QUEM FALA EM IMPACTO NEGATIVO DO MÍNIMO TEM VISÃO MÍOPE

Por Vitor Nuzzi, no “Rede Brasil Atual”

“Para o professor Amir Khair, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a crítica ao aumento do salário mínimo é mais ideológica do que técnica. Segundo ele, quem fala em impacto negativo “é porque não conhece contas públicas, só tem visão míope para despesa e não consegue enxergar que o salário mínimo gera arrecadação pública”.

Da mesma forma, o mestre em finanças públicas considera positivo o anúncio de isenção de Imposto de Renda para parte dos pagamentos de participação nos lucros ou resultados (PLR). “As políticas que garantem mais renda para os assalariados são progressistas. Esse aumento da renda vai para o consumo ou para a poupança. Em ambos os casos, você está criando uma circulação de riqueza, que é a essência da atividade econômica”, afirma.

Em edição extra do “Diário Oficial da União” na quarta-feira (26), foram publicados o Decreto 7.872, que fixa o salário mínimo em R$ 678 a partir de 1º de janeiro (aumento de 9%), e a Medida Provisória 597, sobre a tributação progressiva da PLR. Pagamentos até R$ 6 mil estarão isentos. O governo também enviou mensagem submetendo a MP ao Congresso.

Khair considera o mínimo uma “referência fundamental” na economia, por proporcionar aumento do poder aquisitivo e mais equilíbrio na distribuição de renda. “A crítica tem mais caráter ideológico do que técnico. Sempre acham ruim quando há qualquer tipo de política que amplie os ganhos na base da pirâmide.”

O Dieese divulgou nota técnica na qual destaca a política de valorização do salário mínimo em vigor nos últimos dez anos. Nesse período, o aumento real (acima da inflação) atingiu 70,5%. Em abril de 2002, o mínimo era de R$ 200. O instituto diz que 45,5 milhões de pessoas têm o mínimo como referência no rendimento. Desse total, pouco mais de 20,7 milhões são beneficiários do INSS e 12,6 milhões empregados no mercado de trabalho, além de 7,7 milhões de trabalhadores por conta própria, 4,2 milhões de trabalhadores domésticos e 202 mil empregadores.

Ainda segundo o Dieese, que atualizou a série histórica do salário mínimo, levando as médias anuais para reais de janeiro de 2013 (deflacionados pelo ICV calculado para o município de São Paulo), os R$ 678 representarão o maior valor real da série desde 1984.

Refém da inflação

Khair considera preocupante a interrupção do ciclo de cortes na taxa básica de juros, conforme decisão da última reunião do “Comitê de Política Monetária” (COPOM) em 2012. “A grande barreira para um crescimento econômico firme é o governo ficar refém do fantasma da inflação, que é um fenômeno mundial. Existe mais ou existe menos dependendo de como o mundo está organizado”, observa. “O governo só tem controle sobre os preços administrados. Fora isso, o que comanda a inflação é o fator externo. A SELIC não tem nada a ver com a inflação. A SELIC deveria ficar no nível da inflação (aproximadamente 5%), que é o que fazem os países emergentes. O regulador da inflação é o preço internacional.” A taxa básica foi mantida em 7,5% ao ano. A próxima reunião do COPOM ocorrerá em 15 e 16 de janeiro.

Segundo Khair, o mercado externo responde por 60% da inflação. Outros 20% vêm dos preços administrados, caso das tarifas públicas – nesse item, ele critica a política do governo em relação aos combustíveis que, ao segurar o preço, teria colocado a Petrobras “de joelhos”. Os 20% restantes são dos serviços. “Não vou sacrificar o desenvolvimento econômico por causa de apenas 20%.”

FONTE: reportagem de Vitor Nuzzi, no “Rede Brasil Atual”. Transcrita no portal “Viomundo”  (http://www.viomundo.com.br/politica/amir-khair-quem-fala-em-impacto-negativo-do-minimo-tem-visao-miope.html). [Imagem e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].
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ARGENTINA EXIGE QUE REINO UNIDO DEVOLVA AS ILHAS MALVINAS

“A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, disse por meio de uma mensagem que será publicada na imprensa britânica e antecipada ontem, quarta-feira (2), pelo jornal “The Guardian” que o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, deveria colocar fim ao colonialismo e devolver as Malvinas.

A mensagem será publicada hoje, quinta-feira (3), em forma de anúncio na imprensa do Reino Unido. Cristina Kirchner afirmou no texto que o governo britânico deveria cumprir com uma Resolução das Nações Unidas de 1960 que solicita que os Estados-membros da organização não pratiquem o "colonialismo em todas suas formas e manifestações".

A presidenta disse que Cameron deveria começar as negociações sobre a soberania das ilhas, que "foram retiradas à força" da Argentina há "exatamente 180 anos, em 3 de janeiro de 1833". Cristina Kirchner disse que as Malvinas se encontram a "8.700 milhas (14 mil km) de Londres" e que a marinha britânica expulsou os argentinos que originariamente habitavam o arquipélago, em claro exemplo de "colonialismo".

O “The Guardian” afirmou que a iniciativa de Cristina Kirchner foi uma resposta à decisão adotada no mês passado pelo Reino Unido de denominar "Terra da Rainha Elizabeth" uma área do Setor Antártico Argentino, o que foi considerado uma provocação. O jornal acrescentou que a presidente e seus assessores acreditam que se o assunto permanecer nos meios de comunicação será mais fácil forçar o Reino Unido a discutir a questão.

Cristina Kirchner destacou, na carta ao primeiro-ministro britânico, endereçada também ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que não só a América Latina, mas também a grande maioria das pessoas e governos do mundo concordam com a posição argentina e rejeitam o colonialismo".

P.S: RESPOSTA BRITÂNICA EM 03/01/2013:

CAMERON NEGA PEDIDO DE CRISTINA KIRCHNER SOBRE DEVOLUÇÃO DAS ILHAS MALVINAS PARA A ARGENTINA

Da Agência Brasil

“O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, recusou hoje (3) o pedido da presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, de devolução das Ilhas Malvinas. Em carta, publicada nos jornais britânicos e argentinos, Cristina Kirchner acusa o Reino Unido de colonialismo, pede a retomada do diálogo e a devolução das ilhas.

De acordo com assessores de Cameron, a população das Malvinas demonstrou "o desejo claro de ser britânica" e o primeiro-ministro fará "o possível para proteger" seus interesses. Em março, será realizado um referendo sobre o estatuto político do arquipélago.

Cameron pediu à Cristina Kirchner que aceite o resultado do referendo. De acordo com assessores, os moradores das Ilhas Malvinas são livres para escolher o futuro, tanto na política como na economia, e têm direito à autodeterminação. [...].

[OBS deste blog ‘democracia&política’: essa posição do primeiro-ministro do Reino Unido é puro, agressivo e grotesco deboche, escárnio. Depois da invasão militar das ilhas em 1833, os referidos habitantes das Malvinas têm sido, em sua maioria, militares e funcionários britânicos e suas famílias. Obviamente, em pesquisas, manifestam a vontade de permanecer britânicos. Seria análogo um referendo nas colônias israelenses nos territórios palestinos invadidos e ocupados. Provavelmente, poucos habitantes das colônias gostariam de se tornar palestinos].

FONTE: Portal Terra. Transcrito no portal “Vermelho”  (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=202598&id_secao=7). [Imagem obtida no Google e adicionada por este blog ‘democracia&política’].
FONTE (do Post Scriptum): reportagem de Renata Giraldi, repórter da Agência Brasil  (http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-03/cameron-nega-pedido-de-cristina-kirchner-sobre-devolucao-das-ilhas-malvinas-para-argentina). [Observação entre colchetes adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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NEO-MCCARTHYISMO DE ISRAEL SUBJUGA GOVERNO DOS EUA

"Desde que foi aventado o nome de Chuck Hagel (na foto com Obama) - antigo senador pelo Partido Republicano - como Secretário da Defesa dos EUA, ele tem sido vilipendiado e colocado na “lista negra” por suspeita de ser “esquerdista” e não ter “suficiente apoio de Israel”; isso é uma nova forma de McCarthyismo.

Paul R. Pillar
Por Paul R. Pillar, no “Consortium News”, sob o título original “Hagel and the New McCarthyism”. Artigo traduzido pelo “pessoal da Vila Vudu” e postado no blog "Redecastorphoto"

EUA: HAGEL E OS SIONISTAS “NEO-MCCARTHYISTAS”

“Sou suficientemente velho para ainda ter lembrança vaga, mas direta, de uma mancha na história dos EUA que se tornou conhecida como “o McCarthyismo”. Numa das recordações mais vívidas, revejo meus pais, em 1954, assistindo aos depoimentos televisionados do processo “Exército-McCarthy” – a primeira investigação conduzida pelo Congresso que foi televisionada em rede nacional nos EUA.

Embora eu fosse então jovem demais para perceber, aqueles depoimentos marcaram o começo do fim da horrenda campanha de calúnias e difamação orquestrada pelo senador Joseph McCarthy. Antes do fim do ano, o senador foi formalmente censurado pelo Senado dos EUA.

Joseph McCarthy

Um dos principais fatores que aceleraram o fim da campanha de difamação e detonação de reputações capitaneada pelo senador McCarthy foi o trabalho da imprensa naqueles primeiros dias da era da televisão. A cobertura pela mídia dos interrogatórios e depoimentos de 1954, que duraram várias semanas e nos quais se ouviam acusação e defesa, todos reunidos numa mesma sala de audiências, tornou completamente impossível não entender do que realmente se tratava, nas ações do McCarthyismo. A televisão influiu muito, ao levar aquelas cenas dramáticas para dentro dos lares norte-americanos pela primeira vez, em todo o país.

Outro fator importante, foi a coragem com que inúmeras figuras denunciaram o senador McCarthy, direta e claramente, diante dele. Um desses foi Joseph Welch, destacado advogado que trabalhava como principal conselheiro do exército dos EUA nos depoimentos.

Joseph Nye Welch

Quando McCarthy tentou aplicar seu método de declarar culpados-por-associação, contra um jovem advogado do escritório de Welch, Welch levantou-se. Disse, de público, que as táticas de McCarthy não passavam de “perversidade insaciável”; e pronunciou a frase mais memorável daquelas audiências horrendas:

“Já basta. Chega! O senhor não tem nenhum senso de decência? Será que não lhe sobra mesmo nenhum senso de decência, senador?”

Hoje, as coisas não estão, de fato, de modo que se possa, tão clara e diretamente, interpelar os agentes do neo-McCarthyismo. A imprensa é mais difusa; há muitos meios para impugnar os principais desmandos; ao mesmo tempo, a internet ou programas de entrevistas, por rádio e televisão, já causam impacto maior que sessões televisionadas do Congresso dos EUA.

Resta a questão da disposição de personagens influentes para falar com clareza e declarar crimes, os crimes – claramente, explicitamente. O professor, jornalista e empresário israelense Bernard Avishai escreve sobre a falta que fazem esses personagens, intimamente relacionada ao aspecto mais daninho (e abundante) das atuais táticas de estilo McCarthyista: a difamação (hoje quase sempre mascarada sob o que Avishai chama de “falsas campanhas contra a difamação”) [no Brasil-2012, foram falsas campanhas pela “ética” udenista, ou, melhor dizendo: campanhas muito reais e ativas por uma suposta “ética” golpista udenista, sempre falsa (NTs)]. Naquelas falsas campanhas contra a difamação, agride-se, quase sempre, quem se atreva a questionar as políticas israelenses ou a conivência dos EUA com aquelas políticas.

A difamação é praticada por gangues de intelectuais midiáticos, jornalistas e comentaristas de televisão que dizem cultivar os interesses de Israel, mas que, na prática, pregam apoio acrítico, incondicional às políticas do governo israelense de direita hoje no poder – o que absolutamente não é cultivar os interesses de Israel.

Bernard Avishai

Avishai, que é um pouco mais jovem que eu, também já percebeu o que há de semelhante entre o que hoje se vê e o McCarthyismo original. Hoje, a difamação inclui arrastar para o centro do palco qualquer argumento, qualquer calúnia, qualquer mentira que ajude a destruir o nome a ser destruído, em cada instância. Nesse processo, jamais faltam, embora não sejam as únicas calúnias, acusações injustificadas de “antissemitismo”.

E, como no McCarthyismo original, o processo constrói-se não só com atos de difamação direta de nomes seletos, mas também com intimidação, para paralisar muitos outros que poderiam não apenas questionar as políticas israelenses e norte-americanas, mas também o próprio processo de intimidação. O artigo de Avishai é claro e vai direto ao ponto; poderia citá-lo praticamente inteiro; melhor que todos leiam diretamente: “Hagel e os neo-mccarthyistas”, 26/12/2012, The Daily Beast.  (http://www.thedailybeast.com/articles/2012/12/26/hagel-and-the-neo-mccarthyites.html).

Avishai escreve a propósito do tumulto criado em torno da indicação de Chuck Hagel ao posto de Secretário da Defesa. Como eu e outros já observamos, o assunto recebeu tanta atenção que a definição terá efeito no processo de deixar rolar à vontade o neo-mccarthyismo, ou dar-lhe um basta. Mas o presidente Obama ainda não se decidiu.

Mas mesmo que a indicação de Hagel se confirme, não bastará. Ainda falta quem dê nome aos bois, claramente, diretamente, explicitamente; e exponha o neo-McCarthyismo praticado por grupos e indivíduos que se apresentam como “defensores de Israel” e que, em nome disso, manifestam-se sobre qualquer indicação do presidente dos EUA ou, afinal, sobre qualquer assunto.

Quando Joseph Welch fez calar o senador McCarthy, as galerias irromperam em aplausos. Ouso crer que muitos dos observadores até agora passivos também aplaudirão, se alguém se levantar e fizer calar os neo-McCarthys.”

FONTE: escrito por Paul R. Pillar, no “Consortium News”, sob o título original “Hagel and the New McCarthyism”. Artigo traduzido pelo “pessoal da Vila Vudu”. O autor tem experiência de 28 anos na Agência Central de Inteligência (CIA), onde passou a ser um dos seus principais analistas. Atualmente, também é professor visitante na “Georgetown University” para estudos de segurança. Este artigo apareceu pela primeira vez como um post de blog no site “The National Interest” na Internet. Reproduzido com a permissão do autor e postado por Castor Filho no blog “Redecastorphoto”  (http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2013/01/eua-hagel-e-os-sionistas-neo.html).
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OPINIÃO DO DIA – Jürgen Habermas: ação comunicativa

O conceito de ação comunicativa se refere à interação de pelo menos dois sujeitos capazes de falar e agir que (seja com meios verbais ou extraverbais) entabulam uma relação interpessoal. Os atores buscam entender-se sobre uma situação prática para poder coordenar de comum acordo seus planos de ação e com isto suas ações. O conceito central aqui, o conceito de interpretação, refere-se primordialmente à negociação sobre qual é a verdadeira situação suscetível de consenso

O resultado da ação depende dos outros atores, cada um dos quais se comporta em busca do próprio êxito e só se comporta cooperativamente na medida em que este comportamento se encaixa em seu cálculo egocêntrico de utilidades.

As ações comunicativas não são exclusivamente processos de interpretação em que o conhecimento cultural fica exposto ao teste do mundo, significam ao mesmo tempo processos de interação social e socialização (...) através dos quais os participantes desenvolvem, confirmam e renovam tanto sua identidade como sua pertença a certos grupos sociais.

Jürgen Habermas, filósofo e sociólogo alemão.
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Manchetes dos principais jornais do País

O GLOBO
Balança comercial tem o pior resultado em 10 anos
Previdência privada terá mudança
EUA: De abismo em abismo...
Oposição critica silêncio chavista

FOLHA DE S. PAULO
Triênio de Dilma deverá ser o pior da América do Sul
Oposição cobra 'toda a verdade' sobre saúde de Hugo Chávez
Conflito na Síria já matou 60 mil, estima a ONU
Haddad inicia governo com pacote contra as enchentes
PT vê campanha para tachar Lula de "corrupto"

O ESTADO DE S. PAULO
EUA aprovam projeto contra "abismo fiscal" e bolsas sobem
Reservatórios do NE estão abaixo do nível de segurança
A posse do condenado
Governo está disposto a renegociar dívida de SP
Suspeita de corrupção
Chefe da Antaq tratava de negócios com acusado na Porto Seguro

VALOR ECONÔMICO
Concessão de ferrovias atrai investidor novato
Discussões tributárias de volta ao STF
Recorde de automóveis emplacados
Cartão pré-pago espera regra do BC para crescer
Saldo comercial de 2012 recua uma década

BRASIL ECONÔMICO
Superávit comercial é o menor em 10 anos e não se recupera em 2013
Bolsas disparam com alívio fiscal nos EUA
MRV entra na lista de trabalho escravo
Pragas que assolaram a aviação comercial

CORREIO BRAZILIENSE
Aumentos em série abrem o novo ano
Sem Chávez, país vive na incerteza
Condenado pelo STF, Genoino vai virar deputado
Vereadora do PT fingiu que foi sequestrada

ESTADO DE MINAS
Imprudência em mão dupla
Bancada busca mais dinheiro e obras para MG
Mais de 500 projetos em apenas um dia
Enem
Ano Novo e IPI aceleram preços de carro zero

O TEMPO (MG)
Caixa veta novos créditos para a MRV Engenharia
Condenado, Genoino assume
Palmas: Novo prefeito cancela contrato com a Delta
Chavez estaria perto da morte

GAZETA DO POVO (PR)
Fruet corta despesas em 15% e suspende pagamentos por 90 dias
Salamuni promete resgatar “dignidade” do Legislativo
Oposição exige “verdade” sobre saúde de Chávez
Bolsa sobe com acordo que evitou ‘abismo’ nos EUA
Vereadora teria simulado o próprio sequestro

ZERO HORA (RS)
Frota cresce 10 vezes mais do que rodovias asfaltadas
Polêmica à vista: Proposta para mudar a bandeira do Brasil
Posse de José Genoino reacende crise com STF
Argentina derruba saldo do comércio brasileiro

JORNAL DO COMMERCIO (PE)
Ônibus sobe de 5,75% a 13%
Material escolar está em média 10% mais caro
Justiça concede direito de fera rever redação
Posse
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