AVENTURA NO SUL DA AMÉRICA















Blog 'Dê Passagem! Gelson e Iandra, seguindo em frente!'

'Retrato do Cotidiano exibe um cenário de inquietações, desafios e uma vontade incansável de subir mais um degrau na escala do desenvolvimento! Apresenta um casal movido à auto superação! Viagens, opiniões, lugares diferentes e muitas emoções! Um casal comum aproveitando a vida com diversão, nada simples, nada fácil e tudo diferente! Por favor, dê passagem, porque precisamos seguir em frente!'
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Registro Quilometragem 01-01-13

Saímos de Mendoza - Argentina às 9:22 hs e chegamos em Santiago - Chile às 20:30 hs, com todo o percurso e rotas adicionais fizemos 412 Km. Com calma irei publicando as fotos, das paradas, nesta estrada e do trekking no Aconcágua, além do percurso na rota antiga, de ligação entre Argentina e Chile, pelas cordilheiras, onde subimos 4.000 metros de altitude, e ficamos próximos aos picos das montanhas e pudemos tocar na neve e chegar perto do céu! (...)

CLIQUE AQUI para acompanhar no blog mais esta  incrível viagem de aventuras do Gelson e da  Iandra (meus queridos, cultos, simpáticos e corajosos sobrinhos)! (Júlio Garcia)

(Via blog 'O Boqueirão Online')
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O governo precisa dar à crise o seu nome



O governo precisa dar à crise o seu nome








A mídia tanto insiste em confundir que às vezes até setores progressistas parecem acreditar.

Mas é preciso ficar claro: o nome da crise é capitalismo e não esquerda; não PT - ou governo Dilma, como quer o jogral embarcado nas virtudes dos livres mercados, os mesmos que jogaram o planeta no pântano atual.

A esquerda tem sua penitência a pagar nesse banco de areia movediça. Mas uma coisa é diferente da outra.

O conservadorismo não tem agenda propositiva a oferecer, exceto regressão à matriz do desmazelo atual. 

A esquerda ainda lambe feridas, espana a rendição neoliberal que acometeu - ainda acomete - segmentos e lideranças importantes de suas fileiras, aqui e alhures. 

Mal ou bem, no entanto, ensaia um debate sobre a alternativa à desordem capitalista. 

Deve acelerar o passo porque a história apertou o seu: a restauração conservadora avança no vácuo progressista.

A preparação do V Congresso do PT, que acontecerá em 2014, é a oportunidade para que isso ocorra no Brasil de forma organizada. Com convidados de dentro e de fora do partido. De dentro e de fora do país. E cobertura maciça da mídia alternativa, a contrastar o bombardeio de veículos sempre alinhados às boas causas democráticas.

O conservadorismo aposta no imobilismo progressista. 

Seu futuro nutre-se da expectativa de erros, omissões e hesitações que a esquerda e o governo possam cometer na travessia do passo seguinte da história.

É esse o combustível da histeria udenista encampada pelas togas. 

Não é outro o motor do terrorismo econômico midiático.

A pauta deste ano ano pré-eleitoral é a tese de que vai dar tudo errado na macroeconomia do governo Dilma. 

O tambor ecoa sem parar.

O Brasil é um fracasso. Bom é o México, com presidentes saídos diretamente de uma engarrafadora de Coca-Cola, a prometer mais e mais reformas amigáveis. 

A mídia isenta ergue palanques feitos de semi-informação. 

Na desastrada década do PT, o Brasil elevou sua participação no PIB da América Latina de 26,8% , em 2001, para 46,6% em 2010. Recorde em 20 anos.

A participação mexicana no PIB regional regrediu o equivalente a 13 pontos no período.Ficou em 21,5% no ano passado. 

Governos coca-cola aniquilaram direitos trabalhistas dos mexicanos, enquanto no Brasil de Lula o valor real do salário mínimo saltou 70% na década. 

Bom é o México.O malabarismo às vezes desconcerta. 

Nesta 5ª feira, na Folha, Clóvis Rossi lamenta: justamente quando Chávez está à beira da morte, seu legado econômico e social faz da Venezuela o país menos desigual de sua história. 

O ideal seriam as exéquias conjuntas do homem e do modelo. Assim: " Para azar da Venezuela, o agravamento do estado de saúde do presidente coincide com o melhor momento da economia em todo o reinado de Chávez: a redução da pobreza, marca indiscutível do período, se acentuou no ano passado. São pobres, agora, 21,2%, queda de cinco pontos sobre os 26,5% de 2011; a inflação, um dos fracassos do chavismo, caiu de 27,6% em 2011 para 19,9%; o rendimento real dos assalariados, já descontada a obscena inflação, subiu 3,1% no ano passado; 4 milhões de empregos foram criados nos anos Chávez, reduzindo o desemprego a 6% em 2012". 

É constrangedor.

No Brasil, o governo do PT -- sua 'ingerência estatal, a gastança populista'-- recebe o mesmo carimbo de estorvo. 

Ele, não a desordem neoliberal; o PT, não o legado de um capitalismo indigente. Não o miserê estrutural que precisou do Bolsa Família para levar comida a 50 milhões de pessoas. 

Quando o governo acerta, o veredito midiático é peremptório: é só um hiato entre dois fracassos. 

Segue-se a lógica adversativa do meteorologista charlatão: o tempo está firme, mas só porque ainda não choveu. E vice-versa.

O Brasil precisa decidir se quer ser o México ou a Venezuela, diz o bordão do jornalismo de economia, que está para as redações assim como a coleira para o cachorro.

Tradicionalmente ele pauta os latidos da turma que tange o debate nacional no dispasão da eficiência plutocrática.

A mesma endogamia levou o país tres vezes ao FMI nos anos 90; quebrou a espinha da indústria com uma abertura selvagem; rifou o contrapeso estatal vendendo empresas públicas estratégicas; criou um Estado mínimo a machadada, poupando a raspa do tacho disfuncional. Colosso devidamente elogiado e festejado pelos que hoje festejam o México e abjuram a macroeconomia de Dilma. 

O governo tem muito a ganhar se as forças progressistas afrontarem os uivos dessa matilha.

Acerta a presidencia do PT, por exemplo, quando Rui Falcão identifica no monopólio midiático um torniquete a obstruir o debate emancipador do desenvolvimento.

Erram os progressistas e o governo ao não nominarem as variáveis políticas em jogo na disputa pela agenda macroeconômica. 

A cizania ideológica tem sido respondida por Brasília de forma frequentemente tecnocrática, gaguejante, quase envergonhada. 

Atrasos enervantes nos cronogramas dos grandes projetos de infraestrutura constituem o principal lubrificante da sirene ortodoxa. 

Por que o governo não encampa e aprofunda a radiografia sobre as causas da 'ineficiência estatal'? 

Nos anos 90, o Estado brasileiro foi redesenhado e calcificado institucionalmente. Um anti-Leviatã feito não funcionar. 

Dissolveu-se a iniciativa pública do desenvolvimento num cipoal de interditos, terceirizações, decepações e renúncias.

Tudo feito para contemplar o preconceito conservador desconsiderando-se as urgências sociais e as responsabilidades com a infraestrutura. 

A mídia conservadora quer manter as coisas assim, como um argumento pronto contra o comando estatal da economia.

A presidenta Dilma incorporou a chave da eficiência às prioridades do seu governo. Com razão: é obrigação progressista zelar pela cuidadosa aplicação dos fundos públicos.

Errou e erra, todavia, ao não afrontar o subtexto do Estado mínimo que de fato perpassa a gororoba ideológica construída em torno da lingérie mais reluzente do conservadorismo: o fetiche da 'gestão'.

Ao não distinguir uma coisa de outra, corre o risco de endossar a tese que pretende equacionar a desordem atual com poções adicionais do veneno que a originou.

O colapso neoliberal trouxe para o colo do governo uma crise da qual a Nação é vítima e não sócia; as forças progressistas são adversárias, não parceiras. 

Confunde a opinião pública endossar falsas convergências redentoras, a exemplo da gestão, quando o que emperra, de fato, é a luta de sabre para ordenar a fatura da crise e instaurar a nova dinâmica de crescimento.

Obama patina não porque inexistam alternativas. Mas porque o dinheiro grosso acantonado no Congresso barra a taxação substantiva das grandes fortunas. E compensa a mingua fiscal com arrocho no gasto público -exceto o complexo industrial-militar.

A Europa esfarela porque os bancos se entupiram de lucros no ciclo de alta do crédito irresponsável. 

Quebraram. Agora são alimentados pela sonda pública, exaurindo a ação contracíclica do Estado e a engrenagem lubrificada pelo crédito e o financiamento. 

Dar nome aos bois não é principismo ideológico dos 'esquerdistas' do PT. 

Está em jogo dilatar ou não a margem de manobra do Estado brasileiro para contrastar a estagnação mundial do capitalismo. 

O peso material das idéias não deve ser confundido com proselitismo. 

Quando minimiza a importancia da mídia progressista, asfixia blogs e sites negando-lhes o direito legítimo à publicidade estatal de utilidade pública --descarregada maciçamente no dispositivo conservador-- o governo dá mostras de não entender essa diferença.

Para um governo progressista é quase um suicídio.

Não por acaso, os que apostam no fracasso macroeconômico como palanque contra Dilma, em 2014, querem fazer da 'gestão' o escudo redentor do Brasil contra a crise.

Desenvolvimento é transformação; é coordenar recursos,expectativas e energias em direção a objetivos prioritários.

A crise da ordem neoliberal desmentiu a conversa mole da proficiencia dos mercados desregulados na alocação dos recursos, ao menor custo e com a máxima eficiência. 

Saldo: o mundo caminha para o sexto ano da crise mais grave do capitalismo desde 1929. O investimento privado patina no Brasil.

A superação do impasse só virá se e quando o Estado detiver maior poder de comando para enquadrar e destravar o papel indutor do crédito e do investimento capitalista.

Os bancos detém essa prerrogativa na economia de mercado. Mas sonegam fogo na hora do aperto e desviam seus canhões contra quem tenta induzi-los.

Não se vence um embate dessa natureza com o acesso à opinião pública obstruído pelo monopólio midiático. 

Essa reflexão, suas consequências práticas, continua ausente da agenda da Presidência da República a cada manhã. 

É um contra-senso.

Se o próprio governo hesita em ocupar o horizonte de longo prazo, que a mídia alardeia como temerário, por que o investimento privado se arriscaria?



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Herança Maldita deixada por Valmir Climaco São Desafios da nova Gestora de Itaituba!


Muito trabalho e pouca informação deixada pelo ex-prefeito Valmir Climaco atrapalham tumultuam o inicio dos trabalhos previstos por Eliene Nunes.
Na manha desta quinta feira, 03/01/2013. a prefeita de Itaituba, Eliene Nunes acompanhada de vários secretários de Governo e da maioria dos vereadores estiveram vistoriando a Secretaria de obras e infra-estrutura do municipio para ver em loco aquilo que já era previsto, o sucateamento dos maquinários e equipamentos da SEMINFRA, foi esse o cenário deixado pelo ex-gestor Valmir Climaco de forma covarde e irresponsável não médio esforços no sentido de prejudicar o municipio que hoje inicia de forma conturbada o novo Governo de Eliene Nunes.
Eliene não sabe precisar ainda o tamanho do rombo deixado nas contas da prefeitura, disse ainda que já começaram as exonerações para que ela possa adequar a prefeitura a sua realidade.
Ainda não se sabe o total de exonerados mais segundo a Prefeita só de assessores do Gabinete do Prefeito foram mais de 350. Amanhã você acompanhara outras informações nesse blog sobre a saúde e a educação.

Foto Gilson Vasconcelos

Foto Gilson Vasconcelos

Foto Gilson Vasconcelos

Foto Gilson Vasconcelos

Foto Gilson Vasconcelos

Veículo sem os pneus e o motor e tudo mais (Foto Gilson Vasconcelos)

Papa Lixo em cima de um Cepo (Foto Gilson Vasconcelos)

Foto Gilson Vasconcelos

Veiculo que deveria ser usado pelo Conselho Tutular (Foto Gilson Vasconcelos)

Caçamba em cima de Cepos (Foto Gilson Vasconcelos)

Caminhonete da SEMMA em cima de um Cepo (Foto Gilson Vasconcelos)

Caçamba em cima de Cepos (Foto Gilson Vasconcelos)

Maquinário todo quebrado (Foto Gilson Vasconcelos)

Veiculo que era pra usado no combate a dengue (Foto Gilson Vasconcelos)

Caminhão todo depenado (Foto Gilson Vasconcelos)

Papa Lixo (Foto Gilso Vasconcelos)

Caminhonete em cima de Cepo (Foto Gilson Vasconcelos)

Veículo com pneus em má conservação (Foto Gilson Vasconcelos)

Caminhão em cima de Cepo (Foto Gilson Vasconcelos)

Caminhão em cima de Cepo (Foto Gilson Vasconcelos)
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Bom Dia Brasil - SP: homem constrói fortaleza e ajuda comunidade a enfrentar enchentes

O senhor de 73 anos era vítima das enchentes. Depois de perder quase

tudo, criou um sistema de alerta, fornece dados para a Central de

Emergências, e até colocou sirenes no telhado para avisar os vizinhos.

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http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/01/sp-homem-constroi-fortaleza-e-ajuda-comunidade-enfrentar-enchentes.html



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É isso aí, bom exemplo de quem não fica esperando o governo...



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Linux 3.7.0: Terrified Chipmunk

http://www.youtube.com/DanielFragaBR

http://www.libertarios.org.br
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