PARQUE DOS LAGOS VIRA UM LIXÃO EM COLOMBO

O Blog Ivan de Colombo, recebeu hoje uma gravação, onde mostra um caminhão que usa o simbolo da prefeitura de Colombo, descarregando entulhos  no Parque dos Lagos. O mais agravante é que o motorista afirma que faz o descarte com a autorização do Secretário do Meio Ambiente de Colombo??, GILSON L. DA SILVA. Tentamos contato com o secretário mas mão conseguimos encontra-lo, porém acreditamos que o secretário não daria a ordem de descarte nesse local, mas tem o dever de analisar as imagem e dar a sua versão.
O  cenário no local impressiona quando percebe-se que o lixão a céu aberto, invade a mata nativa. Os moradores também reclamam de uma invasão as margens do Rio Palmital, essa nova favela recebeu o nome e "Invasão dos Lagos". A filmagem que recebemos do nosso leitor, tem pouca qualidade, pois provavelmente  foi gravado com um celular, em tese, comprovam a informação que a prefeitura usa o local como depósito de entulhos??.
Existe várias denúncia mostradas no segundo vídeo do programa BALANÇO GERAL. 
O prefeito J. Camargo, teria dito nas últimas reuniões, que iria investigar e punir os responsáveis de estarem jogando entulhos no local ??  



Deixamos esse espaço a disposição caso o Secretário do Meio Ambiente de Colombo, queira esclarecer esse fato. Porém , pedimos que antes  verifique a placa do caminhão.
O segundo vídeo que postamos é do programa BALANÇO GERAL, do apresentador e deputado Gilberto Ribeiro.





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Ministro diz que Lula nunca teve despesa paga por Valério


Gilberto Carvalho diz que Lula nunca teve despesa paga por Valério

Brasília/DF - Agência Brasil - por Danilo Macedo - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse hoje (12) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca teve uma única despesa paga pelo ex-publicitário Marcos Valério nem o recebeu em seu gabinete. Segundo Carvalho, as declarações, publicadas ontem (11) no jornal O Estado de S. Paulo, que teriam sido feitas ao Ministério Público Federal em setembro, são “falácias” de uma pessoa que tenta, de forma desesperada, amainar sua pena.
“Fui chefe de gabinete do presidente Lula por oito anos. Sei quem entrou e quem deixou de entrar naquele gabinete. Esse senhor nunca pisou naquele gabinete. O presidente Lula nunca se avistou com esse senhor”, disse Carvalho após café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
O ministro, que é amigo pessoal do ex-presidente e foi seu chefe de gabinete durante dois governos, classificou o episódio como parte de uma campanha para “tentar fazer uma separação entre o presidente Lula e o povo brasileiro”.
Segundo Carvalho, os membros do PT que cometeram erros na relação com Valério já foram devidamente julgados e penalizados. “Quem os praticou, quem teve algum tipo de relação com o senhor Marcos Valério e se contaminou, e teve problema por isso, já foi devidamente julgado no processo que está se encerrando lá no Supremo [Tribunal Federal]”.
O ministro disse que as declarações de Valério não atingem Lula. “Não estamos preocupados porque o [ex-] presidente Lula não tem nenhuma participação e sequer conhecimento da maioria desses fatos que são agora arrolados”. 
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O que são direitos?

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LULA COM GRANA DO MENSALÃO NA CUECA ?? ??


Já condenado pelo STF a mais de 40 anos de prisão, o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter despesas pessoais pagas pelo esquema do mensalão em 2003. A informação, publicada nesta terça-feira pelo jornal Estado de S. Paulo, faz parte do depoimento prestado por Valério ao Ministério Público após a condenação pelo Supremo.
De acordo com o jornal, Valério disse ainda aos procuradores que o ex-presidente foi informado, em reunião no Palácio do Planalto, das operações financeiras para pagar propina a deputados da base governista e deu ok. No depoimento, o operador do mensalão afirmou ter sido ameaçado de morte por Paulo Okamotto, hoje diretor do instituto de Lula.
Sobre os repasses ao ex-presidente, Valério afirmou que foram feitos dois pagamentos, mas só detalhou um deles, no valor de R$ 98.500, em janeiro de 2003, quando Lula já havia assumido a presidência. O pagamento foi feito à empresa de segurança Caso, do ex-assessor da Presidência Freud Godoy, classificado pelo jornal como faz-tudo de Lula. Valério disse que o ex-presidente era o destinatário do dinheiro, que seria usado para despesas pessoais, mas também não especificou que gastos seriam esses.
O publicitário disse ainda que os R$ 4 milhões pedidos por seus advogados foram pagos pelo PT. O depoimento obtido pelo Estado de S. Paulo foi prestado em Brasília, no dia 24 de setembro, após o Supremo ter condenado Valério a 40 anos, um mês e seis dias de prisão, além de multa de R$ 2.783.800. Ele procurou espontaneamente o Ministério Público na tentativa de conseguir, com as novas revelações, uma redução na pena, por meio da delação premiada.
O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério Público Federal vão decidir como serão investigadas as novas denúncias feitas pelo operador do mensalão. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, já disse que as revelações não terão efeito prático no processo em julgamento no STF, mas podem ser inseridas em novo inquérito judicial ou ser apuradas inicialmente pelo MP. (O Globo)



Após orientação de Dilma, governistas 

saem em defesa de Lula

Seguindo uma orientação da própria Dilma Rousseff de uma defesa "veemente" do ex-presidente Lula, ministros e governadores reagiram nesta quarta-feira às acusações de Marcos Valério dadas à Procuradoria-Geral da República. O mineiro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a pouco mais de 40 anos de prisão.
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), amigo e ex-chefe de gabinete do petista, afirmou que o ex-presidente não teme os desdobramentos das acusações, mas está "profundamente indignado".

Remy de la Mauviniere - 11.dez.12/AFP
Lula abraça a presidente Dilma durante evento ontem em Paris
Lula abraça a presidente Dilma durante evento ontem em Paris
"Ele [Lula] está sem nenhum medo, apenas profundamente indignado com a atitude desse senhor e impressionado da credibilidade que, de repente, esse que era uma espécie de fábrica de males passa a ser agora tido agora como legitimo e digno acusador. Nós sabemos que não é, infelizmente não é", disse Carvalho. Ministro e ex-presidente se falaram por telefone na manhã de terça-feira (11).
"Fui chefe de gabinete dele durante oito anos. Sei quem entrou e deixou de entrar naquele gabinete. Esse senhor nunca pisou lá; o presidente Lula nunca avistou esse senhor. Ele erra inclusive a geografia interna [do Palácio], que é um pequeno detalhe, mas os detalhes também contam", afirmou Carvalho.
Eis o detalhe apontado pelo ministro: No depoimento, Valério diz que esteve na Casa Civil e "subiu" até o gabinete presidencial. Contudo, a Casa Civil fica no quarto andar do Planalto e Lula despachava no terceiro andar.
Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo também reagiu. Argumentou que o depoimento de Valério, sem apresentação de provas, não tem validade. "Parece que não foram juntadas provas que minimamente pudessem dar credibilidade ao depoimento", completou.
"Ele fez depoimento depois que já sabia que estava condenado. Com que objetivo? Anular? Reduzir a pena? Não se pode dar credibilidade a priori numa situação como essa."
O governador aliado do Ceará, Cid Gomes (PSB), foi em linha ainda mais dura: "Achar que um pilantra, um notório marginal possa colocar em dúvida a honra, o nome e a imagem do maior presidente da história recente. A batalha política tem limite."
Operador da reação de governadores a pedido da própria presidente da República, o governador da Bahia, Jaques Wagner, afirmou: "Estão tentando acuá-lo para tentar diminuir o potencial de Lula como cabo eleitoral da Dilma. O que me doi nisso é ver um ataque assim a um homem que representa tanto para o povo. Não vão conseguir destruí-lo."Folha de São Paulo"



Prestação de contas de prefeito eleito de SP é rejeitada pela Justiça Eleitoral



 A Justiça Eleitoral em São Paulo rejeitou a prestação de contas que foi apresentada pelo candidato eleito à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT). A informação foi confirmada na tarde de hoje (12) pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Em sua decisão, o juiz da 6ª Zona Eleitoral, Paulo Furtado de Oliveira Filho, diz que as irregularidades que foram encontradas na prestação de contas do candidato são graves, inconsistentes e impedem a verificação da origem dos recursos arrecadados para quitação de todas as despesas assumidas pelo candidato.

O juiz afirma que houve irregularidade na contratação da empresa AJM de Azevedo Eletrônicos-EPP durante a campanha. A empresa foi contratada pelo valor de R$ 4,6 milhões, mas não emitiu notas fiscais eletrônicas e teria ainda fornecido carros de som e material publicitário em volume acima de sua capacidade de estocagem. O juiz diz que o candidato locou veículos de som, de mesmo valor, com uma outra empresa. Para Oliveira Filho, isso permite a conclusão de que se trata da mesma despesa paga em duplicidade.

O juiz considerou irregulares os gastos do candidato com a Polis Propaganda & Marketing Ltda, no valor de R$ 30 milhões. Segundo Oliveira Filho, a empresa recebeu, ao longo da campanha, 30% do valor contratado e, na véspera do segundo turno, emitiu 21 notas fiscais sequenciais no valor de R$ 1 milhão cada. Dívida assumida pelo Diretório Municipal do PT, para pagamento futuro. Trata-se da maior contratação de despesa do candidato, certamente a mais relevante, porém não foi juntada aos autos a planilha contendo a descrição dos serviços, como previsto em contrato, disse o juiz em sua decisão.

A prestação de contas do Diretório Municipal do PT relativa às eleições municipais deste ano também foi desaprovada pelo mesmo juiz. De acordo com Oliveira Filho, o PT deixou de declarar R$ 132 mil que foram doados pela empresa Jofege Pavimentação e Construção Ltda e o valor da despesa com o serviço contratado pela empresa Caso Sistema de Segurança. Com isso, o juiz suspendeu o repasse de recursos do Fundo Partidário ao diretório municipal do partido por um período de quatro meses.

Tanto o diretório municipal quanto o candidato podem recorrer da decisão.

No dia 19 de dezembro, pela manhã, está marcada a diplomação de Haddad como prefeito de São Paulo. A diplomação é um ato formal no qual o prefeito eleito recebe um documento considerado indispensável para tomar posse ao cargo. Segundo o TRE-SP, a desaprovação das contas do candidato não vai impedir a sua diplomação.

Procurada pela Agência Brasil, a coordenação da campanha de Haddad disse que vai apresentar recurso, no prazo legal de três dias úteis, com documentação suplementar, para comprovar a efetiva prestação dos serviços das empresas AJM de Azevedo Eletrônicos-EPP e da Polis Propaganda e Marketing Ltda. A Agência Brasil não conseguiu falar com o Diretório Municipal do PT na noite de hoje.

Edição: Fábio Massalli


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FHC deporá sobre a “Lista de Furnas”?

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br
Por Altamiro Borges

A Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional aprovou hoje à tarde um “convite” para que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso preste esclarecimentos sobre a temida “Lista de Furnas” – documento que circulou em 2005 e que revelou suposto esquema de desvio de recursos da estatal de energia para vários caciques tucanos. Ela também decidiu “convidar” o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para explicar os “vazamentos” da operação Porto Seguro da Polícia Federal.

A iniciativa de “convidar” o ex-presidente FHC partiu do deputado Jilmar Tatto, líder do PT na Câmara Federal. Conforme justificou no seu requerimento, o pedido visa esclarecer as “informações contraditórias sobre documento relativo a doações a agentes políticos que teriam sido levadas a efeito por Furnas”.  Já o “convite” para o procurador-geral foi feito pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e tem como objetivo investigar as estranhas relações entre o Ministério Público e os órgãos de inteligência.

O temor da mídia demotucana

De imediato, os convites geraram a ira da mídia demotucana – que adora defender a “transparência”, mas apenas para os seus inimigos políticos. A Folha online atacou “a manobra articulada” pela base governista e garantiu, indignada, que o “requerimento relativo a Fernando Henrique, de autoria de Tatto, tem conotação explicitamente política”. Ela também condenou o fato da mesma comissão ter rejeitado a convocação dos ministros Luís Inácio Adams (AGU), Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e de Rosemary Noronha.

Na mesma linha editorial, que até parece combinada, o sítio do jornal O Globo também criticou a não convocação de Adams, Gleisi e Rosemary e apresentou os “convites” para FHC e Gurgel como retaliação política. Para isto, o diário da famiglia Marinho destacou uma frase do petista Jilmar Tatto: “Se eles querem guerra, vão ter”. Ao final da matéria, o próprio jornal reassaltou que “como são convites e não convocações, nem Fernando Henrique, nem Gurgel precisam comparecer”.

Blogueiro ou advogado dos tucanos?

Mais explícito, o blogueiro Josias de Souza, que até parece advogado dos tucanos, tentou desqualificar a convocação. “FHC terá de se explicar sobre um papelucho chamado de ‘Lista de Furnas’. Uma peça que associa nomes de políticos, na maioria tucanos, a pseudo-desvios praticados na estatal elétrica. O líder petista sabe que a lista é falsa como nota de três reais... No passado, o petismo se dizia capaz de matar e morrer pela defesa de uns tantos valores. Hoje, o líder do PT desce ao front de mãos dadas com Collor”.

Caso o “convite” seja para valer – e não uma mera manobra pragmática – e o ex-presidente FHC não consiga escapar do depoimento, o debate sobre a Lista de Furnas poderá revelar muitos pobres que os demotucanos sempre esconderam, com a inestimável ajuda da mídia. Em agosto último, o Ministério Público Federal confirmou a autenticidade da “lista”, conforme registrou na ocasião o jornalista Amaury Ribeiro, autor do livro “A privataria tucana” – o best-seller que também foi vetado pela mídia tucana.

O "mensalão" dos tucanos

Amaury Ribeiro afirma que teve acesso ao documento, que revela que a Furnas superfaturou contratos para repassar dinheiro a cerca de 150 políticos durante a campanha eleitoral de 2002. Os principais beneficiários seriam candidatos do PSDB e do DEM, entre eles o mineiro Aécio Neves e o paulista Geraldo Alckmin. A lista, que os tucanos juravam não existir e que a mídia sempre evitou apurar, teria sido escrita pelo próprio ex-presidente e ex-diretor de planejamento da empresa, Dimas Toledo.

Para a procuradora Andrea Bayão Ferreira, do Rio de Janeiro, hoje não há mais dúvidas sobre a existência do documento. Um laudo do Instituto Nacional de Criminalística da PF confirmou a sua autenticidade. Trechos que já vazaram pela internet apontam a seguinte distribuição dos recursos desviados: José Serra, R$ 7 milhões; Geraldo Alckmin, R$ 9,3 milhões; Aécio Neves, R$ 5,5 milhões; Gilberto Kassab, R$ 100 mil; e Eduardo Azeredo, o mesmo que chefiou o chamado mensalão tucano de Minas Gerais, R$ 550 mil.

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Leia também:

- Mídia esconde "Lista de Furnas"

- Lista de Furnas: quem e quanto

- Lista de Furnas: tucanos, tremei

- MPF denuncia "mensalão" de Furnas

- BH: a capital do "caixa-dois"
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