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Mais uma Edição do Festival Promessas reúne estrelas da música gospel brasileira em SP

O anfitrião do evento, Serginho Groisman, abre o Festival Promessas. (Foto: Flavio Moraes/G1)
O anfitrião do evento, Serginho Groisman, abre o Festival Promessas

Festival Promessas reúne estrelas da música gospel brasileira em SP

Os shows da segunda edição do Festival Promessas de música gospel começaram pontualmente às 17h30 deste sábado (8), no Campo de Marte, Zona Norte de São Paulo. André Valladão foi a primeira das seis atrações a subir ao palco, logo após a apresentação do anfitrião do evento, Serginho Groisman. O mineiro de 34 anos também é pastor e é irmão de Ana Paula, líder do Diante do Trono, outra atração do evento.
Às 20h15, o apresentador do evento Serginho Groisman anunciou à plateia que era de 100 mil pessoas a estimativa de público presente, segundo a administração do Campo de Marte. André Valadão, Cassiane, Aline Barros, Fernaninho, Thalles e Diante do Trono são as estrelas do segundo Festival Promessas, com apresentações pontuais de cerca de 45 minutos e intervalos de 10 minutos.
 
De óculos escuros sob sol ainda quente, que não diminuiu a animação do cantor nem do público, André Valadão, emocionado, chamou a ocasião de "dia profético". Alternou entre pulos e giros que lembram os de Chris Martin, cantor inglês do Coldplay e músicas sentado ao piano, acompanhadas de guitarras distorcidas também ao clima da banda britânica e do U2 , vide "Pela fé" e "Abraça-me", maiores hits do mineiro.
O pastor André comandou várias orações e pedidos ao público para fazer "barulho santo". "É tempo de o Brasil voltar os olhos para o Senhor", disse. A cantora Cassiane, segunda atração, subiu ao palco às 18h25.
André Valladão foi a primeira das seis atrações a subir ao palco. (Foto: Flavio Moraes/G1) 
André Valadão foi a primeira das seis atrações a subir ao palco. (Foto: Flavio Moraes/G1)
Com voz poderosa de artista soul e trejeitos fortes de cantora de rock, a cantora e pastora evangélica Cassiane não poupou floreios vocais para impressionar o público. A artista fluminense de Nova Iguaçu, que gravou o primeiro disco aos oito anos como promessa mirim do mercado gospel, já soma 17 álbuns aos 39 anos.
"Vai um glória a Deus aí?" era sua pergunta mais comum ao público entre as músicas. Com arranjos mais comuns ao estilo, os presentes cantaram bastante, especialmente "Com muito louvor", de braços esticados para o alto - gesto mais comum do Promessas -, mas com menos pulos do que o pulsaste show anterior. Ela tirou os sapatos e terminou a tarde descalça cantando a apoteótica "Uma chuva diferente".
A cantora Cassiane se apresenta na segunda edição do Festival Promessas, no Campo de Marte, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1) 
A cantora Cassiane se apresenta na segunda edição do Festival Promessas, no Campo de Marte, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Acompanhada de uma competente banda de pop-rock, a carioca Aline Barros voltou a fazer o publico se mexer usando recados diretos como "pulo, pulo, pulo na presença do rei", de "Vitória no deserto". A pastora de 36 anos venceu recentemente o do Grammy Latino 2012 de música cristã, com o disco infantil "Aline Barros & Cia. Vol 3".
Aline chamou ao palco para um dueto Fernandinho, que apresentou como "grande amigo e homem de Deus". Eles cantaram juntos a faixa já gravada pela dupla "Rendido estou". No final da tarde ainda quente, Aline perguntou se o público estava com sede e pediu para que se abrissem ao "vento de Deus para trazer refrigério", antes de "Vento do espírito". Ela desejou um antecipado "feliz 2013" para a plateia ao encerrar o show com " Vou te alegrar".
Aline Barros se apresenta no Campo de Marte, em São Paulo, no Festival Promessas (Foto: Flavio Moraes/G1) 
Aline Barros se apresenta no Campo de Marte, em São Paulo, no Festival Promessas (Foto: Flavio Moraes/G1)
Fernandinho começou seu show com efeitos eletrônicos, guitarras pesadas e vocal agudo em "Dançando na chuva". Apesar do tempo quente com nuvens, a chuva citada na letra não tinha aparecido, mas a dança do público foi intensa, no momento mais enérgico do evento até então. "A Bíblia diz que os justos saltam de alegria", disse o alagoano aos gritos, sob base rítmica que usava veloz bumbo duplo e riff de punk rock.
Em "Eu fui comprado", com interlúdio de um rapper, o público fez trenzinhos, coreografias e até círculos de dança caótica que lembram rodas de pogo de shows de rock. A seqüência de power ballads "Nada além do sangue", "Uma nova história" e "Teus sonhos" fez alguns presentes se sentarem e revelou o bom vocal de Fernandinho. A segunda metade mais lenta do show só voltou a se animar quando ele chamou os fãs a "pisar na cabeça do diabo" e "pular até bater a cabeça no céu" na penúltima "O hino" e na final "Vai chover" - que também não trouxe chuva.
Fernandinho toca percussão durante seu show no Festival Promessas 2012 (Foto: Flavio Moraes/G1) 
Fernandinho toca percussão durante seu show no Festival Promessas 2012 (Foto: Flavio Moraes/G1)
Quem sucedeu Fernandinho foi Thalles, o artista mais premiado do último Troféu Promessas e penúltima atração da noite. O mineiro Thalles confirmou a boa fase, com um som que mistura funk, soul e rock, com groove que faz jus ao cabelo black power do cantor. O público vibra bastante ao reconhecer cada início de música.
Intercalar músicas com mais "pressão", como ele diz aos fãs, com baladas ao violão cantadas com voz rouca, como "Eu escolho Deus", é estratégia semelhante à do Jota Quest, banda do qual ele já foi backing vocal. Thalles também já cantou com Jammil e uma Noites e compôs para Luciana Melo e Seu Jorge. Tem traquejo de palco que não fica a dever para os artistas seculares com quem colaborou.
Thalles, que era backing vocal do Jota Quest, dança durante seu show no Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1) 
Thalles, que era backing vocal do Jota Quest, dança durante seu show no Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Depois de Thalles, quem deve entrar em cena é a banda Diante do Trono. Policiais Militares confirmam ao G1 que o público presente no Campo de Marte é de 100 mil pessoas. Esta é a primeira edição do festival feita em São Paulo. O festival  terá exibição nacional pela TV Globo no próximo dia 15.
A primeira edição do evento aconteceu em dezembro de 2011, no Aterro do Flamengo, no Rio. Diante do Trono, Regis Danese, Damares, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Davi Sacer, Pregador Luo e Fernandinho apresentaram-se por quase 8 horas para um público estimado em 20 mil pessoas. Neste ano, o Festival Promessas também contou com edições regionais em Brasília, Recife e Belo Horizonte.
Para a edição de São Paulo, foram montadas estruturas de caixas de som e telões de led para que aqueles que não conseguirem ficar perto do placo possam aproveitar as apresentações. O palco também tem 17 torres de iluminação de led que funcionam como vitrais durante os shows.
Trânsito
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) monitora o trânsito na região do Campo de Marte das 10h às 23h deste sábado. Durante o período, o sentido Centro da Avenida Santos Dumont é bloqueado entre as avenidas Braz Leme e General Pedro Leon Schneider. No sentido Bairro, tem interdição parcial.
A companhia recomenda que as pessoas que querem ir ao show deem preferência ao uso de transporte público. Caso precisem ir de carro, devem respeitar a sinalização de trânsito.
Serviço:
Festival Promessas
Quando: Sábado, 8 de dezembro
Horário: das 17h30 às 23h (abertura dos portões às 13h).
Entrada gratuitaFonte G1
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DIPLOMAÇÃO - Prefeito, vice-prefeito e vereadores eleitos de Novo Progresso são diplomados


Na manhã desta sexta feira (07), o prefeito eleito Osvaldo Romanholi (PR), seu vice-prefeito Dr. Joviano (PSC),  e os  vereadores eleitos para a o mandato   de quatro anos 2013 a 2016, foram diplomados pela Justiça Eleitoral de Novo Progresso,  no plenário da Câmara Municipal.  O juiz  da 91ª
Zona Eleitoral, Dr. Antônio José dos Santos, responsável pelas eleições em Novo Progresso, com o promotor, entregou os diplomas aos eleitos.


Foram diplomados os seguintes vereadores: Ubiraci Soares (PT), Sebastião Detomin Bueno (PT), Francisco Lanzarin (PMDB), Edmar Oneta (PMDB), Juarez Siviero (PSDB), Magno Costa (PSDB), Luis Helfeistain (PMDB) ,Francisco Souza (PMDB),Eloido (PR). 

A prefeita Madalena Hoffman (PSDB) participou da cerimônia e fez entrega de vários diplomas para os eleitos. 
Na mesma cerimônia, foram diplomados todos os suplentes de vereadores. 
Após a diplomação,  os eleitos estão aptos assumir o cargo para qual foram eleito em  1º de Janeiro de 2012.
O juiz Dr. Antonio falou em democracia e que a eleição foi tranquila em Novo Progresso. 
O presidente da Câmara, Ubiraci Soares (PT) com empolgação agradeceu os 808 votos e falou que foi eleito pela vontade popular e os méritos é do povo, porque ele é do povo, e  frisou sobre a importância de saber absorver as críticas durante um mandato. A prefeita Madalena Hoffman (PSDB), agradeceu o povo por ter concedido a ela o mandado de quatro anos, e que o município está indo muito bem,  e que a escolha em eleger um novo prefeito foi  feita pelo povo, e  mesmo assim se coloca à disposição para que, a partir de 2013, tudo no que for preciso para ajudar no desenvolvimento de Novo Progresso, estará a disposição, e parabenizou o eleito Osvaldo Romanholi pelo mérito.
O prefeito eleito Osvaldo Romanholi (PR), agradeceu ao povo que o escolheu para ser o prefeito de Novo Progresso, aos companheiros de luta, e que todos os compromissos firmados por ele em campanha vão ser cumpridos dentro do seu mandato.
Osvaldo parabenizou os eleitos e disse acreditar num mandato em perfeita harmonia entre o legislativo e o executivo. 
A cerimônia de diplomação atende resolução Tribunal Superior Eleitoral. 
Jornal Folha do Progresso




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As gerações dos direitos fundamentais e a mentalidade anti-liberal

URL: http://www.direitoeliberalismo.org/as-geracoes-dos-direitos-fundamentais-e-a-mentalidade-anti-liberal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=as-geracoes-dos-direitos-fundamentais-e-a-mentalidade-anti-liberal


Foi publicado no Instituto Mises Brasil um excelente artigo de André Luiz Santa Cruz Ramos, A mentalidade anticapitalista do STF, no qual ele defende, por meio de vários julgados usados como ilustração, que sempre em que há um aparente conflito entre o princípio da livre concorrência e da livre iniciativa com princípios sociais, o Supremo tende a interpretar a Constituição de modo a conferir mais força aos princípios sociais. O artigo é bastante instrutivo e em uma das notas de rodapé chamou-me a atenção pela seguinte reflexão:

“Para um verdadeiro liberal, os únicos direitos fundamentais legítimos são os de primeira geração, como liberdade, vida e propriedade. São direitos negativos, que não exigem um fazer de ninguém para serem assegurados. Os direitos fundamentais de segunda geração (direito à saúde, direito ao emprego, direito à educação, direito à moradia etc.), consagrados pelo estado de bem-estar social (Welfare State), e os direitos fundamentais de terceira geração (direito ao meio ambiente equilibrado etc.), por sua vez, são direitos positivos, representando, em si mesmos, a negação dos direitos de primeira geração, por exigirem que o estado viole o direito de propriedade das pessoas para assegurá-los. Eles são, pois, a perversão da Lei, como disse Bastiat em sua magnifica obra: “a Lei perverteu-se por influência de duas causas bem diferentes: a ambição estúpida e a falsa filantropia”. Esses supostos direitos de segunda e terceira gerações não caem do céu. Por isso Bastiat dizia que “a ilusão dos dias de hoje [e olhem que ele viveu de 1801 a 1850] é tentar enriquecer todas as classes, à custa uma das outras. Isto significa generalizar a espoliação sob o pretexto de organizá-la”: BASTIAT, Frédéric. A Lei. 3ª ed. São Paulo: Instituto Mises Brasil, 2010. Será que nossos Ministros já leram Bastiat?”

Tomei a liberdade de sublinhar no texto a parte interessante. André Luiz Santa Cruz Ramos está montado na razão. As ditas gerações de direito são apenas uma construção teórica que infelizmente tomou corpo e acabou por se impregnar na ciência jurídica e jurisprudência como espécie de obviedade teórica. Contudo, da mesma forma que a noção de progresso não é compatível com a realidade, a noção de que as formas constitucionais evoluíram de modo sucessivo (em ondas, diriam alguns) para abarcar direitos fundamentais de caráter social (2ª geração) e lúdico (3ª geração) não corresponde nem com a realidade nem com a própria lógica jurídica. Trata-se de uma negação de direitos, na medida em que para sua imposição é necessário que haja expropriação da propriedade e liberdade dos indivíduos. E isso, após gerações de juristas ideologicamente comprometidos, dada a propagação maciça de que os direitos sociais são apenas um complemento dos direitos individuais, quando na verdade são, ao final, uma maliciosa subtração da propriedade e liberdade, está consolidado como uma espécie de senso comum.

O fato é que qualquer prestação positiva pelo estado pressupõe uma aparato burocrático para fazê-la, além dos recursos usados para a própria finalidade. Tais recursos não são frutos de uma cornucópia, mas de tributos que pesam sobre os indivíduos. Para estabelecer como direito social a saúde, por exemplo, o estado precisa de uma aparato público ou para manter o tratamento ou para administrar burocraticamente sua mediação, nos casos em que não seja prestado diretamente, de modo que os custos para manutenção de tal sistema serão confiscados por meio de impostos, limitando tanto a propriedade dos que tiverem de pagá-los quanto a liberdade dos que não concordaram com a concessão desse direito para começo de conversa.

Em outro aspecto, há sinal mais claro dessa completa incompatibilidade entre as gerações de direitos do que o termo “função social”?

O art. 421 do Código Civil, por exemplo, trouxe a seguinte inovação: “A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato”. Uma severa limitação da liberdade. O que o artigo quer dizer é, em outras palavras, que alguém pode não ter o direito de contratar livremente se o fator “função social” estiver sendo violado. Não é preciso nenhum exercício especial de imaginação para saber que a liberdade está ferida de morte quando a definição de função social depender de um burocrata.

As gerações de direito ensinadas nos manuais são, em suma, uma construção teórica que anestesia nossa percepção para sua própria contradição interna: negar a liberdade e a propriedade sob a desculpa de garantir direitos fundamentais.

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