IBOPE: 78% APROVAM MODO DE GOVERNAR DA PRESIDENTE DILMA



AVALIAÇÃO PESSOAL DE DILMA TEM NOVO RECORDE E CHEGA A 78%, diz pesquisa CNI/Ibope

Por Camila Campanerut, do portal UOL [do Grupo tucano “Folha”], em Brasília

“A aprovação pessoal do modo de governar da presidente Dilma Rousseff atingiu novo recorde, 78% [otimo e bom], 1 ponto percentual acima do apurado em setembro deste ano. O novo patamar, no entanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O índice é superior aos alcançados pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (61%) e Luiz Inácio Lula da Silva (62%), no mesmo período de seus governos. O levantamento foi apresentado na sexta-feira (14) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o Ibope, em Brasília. Essa é a quarta e última pesquisa do instituto no ano de 2012.

GOVERNO DILMA/PT

ÓTIMO e BOM (62%) e REGULAR (29%). TOTAL= 91% DE APROVAÇÃO

O governo de Dilma Rousseff teve a aprovação [ótimo e bom] de 62% dos brasileiros, índice igual ao registrado na última pesquisa, divulgada em setembro deste ano.

Na pesquisa divulgada sexta-feira, [além dos 62% de ótimo e bom] 29% avaliam o governo como regular e 7% como ruim e péssimo. A aprovação do governo Dilma ao final do segundo ano do primeiro mandato também supera a de FHC (47%) e Lula (41%).

A confiança na atuação da presidente frente ao cargo mais alto do Executivo nacional ficou em 73%.

A pesquisa avalia trimestralmente a opinião pública com relação à administração federal. A CNI/Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 6 e 9 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e grau de confiança de 95%.

A divulgação da pesquisa coincide com o aniversário da presidente, que faz hoje 65 anos. Ela está em viagem oficial à Rússia.

87% ACREDITAM QUE O FINAL DO GOVERNO Dilma/PT SERÁ ÓTIMO OU BOM OU REGULAR

Em relação à expectativa para os dois anos restantes do governo, 62% dos entrevistados acreditam que o final do governo será ótimo ou bom; 25% creem que será regular e [somente] 7% esperam que seja ruim ou péssimo.
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RESULTADO POSITIVO VEM DO ENFOQUE SOCIAL, DIZ CNI

O gerente executivo de pesquisa da CNI, Renato Fonseca, destacou que as avaliações da presidente e de seu governo vêm de forma contínua tendo resultados positivos devido à manutenção no enfoque nas políticas sociais de combate à fome e pobreza e ao desemprego, que são as marcas do governo dela e do ex-presidente petista.

"A população ainda não está sentindo os reflexos do baixo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), a renda continua subindo, o desemprego está baixo e o efeito é muito mais severo nas empresas. Na indústria, o emprego parou de crescer", afirmou.

Fonseca também aponta que a rápida resposta aos casos de corrupção como a demissão de funcionários após a deflagração da “Operação Porto Seguro” da Polícia Federal também não afetou a popularidade de Dilma, pelo contrário: "já na pesquisa passada, isso se mostrou claramente como fato positivo; ela atuou rapidamente na demissão dos envolvidos e na apuração dos casos".

FONTE: reportagem de Camila Campanerut, do portal UOL [do Grupo tucano “Folha”], em Brasília (http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2012/12/14/dilma-cniibope.htm4/12/2012) [Imagem do Google, subtítulos e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].
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PT É ALVO DE “SETORES QUE PERDERAM PRIVILÉGIOS”

Rui Falcão

NOTA À IMPRENSA

A Direção Nacional do PT lamenta o espaço dado pela imprensa para as supostas denúncias assacadas pelo empresário Marcos Valério contra o partido e contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caso essas declarações efetivamente tenham sito feitas em uma tentativa de “delação premiada”, deveriam ser tratadas com a cautela que se exige nesse tipo de caso. Infelizmente, isso não aconteceu.

As supostas afirmações desse senhor ao Ministério Público Federal, vazadas de modo inexplicável por quem teria a responsabilidade legal de resguardá-las, refletem apenas uma tentativa desesperada de tentar diminuir a pena de prisão que Valério recebeu do STF.

Trata-se de uma sucessão de mentiras envelhecidas, todas elas já claramente desmentidas. É lamentável que denúncias sem nenhuma base na realidade sejam tratadas com seriedade. Valério ataca pessoas honradas e cria situações que nunca existiram, pondo-se a serviço do processo de criminalização movido por setores da mídia e do Ministério Público contra o PT e seus dirigentes.

Prestes a completar 10 anos à frente do Governo Federal, período em que o Brasil viveu um processo de desenvolvimento histórico e em que as classes populares passaram pela primeira vez a ter protagonismo no nosso país, o PT é alvo constante de setores da sociedade que perderam privilégios.

A campanha difamatória que estamos sofrendo nos últimos meses não impediu nossa vitória nas eleições de outubro e nem conseguirá manchar o trabalho que nosso partido tem realizado em defesa do país, da democracia e, principalmente, da população mais pobre."

FONTE: nota de Rui Falcão, Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores. Transcrita no portal “Viomundo”  (http://www.viomundo.com.br/denuncias/pt-diz-ser-alvo-de-setores-que-perderam-privilegios.html) [Imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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A INÉDITA PROJEÇÃO EXTERNA DO BRASIL

A IDENTIDADE BRASILEIRA NO EXTERIOR

Por Rubens Barbosa, do “Estadão”

Respaldado pelo crescimento da economia e pela rápida expansão do mercado doméstico, em consequência da redução das desigualdade e da inclusão de mais de 40 milhões de brasileiros na classe média, o Brasil ganhou inédita projeção externa.

A percepção de que o País surge como a nação líder na América do Sul e um dos principais mercados emergentes apresenta desafios e responsabilidades para a economia e para a política externa que não existiram até o passado recente.

A crescente presença do Brasil para além do seu entorno geográfico e sua influência no cenário internacional suscitam nova preocupação: qual a identidade do Brasil? Qual a marca Brasil? Como o País é percebido no exterior e como gostaríamos de ser vistos pela comunidade internacional? Quais as nossas credenciais e o nosso diferencial para ocuparmos um lugar de destaque na mesa principal?

Roberto DaMatta, o maior antropólogo brasileiro, há quase 20 anos estudou as características da identidade brasileira. O que faz o Brasil, Brasil? define com precisão o sentido denso da realidade do nosso país. Seu trabalho, contudo, está voltado para dentro, para o jeito de ser e de atuar do brasileiro.

Com que credenciais o Brasil se apresenta hoje no cenário in-ternacional e como é visto pelos agentes políticos no exterior?

Não ser uma potência nuclear, nem uma ameaça militar; o peso da economia no contexto global (o Brasil é a sexta economia no mundo); a importância da agricultura e da produção de alimentos; a estabilidade institucional, política e econômica; o relevante papel de-sempenhado pelo Brasil em organizações internacionais; a participação do Brasil em questões regionais além das fronteiras da América do Sul; o mente e a defesa de nossos interesses comerciais e financeiros no exterior. Em muitos casos, têm prevalecido estes em detrimento daqueles.

A nova projeção externa e a crescente presença das empresas brasileiras no exterior vai exigir gradual sofisticação da definição do interesse nacional brasileiro. O exercício do ‘soft power’ implica uma ação integrada de política externa e a definição de áreas prioritárias (América Latina e África), além de ações propositivas nas discussões sobre temas globais nos organismos internacionais.

Levando em consideração os interesses globais do País, sobretudo numa visão de longo prazo, a projeção do Brasil como um país de ‘soft power’ não é suficiente. A política externa, para defender o interesse nacional, deverá contar também com o ‘hard power’, isto é, com crescente poder dissuasório, mediante a modernização de suas Forcas Armadas e o fortalecimento da indústria de defesa nacional.

Em reunião que está sendo realizada esta semana na FIESP, será dada uma contribuição para o exame dessa questão, que tem sido muito pouco discutida até aqui. O encontro sobre o Brasil como uma potência com capacidade de influir por suas atitudes e ações focalizará o que está ocorrendo no exterior por meio de ações concretas nas áreas de cooperação e assistência técnica, financiamentos, assistência humanitária e operações de paz.

Na conclusão da reunião serão identificadas políticas a serem sugeridas ao governo, por meio da Secretaria de Assuntos Estratégicos, que teve a iniciativa de propor esse debate:

Ampliação da coordenação entre o Itamaraty, o Ministério da Agricultura (EMBRAPA, CONAB), os Ministérios da Fazenda, da Ciência e Tecnologia, da Educação e da Cultura para que as ações setoriais sejam vistas como parte de uma política coerente e consequente do governo brasileiro; fortalecimento da Agência Brasileira de Cooperação, com um orçamento que possa responder à decisão política;apoio do setor privado (SESI, SENAI); fortalecimento do Departamento Cultural do Itamaraty para a promoção da música, da literatura, das artes em geral do Brasil, a começar pela América Latina e nos principais países desenvolvidos;criação de “Instituto Brasil”, nos moldes do “Cervantes”, da Espanha, e do “Confúcio”, da China, como resposta à projeção de valores e cultura brasileiros;criação de um Departamento de Diplomacia Pública, para a coordenação da política de divulgação do Brasil no exterior; e melhor aproveitar as oportunidades que se abrem pela participação do Brasil em grupos como o BRICS e a CPLP.”

FONTE: escrito por Rubens Barbosa, do “Estadão”. Transcrito no portal de Luis Nassif  (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-inedita-projecao-externa-do-brasil). [Imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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“BRASIL, O PAÍS ONDE É PRECISO ESTAR”, diz semanário francês

“A presença da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Paris, ganhou a atenção dos meios de comunicação e do empresariado francês. Como prova disso, o influente semanário econômico “Challanges” dedicou a capa à visita de Dilma a França. A manchete da publicação não poderia ser mais explícita: “Brasil, o país onde é preciso estar”. Dilma convidou os empresários franceses a investir no Brasil e o ministro da Indústria francês convidou o Brasil a “utilizar a França como cabeça de ponte” para o mercado europeu.

O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Paris.

“A presidenta brasileira Dilma Rousseff prosseguiu quarta-feira em Paris sua dupla ofensiva, ao mesmo tempo política, contra as medidas de austeridade que estão sendo impostas em toda a Europa, e também comercial, com a oferta feita aos empresários franceses para que invistam no Brasil. Em ambos os casos, a partida parece ganha: a política, porque esse é o credo do presidente socialista François Hollande, que propõe uma combinação de poupança pública e investimentos para fomentar o emprego; a segunda, com a sedução do empresariado francês. Como prova disso, o influente semanário econômico “Challanges” dedicou a capa à visita de Dilma a França. A manchete não poderia ser mais explícita: “Brasil, o país onde é preciso estar”. O Brasil, de fato, atraiu a atenção da mídia francesa.

A dupla presença de Dilma e do ex-presidente Lula aqueceu e deu conteúdo ao frio outono francês. Lula participou do fórum internacional para o progresso social organizado conjuntamente pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean Jaurés sob o lema “Escolher o crescimento, sair da crise”. O ex-presidente disse aos seus interlocutores que a crise era uma oportunidade para repensar a política.

Dilma Rousseff colocou uma carta tentadora sobre a mesa: durante seu encontro com a cúpula patronal francesa, a presidenta anunciou ambicioso plano de infraestrutura aeroportuária: “os números no Brasil são enormes. Temos a intenção de construir cerca de 800 aeroportos ou mais. Serão construídos em cidades com mais de 100 mil habitantes”. A mandatária acrescentou que “queremos que todas as cidades com mais de 100 mil habitantes tenham acesso a um aeroporto que esteja a uma distância máxima de 50 ou 60 quilômetros do centro”. A realização desse projeto, assinalou, é “uma necessidade importante para o crescimento do país”.

Na mesma reunião com os empresários franceses, da qual participou um representante da ala esquerda do Partido Socialista, no poder, o ministro da Indústria, Arnaud Montebourg, ao lado de seu homólogo brasileiro, Fernando Pimentel, fixou o horizonte dos possíveis investimentos: “temos que buscar a abertura econômica, mas sem que isso signifique aceitar práticas depredadoras no comércio internacional, como vemos acontecer na Ásia”, disse o ministro.

A delegação brasileira surpreendeu os empresários franceses pela firmeza de suas propostas. Nesse contexto, a presidenta Dilma criticou duramente as políticas de austeridade e chamou a França a reforçar a colaboração com seu país a fim de “explorar as novas oportunidades que a crise oferece”. Diante do empresariado, em vários momentos com ar maravilhado, a chefe de Estado brasileira expôs sua convicção de que “a redução dos gastos, a política monetária exclusiva e a diminuição dos direitos sociais não constituem uma resposta à crise”. Dilma se baseou no próprio exemplo do passado latino-americano – anos 80 e 90 – para defender seu ponto de vista: “ninguém reconhecia que as medidas que aumentavam as desigualdades, o desemprego e a desesperança nos países latino-americanos não levava a parte alguma”.

Em resposta à solicitação de uma cooperação renovada com Paris, o ministro da Indústria francês convidou o Brasil a “utilizar a França como cabeça de ponte” para o mercado europeu.

RAFALE

Com respeito à compra ainda suspensa de 36 aviões Rafale, do fabricante Dassault, por cerca de 4 bilhões de euros, a dirigente brasileira precisou que, em função da crise, essa decisão segue suspensa. A história desses aviões é uma espécie de grande montagem organizada pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy.

Em setembro de 2009, Sarkozy fez uma viagem relâmpago ao Brasil para negociar com Lula a venda dos aviões Rafale. De volta a Paris, Sarkozy deu o negócio por consumado e abriu garrafas de champagne para festejar publicamente o contrato. Nessa época, o entorno presidencial assegurava que os “brasileiros não podiam rechaçar essa proposta”. Na verdade, nada estava concretizado ainda.

OURO
A visita de Dilma Rousseff a França serviu também para que o “Fundo Mundial da Natureza” (WWF) interpelasse Paris e Brasília para que ambos ratifiquem e façam entrar em vigor o acordo firmado em 2008 pelos dois países para lutar contra a exploração selvagem de ouro. Em um chamado a Paris e Brasília publicado pelo matutino “Libération” e assinado pelos responsáveis do WWF na França e no Brasil, o “Fundo Mundial para a natureza” denuncia a situação que impera nas fronteiras comuns que França e Brasil compartilham na Guiana: “no coração dessas gigantescas zonas protegidas e dedicadas à biodiversidade e às comunidades locais, um mal profundo se instalou: a febre do ouro”. Para a WWF, a visita de Dilma Rousseff é uma “oportunidade única” para que “se detenha a exploração aurífera ilegal nas zonas protegidas”.”

FONTE: artigo de Eduardo Febbro, direto de Paris, publicado no site “Carta Maior” com tradução de Katarina Peixoto  (http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21402). [Imagem do Google e subtítulos adicionados por este blog ‘democracia&política’].
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