Não adianta. Por mais m... que os caras façam, eu sou colorado!
Em 2006, o colorado derrotava o Barça
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Críticas e acidez em reportagem não configuram crime contra a honra
URL: http://www.conjur.com.br/2012-dez-16/criticas-acidez-reportagem-nao-configuram-crime-honra
A 1ª Vara Criminal do Foro Regional de Pinheiros (SP) julgou improcedente a ação penal movida pelo deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contra os jornalistas Rodrigo Rangel e Leandro Loyola e absolveu os repórteres. O parlamentar propôs a queixa-crime alegando que sua honra foi ofendida em um...
"Do portão pra fora já é público, entendeu?"
URL: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1484
No próximo dia 1º de janeiro, completam-se seis anos que a prefeitura de São Paulo tomou a medida autoritária de proibir "toda e qualquer forma de publicidade exterior". Além disso, proibiu todos os letreiros que não estivessem dentro dos padrões que unilateralmente criou, forçando quase todos os comerciantes a refazer o letreiro de seus imóveis. O primeiro efeito desta proibição foi a destruição de milhares de empregos no ramo deste tipo de publicidade e a criação de outros empregos na burocracia pública, com a contratação por parte da prefeitura de funcionários responsáveis por fiscalizar o cumprimento da proibição, coagindo os proprietários dos imóveis com a ameaça de multas. Ou seja, ocorreu a substituição de trabalho produtivo, que atendia à livre demanda do mercado, por "trabalho" destrutivo, reforçando os tentáculos do aparato estatal de coerção e compulsão.
A proibição recebeu o inexplicável nome de Lei Cidade Limpa, como se propaganda e letreiros de comércios fossem algum tipo de sujeira a ser combatida. Tudo isso baseando-se em um confuso conceito de "poluição visual", algo que supostamente deveríamos aceitar como auto-evidente. Particularmente, não encontro um só motivo para alguém querer coibir a propaganda feita em faixas, letreiros e outdoors que não esteja baseado em um ranço anticapitalista. Usar justificativas subjetivas como a de dizer que "a cidade fica mais bonita desta forma" é apenas querer impor por meio da força um gosto estritamente pessoal sobre a propriedade alheia. Destaco essa justificativa porque foi uma que escutei algumas vezes, inclusive com pessoas dizendo que isso seria "bom para o turismo" -- como se o benefício de um setor pudesse justificar o prejuízo de outros setores, além de toda a agressão à propriedade privada.
Dilma inaugura primeiro estádio da Copa e elogia título do Corinthians
| Dilma deu o "chute inaugural" do novo estádio do Castelão, em Fortaleza, primeira arena da Copa a ser entregue no país |
Presidente prestigiou a entrega da Arena Castelão, em Fortaleza (CE).
Para ela, Brasil demonstrou ser capaz de ganhar "dentro e fora do campo".
“Inauguramos o novo estádio do Castelão hoje, 16 de dezembro, em um momento especial de sorte e vitória. Neste domingo, o Corinthians se sagrou campeão interclubes. Esse fato mostra que o Brasil é capaz das duas coisas: ganhar nos campos de futebol e construir estádios dessa categoria”, ressaltou a presidente em seu discurso na solenidade.
A Arena Castelão é o primeiro palco da Copa de 2014 a ser concluído no país. Com capacidade para cerca de 64 mil pessoas, a ampliação e reforma da estrutura custou R$ 518,6 milhões.
Segundo os organizadores da festa de inauguração, em torno de 20 mil pessoas foram acompanhar a abertura do estádio. No entanto, o jogo inaugural da nova arena ocorrerá somente no dia 27 de janeiro. Na ocasião, serão realizadas duas partidas válidas pela Copa do Nordeste: Ceará x Bahia e Fortaleza x Sport.
“Nós hoje iniciamos uma fase decisiva para a preparação da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. Um momento em que o Brasil fica diante do mundo e diz: não só vamos cumprir nosso compromisso, mas esse compromisso está de pé, expresso no aço”, declarou a presidente.
Chute inaugural
Após cortar a fita de abertura do estádio ao lado do governador do Ceará, Cid Gomes, Dilma entrou em campo para dar o “chute inaugural” do novo Castelão. Com a bola no meio-de-campo, a presidente chutou-a com a parte interna do pé direito. O governante cearense, então, agarrou a bola e disse que iria guardá-la como lembrança, arrancando risos da presidente.
A solenidade de entrega da primeira arena da Copa atraiu diversos políticos à capital do Ceará. Além dos cinco ministros que faziam parte da comitiva presidencial, viajaram a Fortaleza para a festa os governadores Agnelo Queiroz (Distrito Federal), Eduardo Campos (Pernambuco) e Rosalba Ciarlini (Rio Grande do Norte).
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, que não pôde comparecer à inauguração do estádio porque estava no Japão acompanhando a final do Mundial de Clubes, gravou um vídeo celebrando a conclusão da obra. O depoimento do dirigente da Fifa foi reproduzido nos telões da arena de Fortaleza.
O novo estádio substituiu o antigo Castelão, que havia sido inaugurado em 1973. A construção da nova estrutura envolveu 2 mil operários, entre eles 70 mulheres. Antes de seu discurso, Dilma se reuniu com alguns dos trabalhadores que ajudaram a erguer a arena. Assediada pelos operários, a presidente parabenizou os trabalhadores e posou para fotos ao lado deles.
g1.globo.com/politica com pimenta malagueta
Operário vítima de violência policial é considerado agressor pela Justiça
José Raimundo Pires levou chutes de policiais e teve uma arma apontada em sua direção, mas foi condenado a pagar multa de R$ 200.
Dia 15 de julho de 2011. Policiais descem do carro em uma rua interditada ao tráfego por funcionários da companhia de água, que estavam trabalhando no local. O carro de polícia tenta avançar. A rua não pode ser liberada e o delegado Alberto Castelo Branco e dois investigadores decidem levar o operário José Raimundo Ribeiro Pires preso por desacato.
Pires leva um chute de um policial. O outro policial saca uma arma, aponta para o trabalhador e depois ameaça dar uma coronhada. O operário é posto no carro da polícia com muita violência. O celular dele cai e é chutado para longe pelo delegado.
Quase um ano e meio depois do que aconteceu, nem o delegado e nem os investigadores envolvidos no caso receberam qualquer punição. Pelo contrário: no relatório interno da Polícia Civil, a conduta deles chega a ser elogiada e colocada como exemplo de atuação. E mais: quem aparece como agressor é o funcionário da companhia de água.
A sindicância diz que as imagens "mostram o empenho dos investigadores de polícia, sob o olhar e auxílio do delegado agredido em sua integridade física e atacado em sua autoridade" e pede o arquivamento do caso.
A atual delegada Geral do Maranhão, Maria Cristiana Menezes, que na época era da Corregedoria, é quem assina o relatório.
"Os exames de corpo de delito do Seu Pires não comprovaram nenhuma agressão, nenhuma lesão. A minha preocupação é que a sociedade entenda que houve um ato de força proporcional, moderado e necessário naquele momento”, sustenta a delegada, apesar de as imagens contradizerem suas palavras.
Perguntada se seria normal o fato de um dos policiais ter sacado a arma e apontado para o operário, a delegada responde: “Nas imagens não consta isso. Consta que o policial - único que está armado - segura a arma no coldre. Analisando as imagens, verificamos que não houve arma apontada". Nas imagens, é possível ver que o policial aponta uma arma.
O caso também foi parar na Justiça. O delegado abriu um processo contra o operário, se dizendo vítima de agressão. Na versão de Alberto Castelo Branco, o operário teria jogado uma mangueira nele. A Justiça determinou que o operário pagasse multa de R$ 200 e o processo foi encerrado.
“Eu paguei por ter apanhado. É o que os meus colegas dizem", lamenta o operário José Raimundo Ribeiro Pires.
"O que nos preocupa com relação a essa decisão é ela servir como uma espécie de carta em branco para que outros atos de violência pela polícia sejam cometidos", alerta Rafael Silva, representante de Direitos Humanos da OAB do Maranhão
O delegado Alberto Castelo Branco não quis gravar entrevista, nem falar por telefone. "Não tenho nada a me manifestar. E não me ligue mais. Tchau", disse ele à equipe do Fantástico.
“Não fui eu que entrei na área de trabalho dele, ele que entrou na minha área”, afirmou o operário.
O delegado responde ainda a outros dois processos na ouvidoria da polícia por abuso de autoridade.
"Neste caso específico, há uma falência múltipla dos órgãos, que levaram um caso flagrante desse a se voltar contra a vítima”, diz José de Araújo e Silva, ouvidor de segurança pública do Maranhão.
Fonte: G1