IPI reduzido é desperdiçado - Economia - Gazeta do Povo

Isso porque as concessionárias não estão garantindo o preço com imposto

reduzido para os modelos que serão faturados após a virada do ano,

considerando que o IPI é cobrado no momento em que veículo sai da

fábrica, após o pedido da loja. "A incerteza de como será o novo regime

automotivo e em qual índice o imposto será majorado impedem que as

lojas garantam um valor final para os veículos com notas fiscais

emitidas após a virada do ano", justifica Luis Antônio Sebben, diretor

da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores no Paraná

(Fenabrave-PR). --

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1326136&tit=IPI-reduzido-e-desperdicado





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Linux 3.6.0: Terrified Chipmunk

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O fanatismo visto de perto

Entrevista com Carlos Alberto Di Franco, um dos numerários mais influentes e bem relacionados do Opus Dei 


Ligações poderosas

Carlos Alberto Di Franco dá formação cristã ao governador Geraldo Alckmin e treinou mais de 200 editores da imprensa

Carlos Alberto Di Franco, 60 anos, é um dos numerários mais influentes e bem relacionados do Opus Dei. Representante no Brasil da Escola de Comunicação da Universidade de Navarra e diretor do Master em Jornalismo, um programa de capacitação de editores que já formou mais de 200 cargos de chefias dos principais jornais do País, é citado no livro Opus Dei - Os Bastidores como o executor da política da Obra para a mídia do Brasil e na América Latina. Nos últimos anos, tem feito periodicamente uma preleção sobre valores cristãos na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes a convite do governador Geraldo Alckmin (confira matéria na página xx). O encontro, apelidado de 'Palestra do Morumbi', reúne um seleto grupo de empresários e profissionais do Direito, entre eles o vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Ometo. Na sede do Master, em São Paulo, em cujos andares superiores funciona o centro da Obra onde vive, Di Franco deu a seguinte entrevista a Época.

ÉPOCA - A partir do final dos anos 80 a Universidade de Navarra, que é do Opus Dei, passou a dar cursos nas redações brasileiras. Como surgiu essa estratégia?
Carlos Alberto Di Franco - Vários professores de lá participaram de um seminário no Rio e chamaram atenção pela sua visão de Jornalismo. Esse foi o início de um trabalho não de universidade, mas de consultoria de alguns profissionais que também são professores em Navarra. Mais recentemente Navarra montou uma empresa de consultoria que atualmente está sendo reestruturada, e eu tenho uma empresa e contrato consultores de Navarra e também daqui.

ÉPOCA - O Master em Jornalismo é uma estratégia do Opus Dei para influenciar a imprensa brasileira e da América latina?

Di Franco - Absolutamente nada a ver. É um trabalho profissional meu. A única coincidência é que Carlos Alberto Di Franco é do Opus Dei. A imprensa tem suficiente discernimento e filtros próprios para se deixar submeter a qualquer coisa deste tipo.

ÉPOCA - O senhor é numerário do Opus Dei, é representante da Escola de Comunicação da Universidade de Navarra, que é do Opus Dei, o Master traz professores de Navarra que também são numerários, mas o senhor afirma que não há nenhuma estratégia do Opus Dei em influenciar a imprensa através de um curso de formação de editores?

Di Franco - Muitos professores de Navarra que vêm não são do Opus Dei. O Master é um programa técnico de capacitação de editores e não de Religião. O Master tem uma identidade cristã? Claro. Quando eu abro o Master, a primeira coisa que eu faço é dizer que o centro conta com serviço de capelania entregue à prelazia do Opus Dei. Isso implica numa série de serviços de atendimento espiritual para quem queira recebê-los. Deixo absolutamente claro o que acontece aqui. O prestígio do Master não depende do número de gotas de água benta, mas de sua qualificação profissional.

ÉPOCA - Quantos professores tem o Master e, destes, quantos são do Opus Dei?

Di Franco - Onze fixos, seis são da Obra.

ÉPOCA - São Escrivá disse que era preciso embrulhar o mundo em papel-jornal...
Di Franco - Qualquer pessoa que pense dois minutos percebe que os meios de comunicação são um poderoso facho para o bem e para o mal. Essa preocupação de evangelização tendo em conta os meios de comunicação social é legítima. Mas você poderá difundir a mensagem cristã não com água benta e nem metendo-se a montar estruturas piegas, mas atuando na sua atividade profissional. Estou convicto de que se o mundo tiver mais cristãos ou gente comprometida com sua fé será um lugar melhor.

ÉPOCA - O senhor publicou um artigo no jornal O Estado de S.Paulo criticando o Código da Vinci, um livro de ficção que mostra o Opus Dei como uma seita capaz de assassinar para alcançar seus objetivos. O senhor assina como jornalista e professor de ética. O senhor não acha que deveria ter informado ao leitor que é um numerário?

Di Franco - Não, porque não acrescenta nada. Na mídia todo mundo sabe.

ÉPOCA - O senhor acredita que todos os leitores do jornal sabem?
Di Franco - Todos os leitores não, mas eu não sei o que ser membro do Opus Dei acrescenta ao meu currículo. O que eu fiz foi uma análise do Dan Brown mostrando a sua desonestidade intelectual que qualquer jornalista poderia fazer, budista ou ateu.

ÉPOCA - Poderia. Mas o senhor não acha que a informação de que quem criticava um livro contra o Opus Dei era alguém do Opus Dei teria sido relevante para o leitor?

Di Franco - Eu fiz uma crítica técnica e não movida por razões religiosas.

ÉPOCA - Como começaram as 'palestras do Morumbi', que acontecem na última quarta-feira do mês, no Palácio, com o governador Geraldo Alckmin e um grupo de empresários e profissionais do Direito?
Di Franco - Não é uma reunião regular, depende das agendas. O governador é cristão, muito católico. Nesta reunião tratamos temas relacionados a práticas ou virtudes cristãs.

ÉPOCA - De quem partiu essa idéia?
Di Franco - Nasceu de uma conversa do governador com um sacerdote da Obra com quem ele tem direção espiritual periódica.

ÉPOCA - O Padre (José) Teixeira, confessor do governador?
Di Franco - Isso, o Padre Teixeira. Aí eu e o governador conversamos sobre a melhor maneira de fazer e sobre quem participaria. O grupo é formado por amigos comuns, todos católicos. Eu sou o palestrante. Uma coisa rápida, meia-hora, um cafezinho. A última foi em agosto ou setembro. Depois teríamos outra, mas eu não pude. Agora ele entrou em campanha. Acredito que no final de janeiro combinaremos a próxima.

ÉPOCA - Essas palestras são pagas?
Di Franco - Não é um trabalho profissional, é uma atividade de formação cristã.

ÉPOCA - O senhor não acha que a proibição de ir ao cinema, teatro ou estádio de futebol conflitua com seu trabalho de jornalista?
Di Franco - Para mim nunca foi problema. Não é que não pode, a expressão está mal colocada. Não vai ao cinema porque não quer ir ao cinema. Os numerários vivem, voluntariamente, uma série de abstenções em função de sua entrega como numerários.

ÉPOCA - Como o senhor faz com o cilício?
Di Franco - O cilício é uma mortificação corporal ultratradicional na Igreja. Se você falar com qualquer pessoa que viva o cristianismo é a coisa mais corriqueira e comum.

ÉPOCA - O senhor usa, duas horas por dia?

Di Franco - Sim, como qualquer numerário.

ÉPOCA - Quando o senhor está com o cilício se concentra no sofrimento de Cristo?
Di Franco - Essa pequena mortificação você oferece por várias intenções. A partir de hoje vou oferecer para você.

ÉPOCA - Não é necessário.
Di Franco - Como colega. O incômodo se oferece.

ÉPOCA - É muito difícil o celibato?
Di Franco - Qualquer pessoa tem desejo, é normal. Eu sinto atração pelas mulheres, claro que sinto, sobretudo pelas bonitas.

ÉPOCA - O senhor é virgem?
Di Franco - Você está entrando em território perigoso. Mas sou, se quer saber sou.
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China: professor se oferece como escravo para sustentar as filhas

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Governo federal quer contratar 3,4 milhões de moradias do Minha Casa, Minha Vida até 2014.


A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (10) que a meta do governo federal é contratar 3,4 milhões de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida até 2014. Segundo ela, 1 milhão de unidades já foram entregues e mais 1 milhão já foram contratadas.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que mais da metade das famílias beneficiadas pela iniciativa têm renda mensal até R$ 1,6 mil. "Isso mostra que o programa está ajudando quem ganha menos, quem realmente precisa", avaliou.

Atualmente, o Minha Casa, Minha Vida atende a famílias que ganham até R$ 5 mil por mês e, para cada faixa de renda, há uma regra. Para famílias mais pobres, por exemplo, com renda até R$ 1,6 mil, o governo paga mais de 90% do valor da casa e a prestação não pode passar de 5% da renda da família ou ser, no mínimo, R$ 25.

"Além de realizar o sonho da casa própria para milhões de famílias, os investimentos que fazemos na construção das moradias movimentam a economia e geram emprego e renda para milhões de brasileiros", destacou Dilma.

Com informações da Agência Brasil
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A dura vida dos urubólogos: 3,4 milhões de contratos do Minha Casa, Minha Vida até 2014

Você se lembra que muita gente duvidava do programa quando lançamos lá em 2009, ainda no governo do presidente Lula, o Minha Casa Minha Vida. Pois é. Mas nós conseguimos contratar, construir e entregar as casas.
Dilma Rousseff

No programa de rádio Café com a Presidência desta segunda, a presidenta Dilma disse ter certeza de que o programa "Minha Casa, Minha Vida" fechará 2014 com 3,4 milhões de contratos da casa própria assinados. Ela comemorou a entrega de 1 milhão de chaves, mais outro milhão de contratos já assinados e com construção em curso, e disse que a meta até 2014 é somar mais 1,4 milhão de contratos.


Em tempo: vocês observaram que a Presidenta fez questão de sutilmente dividir o sucesso do programa com o presidente Lula? Não deixa de ser uma categórica estocada aos jornalistas demotucanos, boateiros de plantão, que inventam intrigas que não existem entre Dilma e Lula, com o claro objetivo de enfraquecer politicamente os dois.

Eis a transcrição:
Apresentador: Olá, você, em todo o Brasil, eu sou o Luciano Seixas e começa agora mais um Café com a Presidenta Dilma. Bom dia, presidenta!

Presidenta: Bom dia, Luciano! E Bom dia para você que nos acompanha aqui no Café!

Apresentador: Presidenta, a senhora anunciou, na semana passada, um resultado importantíssimo do programa Minha Casa Minha Vida. Conta para a gente, que resultado foi esse?

Presidenta: Olha, Luciano, nós comemoramos a entrega de 1 milhão de casas do programa Minha Casa Minha Vida. Veja você, 1 milhão de famílias brasileiras já realizaram, Luciano, o sonho da casa própria com a ajuda do Minha Casa Minha Vida. É uma grande emoção para nós, um momento histórico para o país e uma mudança, Luciano, na vida das pessoas, brasileiros e brasileiras, que recebem sua casa própria. Mais da metade dessas famílias têm renda mensal de até R$ 1.600,00. Isso mostra que o programa está ajudando, Luciano, quem ganha menos, quem realmente precisa. Sem o Minha Casa Minha Vida, Luciano, eu tenho certeza, muitas dessas famílias ainda estariam morando de aluguel, morando em lugares muito precários ou até morando de favor na casa de parentes. Esse programa, Luciano, está transformando a vida das pessoas, porque é na nossa casa que nós criamos os filhos, nós recebemos os amigos, nós desenvolvemos os laços afetivos, nós nos sentimos seguros e protegidos. Enfim, construímos aquilo que se chama lar.

Apresentador: Presidenta, no total, quantas casas a mais vão ser contratadas pelo Minha Casa Minha Vida até 2014?

Presidenta: Olha, Luciano, nossa meta até 2014 é contratar 3,4 milhões de casas. Eu tenho certeza, Luciano, que vamos atingir essa meta, porque, veja só, conta aqui, faz essa conta comigo, Luciano: nós já entregamos aquele 1 milhão de casas que eu acabei de falar. Pois, muito bem. Além delas, já temos 1 milhão de casas contratadas. Isso significa que falta contratar mais 1,4 milhão de casas até 2014. Você se lembra que muita gente duvidava do programa quando lançamos lá em 2009, ainda no governo do presidente Lula, o Minha Casa Minha Vida. Pois é. Mas nós conseguimos contratar, construir e entregar as casas. Além de realizar, veja, Luciano, o sonho da casa própria para milhões de famílias, os investimentos que fazemos na construção das moradias movimentam a economia e geram emprego e renda para milhões de brasileiros, Luciano.

Apresentador: Presidenta, a senhora pode explicar para os nossos ouvintes quem pode comprar uma casa pelo Minha Casa Minha Vida?

Presidenta: Claro, Luciano. O Minha Casa Minha Vida atende as famílias que ganham até R$ 5 mil por mês e para cada faixa de renda há uma regra. Para as famílias mais pobres, com renda até R$ 1.600,00, o governo paga mais de 90% do valor da casa e a prestação não pode passar de 5% da renda da família ou, no mínimo, R$ 25,00.

Apresentador: A família paga só 5% da renda de prestação?

Presidenta: É isso, sim, Luciano. E a família ainda tem dez anos para pagar a casa. Esse é o caso, por exemplo, da Ana Maria de Jesus, lá em Anápolis, no interior de Goiás, Luciano. A Ana Maria tem 56 anos e morava de favor na casa do irmão desde que chegou em Anápolis, há 17 anos. Com R$ 644,00 que a Ana Maria ganha como copeira, ela não conseguia pagar aluguel nem comprar um imóvel até que a Ana Maria fez a inscrição no programa Minha Casa Minha Vida lá na prefeitura de Anápolis. E, veja só, no início desse ano, a Ana Maria foi chamada para assinar o contrato. Agora, ela tem a sua casa com dois quartos, sala, cozinha e banheiro, tudo com cerâmica. E a Ana Maria paga apenas R$ 32,20 por mês de prestação. Ela nos conta, Luciano, que está muito feliz e agora começou a juntar dinheiro para deixar a casa ainda mais bonita, com móveis e armários novinhos.

Apresentador: Que bom para a Ana Maria, presidenta. E como funciona o programa para quem tem uma renda maior que R$ 1.600,00?

Presidenta: Sabe, Luciano, recentemente, nós melhoramos ainda mais as condições de financiamento para as outras faixas de renda do Minha Casa Minha Vida, que são aquelas famílias que recebem entre R$ 1.600,00 e R$ 5 mil por mês. Primeiro, Luciano, nós ampliamos para R$ 3.275,00, Luciano, veja só, R$ 3.275,00 o limite de renda das famílias que podem receber subsídio, ou seja, a ajuda que o governo dá para a compra da casa. Também aumentamos o valor desse subsídio, que pode chegar a R$ 25 mil. Já para as famílias que ganham de R$ 3.275,00 até R$ 5 mil, nós pagamos, Luciano, uma parte do seguro, que é usado nos casos de morte ou invalidez.

Apresentador: Quantas notícias boas, presidenta.

Presidenta: As notícias são ótimas e nós vamos continuar trabalhando para melhorar cada vez mais a vida das famílias brasileiras. Eu sempre digo, Luciano: cada empreendimento do Minha Casa Minha Vida é mais um tijolo na construção de um Brasil melhor, de um Brasil mais justo. Nossa tarefa, Luciano, é levantar todas as paredes para construir as bases sólidas de um Brasil desenvolvido, de um Brasil com oportunidades para todos os brasileiros.

Apresentador: Presidenta, infelizmente, o nosso tempo hoje chegou ao fim. Obrigado por mais esse Café.

Presidenta: Olha, Luciano, muito obrigada. Uma boa semana para você e para os nossos ouvintes! 
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