A demagogia de Mercadante - opiniao - versaoimpressa - Estadão

E dá-lhe PT no lombo de quem produz no Brasil, o país do atraso.



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Numa iniciativa claramente ideológica, o ministro da Educação, Aloizio

Mercadante, está tentando submeter as universidades particulares a um

rígido controle governamental. Para tanto, o ministro vem pressionando

a Câmara dos Deputados a aprovar, em regime de urgência, o projeto de

lei que cria o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação

Superior (Insaes), atribuindo-lhe as atuais funções da Secretaria de

Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, que seria extinta.

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http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-demagogia-de-mercadante-,973452,0.htm





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Linux 3.7.0: Terrified Chipmunk

http://www.youtube.com/DanielFragaBR

http://www.libertarios.org.br
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Vejam o que diz o juiz eleitoral de Colombo em resposta a Onéias do PT


Segue cópia em anexo da decisão proferida pelo juiz eleitoral de Colombo, em respostas ao ofício de Onéias do PT, que mandava diplomar apenas 13 vereadores.
Quero agradecer ao vereador Renato da farmácia e ao vereador Waldirlei Bueno por seu trabalho em defesa dos 08.
Renato, você é da paz jovem.
Vejam:






Claro que a diplomação não garante a posse dos 21, afinal, o juiz mesmo disse que quem decide quantos irão assumir é a justiça cível (que já determinou a posse de 13) e a presidência da câmara (Onéias que já determinou 13 ?).
E agora ?
Tem menino sem profissão e sem estudo que vai se suicidar se seu vereador não assumir ?

Vejam a entrevista de Onéias e do juiz DR. Keppen na RPC Curitiba:
http://g1.globo.com/videos/parana/t/bom-dia-parana/v/resultado-das-eleicoes-de-colombo-segue-indefinido/2287582/

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Rodrigo Vianna confirmado no WEBFOR 2013

Confirmada a presença do jornalista da Rede Record, Rodrigo Vianna ao WEBFOR 2013, em Fortaleza, dias 24, 25 e 26 de maio. Vcoê já pode fazer sua pré-inscrição(gratuita) pelo e-mail: webforforum@gmail.com
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2013 vai ser difícil


Por Marcos Coimbra*

Um espectro ronda a política brasileira. O fantasma da próxima eleição presidencial. Este ano já foi marcado por ele. Ou alguém acredita que é genuína a inspiração ética por trás da recente onda moralista, que são sinceras as manchetes a saudar “o julgamento do século”? Que essas coisas são mais que capítulos da luta política cujo desfecho ocorrerá em outubro de 2014?

A história dos últimos dez anos foi marcada por três apostas equivocadas que as elites brasileiras, seus intelectuais e porta-vozes fizeram. A primeira aconteceu em 2002, quando imaginaram que Lula não venceria e que, se vencesse, seria incapaz de fazer um bom governo.

Estavam convencidos de que o povo se recusaria a votar em alguém como ele, tão parecido com as pessoas comuns. Que terminaria a eleição com os 30% de petistas existentes. E que, por isso, o adversário de Lula naquela eleição, quem quer que fosse, ganharia.

O cálculo deu errado, mas não porque ele acabou por contrariar o prognóstico. No fundo, todos sabiam que com a rejeição de Fernando Henrique Cardoso não era impossível que José Serra perdesse.

A verdadeira aposta era outra: Lula seria um fracasso como presidente. Sua vitória seria um remédio amargo que o Brasil precisaria tomar. Para nunca mais querer repeti-lo.

Quando veio o “mensalão”, raciocinaram que bastaria aproveitar o episódio. Estava para se cumprir a profecia de que o PT não ultrapassaria 2006. Só que Lula venceu outra vez e a segunda aposta também deu errado. E ele fez um novo governo melhor que o primeiro, aos olhos da quase totalidade da opinião pública. Em todos os quesitos relevantes, as pessoas o compararam positivamente aos de seus antecessores, em especial aos oito anos tucanos.

A terceira aposta foi a de que o PT perderia a eleição de 2010, pois não tinha um nome para derrotar o PSDB. Que ali terminaria a exageradamente longa hegemonia petista na política nacional. De fato não tinha, mas havia Lula e seu tirocínio. Ele percebeu que, com Dilma Rousseff, poderia vencer.

O PT ultrapassou as barreiras de 2002, 2006 e 2010.

Estamos em marcha batida para 2014 e as oposições, especialmente seu núcleo duro empresarial e midiático, se convenceram de que não podem se dar ao luxo de uma quarta aposta errada. Que o PT não vai perder, por incompetência ou falta de nomes, a próxima eleição. Terão de derrotá-lo.

Mas elas se tornaram também cada vez mais descrentes da eficácia de uma estratégia apenas positiva. Desconfiam que não têm uma ­candidatura capaz de entusiasmar o eleitorado e não sabem o que dizer ao País. Perderam tempo com Serra, Geraldo Alckmin mostrou-se excessivamente regional e Aécio ­Neves é quase desconhecido pela parte do ­eleitorado que conta, pois ­decide a eleição.

Como mostram as pesquisas, tampouco conseguiram persuadir o País de que “as coisas vão mal”. Por mais que o noticiário da grande mídia e seus “formadores de opinião” insistam em pintar quadros catastróficos, falando sem parar em crises e problemas, a maioria acha que estamos bem. Sensação que é o fundamento da ideia de continuidade.

As oposições perceberam que não leva a nada repetir chavões como “O País até que avançou, mas poderia estar melhor”, “Tudo de positivo que houve nas administrações petistas foi herança de FHC”, “Lula só deu certo porque é sortudo” e “Dilma é limitada e má administradora”. A população não acredita nessa conversa. Faltam nomes e argumentos às oposições. Estão sem diagnóstico e sem propostas para o Brasil, melhores e mais ­convincentes que aquelas do PT.

Nem por isso vão cruzar os braços e aguardar passivamente uma nova derrota. Se não dá certo por bem, que seja por mal. Se não vai na boa, que seja no tranco. Fazer política negativa é legítimo, ainda que ­desagradável. Denúncias, boatos, hipocrisias, encenações, tudo ­isso é arma usada mundo afora na briga política.

A retórica anticorrupção é o bastião que resta ao antilulopetismo. Mas precisa ser turbinada e amplificada. Fundamentalmente, porque a maioria das pessoas considera os políticos oposicionistas tão corruptos – ou mais – que os petistas.

O que fazer? Aumentar o tom, falar alto, criar a imagem de que vivemos a época dos piores escândalos de ­todos os tempos. Produzir uma denúncia, uma intriga, uma ­acusação atrás da outra.

Pelo andar da carruagem, é o que veremos na mídia e no discurso oposicionista ao longo de 2013. Já começou.

Vamos precisar de estômago forte.

*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense. ('Pescado' do blog do cda Gilmar da Rosa)

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Dilma é mais popular que a mídia somada e elevada ao quadrado: Dilma = Mídia²

Avaliação pessoal de Dilma tem novo recorde e chega a 78% 
Camila Campanerut

A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff atingiu novo recorde, 78%, 1 ponto percentual acima do apurado em março e junho deste ano.  O levantamento foi apresentado nesta sexta-feira (14) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o Ibope, em Brasília. Esta é a quarta e última pesquisa do instituto no ano de 2012.

Ainda segundo a pesquisa, o percentual dos que desaprovam Dilma caiu de 18% em setembro para 17% em dezembro.

O governo de Dilma Rousseff teve a aprovação de 62% dos brasileiros, índice igual ao registrado na última pesquisa, divulgada em setembro deste ano.


Na pesquisa divulgada hoje, 29% avaliam o governo como regular e 7% como ruim e péssimo.

A confiança na atuação da presidente frente ao cargo mais alto do Executivo nacional ficou em 73%.

A pesquisa avalia trimestralmente a opinião pública com relação à administração federal. A CNI/Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 6 e 9 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e grau de confiança de 95%.

A divulgação da pesquisa coincide com o aniversário da presidente, que faz hoje 65 anos. Ela está em viagem oficial à Rússia.

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