar. Segundo balanço da “Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores” (Anfavea), a produção de veículos cresceu 109% nesse período, com média anual de 8,6%, e as vendas no mercado nacional cresceram 145%, com média anual superior a 10%. Entre janeiro e novembro de 2012, foram produzidos 3,08 milhões de automóveis no Brasil (2,1% menos que no mesmo período de 2011). A Anfavea não quis comentar as informações sobre lucros e e custos de produção dos carros.

O levantamento do Sindipeças foi apresentado em audiência pública realizada no início do mês passado na “Comissão de Assuntos Econômicos do Senado” a pedido da senadora Ana Amélia (PP), autora de um projeto que tenta estimular a concorrência e a queda nos preços dos carros brasileiros.

Por conta dos aumentos nas vendas de carros nos últimos anos, e dos lucros, as montadoras foram responsáveis por quase 20% de todas as remessas de lucro feitas por empresas a partir do Brasil em 2011. No ano retrasado, elas enviaram aos seus países de origem U$ 5,58 bilhões.”

FONTE: do “Rede Brasil Atual”. Transcrito no portal “Vermelho” (
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=202797&id_secao=2
) [Imagem do google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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CINCO INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA OS PRÓXIMOS CINCO ANOS



“Segundo estudo da IBM, tecnologias como a pressão sensitiva que simula o toque, sensores inteligentes e a computação cognitiva se tornarão comuns nos próximos 5 anos.

A IBM acaba de anunciar a sétima edição do “IBM 5 in 5uma lista de inovações que têm o potencial de mudar a forma como as pessoas irão trabalhar, viver e interagir nos próximos cinco anos, explorando nossos cinco sentidos.

Vale ressaltar que boa parte das tecnologias é pesquisada diretamente pela IBM em seus laboratórios. Ou seja: essa lista pode ter mais a ver com tecnologias que a empresa gostaria que se tornassem padrão nos próximos anos, do que com as inovações que, de fato, farão parte do cotidiano das pessoas.

Confira:

TATO: SEREMOS CAPAZES DE TOCAR ATRAVÉS DE UM SMARTPHONE

Imagine usar o smartphone para comprar um vestido e ser capaz de sentir o cetim ou a seda de que é feito a partir da superfície da tela sensível ao toque? Em cinco anos, a possibilidade de tocar num objeto através de um dispositivo móvel obrigará algumas indústrias, como a do varejo, a transformar-se.

Os cientistas da IBM estão desenvolvendo aplicações para setores como o comércio e o da saúde, usando a ciência háptica, ou seja, tecnologias de infravermelho e pressão sensitiva que simulam o toque. É como sentir a textura de um tecido, bastando para tal passar os dedos pelo item que está na tela do dispositivo. Utilizando as funcionalidades de vibração do telefone, cada objeto receberá um conjunto único de padrões de vibração correspondente, o que simulará a experiência do toque: padrões de vibrações curtos e rápidos ou mais longos e fortes. O padrão de vibração vai diferenciar a seda do linho ou do algodão, ajudando a simular a sensação física de realmente tocar no objeto.

Esta tecnologia irá tornar-se trivial no nosso dia a dia, transformando os celulares em ferramentas de interação natural e intuitiva com o mundo à nossa volta.

VISÃO: UM PIXEL VALERÁ MAIS DO QUE MIL PALAVRAS

500 mil milhões de fotos são tiradas todos os anos e 72 horas de vídeo são carregadas no YouTube a cada minuto. O mercado mundial para diagnóstico médico por imagem deverá crescer para 26,6 mil milhões de dólares até 2016.

Mas hoje os computadores só percebem imagens através do texto que usamos para as identificar e catalogar; a maioria da informação – o conteúdo real da imagem – ainda é um mistério.

Nos próximos cinco anos, os sistemas não só serão capazes de ver e reconhecer o conteúdo de imagens e de dados visuais, como conseguirão dar um significado aos pixeis, começando a compreender o sentido de um pixel, à semelhança do que fazem os humanos ao interpretarem uma fotografia. No futuro, as capacidades de comparação e associação vão permitir que os computadores consigam analisar características como a cor, padrões de textura e informação exterior e extrair conhecimento dos formatos visuais. Isto terá um impacto profundo em setores como a saúde, o comércio e a agricultura.

Dentro de cinco anos, esses recursos serão colocados à disposição da Saúde, dando sentido ao volume massivo de informação médica com que os profissionais de saúde se debatem diariamente, como ressonâncias magnéticas, tomografias computadorizadas, raios-X e imagens de ultrassom, para capturar dados referentes a uma anatomia em particular e a determinadas patologias.

O que é realmente importante nessas imagens pode ser tão sutil ou invisível que é difícil de detectar pelo olho humano, o que requer avaliação cuidadosa. Ao serem configurados para segmentar o que se deve procurar nas imagens – diferenciar, por exemplo, o tecido saudável do doente – e correlacionar essa informação com registros de pacientes e com o que figura na literatura científica, os sistemas que conseguirão “ver” vão ajudar os médicos a detectar problemas de saúde a uma velocidade muito maior e com mais precisão.

AUDIÇÃO: OS COMPUTADORES PASSARÃO A OUVIR O QUE IMPORTA

Alguma vez desejou conseguir dar sentido aos sons que o rodeiam e ser capaz de compreender o que não está sendo dito?

Dentro de cinco anos, um sistema distribuído de sensores inteligentes irá detectar elementos do som, como a pressão sonora, as vibrações e as ondas sonoras em diferentes frequências. Esse sistema será capaz de interpretar esses dados para prever, por exemplo, quando uma árvore está prestes a cair em uma floresta ou quando um deslizamento de terra é iminente. Tal sistema irá “ouvir” o ambiente que nos rodeia e avaliar movimentos, de modo a nos avisar que o perigo está à nossa frente.

Sons em estado bruto serão detectados por sensores, à semelhança do que acontece no cérebro humano. O sistema que recebe os dados terá como parâmetro outros “modelos”, como a informação visual ou tátil, e passará a classificar e a interpretar os sons com base no que já aprendeu. Quando novos sons são detectados, o sistema irá formar conclusões com base no conhecimento adquirido e na capacidade de reconhecer padrões.

Por exemplo, “a fala do bebê” será estabelecida como uma linguagem, capaz de revelar aos pais e aos médicos o que as crianças estão tentando expressar. Padrões de sons podem ser uma forma de interpretar o comportamento de um bebê e as suas necessidades. Ao ser ensinado sobre o que os sons dos bebés significam – fome, cansaço ou dor – um sofisticado sistema de reconhecimento de voz conseguirá correlacionar os sons e o balbuciar das crianças com informação sensorial e fisiológica, como a frequência cardíaca, o pulso e a temperatura.

SABOR: O PALADAR DIGITAL VAI AJUDAR A COMER DE FORMA MAIS INTELIGENTE

E se conseguíssemos que a comida saudável tivesse um sabor delicioso usando um tipo diferente de sistema computacional que é concebido para a criatividade dos cozinheiros?

Investigadores da IBM estão desenvolvendo um sistema que realmente experimenta o sabor, para ser usado por ‘chefs’ de modo a criarem as receitas mais saborosas. Essa descoberta vai usar os ingredientes ao nível molecular e misturar a química dos compostos alimentares com a psicologia por trás dos sabores e dos cheiros que os humanos preferem. Comparando tudo isso com milhões de receitas, o sistema será capaz de criar novas combinações de sabores juntando, por exemplo, castanhas assadas com outros alimentos, como caviar cozido, beterraba doce ou presunto seco.

Um sistema como esse também pode ser usado para ajudar a comer de forma mais saudável, criando novas combinações de sabores que nos fazem querer comer vegetais em vez de batatas fritas.

O computador será capaz de utilizar os algoritmos para determinar de forma precisa a estrutura química dos alimentos e o porquê de os humanos preferirem certos sabores em relação a outros. Esses algoritmos conseguirão analisar como é que componentes químicos interagem entre si, qual a complexidade molecular dos compostos do sabor e a sua estrutura de ligação, e usar essa informação, juntamente com os modelos de percepção, para prever a tendência de sabores.

Essa descoberta não só vai tornar os alimentos saudáveis mais apreciados – mas vai também surpreender-nos com uma combinação incomum de alimentos, que vai maximizar a experiência de sabor e de aroma. No caso de pessoas com necessidades alimentares especiais, como os diabéticos, a ideia seria desenvolver sabores e receitas que mantenham regulados os níveis de açúcar no sangue, satisfazendo ao mesmo tempo o paladar com um toque adocicado.

OLFATO: OS COMPUTADORES CONSEGUIRÃO CAPTURAR E IDENTIFICAR CHEIROS

Durante os próximos cinco anos, pequenos sensores embutidos no computador ou no celular conseguirão detectar se o usuário está ficando doente, por exemplo, com gripe. Ao analisar os odores, os biomarcadores e as milhares de moléculas provenientes da respiração, os médicos terão o diagnóstico de doenças como disfunções renais ou hepáticas, diabetes, asma e epilepsia, facilitado através da nova funcionalidade dos computadores e smartphones que conseguirão detectar os odores normais e os anormais.

Devido aos avanços em sensores e tecnologias de comunicação, em combinação com os sistemas de aprendizado, os sensores podem medir dados em lugares que nunca se pensou ser possível. Por exemplo, os sistemas computacionais podem ser usados na agricultura para “cheirar” ou analisar a condição do solo para plantações. Em ambientes urbanos, essa tecnologia vai ser usada para monitorizar problemas como o saneamento e a poluição – ajudando os responsáveis a detectar potenciais problemas antes que esses saiam do controle das autoridades.”


FONTE: portal de Luiz Nassif (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/cinco-inovacoes-tecnologicas-para-os-proximos-cinco-anos) [Imagem do google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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Aveiro/pa- RANILSON DO PRADO: EX-PREFEITO DE AVEIRO ANDA RINDO A TOA DEPOIS DE ASSALTAR OS COFRES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO


TRAGÉDIA POLÍTICA DE AVEIRO NO PONTO VISTA DE NAZARENO SANTOS

Nazareno Santos

PARA REALÇAR UMA VERDADE COM UM ÚNICO EXEMPLO, O TEMA DESSE NOSSO PONTO DE VISTA É A TRAGÉDIA NÃO GREGA, MAS POLÍTICA DE AVEIRO. ELA ILUSTRA A LERDEZA, A VERGONHA E A FALTA DE APLICABILIDADE DE LEIS NESTE PAIS E NO NOSSO ESTADO COM O CENÁRIO POLÍTICO ADMINISTRATIVO DEIXADO PELO EX PREFEITO RANILSON DO PRADO(PR) AO ATUAL PREFEITO ELEITO OLINALDO BARBOSA(FUZICA) DEMONSTRANDO ASSIM QUE NÃO TEM MEDO DA JUSTIÇA, TALVEZ CONFIANDO NA IMPUNIDADE DE NÃO TER QUE RESSARCIR OS COFRES PÚBLICOS.
NO LIMIAR DO NOVO ANO, COM A ACACHAPANTE E BEM MERECIDA DERROTA NAS URNAS O EX PREFEITO RESOLVEU SE VINGAR DEIXANDO O MUNICÍPIO A MERCÊ DE SUA PRÓPRIA SORTE, ABANDONANDO PRATICAMENTE TODAS AS SECRETARIAS, DEIXANDO AVEIRO EM ESTADO DE ACEFALIA TOTAL COM POSTOS MÉDICOS SEM MEDICAMENTOS, CARROS EM PANE, COMPUTADORES DANIFICADOS ETC... 
NAS SECRETARIAS COMPUTADORES DANIFICADOS E DESATIVADOS, SALÁRIOS ATRASADOS TRÊS MESES) SUMIÇO DE DOCUMENTOS ESSENCIAIS, EXTRAVIOU O HD DOS COMPUTADORES DO DRH, DA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO QUE É E A ESPINHA DORSAL DA MÁQUINA PÚBLICA.
PARA SE RESGUARDAR DA AÇÃO DANTESCA DE VERDADEIRO VANDALISMO DE QUEM TRAVESTIDO DE HOMEM PÚBLICO AGIU COMO VERDADEIRO DELINQÜENTE DO PATRIMÔNIO DO POVO O PREFEITO CONTRATOU UMA EQUIPE TÉCNICA ESPECIALIZADA DE UMA EMPRESA PARA FAZER UMA AUDITORIA INDEPENDENTE PARA QUE POSSA TER UM NORTE SOBRE O QUE REALMENTE FOI DEIXADO PELO EX PREFEITO E QUE AÇÃO PRECISARÁ TOMAR SOB SUAS RÉDEAS ASSIM COMO TAMBÉM ACIONAR NA JUSTIÇA O EX PREFEITO PARA QUE PAGUE PELA BARBÁRIE PRATICADA.
FUNCIONÁRIOS FANTASMAS, FOLHA SALARIAL INCHADA, OBRAS INACABADAS, BENS DESAPARECIDOS DERAM A TÔNICA DAS DIFICULDADES QUE TERÁ NESTE INICIO DE GOVERNO O PREFEITO OLINALDO BARBOSA PARA FAZER A MÁQUINA PÚBLICA DESLANCHAR. FUZICA COMO É MAIS CONHECIDO ASSUME AVEIRO NA MESMA CONDIÇÃO DE ALGUÉM QUE RECEBEU UM CARRO SEM MOTOR, E SEM COMBUSTÍVEL. 
MAS DEMONSTRANDO SEU COMPROMISSO COM A POPULAÇÃO QUE LHE CONCEDEU NAS URNAS DIA 7 DE OUTUBRO EXPRESSIVA VOTAÇÃO, O PREFEITO COM SUA RECÉM EQUIPE DE TRABALHO FORMADA DOS SECRETÁRIOS, DIRETORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS EM TODOS OS ESCALÕES ARREGAÇOU AS MANGAS E ESTÁ TRABALHANDO, COM EXTREMO SACRIFÍCIO E COM LIMITAÇÕES MAS ESTÁ BUSCANDO UMA SOLUÇÃO PLAUSÍVEL, IMEDIATA PARA ESSE ESTADO DE CAOS IMPLANTADO PELO EX PREFEITO QUE ABANDONOU A PREFEITURA NOS ÚLTIMOS DIAS DO SEU DESGOVERNO.
O QUE MUITOS CIDADÃOS INDIGNADOS PROTESTAM É O FATO DA JUSTIÇA NÃO SER MAIS RÍGIDA, MAIS DURA COM ESSES TIPOS DE PREFEITOS QUE QUANDO SÃO DERROTADOS NAS URNAS SUCATEIAM AS PREFEITURAS. 
PARA MUITOS, ESSES DEMOLIDORES, USURPADORES DE PATRIMÔNIOS PÚBLICOS DEVERIAM SER PRESOS, ALGEMADOS E ENVIADO A CADEIA COMO CRIMINOSO COMUM, ALÉM DE TEREM SEUS PATRIMÔNIOS BLOQUEADOS DE IMEDIATO COMO MANEIRA DE PAGAR O QUE FOI ROUBADO JÁ QUE O ATO QUE COMETEM ALÉM DE HEDIONDO É CRIMINOSO PORQUE CAUSA SEQÜELAS SOCIAIS INCOMENSURÁVEIS A POPULAÇÃO, PRINCIPALMENTE A MAIS CARENTE QUE NECESSITA DOS SERVIÇOS DA MÁQUINA PUBLICA, ENTREGUE AOS QUE ASSUMEM INVIABILIZADAS.
EM TODO O BRASIL A MÍDIA MOSTROU CENÁRIOS SEMELHANTES AO DE AVEIRO, MAS ACREDITAMOS QUE EM AVEIRO SE TRATOU DE UM CASO ATÍPICO, ASSUSTADOR, PRINCIPALMENTE EM SE TRATANDO DE UM MUNICÍPIO PEQUENO QUE HOJE SOBREVIVE PRATICAMENTE DE FPM. 
MAS PELO MENOS ESSE EPISÓDIO DRAMÁTICO PARA A POPULAÇÃO LOCAL SERVIU DE REFLEXÃO PARA QUE DAQUI PRA FRENTE VALORIZEM E ANALISEM COM MAIOR CUIDADO SOBRE A QUEM IRÃO DEPOSITAR SEUS VOTOS NAS URNAS. 
NOS ÚLTIMOS ANOS AVEIRO VIVENCIOU CENÁRIOS DE GUERRAS QUE DEIXARAM O CAMPO DO DEBATE VAZIO, TENDO COMO PROTAGONISTAS PREFEITOS QUE FORAM ELEITOS LÁ, MAS QUE ERAM ORIUNDOS DE ITAITUBA COMO É O CASO DO EX PREFEITO RANILSON DO PRADO, UM AVENTUREIRO FARSANTE QUE POSANDO DE BOM MOCINHO, COM SEU CANTO DE SEREIA SEDUZIU MILHARES DE PESSOAS EM AVEIRO QUE HOJE PAGAM CARO PELO ERRO. 
MAS HOJE ALÉM DE PERSONA NON GRATA, AVEIRO ENTENDEU DE FORMA MELANCOLICA QUE A PRESENÇA NEFASTA DO GALÃ DE PASTELÃO MEXICANO NA VERDADE VEIO A TONA COMO UM VERDADEIRO PRESENTE DE GREGO, UM CAVALO DE TRÓIA QUE VOLTOU DE ONDE NUNCA DEVERIA TER SAIDO, PARA O ANOMINATO E A INSIGNIFICÃNCIA DE QUEM JÁ DESCEU AO LIMBO DO OSTRACISMO POLÍTICO.
Fonte: Nazareno Santos
 
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