CONVITE DA PREFEITA ELIENE NUNES!


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NELIO AGUIAR - EM SOLIDARIEDADE AO DEP. FED. DUDIMAR PAXIUBA, DEPUTADO NELIO COBRA PROVIDÊNCIAS CONTRA PREÇO ABUSIVO DE PASSAGENS AÉREAS EM ITAITUBA.

Assembléia Legislativa


O deputado Nélio Aguiar (PMN) solicitou, nesta terça-feira, 04, à Superintendência de Regulação Econômica e Acompanhamento –da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) que dê esclarecimentos à Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) sobre distorção absurda de tarifas cobradas pelas companhias áreas TRIP e AZUL, na Região Norte, especificamente no Oeste do Pará. O parlamentar alega que os preços das passagens para viagens com duração de cerca de 35 minutos variam de forma absurda. “A tarifa chega a  custar entre R$ 800.00 e R$ 1600,00 quando outras companhias chegam a oferecer passagens para o Sul e Sudeste do Brasil por valores bem menores”, comparou.
 Hoje a população de Itaituba é a que mais sofre com o monopólio da AZUL/TRIP, pois não existe concorrência, e a mesma, tirando proveito da situação impõe o preço que quer. O paramentar alerta que a aviação é de suma importância para o desenvolvimento da Amazônia, onde há grandes distâncias territoriais,  rodovias precárias e apenas uma ferrovia (Carajás). “Setores como o turismo, comércio e até mesmo casos de doentes graves necessitam do transporte aéreo na região, e essa política de preços abusivos mostra que a AZUL/TRIP não tem nenhum  compromisso com o nosso desenvolvimento. Fica claro que as empresas só visam grandes lucros, dificultando o acesso ao transporte aéreo das pessoas mais carentes, pois viajar de avião em Itaituba virou uma exclusividade para ricos”, afirma o parlamentar. 
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'Não posso acreditar em mentiras', diz Lula sobre depoimento de Valério


Ex-presidente participou de abertura de evento em Paris ao lado de Dilma.
À Procuradoria, segundo jornal, Marcos Valério envolveu Lula no mensalão.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não quis comentar nesta terça (11), em Paris, as acusações feitas por Marcos Valério, em depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República em setembro, de que ele tinha conhecimento do esquema do mensalão e teria autorizado empréstimos do Banco Rural e do BMG para o PT.
"Não posso acreditar em mentiras", disse Lula após a abertura do Fórum pelo Progresso Social, evento organizado pelo Instituto Lula e pela fundação francesa Jean Jaurès, em Paris (veja no vídeo acima). O encontro contou com participações do presidente da França, François Hollande, e da presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
Segundo reportagem publicada na edição desta terça do jornal "O Estado de S. Paulo", Valério, apontado como operador do mensalão e condenado a mais de 40 anos de prisão pelo STF, disse que Lula autorizou empréstimos dos bancos Rural e BMG para o PT com objetivo de viabilizar o esquema. Conforme a publicação, o dinheiro também foi usado para pagamento de "despesas pessoais" de Lula.
"O Estado S. Paulo" informa que teve acesso às 13 páginas do depoimento de três horas e meia dado por Marcos Valério no último dia 24 de setembro. De acordo com o texto, Valério procurou voluntariamente a Procuradoria-Geral após ter sido condenado pelo STF pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Em troca do novo depoimento e de mais informações sobre o esquema de desvio de dinheiro público para o PT, Valério pretende obter proteção e redução de sua pena.
Mais cedo, o Instituto Lula informou ao G1 que o ex-presidente não pretende se manifestar sobre a reportagem. Mas, segundo a assessoria do instituto, se mudar de ideia, Lula vai se pronunciar por meio de nota oficial.
 Presidente do STF defende apuração
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, afirmou que Ministério Público deve apurar a acusação, feita por Marcos Valério, de que Lula sabia do esquema do mensalão. Durante intervalo da sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao ser questionado por jornalistas se as acusações deveriam ser investigadas, ele disse: "Eu creio que sim".
Barbosa não respondeu se considerava a acusação grave e disse que tomou conhecimento "não oficial" do depoimento dado por Marcos Valério. "Tomei conhecimento oficioso, não oficial".
O ministro Marco Aurélio Mello afirmou que "cabe a quem de direito tomar as providências" sobre o novo depoimento. "Cabe a quem de direito tomar providências. O que se deve destacar é que não há repercussão no processo da AP 470. Caberá ao Ministério Público avaliar. [...] Se o procurador entender que há elemento e que deve pedir instauração de inquérito, cabe a ele. Não emito entendimento porque sei do depoimento pelos jornais", afirmou o ministro.
Caberá ao Ministério Público avaliar. [...] Se o procurador entender que há elemento e que deve pedir instauração de inquérito, cabe a ele"
Marco Aurélio Mello, ministro do STF
Procuradoria não vai se pronunciar
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar sobre o assunto até o final do julgamento no STF. A Procuradoria já havia informado que novas informações repassadas por Marcos Valério não seriam incluídas na ação do mensalão, embora pudessem resultar na abertura de um novo processo em primeira instância, por exemplo.
Autor da denúncia do mensalão, o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza afirmou que a abertura de um novo inquérito para investigar a eventual participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no esquema dependeria da apresentação de provas que apontassem a veracidade do depoimento de Valério ao Ministério Público Federal.
"A informação que eu tive é que esse depoimento é baseado no 'eu acho', 'eu vi', 'me disseram'. Não sei o que o Ministério Público Federal tem a fazer, mas pelo que vi não tem nem o que fazer porque não tem documentos, não tem a data. Só tem a fala, sem indicação de como confirmar isso, pelo que sondei", disse.
Ouvir Marcos Valério é propor transparência, é colocar todo o fato à luz, para que a sociedade possa dele tomar conhecimento"
Álvaro Dias, líder do PSDB no Senado
Oposição quer ouvir Valério
O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PSDB-PR), afirmou que vai protocolar convite para que Marcos Valério preste explicações na Casa sobre depoimento dado à Procuradoria-Geral da República. "Vamos criar o fato político no Congresso. Ouvir Marcos Valério é propor transparência, é colocar todo o fato à luz, para que a sociedade possa dele tomar conhecimento".
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) classificou como "graves" as declarações de Marcos Valério e defendeu investigação pela Procuradoria-Geral da República. "[São] graves, na direção daquilo que a imprensa já havia publicado. Cabe a meu ver a PGR analisar que procedimentos tomará em seguida, se há novos indícios que possam modificar sua posição", disse.
O PPS também cobrou que o Ministério Público abra investigação para apurar o envolvimento de Lula no esquema do mensalão. "Diante das declarações dadas ao Ministério Público não resta outro caminho. É abertura imediata de inquérito", afirmou o presidente do partido, deputado Roberto Freire (SP).
Lamentável que denúncias sem nenhuma base na realidade sejam tratadas com seriedade"
Rui Falcão, presidente do PT, em nota
PT aponta 'mentiras envelhecidas'
O Instituto Lula informou ao G1 que ele não pretende se manifestar sobre a reportagem. Mas, segundo a assessoria do instituto, se mudar de ideia, Lula se manifestará por meio de nota oficial.
O PT divulgou nota nesta terça lamentando a divulgação pela imprensa do depoimento de Valério à Procuradoria-Geral da República com supostas denúncias contra o ex-presidente Lula. Para o partido, "supostas afirmações" refletem apenas uma "tentativa desesperada de tentar diminuir a pena de prisão que Valério recebeu do STF".
Segundo a nota, assinada pelo presidente do PT, Rui Falcão, o depoimento é uma "sucessão de mentiras envelhecidas, todas claramente desmentidas". O partido considerou "lamentável que denúncias sem nenhuma base na realidade sejam tratadas com seriedade".
Mensalão
Durante os quatro meses de julgamento, o Supremo concluiu que o mensalão foi um esquema articulado de pagamento de uso de recursos públicos e privados para pagamento a parlamentares em troca da aprovação no Congresso de projetos de interesse do governo Lula e condenou 25 dos 37 réus. Segundo a denúncia da Procuradoria Geral da República, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a mais de dez anos de prisão, foi o "chefe" do esquema, o que ele nega. (Veja 10 conclusões do STF sobre o caso.)
 
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Tentativa de fuga: Túnel tinha quase 15 metros

“Vamos tentar fugir novamente!”. A afirmação foi feita pelos presos que lideraram uma tentativa de rebelião no Centro de Recuperação Agrícola ‘Silvio Hall de Moura’, em Cucurunã, na manhã desta terça-feira (11), após terem seu plano de fuga descoberto por agentes prisionais. 

Durante a madrugada, um agente percebeu uma movimentação estranha no pavilhão 1, ala destinada aos presos provisórios. Na troca de plantão, ele comunicou ao inspetor o ocorrido e pela manhã, foi feita uma minuciosa revista no local.

Inicialmente, os agentes prisionais encontraram um buraco na laje. Mas o buraco maior, medindo aproximadamente 15 metros, foi encontrado no chão.

Pelo que apurou a direção daquela casa penal, havia pelo menos três meses que os detentos estavam cavando o buraco. A terra era retirada e jogada pelo buraco feito na laje.

No buraco, que media quase um metro de diâmetro, foram encontrados dois ventiladores, além de outros objetos usados pelos detentos na escavação do túnel, que terminava próximo a um dos muros do presídio.

Os detentos que lideravam a tentativa de fuga são considerados bandidos de alta periculosidade. Eles são do Mato Grosso e têm passagem pela polícia pela prática de assaltos, homicídios e sequestros.

Após a descoberta do túnel, os presos se rebelaram, destruindo grades, queimando colchões e danificando parcialmente o pavilhão onde estavam detidos.

A direção da penitenciária acionou o Grupo Tático que chegou para controlar o princípio de rebelião. Foram disparados dois tiros com balas de borracha, porém, apenas para intimidar os detentos rebelados.

Foi o segundo túnel encontrado pelos agentes prisionais este ano na penitenciária de Cucurunã.
 
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Bloqueio de produtores em rodovias deixa cidades de MT desabastecidas

Bloqueio em rodovia já prejudica abastecimento na região (Foto: Reprodução/TVCA)

Produtores protestam contra desocupação da Terra Indígena Marãiwatsédé.
Em Alto Boa Vista, empresas do setor alimentício estão com estoque baixo.

Municípios da região Nordeste de Mato Grosso enfrentam risco de desabastecimento em função dos bloqueios feitos nas rodovias BRs 158 e 242, na região de Posto da Mata. Desde o último sábado (8) elas permanecem fechadas em protesto dos produtores rurais contra a decisão judicial que determinou a saída das famílias da área xavante. Durante o período, a passagem de veículos fora realizada em períodos determinados, mas filas ainda são comuns.

Na cidade de Alto Boa vista, a 1.065 quilômetros de Cuiabá, empresas do setor alimentício já operam com estoques baixos. Em outras, os mantimentos não devem durar muito tempo.  "Já estão faltando gêneros alimentícios e as prateleiras estão desfalcadas. Verduras, frios e laticínios não há mais. O estoque é reduzido porque as mercadorias estão retidas na barreira. O que era para ser fornecido não foi", disse ao G1, Margout Menez Pereira, gerente geral de um supermecado.

Boa parte das empresas da cidade é atendida por fornecedores oriundos deCuiabá, Várzea Grande, São Paulo, Goiás, ou da própria região. Mas segundo os empresários, além das mercadorias "presas" ao bloqueio, os próprios fornecedores começam a manifestar falta de interesse em atender a região.
"O fornecedor não quer mais mandar [os produtos] por medo de ficar [o transporte] na estrada", relatou  o gerente Elber Portugal. Com 65 anos de idade e há 24 residindo em Alto Boa Vista, o representante classifica a situação como algo "que poderia ser evitado".
A série de bloqueios teve início desde que fora iniciada a operação para retirada das famílias do território Marãiwatsédé. O prazo conferido pela Justiça para que deixassem a área de forma voluntária finalizou ainda na quinta-feira (6).

"Hoje ainda tenho também um resto de gás. O feijão, de uma variedade, já acabou. O óleo que tenho é aquele da gôndola. Leite já falta. Vamos trabalhar, mas faltando alguma coisa", descreveu ainda Elber Portugal, ao G1.

A realidade é a mesma na empresa de Wesley Souza Moraes. "Alguns clientes já sentem falta de produto. Farinha, arroz, extrato de tomate, além de verduras não há mais. Nosso estoque não aguenta mais de 12 dias", considerou o empresário.

Confronto
Nesta segunda-feira (10), durante o primeiro dia de desocupação da área, um grupo de produtores rurais e policiais envolveu-se em um confronto. A confusão ocorreu em uma propriedade rural distante a 20 quilômetros da comunidade de Posto da Mata. A associação que representa os produtores rurais apontou para 20 o total de feridos.
Confronto entre produtores e polícia em Maraiwatsede (Foto: Reprodução/TVCA) 
Confronto entre produtores e polícia em Marãiwatsede (Foto: Reprodução/TVCA)
Apesar do clima considerado mais "ameno" nesta terça-feira (11), produtores da região continuam acompanhando a ação dos oficiais da Força Nacional de Segurança e das polícias Federal e Rodoviária. De acordo com o governo, os grandes proprietários devem ser os primeiros a deixarem a área de mais de 165 mil hectares. Posteriormente, os pequenos.
Ministério Público Federal
Em Cuiabá, nesta segunda-feira (10), a procuradora da República Márcia Brandão Zollinger afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) acompanha o cumprimento da desocupação. Ela reafirmou que a decisão é fruto de uma ação movida há anos e que somente uma nova determinação judicial pode interromper a retirada das famílias. "A decisão deve ser cumprida a não ser que exista uma sentença contrária", disse durante encontro com os jornalistas na capital.
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