Suplentes tomam posse hoje na ALEPA!

Italo Macola
Italo Macola

Ítalo Mácola, volta à Assembléia Legislativa em uma das vagas do PSDB

Suplentes dos deputados estaduais que se elegeram prefeitos municipais tomarão posse hoje pela manhã na Assembleia Legislativa (AL). O presidente em exercício da casa, deputado Júnior Ferrari (PSD) dará posse a Augusto Pantoja (PPS), ex-vereador de Belém, que assumirá a vaga deixada pelo agora prefeito de Marabá, João Salame.
Haroldo Martins (PTB), que já assumiu o mandato, será efetivado na vaga de Sidney Rosa, que permanecerá na equipe de governo de Simão Jatene (PSDB).
Os ex-deputados Ítalo Mácola e Tetê Santos, ambos do PSDB, assumirão as vagas deixadas pelo prefeito de Ananindeua e Santarém, Manoel Pioneiro e Alexandre Von, respectivamente. Tetê deixa a Secretaria Estadual de Assistência Social (Seas) e Mácola a Secretaria Legislativa da própria AL.
Júnior Ferrari é vice-presidente e responde pela casa, após a saída de Pioneiro. Sua assessoria informa que a cerimônia de posse dos deputados será realizada às 9h30, no auditório João Batista.
A nova composição da AL após a posse dos quatro novos deputados estaduais deverá permanecer sem alteração. Dois deles são do partido governista e Haroldo Martins já integra a base aliada na casa.
Já o partido de Augusto Pantoja, que fazia oposição ao prefeito Duciomar Costa (PTB) na Câmara Municipal de Belém (CMB), é aliado do PSDB no governo.
Fonte: Diário do Pará
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Zeca Pagodinho ajuda vítimas da chuva em Xerém, RJ

O cantor Zeca Pagodinho percorre ruas de Xerém, no município de Duque de Caxias, na manhã desta quinta-feira (3), para ajudar as vítimas da chuva. Por volta das 10h, o cantor andava com a filha pelas ruas de Xerém. (Foto: Cléber Júnior/ Agência O Globo)

Cantor percorre ruas da região para ajudar a população.
Chuva deixou um morto e cerca de 200 pessoas desalojadas em Xerém.

O cantor Zeca Pagodinho percorre ruas de Xerém, no município de Duque de Caxias, na manhã desta quinta-feira (3), para ajudar as vítimas da chuva que atinge várias regiões do estado desde a noite de quarta (2). Por volta das 10h, o cantor andava com a filha pelas ruas de Xerém. Em entrevista à TV Globo, Zeca disse que sua casa foi "mais ou menos afetada" pela chuva.

"Estou aqui há quase 20 anos. Adoro isso aqui, meus filhos foram criados aqui. Nunca vi algo parecido. Está triste. Lá em cima a situação está muito ruim. Tem criança desaparecida, tem família soterrada. Tem casa que desceu rio abaixo. A gente está aí, desde as 6h da manhã, ajudando, mas está triste", contou o cantor, que emocionado, pede para que o socorro seja voltado para a parte mais atingida de Xerém.
O sambista, que tem um sítio e uma casa em Xerém, abrigou o casal vizinho Leonardo Oliveira, de 30 anos e Raylua Cardoso de 24 anos e os dois filhos uma menina de 1 ano e 2 meses e um menino de 5 anos.  A família perdeu a casa após o temporal que atingiu o município na madrugada desta quinta- feira (3).  “A minha filha menor Maria Eduarda está chorando muito porque está preocupada com as amiguinhas que moram aqui e também perderam as casas. Eu ajudo como posso. Abriguei este casal de amigos aqui e tem várias crianças na minha sala”, contou o sambista em entrevista ao G1.
Zeca disse também que acordou as 6 horas da manhã para distribuir cestas básicas e roupas nos abrigos instalados nas igrejas da região. “Passei o Natal e o Ano Novo aqui e vou embora ainda hoje. Mas antes disso, a Defesa Civil precisa vir aqui para poder ajudar essas pessoas que perderam desde as casas até alimentos e móveis. Vou estar sempre por perto para ajudar o meu povo”, completou o cantor.
Zeca Pagodinho também teve perdas com  efeitos da chuva. A casa dele não sofreu danos, mas alguns animais que tem no terreno morreram. “Foram dois cabritinhos e três coelhos. Quando eu acordei de manhã meus bois estavam só com o olhinho para fora. Quase morreram afogados”, comentou.
Uma pessoa morreu na manhã desta quinta em decorrência da chuva. A morte foi confirmada pelo secretário de Defesa Civil de Duque de Caxias, Marcelo Silva Costa. Segundo ele, o corpo de um homem foi encontrado sob escombros provocados por um desabamento. Até as 11h, a vítima não tinha sido identificada.
Segundo a Defesa Civil de Duque de Caxias, cerca de 200 pessoas ficaram desalojadas em Xerém. Todas foram levadas para abrigos localizados no município. Um deles fica na Praça da Mantiqueira.
Bombeiros de três quartéis trabalham na região de Xerém. Segundo os bombeiros, oito casas desabaram. Três pontes também foram destruídas pela enchente. Devido à chuva, o Rio Saracuruna transbordou. Choveu 212 milímetros em 24 horas na localidade.
De acordo com a Defesa Civil do município, vários pontos de alagamentos se formaram. Pessoas ficaram ilhadas. Alguns moradores deixaram as casas com água na cintura, levando os pertences nas costas. Diversos veículos foram arrastados. O bairro da Mantiqueira é um dos locais mais atingidos.
O secretário de Defesa Civil disse que ainda não é possível confirmar o transbordamento de uma barragem na região. "Não há indício deste fato. O rompimento da barragem não está confirmado", afirmou Marcelo Silva Costa. Segundo ele, a chuva foi bastante significativa para provocar a enchente na área.
Mapa de Duque de Caxias (Foto: G1)
"Chegamos à conclusão de que foi uma cabeça d’água, desencadeando uma enxurrada brusca que trouxe uma grande avalanche de terra, árvores, pedras até as casas que estavam no beira-rio”, disse Costa.
Em Angra dos Reisx, cerca de 2.500 pessoas vão ter que sair de suas casas em função da chuva. Por volta das 8h voltou a chover forte na região e equipes da Defesa Civil retiravam as pessoas das casas. Nove imóveis foram atingidos por um deslizamento de terra no distrito do Frade, deixando 15 pessoas com ferimentos leves.

Água invadiu casas às 3h, diz morador
Ronaldo Barbosa, morador de Xérem, disse que a água começou a invadir as casas por volta das 3h desta quinta-feira e chegou a uma altura de 2 metros.
"A situação está uma calamidade, muitas pessoas perderam tudo, o negócio está feio. Fazia 50 anos que não chovia tanto", disse Barbosa. "Na madrugada, vizinhos começaram a me ligar e avisar. Eu não tinha visto a água subir. Como minha casa tem dois andares, começamos a levar os móveis para o andar de cima. O térreo ficou submerso", afirmou o morador à Globo News.
Outras cidades
Em Petrópolis, dois rios transbordaram, segundo a Globo News. Cerca de 40 pessoas foram retiradas de suas casas. Em Teresópolis, sirenes tocaram em quatro bairros para avisar a população da chuva forte. Também houve desalojados.
Cidades do Rio de Janeiro atingidas pelo temporal  (Foto: Editoria de Arte/TV Globo)
Fonte: g1.globo.com/rj.
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O "Lulismo" e os meios de comunicação

Apesar da inegável capacidade de Lula de estabelecer com as camadas populares uma relação profunda de identificação, o poder dos meios de comunicação na sociedade brasileira não foi minado. Lula é percebido como alguém que ameaça, com sua estima popular e com suas possibilidades
presidenciais até 2014, o status quo midiático brasileiro. Destruir o capital político do ex-presidente, que havia crescido com o triunfo de seu candidato Fernando Haddad nas últimas eleições municipais, parece ser um objetivo visível. O artigo é de Ariel Goldstein. Ariel Goldstein - Página/12 Buenos Aires - Num artigo recente, o historiador inglês Perry Anderson estabeleceu as diferenças entre a cobertura feita pela mídia internacional e a brasileira sobre o governo Lula, assim: “Aquele cujas impressões a respeito de seu governo viessem da imprensa internacional teria um choque ao encontrar o tratamento dado a Lula nos meios de comunicação brasileiros. Praticamente desde o início, a The Economist e o Financial Times ronronaram satisfeitos com as políticas pró-mercado e com a concepção construtiva presidência de Lula (...). O leitor da Folha ou do Estadão, para não falar da Revista Veja, estava vivendo num mundo diferente. Normalmente, em suas colunas, o Brasil estava sendo governado por um grosso aspirante a caudilho, sem a menor compreensão dos princípios econômicos ou respeito pelas liberdades civis, uma ameaça permanente à democracia e à propriedade privada”. Uma situação similar se produziu durante a recente visita da comitiva brasileira a França. Enquanto o ex-presidente estava junto da mandatária Dilma Rousseff, e o país era lembrado na capa do semanário francês Challenge como “Brasil, o país onde se precisa estar”, as declarações do empresário condenado por corrupção Marcos Valério sobre um suposto benefício de Lula do esquema do Mensalão inundavam as páginas dos periódicos de maior tiragem nacional. A insistência na desqualificação da imagem de Lula por parte da imprensa obrigou Dilma Rousseff a ensaiar uma defesa, na França: “Repudio todas as tentativas de destituir Lula da imensa carga de respeito que o povo brasileiro tem por ele”, ao tempo em que Hollande observava que “Lula tem na França uma grande imagem” e “é visto como uma referência”. A ênfase crítica especial que a imprensa brasileira demonstrou com o ex-presidente obriga necessariamente a uma reflexão: é verdade, como observa Anderson, que “o relacionamento direto de Lula com as massas” interrompeu um ciclo, “minando o papel dos meios de comunicação na formação do cenário político”? Apesar da inegável capacidade de Lula de estabelecer com as camadas populares uma relação profunda de identificação, o poder dos meios de comunicação na sociedade brasileira não foi minado. Lula é percebido como alguém que ameaça, com sua estima popular e com suas possibilidades presidenciais até 2014, o status quo midiático brasileiro. Destruir o capital político do ex-presidente, que havia crescido com o triunfo de seu candidato Fernando Haddad nas últimas eleições municipais, parece ser um objetivo visível. A relação tensa entre Lula e o PT com os meios de comunicação possui uma história que antecede à sua chegada à presidência – o que produziu uma mutação na relação. Estas tensões começaram a aumentar durante as eleições de 1989, 1994 e 1998, quando os meios dominantes teceram múltiplas acusações para desacreditar o candidato petista. Durante as eleições de 1989, sobressaiu a atuação da Rede Globo para construir, como rival de Lula, Collor de Mello, um candidato da elite brasileira e sem lastro partidário, editando o debate televisivo do segundo turno notoriamente a favor deste. Esta história de operações contra a sua imagem explica a aversão em relação aos meios de comunicação, que existe tanto em Lula como em outros líderes partidários, como José Dirceu, seu chefe da casa civil entre 2003-2005. Apesar disso, a elaboração de uma legislação reguladora da comunicação parece estar distante, no Brasil. Em que pese a insistência do que poderia ser chamado de “a velha guarda dirigente do PT”, como Dirceu, Genoino e o atual presidente, Rui Falcão, que que saíram intensamente prejudicados com a cobertura do julgamento do mensalão, Dilma Rousseff proclamou em numerosas ocasiões: “Prefiro o barulho da imprensa ao silêncio das ditaduras”, proporcionando uma resposta, tanto às exigências de regulação como às acusações dos grandes meios de que assim se tentaria cercear a “liberdade de expressão”. O conflito se torna estrutural, pois remete a questões que vão desde o papel do comunicador popular que Lula exerce, o que o situa na lógica alternativa à unidirecionalidade dos grandes meios, até a mudança de elites políticas produzida pelo PT, que dificulta as mediações internas características das relações governo-imprensa, previamente, assim como a agenda progressista do governo, que tende a entrar em conflito com a cosmovisão dos meios conservadores. É por isso que os recorrentes picos de tensão que atravessam esta complexa relação parecem desde o começo uma medição de forças entre atores que não permitem resoluções de “soma zero”; entre a negociação e o conflito os contornos dessa transição se vão definindo. (*) Sociólogo (UBA). Bolsista do Conicet, no Instituto de Estudos da América Latina e do Caribe (Iealc). Tradução: Katarina Peixoto. Reproduzido Carta Maior.
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Entrevista com Carolina Rossini, da ONG EFF

Entrevista com Carolina Rossini, da ONG EFF Por Camilo Rocha São Paulo, 02 (AE) - Sopa, Marco Civil, leis de privacidade. As questões da internet invadiram a pauta política em 2012, mas o ano terminou com poucas respostas. A advogada Carolina Rossini, da Electronic Frontier Foundation (EFF), ONG que defende a liberdade na rede, falou sobre a polarização na discussão sobre o controle da internet - e os temas que estarão na pauta de 2013. Existem duas principais visões sobre como deve funcionar a internet. Uma quer a rede livre de vigilância. A outra quer controle e penalidades.
Qual lado termina 2012 em melhor posição?
Depende do lugar. O fato de tantos blogueiros estarem presos e de tanta informação privada ser acessada sem o devido processo legal ainda coloca muitos desafios. E não digo só em relação a países abusivos na vigilância, como a China. Mesmo nos EUA há evidências de vigilância sem o devido processo legal. Leis que pretendiam deixar a internet mais restrita (Sopa, Pipa e Acta) foram derrotadas.
Os grupos que defendem essas leis, como as empresas de entretenimento, estão perdendo força?
Infelizmente, de forma alguma. Já existem indícios nos EUA de que eles estão pressionando o Congresso para que alguma lei semelhante volte à pauta. O Acta foi derrotado na Europa, mas já foi ratificado por Japão e México. Lá, inclusive, foi uma condição para a entrada nas negociações de outro tratado talvez mais perigoso - o chamado Trans-Pacific Partership Agreements (TPP), que abre portas para policiamento do que usuários fazem na rede e também para sua desconexão. O lobby de empresas como Facebook e Google já é poderoso na política americana.
No Brasil isso cresceu em 2012?
Sim. Quanto mais operações essas empresas têm no Brasil, maior será o time de relações governamentais ou lobby. O pessoal que trabalha para o Google e o Facebook no Brasil tem muita experiência na parte legal e técnica. Eles exerceram um papel importante em debates como o do Marco Civil e da Lei de Direitos Autorais. Nem sempre os interesses da sociedade civil se alinham ao das empresas, mas isso é normal e saudável.
Por que o Marco Civil ainda não conseguiu ser votado?
Por uma incrível pressão das empresas de telecomunicações que não querem neutralidade da rede e das empresas de entretenimento que querem ter a liberdade de exigir a retirada de conteúdo. Outro ponto de intenso debate é a retenção de dados de usuários e atividades realizadas - algo que não seria aceito em muitas partes do mundo.
A saída de Ana de Hollanda do MinC sinaliza que o governo brasileiro está retomando uma postura mais alinhada à internet?
Essa mudança gerou uma certa esperança em todos nós da sociedade civil brasileira pela reforma da Lei de Direito Autoral. Mas precisa existir pressão para que esse projeto seja transparente e aja em prol dos usuários, do direito à educação e da criatividade.
O Facebook realizou uma votação que discutia uma nova política de uso de dados pessoais, mas houve pouca participação. As pessoas não estão mesmo preocupadas com a privacidade?
Vale lembrar que a maioria dos participantes votou para defender a privacidade. Agora, acho que a baixa participação se deveu muito ao fato de que o Facebook não incentivou seus usuários a de fato participarem. O encontro da União Internacional de Telecomunicações (UIT) terminou sem acordo sobre uma gestão internacional da internet.
Melhor assim?
Sim. Não acredito em dar à UIT poder para regular a internet. Essa regulação é mais social e técnica e tem de ser feita em foros abertos. Internet não é apenas telecomunicação, mas sim infraestrutura, conteúdo e relações sociais. A UIT não é o foro adequado para tratar de questões como direitos humanos e liberdade de expressão. Para lembrar PIPA/SOPA - Projetos de lei americanos de combate à pirataria. Propõem medidas duras contra a hospedagem de conteúdo considerado ilegal. Ambos sofreram intensa campanha contrária na rede e tiveram votação adiada ACTA - Tratado antipirataria internacional. Rejeitado pelo Parlamento Europeu, foi assinado por países como Japão, Canadá e EUA Marco Civil - Projeto que visa estabelecer direitos e deveres na internet brasileira, regulamentando desde a proteção aos dados até se provedores são responsáveis por infrações cometidas por usuários Leis de privacidade - Definem o que pode ser feito com os dados pessoais do usuário, como armazenamento, reutilização ou repasse para terceiros. Fonte: R7.
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Itaituba/pa- ELIENE NUNES E A HISTÓRIA QUE SE REPETE...O TERRORISMO E A HUMILHAÇÃO EM CIMA DE QUEM É DEMITIDO NA NOVA GESTÃO

Ser demitido é muito difícil, imagine agora essa demissão com sabor de vingança, apimentada com piadas de mau gosto, e humilhações. Os funcionários e seus familiares, que já teriam problemas de sobra para se preocupar por conta da demissão são submetidos a um processo humilhantemente vingativo de quem está no lado do poder.

Esse filme das demissões de servidores não é nenhuma novidade. Também foi assim há dois anos e meio com o ex-prefeito, com o anterior a ele e sucessivamente...


Agora, a história se repete com o mesmo filme que tantas vezes foi visto. A prefeita Eliene Nunes assumiu e que o vai ocorrer tem um final infeliz para os demitidos, mas feliz para a prefeita  que vai poder nomear os seus.


É a realidade da política, a Prefeita tem o poder para demitir,  ela  precisa “limpar” a folha para colocar os “seus”.


E não adianta ninguém criticar a Prefeita Eliene Nunes, sempre foi assim com todos os seus antecessores e não será diferente com ela, todos fizeram o que ela vai fazer, ou seja, demitir, perseguir, humilhar.


Essa imoralidade não deve acabar tão cedo. Imagine o quanto rendeu de votos esses futuros “funcionários Públicos” que a mesma já colocou e que continuará a colocar, renderam para ela?  Eles formam um exército e todos querem uma fatia, ou migalhas do “bolo”, nem que seja a que cai no chão.


Então, os gestores que sempre pregaram para o antecessor que o mesmo deveria fazer concurso público, quando assumem a chefia do executivo  não têm qualquer motivação para realizar concurso.


 E só defendem a demissão dos prestadores de serviços, contratados e assessores, quando estão no cargo, que é precisamente para poder nomear os seus.


O resto é ficção: um drama para os servidores e uma comédia de costumes escrita por todos os ex- prefeitos que já passaram.

Quer mais? acesse: www.pedroitb.blogspot.com
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