São Miguel: Prefeito, Galeno Torquato, participará de cerimônia para colação de grau de alunos do ensino infantil.


O Prefeito de São Miguel, Galeno Torquato, participa nesta sexta-feira, 14 de dezembro, às 17h da Colação de Grau dos alunos do ABC da Escola de Educação Infantil Carlos Alberto.

Tradicionalmente a cada final de ano a cerimônia emociona pais, funcionários e convidados concluindo de forma glamorosa os primeiros anos de alfabetização de cerca e 200 alunos com idade de 5 anos.

A Escola Municipal Carlos Alberto é destaque no município pelo nível da educação implantada, a capacitação constante dos professores, a infra-estrutura adequada para as crianças, o investimento no transporte e na merenda escolar, assim como o material didático e o planejamento de ações dentro e fora da sala de aula.

O Prefeito Galeno Torquato participa a cada ano da cerimônia de Formatura do ABC e sempre se mostra emocionado e orgulhoso pelo excelente trabalho desenvolvido na instituição e pela conquista da parceria dos pais e familiares ao longo dos anos. 

Depois da cerimonia que conta com roteiro adaptado de uma formatura oficial como a benção dos anéis, juramento do formado e entrega de certificado, todos os pais, professores e funcionários da Escola se reunem em uma festa de confraternização comemorando o Natal e o encerramento do ano letivo de sucesso.
Clique para ver...

Antes que seja tarde

Hora de agir
Crônicas do Motta

As últimas manchetes do Estadão são mais que suficientes para esclarecer qualquer dúvida que ainda houvesse sobre o papel da imprensa na história contemporânea do Brasil.

O antigo jornal da família Mesquita foi um dos principais incentivadores do golpe militar de 64. Antes, já havia defendido com unhas e dentes e oligarquia paulista. Hoje, continua na linha de frente montada pela oligarquia, acompanhado pelas Organizações Globo, Folha e Veja - entre os mais destacados -, para resistir ao estabelecimento de uma verdadeira democracia no país.

Não foi nenhum representante do PT ou da esquerda ou da base governista que afirmou, numa ocasião solene, que à imprensa brasileira cabia o papel de oposição ao governo, já que os partidos políticos se encontravam extremamente  debilitados. Quem disse isso foi a própria presidente da associação empresarial dos jornais - e, como se vê, os feitos recentes dos associados dão inteira razão à sua afirmação.

A imprensa brasileira, tecnicamente muito pobre, não tem feito outra coisa nos últimos anos a não ser produzir, ininterruptamente, "escândalos" com o objetivo de enlamear o governo trabalhista.

O trabalho ficou mais fácil depois que a Justiça jogou no lixo a Lei de Imprensa, que dava alguma proteção aos pobres coitados que eram atirados nessa imensa máquina de moer reputações que se transformaram os meios de comunicação do país.

É tudo muito simples e sem riscos. Basta esperar que algum inimigo de alguma autoridade vaze um documento, ou dê alguma declaração, qualquer bobagem, que no dia seguinte ela estará lá no alto da primeira página.

Isso é jornalismo?

Claro que não, embora essa prática odiosa tenha seus defensores, muitos dos quais "jornalistas" que, por interesses pessoais óbvios, classificam o produto dessas aberrações como exemplo de uma estranha "imprensa independente".

Aos partidos governistas, se eles tiverem algum interesse em continuar a desenvolver o projeto de transformação do Brasil num país moderno, resta apenas uma alternativa: enfrentar com todas as armas que tiverem à sua disposição esse oligopólio.

A presidenta Dilma, o ex-presidente Lula, todos os atingidos por essa trama sórdida, se quiserem sobreviver a ela, não podem mais, nem por um segundo, continuar inertes aos constantes ataques que têm sofrido.

É preciso reagir, antes que seja tarde.

Clique para ver...

A mídia e o retorno de Marcos Valério

Adicionar legenda
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

E lá vem ele de novo, Marcos Valério.

Pobre leitor.

Mais uma vez, o que é apresentado – a título de “revelações” – é um blablablá conspiratório e repetitivo em que não existe uma única e escassa evidência.

Tudo se resume às palavras de Marcos Valério. Jornalisticamente, isso é suficiente para você publicar acusações graves?

Lula já não é apenas o maior corrupto da história da humanidade. Está também, de alguma forma, envolvido num assassinato. Chamemos Hercule Poirot.

Se você pode publicar acusações graves sem provas, a maior vítima é a sociedade. Não se trata de proteger alguém especificamente. Mas sim de oferecer proteção à sociedade como um todo.

Imagine, apenas por hipótese, que Marcos Valério, ou quem for, acusasse você, leitor. Sem provas. Numa sociedade avançada, você está defendido pela legislação. A palavra de Valério, ou de quem for, vale exatamente o que palavras valem, nada – a não ser que haja provas.

Já falei algumas vezes de um caso que demonstra isso brilhantemente. Paulo Francis acusou diretores da Petrobras de corrupção. Como as acusações – não “revelações” – foram feitas em solo americano, no programa Manhattan Connection, a Petrobras pôde processar Francis nos Estados Unidos.

No Brasil, o processo daria em nada, evidentemente. Mas nos Estados Unidos a justiça pediu a Francis provas. Ele tinha apenas palavras. Não era suficiente. Francis teria morrido do pavor de ser condenado a pagar uma indenização que o quebraria financeira e moralmente.

Os amigos de Francis ficaram com raiva da Petrobras. Mas evidentemente Francis foi vítima de si mesmo e de seu jornalismo inconsequente.

Por que nos Estados Unidos você tem que apresentar provas quando faz acusações graves, e no Brasil bastam palavras?

Por uma razão simples: a justiça brasileira é atrasada e facilmente influenciável pela mídia. Se Francis fosse processado no Brasil, haveria uma série interminável de artigos dizendo que a liberdade de imprensa estava em jogo e outras pataquadas do gênero.

Nos Estados Unidos, simplesmente pediram provas a Paulo Francis.

O que existe hoje no Brasil é um sistema que incentiva a leviandade, o sensacionalismo e a tendenciosidade na divulgação e no uso de ‘informações’.

A vítima maior é a sociedade, que se desinforma e pode ser facilmente manipulada.

Um episódio recente conta muito: foi amplamente noticiado que teriam sido interceptadas 122 ligações ‘comprometedoras’ entre Lula e Rose. No calor, o jornalista Ricardo Setti publicou em seu blog na Veja até uma fotomontagem em que Lula aparecia festivamente entre Rose e Mariza. (Depois, apanhado em erro, pediu triunfalmente desculpas.)

Bem, as tais 122 ligações foram cabalmente desmentidas. A procuradora Suzana Fairbanks afirmou a jornalistas:”Conversa dela [Rose]com o Lula não existe. Nem conversa, nem áudio e nem e-mail. Não sei de onde saiu isso. Vocês podem virar de ponta cabeça o inquérito”.

Tudo bem publicar, antes, as ’122 ligações’ sem evidências? Faça isso nos Estados Unidos, e você saberá, na prática, o tormento pelo qual passou Francis.

Uma justiça mais moderna forçaria, no Brasil, a imprensa a ser mais responsável na publicação de escândalos atrás dos quais muitas vezes a razão primária é a necessidade de vender mais e repercutir mais.

Provas são fundamentais em acusações. Quando isso estiver consolidado na rotina do jornalismo e da justiça brasileira, a sociedade estará mais bem defendida do que está hoje.
Clique para ver...

Números da violência contra a mulher

Por Maíra Gomes, no jornal Brasil de Fato:

Ana Cristina Vieira do Amarante, 39 anos, foi assassinada com três tiros à queima-roupa pelo marido.

Rosiane Borges Carvalho, 22 anos, foi assassinada pelo ex-marido a tiros dentro de um ônibus.

Regina Bastos Miranda, 36 anos, foi assassinada a golpes de faca e de pau pelo companheiro.

Maria Aparecida da Cunha Freitas, 37 anos, foi assassinada a golpes de foice pelo marido.

Ana Maria dos Santos, grávida de oito meses, foi torturada e assassinada. O suspeito do crime é o homem de quem ela estava grávida.

Cintia Lívia, 12 anos, foi assassinada por um vizinho após tentar estuprá-la.

Mulher de 42 anos foi morta em um incêndio provocado pelo marido na casa do casal. Os filhos de 19 e 8 anos também morreram.

Patrícia Carmo Torres dos Reis, 25 anos, foi assassinada a facadas pelo marido.

Natália dos Santos Vitorina, 13 anos, grávida, foi assassinada pelo namorado a facadas.

Juliana foi assassinada a golpes de pedra, pedaços de madeira e facadas pelo marido.

Maria do Carmo Santos, 17 anos, grávida de 5 meses, foi assassinada pelo namorado com um tiro na boca.

Luciene de Azevedo Jardim, 43 anos, morreu em cirurgia após ser atingida por cinco tiros pelo ex-marido.

Noêmia de Souza Pereira foi assassinada a facadas pelo companheiro.

A cada três minutos uma mulher é violentada no Brasil. Entre os anos de 1980 e 2010, foram assassinadas mais de 92 mil mulheres no país. Nos últimos dez anos, foram 43,7 mil assassinatos, representando um aumento de 230% em relação ao período anterior. Estes dados foram apresentados em agosto deste ano, com o Mapa da Violência – Homicídios de Mulheres no Brasil, um estudo do Centro Brasileiro de Estudos Latino- Americanos, Cebela, baseado em informações do Ministério da Saúde.

A militante da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Sofia Barbosa, acredita que a naturalização da violência é fator decisivo para o aumento. “Todos os dias vemos casos de extrema violência estampados nos jornais. A crueldade presente nestes crimes é chocante. E a população não se choca mais, pois é um item quase cotidiano na mídia. Além de ser abordado com naturalidade, não é destacado o machismo como causa. O resultado é que os crimes acabam entrando na consideração de violência passional, que é aquele que diz que o homem matou por amor demais ou coisa assim. Como se cada ação que a mulher fizesse justificasse ela ser morta, quando a gente sabe a causa é o machismo, que é fato de os homens acharem que as mulheres são objetos, que pertencem a eles”, aponta Sofia.

Exemplo

Um caso considerado emblemático pelas militantes da Marcha é do assassinato de Eliza Samudio, onde o principal suspeito é o goleiro Bruno Fernandes de Souza. Bernadete Monteiro, também membro da Marcha, diz que a punição dos assassinos é fundamental para a causa da violência contra as mulheres. “A mídia, como tem feito na maior parte dos casos, culpabiliza a mulher pela sua morte. Para nós, este é mais um caso de violência contra a mulher, mais um caso do machismo presente na vida das mulheres. Todos os envolvidos precisam ser responsabilizados e punidos. Não pode passar essa punição, pois se passar é mais uma perpetuação do machismo na nossa sociedade, é reforçar que a mulher é que gera a violência contra si”, afirma.

País machista

O Mapa da Violência apresenta dados específicos das causas e locais das mortes registradas em 2010, que totalizam 4.465 assassinatos de mulheres. Destes, 41% ocorreram dentro de casa, o que sinaliza a participação de familiares nas mortes. Os principais casos se concentram entre as idades de 15 e 39 anos. A feminista Sofia acredita que este dado não é coincidência. “Não dá para negar que a situação das mulheres é diferente de alguns anos atrás. Elas têm mesmo obtido mais espaço na sociedade. Mas o machismo também vai mudando de acordo com como a sociedade vai mudando”, pondera. Para ela, uma vez que a mulher tenta se libertar, vai trabalhar ou sair às ruas sem o parceiro, muitas vezes é recebida com a resposta da violência.

Segundo o relatório, entre os anos de 1996 e 2006 os índices de assassinatos de mulheres permaneceram razoavelmente estáveis. A também militante da Marcha Mundial das Mulheres, Deonara de Almeida, acredita que isso se deu devido a campanhas e mobilizações de movimentos sociais. “Na década de 1990, o movimento de mulheres teve uma questão forte de luta contra a violência às mulheres e foram menos os casos. O que precisamos hoje é criar novas campanhas e fortalecer a aplicação da Lei Maria da Penha”, aponta a feminista.

O relatório pode ser encontrado no site mapadaviolência.org.br.
Clique para ver...

Tucanato tenta sabotar a economia

Por José Dirceu, em seu blog:

A oposição continua com seu jogo eleitoral e prejudicial aos consumidores e à indústria no que se refere à redução da tarifa de energia elétrica. É algo inacreditável a oposição do tucanato a essa medida.

Ontem, a oposição reclamou da “celeridade” no andamento da Medida Provisória que prevê a renovação das concessões do setor elétrico.

E, vocês sabem, as companhias de energia de Estados governados pelo PSDB decidiram fazer boicote político à redução do preço da conta de luz. Já tratamos disso algumas vezes aqui no blog .

Essa oposição dos tucanos é desmontada com um argumento singelo. As empresas sabiam que a concessão venceria e que não poderiam mais cobrar a tarifa com um custo inexistente, que é do investimento já totalmente amortizado. É simples como dois e dois são quatro.

Mas, na lógica do tucanato, o que vale é inviabilizar a retomada do crescimento e o controle da inflação. Retomada do crescimento porque, com tarifas menores, a indústria tende a produzir mais. E controle da inflação porque uma tarifa menor teria menos impacto na alta geral dos preços.
Clique para ver...
 
Copyright (c) 2013 Blogger templates by Bloggermint
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...